Por dever de ofício, acompanho de longe - bem de longe - o futebol rondoniense. Vejo o perrengue que os times passam, como por exemplo o time do Guajará-Mirim, que viajou de ônibus mais de mil quilômetros de ônibus, para levar uma peia em Vilhena. Tem ainda os estádios caindo na cabeça dos poucos torcedores que teimam em prestigiar seus clubes.
E por falar em "perrengue" e "Vilhena", esta notícia é mais entristecedora: "VEC sem dinheiro para camisetas? Diretor obriga menino a devolver camiseta do goleiro". Os detalhes sórdidos, aqui.
E ainda querem construir estádios - digo, arenas -, no padrão FIFA. É muito sonho...
Mostrando postagens com marcador Guajará-Mirim. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Guajará-Mirim. Mostrar todas as postagens
14 de mai. de 2015
15 de abr. de 2015
ENQUANTO É TEMPO
Em fevereiro deste ano, enquanto os rios Guaporé, Mamoré e Madeira estavam com suas vazões em alta e uma segunda cheia histórica, como a de 2014, era esperada como "quase" certa, um comerciante de Guajará-Mirim fez o que recomenda a prudência: estocou uma quantidade 20% maior de cerveja do que aquele quantitativo que está acostumado a comprar.
Na cheia histórica Guajará-Mirim ficou 60 dias isolada por via terrestre, mas os guajamirenses não pararam de beber. Este ano a cheia não veio no tamanho que estava sendo temida e eu quero saber se é preciso ajuda para evitar que vença o prazo de validade da cerveja...
Na cheia histórica Guajará-Mirim ficou 60 dias isolada por via terrestre, mas os guajamirenses não pararam de beber. Este ano a cheia não veio no tamanho que estava sendo temida e eu quero saber se é preciso ajuda para evitar que vença o prazo de validade da cerveja...
2 de abr. de 2015
NEM LÁ NEM CÁ
Assisti a um pedacinho do Globo Esporte, na parte que cabe a Rondônia. O apresentador Divino Caetano falava do Campeonato Rondoniense Futebol e informava que o time Genus, de Porto Velho, não iria mais a Guajará-Mirim, jogar contra o time de lá. Motivo: O estádio João Saldanha não está pronto e continua interditado. Em contrapartida, o Aluizão continua "pôdi".
Pensei: Vai dar W. O. Nem o estádio de lá, nem o de cá, prestam... (Foto JCarlos)
Pensei: Vai dar W. O. Nem o estádio de lá, nem o de cá, prestam... (Foto JCarlos)
27 de mar. de 2015
DEU NO JORNAL
EXTINTO - Se for desta "marca", não precisa trocar...
REDE SUS - Uma senhora idosa passou mal em uma localidade no interior do Maranhão. As ambulâncias não podiam chegar até onde ela estava, pois as estradas são imprestáveis. O jeito foi levá-la para o hospital, distante 5 km, carregada em uma rede, com os parentes se revezando no caminho. Vergonha.
PITBULL - A notícia, por si só - apesar de antiga (terça-feira, 24) -, é inusitada: "Homem é flagrado fazendo sexo com pitbull em Guajará-Mirim".
Estou postando hoje, tão somente, por causa da foto que escolheram para ilustrar a chamada:
BR-425 SOLUÇÃO E PROBLEMA
Lendo a coluna "Opinião de Primeira", do Sérgio Pires hoje, onde ele fala do abandono de Guajará-Mirim e das péssimas condições da BR-425, tenho que concordar quando afirma que a região só é lembrada na temporada de caça aos votos. Depois disso, na entressafra, os políticos eleitos desaparecem. Estou falando de uma forma geral.
Fiquei pensando no acesso até aquela cidade. A BR-425 nasceu da extinção da Ferrovia Madeira-Mamoré. O 5º BEC veio para Rondônia em 1966 com a missão de construir uma estrada rodoviária para impedir que as pessoas que moravam ao longo e no terminal da antiga estrada de ferro, e mais o Acre, não ficassem isoladas. O trabalho foi sendo feito paulatinamente e nunca acabou.
As pontes de ferro, que foram trazidas dos Estados Unidos, deveriam ter sido substituídas, há muito, por outras de concreto, o que só aconteceu na BR-364, entre Porto Velho e Abunã. Estas também demoraram muito para ficar prontas. As pontes previstas para o trecho BR-364 - Guajará-Mirim não foram todas construídas. Até hoje usamos as pontes ferroviárias sobre o rio Araras e sobre o Ribeirão, tendo ao lado delas os esqueletos das pilastras que sustentariam as natimortas pontes.
Lembro-me, ao chegar aqui, ouvir histórias sobre os comboios que o governo do Território e depois do Estado formava para levar comida, água potável e combustível para as populações de Guajará-Mirim e outras localidades ao longo do antigo traçado.
A rodovia ficou pronta, seguindo praticamente o mesmo caminho da EFMM, derivando da 364, a poucos metros da vila de Abunã. Já na passagem dos anos 80 para 90, foi decidido pelo Governo Federal uma alteração no traçado da BR-425, que começaria alguns quilômetros antes do local original, reduzindo a distância até Guajará-Mirim. A rodovia foi asfaltada pelo prefeito Isaac Bennesby, com recursos municipais. O Tribunal de Contas meteu um processo nele, que foi obrigado a devolver o dinheiro gasto e a pagar uma multa imensa. Tudo do próprio bolso,
Eu estava perto quando o então governador Jerônimo Santana comentou sobre esse assunto: "Falei pro general, a estrada vai dar num pântano. Ele insistiu na ideia, então deixei prá lá". E a estrada não fica pronta, é como se o pântano do Jerônimo sugasse todos os esforços para concluir a rodovia. Ô boca, Jerônimo, ô boca!
Fiquei pensando no acesso até aquela cidade. A BR-425 nasceu da extinção da Ferrovia Madeira-Mamoré. O 5º BEC veio para Rondônia em 1966 com a missão de construir uma estrada rodoviária para impedir que as pessoas que moravam ao longo e no terminal da antiga estrada de ferro, e mais o Acre, não ficassem isoladas. O trabalho foi sendo feito paulatinamente e nunca acabou.
As pontes de ferro, que foram trazidas dos Estados Unidos, deveriam ter sido substituídas, há muito, por outras de concreto, o que só aconteceu na BR-364, entre Porto Velho e Abunã. Estas também demoraram muito para ficar prontas. As pontes previstas para o trecho BR-364 - Guajará-Mirim não foram todas construídas. Até hoje usamos as pontes ferroviárias sobre o rio Araras e sobre o Ribeirão, tendo ao lado delas os esqueletos das pilastras que sustentariam as natimortas pontes.
Lembro-me, ao chegar aqui, ouvir histórias sobre os comboios que o governo do Território e depois do Estado formava para levar comida, água potável e combustível para as populações de Guajará-Mirim e outras localidades ao longo do antigo traçado.
À esquerda traçado origina; no outro mapa o atual. Mudança sutil
(Mapas GuiaGeo e MTRans)
A rodovia ficou pronta, seguindo praticamente o mesmo caminho da EFMM, derivando da 364, a poucos metros da vila de Abunã. Já na passagem dos anos 80 para 90, foi decidido pelo Governo Federal uma alteração no traçado da BR-425, que começaria alguns quilômetros antes do local original, reduzindo a distância até Guajará-Mirim. A rodovia foi asfaltada pelo prefeito Isaac Bennesby, com recursos municipais. O Tribunal de Contas meteu um processo nele, que foi obrigado a devolver o dinheiro gasto e a pagar uma multa imensa. Tudo do próprio bolso,
Eu estava perto quando o então governador Jerônimo Santana comentou sobre esse assunto: "Falei pro general, a estrada vai dar num pântano. Ele insistiu na ideia, então deixei prá lá". E a estrada não fica pronta, é como se o pântano do Jerônimo sugasse todos os esforços para concluir a rodovia. Ô boca, Jerônimo, ô boca!
18 de mar. de 2015
ROUBARAM A CASA
Fiquei imaginando a cena: O cara chega no final da tarde, suado, cansado, pensando em um banhão, pegar uma jantinha enquanto assiste o jornal, ver a novela e ir dormir... Quando vira a esquina e olha para casa, não tem nada lá, só o terreno vazio...
Ele pensa que é uma miragem e apressa o passo, mas ao chegar em frente aonde morava,não tem mais nada lá. Nada, não. Ainda tem o tanque de cimento e o arame do varal, onde estende as roupas no final de semana. Mora em um loteamento novo, o vizinho mais próximo só na outra quadra. Mesmo sem entender como uma casa some assim, vai à delegacia e registra o fato.
Reproduzo como foi publicado no jornal eletrônico "Portal Guajará": "A vitima José C. R., 50 anos, no dia 17/03 (terça-feira) compareceu na Delegacia de Policial e Registrou ocorrência policial comunicando que elementos não identificado furtaram a sua residência( todas as madeira e telhas janelas e portas)segundo a informação da vítima foram bolivianos que furtaram. pelo exposto solicita da autoridade policial providências ao caso." (Ilustra Culturamix)
Ele pensa que é uma miragem e apressa o passo, mas ao chegar em frente aonde morava,não tem mais nada lá. Nada, não. Ainda tem o tanque de cimento e o arame do varal, onde estende as roupas no final de semana. Mora em um loteamento novo, o vizinho mais próximo só na outra quadra. Mesmo sem entender como uma casa some assim, vai à delegacia e registra o fato.
Reproduzo como foi publicado no jornal eletrônico "Portal Guajará": "A vitima José C. R., 50 anos, no dia 17/03 (terça-feira) compareceu na Delegacia de Policial e Registrou ocorrência policial comunicando que elementos não identificado furtaram a sua residência( todas as madeira e telhas janelas e portas)segundo a informação da vítima foram bolivianos que furtaram. pelo exposto solicita da autoridade policial providências ao caso." (Ilustra Culturamix)
13 de mar. de 2015
QUANDO NÃO FALTA, ABUNDA*
O assunto é recorrente na Imprensa caripuna e sempre posto alguma coisa aqui. Ontem, passando pela rua Guanabara entre Jacy-Paraná e Amazonas, encontrei esta situação.
Os buracos foram sinalizados por um empresário do ramo de bares e similares estabelecido em frete às crateras.
Já em Guajará-Mirim, o jornal eletrônico O Mamoré mostra o excesso de zelo da prefeitura. Colocaram duas placas em cada esquina para que a população não fique em dúvida. É para parar mesmo!
Os buracos foram sinalizados por um empresário do ramo de bares e similares estabelecido em frete às crateras.
(Fotos JCarlos)
Já em Guajará-Mirim, o jornal eletrônico O Mamoré mostra o excesso de zelo da prefeitura. Colocaram duas placas em cada esquina para que a população não fique em dúvida. É para parar mesmo!
(Fotos O Mamoré)
*Leia crônica do Ciro Pinheiro, que vou postar em seguida
SUPERSTIÇÃO
Hoje é mais uma sexta-feira 13 em 2015. A segunda do ano. A primeira foi em fevereiro e a terceira será em novembro. Mês passado sugeri algumas boas práticas para se observar neste dia considerado aziago. Lembram?
Numa tentativa de auto-superação das minhas crenças secretas, recorri a subterfúgios...
Numa tentativa de auto-superação das minhas crenças secretas, recorri a subterfúgios...
(Foto JCarlos)
21 de fev. de 2015
CENAS DA CIDADE E ARREDORES
Gato no medidor de energia (Foto Internet)
Papai Noel ficou preso na grade desde o natal
Chaveiro-escova ou escova-chaveiro?
Homem-de-Ferro garante a segurança na CEF
Trabalho do(a) artista plástico(a) Franciney, exposto na Casa de Cultura "Ivan Marrocos"
Decoração na lanchonete "Castelinho", provavelmente inspirada no "Natal da Sucatabilidade"
Fiquei na dúvida: Era reserva de estacionamento para cadeirante ou patinante?
Sem palavras
Última moda no corte de cabelos em La Banda
Contravenção
Caixa d'água metálica da Estação de Guajará-Mirim
(Fotos Marcela Ximenes/JCarlos)
FERIADÃO
Mais algumas fotos do feriado de carnaval. Para não dizer que ignorei a festa, assisti ao desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel. Achei o enredo muito apropriado: "Se o mundo fosse acabar, me diz o que você faria se só lhe restasse um dia?". Então, pernas para cima que ninguém é de ferro!
E encerramos nosso passeio pela Vila Murtinho (Fotos Marcela Ximenes/JCarlos)
20 de fev. de 2015
PARAÍSO TROPICAL
Algumas fotos do nosso carnaval no Pakaás, conforme contei, esta viagem demorou um ano para acontecer e valeu a pena a espera. Vou postar algumas fotos gerais e depois, por assunto.
Ponte sobre o rio Araras, está em um estado periclitante. Tive que descer do carro para ver por onde passar e não cair nos buracos abertos na madeira podre.
Fim de tarde no heliponto
A minha foto favorita, o encontro das três águas
Um colorido bacana
Os rios Pacaás e Mamoré
Pôr-do-sol
(Fotos Marcela Ximenes e JCarlos)
18 de fev. de 2015
CARNAVAL NA SELVA
Em 2013, finalzinho do ano, compramos um pacote oferecido pelo Pakaás Lodge, em Guajará-Mirim, para o carnaval 2014. Como todo mundo sabe, houve a "mãe-de-todas-as-cheias" que interditou as rodovias e também atingiu o hotel. Não pudemos ir após a enchente, por vários motivos.
Com a ajuda do nosso meteorologista e hidrólogo Dayan Santana, 'logramos êxito' e fomos passar este feriado de carnaval na 'Pérola do Mamoré'. E pense num lugar tranquilo...
A estrada não está boa, mas não é nada que um pouco de calma não possa superar. A ponte sobre o rio Araras, sim, é preocupante. Tábuas soltas e algumas já apodrecidas. A ponte metálica, vale lembrar, é legado da EFMM. Ao lado vemos estrutura da base, em concreto, daquela que seria a nova ponte para nos recordar que o Governo Federal (não) olha para cá e (não) temos deputados federais e senadores que lutem por nós. E o Chapolim Colorado, que poderia nos salvar, morreu!
Mas foram quatro dias de tranquilidade em que a Mar e eu descansamos muito. Obrigado dr. Paulo Saldanha pelas histórias e ao Dayan pela assessoria.
Sim, o hotel mantém o ótimo padrão, especialmente na gastronomia.
Atualizada em 21/02/2015
Com a ajuda do nosso meteorologista e hidrólogo Dayan Santana, 'logramos êxito' e fomos passar este feriado de carnaval na 'Pérola do Mamoré'. E pense num lugar tranquilo...
A estrada não está boa, mas não é nada que um pouco de calma não possa superar. A ponte sobre o rio Araras, sim, é preocupante. Tábuas soltas e algumas já apodrecidas. A ponte metálica, vale lembrar, é legado da EFMM. Ao lado vemos estrutura da base, em concreto, daquela que seria a nova ponte para nos recordar que o Governo Federal (não) olha para cá e (não) temos deputados federais e senadores que lutem por nós. E o Chapolim Colorado, que poderia nos salvar, morreu!
Mas foram quatro dias de tranquilidade em que a Mar e eu descansamos muito. Obrigado dr. Paulo Saldanha pelas histórias e ao Dayan pela assessoria.
Sim, o hotel mantém o ótimo padrão, especialmente na gastronomia.
Atualizada em 21/02/2015
12 de fev. de 2015
DEU NO JORNAL
"Com carro quebrado, bombeiros de RO levam dois dias para apagar incêndio". É o que eu chamo de incêndio à "fogo lento"...
"Ruas esburacadas atrapalham o tráfego e colocam em risco a vida de alunos". Nunca imaginei que o problema das ruas esburacados provocasse esses efeitos colaterais.
"Péssimo exemplo - Responsável pela educação de trânsito no DF coleciona 62 multas". Jornalistas do "Bom Dia Brasil" ficaram "passados" com essa notícia, não sabem eles que em Rondônia um madeireiro e um vendedor de motosserras foram nomeados como secretário de Meio Ambiente, ou que uma pessoa cuja família tinha como negócio principal a exploração de táxis, fosse escolhido para uma diretoria do Detran, onde também já esteve um sócio de uma empresa de transporte interestadual...
"Policiais militares 'exorcizam' homem durante bordagem, em GO". Inacreditável, mais uma razão para parar de beber. E isso porque o Estado é laico!
"Ruas esburacadas atrapalham o tráfego e colocam em risco a vida de alunos". Nunca imaginei que o problema das ruas esburacados provocasse esses efeitos colaterais.
"Péssimo exemplo - Responsável pela educação de trânsito no DF coleciona 62 multas". Jornalistas do "Bom Dia Brasil" ficaram "passados" com essa notícia, não sabem eles que em Rondônia um madeireiro e um vendedor de motosserras foram nomeados como secretário de Meio Ambiente, ou que uma pessoa cuja família tinha como negócio principal a exploração de táxis, fosse escolhido para uma diretoria do Detran, onde também já esteve um sócio de uma empresa de transporte interestadual...
"Policiais militares 'exorcizam' homem durante bordagem, em GO". Inacreditável, mais uma razão para parar de beber. E isso porque o Estado é laico!
31 de jan. de 2015
VÁ ESQUIAR EM GUAJARÁ-MIRIM
Entre tantas propostas para ajudar o município de Guajará-Mirim a sair da estagnação econômica em que vem se arrastando há anos, destaco esta, que li ontem quando me atualizava (#SQN) nos saites caripunas: A construção de um parque temático com pista de esqui na neve, como aquela existente em Gramado - RS, que atrai milhares de turistas durante todo o ano!
Por que ninguém pensou nisso antes? (Foto Divulgação Snowland)
Os problemas se acabaram
16 de nov. de 2014
DO PRIMEIRO SEMÁFORO...
Há coisa que leio e não acredito que estamos no século XXI da Era d.C., ou pós-Cristo. Uma matéria sobre um fato inédito acontecido em Guajará-Mirim esta semana transportou-me a uma época em que não vivi: aquela do aparecimento e popularização dos automóveis. Nesta época devem ter sido inventados os semáforos e, depois, convencionou-se, mundialmente, adotar as cores vermelho, amarelo e verde, como símbolos que deveriam ser entendidos por todos para o convívio harmônico entre veículos e pedestres.
Voltando à matéria. Informa-se que os dois primeiros semáforos instalados há dois dias em ruas da "Pérola do Mamoré" já apresentam defeito e estão desorientando muita gente. Primeiro comentário: Como assim, cara-pálida? Se não tinha antes...?
A secretária de Planejamento explica: "a cidade ainda precisa passar por um período de adequação, já que esses são os primeiros semáforos no município, por isso, a população ainda precisa se acostumar com o uso e entender o significado das cores do farol." Segundo comentário: Já fui várias vezes à Guajará-Mirim e vi centenas de carros, caminhões, ônibus e motocicletas, entre outros veículos. Mas me detenho a estes, já que os condutores precisam possuir de carteira de habilitação e um dos conhecimentos básicos, elementares, é distinguir o significado de cada cor. Até para os daltônicos!
Este trecho é mais grave: "Ainda sem entender o funcionamento do semáforo, a motociclista Teresa Taborda estava insegura ao passar pelo cruzamento. "Eu fiquei com medo. É a primeira vez que passo aqui, não sei pra onde eu vou", relata." Terceiro comentário: A Ciretran de Guajará-Mirim não existe ou os condutores de veículos automotores são inabilitados? Cadê a Câmara de Vereadores para pedir a CPI da CNH?
A íntegra da matéria está aqui, no G1-RO.
Voltando à matéria. Informa-se que os dois primeiros semáforos instalados há dois dias em ruas da "Pérola do Mamoré" já apresentam defeito e estão desorientando muita gente. Primeiro comentário: Como assim, cara-pálida? Se não tinha antes...?
No esquema, uma dica para quem quer entender o código universal das cores dos semáforos
(Ilustra Hueiz/TrabalhosdaProfivani.Blogspot)
A secretária de Planejamento explica: "a cidade ainda precisa passar por um período de adequação, já que esses são os primeiros semáforos no município, por isso, a população ainda precisa se acostumar com o uso e entender o significado das cores do farol." Segundo comentário: Já fui várias vezes à Guajará-Mirim e vi centenas de carros, caminhões, ônibus e motocicletas, entre outros veículos. Mas me detenho a estes, já que os condutores precisam possuir de carteira de habilitação e um dos conhecimentos básicos, elementares, é distinguir o significado de cada cor. Até para os daltônicos!
Este trecho é mais grave: "Ainda sem entender o funcionamento do semáforo, a motociclista Teresa Taborda estava insegura ao passar pelo cruzamento. "Eu fiquei com medo. É a primeira vez que passo aqui, não sei pra onde eu vou", relata." Terceiro comentário: A Ciretran de Guajará-Mirim não existe ou os condutores de veículos automotores são inabilitados? Cadê a Câmara de Vereadores para pedir a CPI da CNH?
A íntegra da matéria está aqui, no G1-RO.
12 de nov. de 2014
A FONTE DO MAL
Dizem que, após o decreto nº 58.501, de 25 de maio de 1966, que extinguiu um monte de ferrovia pelo Brasil, inclusive e principalmente, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, por serem deficitárias economicamente, foi o decreto n° 473, de 10 de março de 1992, assinado pelo presidente Fernando Collor de Mello é que fez esta bagunça no que restou da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Ficou uma parte para a União, outra para o Estado de Rondônia, que depois foi subdividida com os municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim. Como diz o adágio popular, "Cachorro que tem dois donos, passa fome". E é o que acontece hoje.
Ficou uma parte para a União, outra para o Estado de Rondônia, que depois foi subdividida com os municípios de Porto Velho e Guajará-Mirim. Como diz o adágio popular, "Cachorro que tem dois donos, passa fome". E é o que acontece hoje.
Entre meus alfarrábios, encontrei uma cópia do tal decreto de 1992
7 de out. de 2014
ROUBANDO GALINHAS
Quando eu era criança pequena, em Tiofotoni, quando queriam desqualificar uma pessoa a chamavam de "ladrão de galinhas". Era o ramo mais baixo do submundo do crime e o meliante que era pego praticando essa atividade, apanhava muito da polícia. Talvez para ser mais ousado e passar a furtar residências ou mesmo bancos.Na sexta-feira vi esta matéria com origem em Guajará-Mirim: "Ladrão furta frangos da raça garnizé".
Se roubar galinhas já era um crime grave, imagine roubar garnizé, que é um projeto de galinha? (Ilustra:
Adriano Monteiro.Com)
5 de set. de 2014
PESAR
Fiquei triste com a notícia que li no G1 de que o Centro Despertar, em Guajará-Mirim poderá encerrar suas atividades. É uma pena. O Centro, mantido pela Igreja Católica, teve apoio por muitos anos do Senai e tinha como público alvo os adolescentes em situação de risco social.
Participei, quando trabalhava na Fiero, de vários eventos no Centro Despertar, seja com a enrega de equipamentos para os cursos profissionalizantes, seja em formatura de turmas.
É muito triste mesmo. Alguma instituição deveria interferir e impedir que o Centro encerre seu trabalho social.
Participei, quando trabalhava na Fiero, de vários eventos no Centro Despertar, seja com a enrega de equipamentos para os cursos profissionalizantes, seja em formatura de turmas.
É muito triste mesmo. Alguma instituição deveria interferir e impedir que o Centro encerre seu trabalho social.
7 de jun. de 2014
FUGA DO CAOS
O repórter-fotográfico Jota Gomes surpreende com o material que ele sempre traz de suas viagens. Nesta sequência, flagrada em Guajará-Mirim, uma cena inusitada: Uma cadela (aparentemente prenhe) escala uma escada e sobe em uma casa. Talvez para fugir do caos que está embaixo.
Parabéns Jota Gomes!
Parabéns Jota Gomes!
(Fotos Jota Gomes/Fotos da Amazônia)
25 de mai. de 2014
A SEGUNDA MORTE DE VILA MURTINHO
Vila Murtinho, distrito de Nova Mamoré, fica localizada onde os rios Mamoré e Beni formam o rio Madeira, fundada em 1911 ou 1912. Era um importante entreposto comercial. No local chegava um ramal da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para levar gêneros alimentícios e ferramentas para os seringais bolivianos, especialmente aqueles pertencentes à Casa Suarez, importantes seringalistas da região.
Ao receber as fotos abaixo do repórter-fotográfico Jota Gomes, fui pesquisar, já que não sabia quase nada sobre a localidade. Tive um colega no curso de Turismo, Oswaldo Souza, que se tornou conhecido em Porto Velho nos anos 60, 70 e 80, a quem perguntei onde nasceu e recebi como resposta: "Onde nasci não existe mais". Insisti: "E onde era?". De cabeça baixa Oswaldo respondeu "Vila Murtinho".
Na rápida pesquisa que fiz agora pela manhã, encontrei uma crônica assinada por Simon O. Santos, Membro da Academia Guajaramirense de Letras. Abaixo reproduzo um trecho em que conta uma cheia ocorrida por volta de 1912:
"(...) As chuvas de fevereiro prenunciavam um inverno ainda mais rigoroso, mas ninguém conseguia imaginar que a vida em Vila Murtinho nunca mais seria a mesma depois que aquele inverno acabasse. As primeiras pistas não tardariam a chegar. No dia 12 de fevereiro, os rios começaram a inundar o pequeno povoado, poucos deram importância ao caso, pois era sabido que desde a sua fundação por um grupo de missionários católicos, as cheias nunca chegavam a atingir as residências mais próximas das margens dos rios Mamoré e Madeira. (...)
Os moradores foram sendo desalojados de suas casas e abrigados em barracos improvisados nas áreas mais altas do povoado. O vai e vem de montarias deu lugar ao tráfego de canos nas ruas inundadas. As pessoas pensando que as águas logo baixariam, não perceberam que alguns trechos da ferrovia ficaram submersos, impedindo a passagem dos trens, deixando a Vila Murtinho e Guajará-Mirim completamente isolados de Porto Velho. (...)"
Qualquer semelhança com o que aconteceu este ano não é mera coincidência. Sugiro que leiam a crônica completa. Linque aqui.
Ao receber as fotos abaixo do repórter-fotográfico Jota Gomes, fui pesquisar, já que não sabia quase nada sobre a localidade. Tive um colega no curso de Turismo, Oswaldo Souza, que se tornou conhecido em Porto Velho nos anos 60, 70 e 80, a quem perguntei onde nasceu e recebi como resposta: "Onde nasci não existe mais". Insisti: "E onde era?". De cabeça baixa Oswaldo respondeu "Vila Murtinho".
Na rápida pesquisa que fiz agora pela manhã, encontrei uma crônica assinada por Simon O. Santos, Membro da Academia Guajaramirense de Letras. Abaixo reproduzo um trecho em que conta uma cheia ocorrida por volta de 1912:
"(...) As chuvas de fevereiro prenunciavam um inverno ainda mais rigoroso, mas ninguém conseguia imaginar que a vida em Vila Murtinho nunca mais seria a mesma depois que aquele inverno acabasse. As primeiras pistas não tardariam a chegar. No dia 12 de fevereiro, os rios começaram a inundar o pequeno povoado, poucos deram importância ao caso, pois era sabido que desde a sua fundação por um grupo de missionários católicos, as cheias nunca chegavam a atingir as residências mais próximas das margens dos rios Mamoré e Madeira. (...)
Os moradores foram sendo desalojados de suas casas e abrigados em barracos improvisados nas áreas mais altas do povoado. O vai e vem de montarias deu lugar ao tráfego de canos nas ruas inundadas. As pessoas pensando que as águas logo baixariam, não perceberam que alguns trechos da ferrovia ficaram submersos, impedindo a passagem dos trens, deixando a Vila Murtinho e Guajará-Mirim completamente isolados de Porto Velho. (...)"
Qualquer semelhança com o que aconteceu este ano não é mera coincidência. Sugiro que leiam a crônica completa. Linque aqui.
O que sobrou da Estação da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, desativada em 1972
Igreja consagrada a Santa Terezinha, abandonada quando a maioria da população se mudou para a margem da BR-425, onde foi criada a "Vila Nova", hoje a cidade de Nova Mamoré.
As poucas pessoas que ainda moram no local foram afetados pelas enchentes e pela lama e entulhos
A antiga caixa d'água abastecia os trens e a cidade que existia no entorno da estação
Nem tudo é só tristeza (Fotos Jota Gomes)
Assinar:
Postagens (Atom)














