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24 de jan. de 2013

ASUZINA EM LIVRO


Está saindo do prelo o livro "Santo Antônio do Madeira - Um Desafio Brasileiro", editado pela Odebrecht Energia, e que tem entre outros colaboradores este brogueiro. A história da construção da UHE Santo Antônio é contada no contexto de Rondônia e Porto Velho, sob todos os aspectos, com muitas fotos bonitas.
A edição é caprichada e estou esperando receber o meu exemplar para emoldurá-lo e pendurar na parede.
(Foto JCarlos)

12 de set. de 2012

GENTE QUE CHEGA, GENTE QUE SAI

Com o final da sua missão em Porto Velho, está seguindo para o uma nova missão (internamente é chamado de novo Programa) o companheiro Antônio Cardilli, que durante mais de sete anos trabalhou pela implantação da UHE Santo Antônio.
O grande legado deixado pelo Cardilli - um filho "legítimo" dele - foi o Programa Acreditar, que ofereceu a qualificação a mais de 50 mil pessoas e reduziu, em muito, a migração interna de pessoas para vir trabalhar na obra.
Cardilli parte e deixa o lema que adotou, como incentivo para nós que convivemos com ele: "Vale a pena Acreditar!" (Foto Eliênio Nascimento/Ag.Imagem News)

30 de mar. de 2012

SINCERAMENTE

Acodei cedo e, para não perturbar a Mar, fui adiantar o clipping de hoje. Eu pergunto ao distinto leitor. Com base na ampla cobertura jornalística das tevês,rádios, impressos e sites, você tem condições de explicar o que está ocorrendo nasuzina de Santo Antonio e Jirau?
Nem eu.

13 de mar. de 2012

CASARÃO DA DISCÓRDIA

Peguei a carroça andando e não sei o que começou a confusão. Recebi emeio, junto com milhares de outras pessoas, solicitando apoio ao professor Marco Teixeira, que está recolhendo documentos, recortes, fotografias, para provar junto ao MPF a "relevância" do Casarão dos muitos nomes, que não é tombado como bem histórico pelo IPHAN. O prédio, existente em Santo Antônio, hoje no interior do canteiro de obras da UHE Santo Antônio, tem uma história conturbada.
Consta que foi construído na primeira tentativa de implantação da EFMM, em 1878. Depois que os americanos da P&T Collins abandonaram a obra, o imóvel foi ocupado pela empresa boliviana Hermanos Suarez, que comercializavam pélas de borracha.
Há um hiato e não se sabe o que aconteceu até a década de 1950, quando o escritor Manuel Rodrigues Ferreira ("A Ferrovia do Diabo") encontrou o casarão sendo usado como botequim, no que restava da Vila de Santo Antônio. No Banzeiros, a opinião de um arqueólogo do Museu Emílio Goeldi, Fernando Marque, aqui.
Outro pulo no tempo. Agora estamos em 1977. O empresário José Ribeiro, que possuía uma fazenda nas proximidades, adquiriu as ruínas do casarão. Segundo fui informado, só havia de pé a parede frontal, que foi escorada, para não desabar também. A partir das características desta parede sobrevivente, o restante do prédio foi redesenhado e o cômodos internos  acompanharam as divisões marcadas nos alicerces.As portas e janelas seguiram o modelo, mas outras peças foram repostas ao gosto do proprietário, como a grade de ferro que existe nos fundo do prédio. Telhas e outros materiais foram importados da Europa (Não souberam precisar de que país).
Em 1986, quando cheguei a Porto Velho, o Casarão era usado como sede do Iate Clube de Porto Velho. Perdi contato com o assunto e só voltei a ouvir falar dele quando começou o "famoso" Festival Casarão. Em 2008, pouco antes do início das obras da usina, estive no local com o Léo Ladeia e Chico Lemos. Fomos pedir licença para gravar no local. Foi aí que descobri que os atuais proprietário do imóvel são os empresários donos da empresa Socibra.
Atualmente a Superintendência do Patrimônio da União em Rondônia está solicitando à Advocacia Geral da União a reintegração de posse, pois, no entendimento do SPU, o Casarão está construído na faixa de 150 metros às margens da extinta ferrovia Madeira-Mamoré, que são patrimônio do país. (Foto JCarlos)

14 de dez. de 2011

ORQUÍDEAS

Um bom programa de final de semana, antes de almoçar no restaurante Tarumã, é visitar o orquidário que a Santo Antônio Energia mantém no viveiro de plantas da Prefeitura Municipal no Parque Natural de Porto Velho. As orquídeas foram resgatadas da área do canteiro de obras e da área do reservatório da UHE Santo Antônio. (Fotos JCarlos)



24 de jul. de 2011

O ÚLTIMO JULHO DE TEOTÔNIO

Em julho do próximo ano, as pedras da cachoeira de Teotônio não estarão mais à vista, como neste julho atual. O nível das águas do Madeira estará elevado. Quem tiver tempo, ou mesmo se não tiver, dê um jeito de ir lá apreciar. Isso se você for daquelas pessoas fãs da cachoeira e que ficam nostálgicas só em pensar que elas sumirão. Eu não sou, mas gosto de coisas bonitas. (Texto e fotos: Marcela Ximenes)




6 de jul. de 2011

MAIS DILMA

A cerimônia que marcou o início do desvio do Rio Madeira na UHE Santo Antônio foi bem movimentada. Contando com as coberturas dos principais  veículos de comunicação do país. Uma inversão na sequencia ddo evento fez com que todos aguardassem a entrada da presidente Dilma plo fundo do palco, enquanto ela entrou pelo lado da  tenda, para acionar o levantamento das comportas, permitindo que as guas passem, também, pela estrutura do vertedouro, além do leito normal do rio.
 Empurra-empurra para conseguir o melhor ângulo (Foto JCarlos)
 Presidente Dilma demonstrou conhecer os problemas e os potenciais de Rondônia (Foto JCarlos)

1 de set. de 2010

E FALANDO NISSO

Neste 1º de setembro, faz dois anos do início da construção da UHE Santo Antônio. O início da geração está previsto para dezembro do ano que vem e a conclusão total da obra em novembro de 2015.

24 de ago. de 2010

PEDRO MARTINELLI ACOMPANHA OBRAS E RIBEIRINHOS


Na semana passada o setor de Comunicação Social da Santo Antônio Energia promoveu o Santo Antônio Energia & Cinema, levando a moradores das áreas ribeirinhas o lançamento do filme "Vozes do Madeira - 2", do Pedro Martinelli. A ideia do filme era acompanhar a modificação nas vidas das pessoas que moravam nas áreas onde foi construído o canteiro de obras e onde será formado o reservatório da UHE Santo Antônio e depois de editado voltar aos lugares onde os depoimentos foram colhidos.
Conversei com Pedro Martinelli na derradeira vinda dele a Porto Velho, junto com o Marcelo Macca, que faz as vezes de roteirista e diretor.
"A ideia da série 'Vozes do Madeira' é ouvir todo mundo, seus anseios, medos e depois devolver a eles o que estava acontecendo. Seria um acompanhamento de todo o projeto, com atualizações periódicas", disse Martinelli.
"Foi genial. Fizemos o [Vozes do Madeira] 1 e foi um sucesso. As pessoas perguntam: Vozes, Vozes, quando terá outro", lembrou Macca.
"Nós pensamos em algo como o Canal 100, que antigamente era exibido nos cinemas antes dos filmes. Uma coisa atemporal, como se tivesse mostrando tudo através de uma brecha, registrando a memória oral da obra e das transformações", disseram juntos, um completando o raciocínio do outro.
Pedro Martinelli foi fotógrafo da revista Veja, O Globo, entre outro veículos. Hoje fotografa a vida do homem na Amazônia. Entre outros livros publicou "Gente X Mato" e "Mulheres da Amazônia", (Fotos JCarlos)

20 de jun. de 2010

SEM GENTE NÃO TEM GRAÇA

Acompanhei a visita da equipe do setor de energia do Banco Mundial à UHE Santo Antônio, na tarde de ontem. Apenas uma pequena equipe trabalhava. O canteiro estava "morto", sem a agitação e vitalidade a que estou acostumado. (Fotos JCarlos, com celular)
Vertedouro margem esquerda
Escavação para casas de força, margem esquerda
Escavação do canal de fuga margem esquerda
Casa de força margem direita

10 de abr. de 2010

DIA DE OBRA

Hoje a manhã foi dedicada a "vistoriar" a obra de construção da UHE Santo Antônio. A programação faz parte do 'Santo Antônio & Família' organizado com o objetivo de levar funcionários da concessionária e seus familiares para conhecer a obra. É incrível como em poucos meses o cenário muda quase que completamente. (Fotos: Marcela Ximenes)



























19 de nov. de 2009

VIROLA

A primeira peça dasuzina desceu para o lugar dela. É a virola do tubo de sucção da UHE Santo Antônio. Traduzindo: é uma peça que fica na saída da água, depois que passa pelas turbinas.
Em 2001, o então vice-governador Miguel de Souza me disse que ele tinha recebido o pessoal do consórcio Furnas-Odebrechet que veio comunicar o início dos estudos para a construção de um aproveitamento hidrelétrico no Rio Madeira. Eu, sabedor de um outro estudo realizado por volta de 1985, e que dizia não ser viável tal empreendimento, ri e falei: "No Madeira, du-vi-de-o-dó!". Mordi a língua. (Foto Carla Nascentes)

4 de nov. de 2009

ASSIM NÃO DÁ

Utilizar balsa para ir de uma margem à outra do rio Madeira dentro da área urbana de Porto Velho é um atraso de vida. Jornalistas que foram ao 'Café com Comunicação' no canteiro de obras da UHE Santo Antônio tiveram que esperar 57 minutos para fazer a travessia. Vamos liberar essa ponte, gente!
(Foto Marcela Ximenes)

3 de nov. de 2009

NASUZINA

A curiosidade em torno dasuzina é grande e acho até aceitável, afinal, a obra está dentro de Porto Velho. Mesmo assim não entendo a vontade que muita gente tem em visitar uma obra civil, não sendo engenheiro ou fiscal. Como não sou nada disso e não estava pautada para ir lá, quase recusei um convite. Mas no último momento pensei "vou em nome do povo fazer esse sacríficio de sair de casa num feriado para ver um monte de terra e dizer a todos que não há nada de mais". Bom, errei. Não sobre o monte de terra, isso tem à beça. Agora concordo que é interessante sim ver de perto uma obra grandiosa como a UHE Santo Antônio.



(Fotos Marcela Ximenes)

14 de set. de 2009

É FLÓRIDA

Ontem tive o privilégio de ser o "guia" turístico em duas ocasiões. Um, com secretários municipais de Turismo que participaram de um evento em Porto Velho e outro com minha família.
No primeiro foi fácil, mostrei a obra da UHE Santo Antônio e depois fomos ver o que restou da antiga vila, que deu origem à nossa cidade. Falávamos em transformar potenciais atrativos em locais de visita turística.
Mais tarde fui com a Mar e o JP ao Barracão do Ray, na Vila Candelária. Além do preço salgado, do atendimento sofrível, de crianças (5, 6 anos) pedindo moedas no "estacionamento", uma embalagem de milho servia de porta-talheres/guardanapos. A foto é para não dizer que sou exagerado. (Foto JCarlos)

1 de set. de 2009

DEU NO GLOBO

"Atitudes que dão certo - A Santo Antônio Energia está investindo mais de R$ 12 milhões em projetos de combate à malária em Porto Velho, às margens do Rio Madeira, onde a concessionária vai implantar uma hidrelétrica", registra nota do suplemento Razão Social de O Globo.

18 de ago. de 2009

FALANDO NISSO

A revista Credisis & Negócios (Ano 4, nº 16) traz no lead da matéria "Engenharia de Ponta", o seguinte texto: "O turista que passeia despreocupado pelas antigas instalações da outrora majestosa ferrovia Madeira-Mamoré, no centro histórico de Porto Velho, muito dificilmente poderá perceber, bem de longe, na margem oposta do Rio Madeira, o movimento frenético de centenas de operários que trabalham na construção da hidrelétrica de Santo Antônio. Perto de encerrar seu primeiro ano de obras, a usina já começa a mostrar suas dimensões gigantescas."

6 de ago. de 2009

COM SOMBRA

Semana passada tentei fotografar os botos que banqueteavam próximo à ensecadeira MD-4 da UHE Santo Antônio. Só consegui isso: eu mesmo e nem sou o boto. (Foto JCarlos)