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2 de abr. de 2013

CURVAS

Quando ouvia o Roberto Carlos cantar "As Curvas da Estrada de Santos" (desde 1969!), ficava pensando como eram estas tais curvas. Não devia ter desejado isso para mim. Neste final de semana fiquei sabendo, não na estrada entre Santos e São Paulo, mas nas rodovias entre Rio de Janeiro e Paraty e vice-versa.
Deúsolivre!
As curvas ocorrem numa sucessão  assustadora e os motoristas correm muito. Eu, que dirijo o meu carrinho 1.0 e meio, devagarinho,  nas ruas e estradas esburacadas de Porto Velho e Rondônia, quase morro de tensão.
Fomos e voltamos, mas só Deus sabe como. As fotos são só para ilustrar o choro.

 Saída
 Curvas...
... Curvas
 Túnel com curva a na saída
 Outro túnel
 Queda de encosta
 
Desvio
Olha a cara do condenado (Fotos e auto foto Marcela Ximenes)

5 de nov. de 2012

SEM CONDIÇÕES

A condições da BR-364 estão boas, de maneira geral - viajei de Porto Velho a Cacoal -, com poucos lugares onde o asfalto necessita de reparos; os buracos existentes são poucos e ainda não representam perigo. Ainda não.
A mesma coisa não se pode falar a respeito da ponte sobre o Rio Novo, no "banho da Jacutinga", ali no km 45, próximo ao acesso da UHE Samuel. A manutenção não aparece ali há tempos...

(Fotos JCarlos)

2 de mar. de 2010

TREM RODOVIÁRIO

Leio n'O Observador que foi criada a Polícia Rodoviária Estadual, que será encarregada de fiscalizar a malha rodoviária estadual. O texto não informa quantos policiais serão empregados, se haverá concurso para os novos cargos ou se os policiias militares que já são do quadro irão ocupar novas funções, cumulativamente com aquelas que já exercem.
De acordo com o saite do DER-RO, são 4.594,7 quilômetros de "ROs".

5 de jan. de 2010

DINHEIRO (PÚBLICO) JOGADO FORA

Em Pimenta Bueno nos deparamos com esses monumentos ao desrespeito a todos nós. Duas pilastras de um viaduto absolutamente inútil. Não sei a história da coisa, nem se foi algum órgão que determinou a interrupção da obra. O fluxo de veículos continua normal, exceto pelo estado das pistas próximas às construções. (Fotos Mar)



4 de jan. de 2010

OUTRAS MENTIRAS

Estávamos ansiosos para chegar em casa, mas mantive a velocidade média de 90km. O JP queria chegar logo para: brincar com os colegas de rua; sair do carro ou ficar livre de mim (a terceira alternativa é a mais provável). Em Ji-Paraná, ele perguntou "já estamos em Rondônia?" A Mar disse que "desde ontem. Prestenção, meu filho". Fiquei calado, pois o espírito de Seu Lunga estava pronto para se incorporar.
Vimos placas indicando as distâncias, completamente malucas. Em menos de dois quilômetros, três informações conflitantes. Na placa do DER-RO, em Jaru: "Porto Velho 282 km", nas placas do Dnit: "Porto Velho 293 km" e "Porto Velho 285 km". No entroncamento para Rio Crespo, placa do Dnit "Porto Velho 170 km"; 200 metros além outra placa do Dnit informava: "Porto Velho 173km". Menos de 50 metros, outra placa nos desesperou, pois dizia que nossa casa estava a 180 km, ainda...
Comentário da Mar: "Melhor ficar com a de 170, né?"

TRILHA SONORA

A trilha sonora da viagem ficou a cargo da Mar, cumulativamente com as funções de navegadora, co-piloto e comissária de bordo. Ouvimos Chico, Djavan (ídolo dela), Emerson Nogueira, Rita Lee, Demônios da Garoa, Carole King... Mas o que fez sucesso mesmo foi a seleção, em MP3, que ganhei do coronel Severo: Abba, "Os" The Beatles (era assim que falávamos em Teófilo Otoni), Bee Gees, Lobo, Elton John, Elvis Presley, Neil Diamond e John Lennon. De 'premera'.
Nas áreas urbanas por onde passávamos, tentavamos sintonizar emissoras de rádio locais. Na terceira vez que ouvimos "fulano, vou estar tocando a música que você pediu", desistimos. Em Beagá travamos o dial na rádio Oi FM. Muito boa.

FALANDO NISSO

Ao chegar ao posto da Polícia Roviária Federal em Pimenta Bueno, estranhei não ver aquelas placas para redução de velocidade. Só havia a que dizia "Polícia Rodoviária Federal a 500m". ao chegar mais perto entendi. O asfalto está tão detonado, que não dá para passar com velocidade acima dos 10 quilômetros por hora.

3 de jan. de 2010

MAU GOSTO

Uma das coisas ecologicamente corretas que há hoje em dia é o reaproveitamento da praga da garrafa PET. O problema é que a maioria das pessoas que se mete a fazer isso inventa coisas feias e de mau gosto. Este "enfeite" de natal (para mim é um espantalho) está na entrada/saída de uma cidade de Mato Grosso, cujo nome não lembramos. Na praça da matriz, os troncos das árvores foram envolvidos com papel das cores verde e vermelha. Parecia a E.S. Mangueira. (Foto JCarlos)

1 de jan. de 2010

CRUZES

Às margens das rodovias sempre são vistas cruzes em madeira ou ferro marcando o local onde alguém morreu vítima de acidente com veículos. Vi cruzes solitárias, em grupo - de um lado da rodovia quatro cruzes e de outro, uma; algumas bem trabalhadas, outras com coroas de flores; casinhas em alvenaria, com marcas de que foram queimadas velas.
Um grupo de quatro cruzes grandes e uma cruzinha bem pequena me chamou atenção. Mais adiante, também em Mato Grosso, uma enooorme, em madeira.
Falei para a Mar: - Será que foi um padre quem morreu aqui?
- E era um padre grande...

TUCANÊS

Na pequena e pacata cidade de Naveslândia (MT), um aviso à margem da BR-364: "Ondulações Transversais". Ficamos esperando a 'coisa' aparecer e nada mais era que o nosso antigo conhecido 'redutor de velocidade'.
Tucanaram o "quebra-molas".

'ESPREMENTA!'


Na estrada, em São Pedro da Cipa (MT), este convite irresistível: "PÃO C/ LINGUIÇA ESPREMENTA, ESPREMENTA"
Claro que 'esprementamos' e gostamos. (A foto não saiu nítida porque tinha um caminhão atrás de mim e foi o que a Mar pode fazer)

15 de abr. de 2009

SERÁ QUE AGORA VAI?

Deu no Estadão SP: "Cai licença ambiental prévia para estradas - Para dar mais rapidez às obras do PAC, a base do governo na Câmara aprovou o fim da licença ambiental prévia para obras de pavimentação, melhoramentos, adequação e ampliação nas estradas dentro da considerada faixa de domínio das rodovias - os 25 metros de cada lado da margem." Será que o enredo da novela da restauração da BR-319 agora deslancha?