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16 de abr. de 2015

DICA DE MATÉRIA

O repórter Phelipe Siani, da TV Globo, usa criatividade para mostrar a nova febre entre os brasileiros: a dublagem através de um aplicativo para celulares. É material para ser exibido nas salas de aula dos cursos de Jornalismo e nas redações também.

De nada. (Ilustra divulgação)

28 de fev. de 2015

SUGESTÃO DE REPORTAGEM

Stand up paddle improvisado
(Foto reprodução TV Acre/G1-AC)

O assunto é a cheia que está assolando várias cidades do vizinho estado do Acre. A reportagem mostra a situação em bairros de Rio Branco. Não tem músiquinha dramática, cenas em preto e branco, não tem chantagem emocional, nem exploração da desgraça dos desabrigados. A repórter Priscilla Andrade, da TV Acre, faz o trabalho dela como deve ser feito, sem pieguices.

Tomara que alguém se toque e mude o modo de fazer jornalismo em Rondônia, especialmente nas tevês de Porto Velho, sem exceção.

27 de fev. de 2015

AOS MOÇOS

Sugiro a leitura do texto abaixo, retirado do perfil do jornalista e professor Nilson Lage. O Jornalismo está trilhando um caminho perigoso e sem volta. Vale para os estudantes sonhadores e a alguns coleguinhas que "querem ser mais reais que o rei", como dizia o saudoso Paulo Queiroz.
Leiam:

Um dos efeitos colaterais desse tipo de "jornalismo" raivoso que a grande mídia brasileira vem praticando, à base de insulto, difamação, malícia e distorção da realidade, é que corrompe uma geração inteira de jovens jornalistas. 
Talvez seja está a segunda geração de vítimas na profissão.
Desconfiei que isso ia acontecer quando começou a onda bem financiada e articulada do jornalismo investigativo - não na base da pesquisa, coleta análise e tratamento de dados, mas com ênfase em artes de espionagem (infiltração, falsa identidade, alianças estratégicas não convencionais etc.) para obter ou forjar denúncias.
Jornalismo não existe essencialmente para combater governos nem é quarto poder coisa nenhuma. Sua função é informar sobre os fatos e ideias de seu tempo; isso exige pluralidade e independência - exatamente o que não se consegue em oligopólios de informação. 
Não se faz jornalismo nem com artes de X-9 nem com pautas fechadas que o repórter preenche como se fossem formulários.
Ou o jornalismo serve para produzir conhecimento ou não serve para nada. De certa maneira, o que ocorre é uma espécie de suicídio da credibilidade.
Não é fenômeno apenas brasileiro, mas aqui atinge intensidade incomum.

Obrigado, Luiz Fajardo

12 de fev. de 2015

PESAR

Morreu nesta quinta-feira a artista plástica Tomie Ohtake. Eu nada sabia dela até uma aula na faculdade de Jornalismo (Técnicas Auxiliares de Jornalismo - Crítica de Artes Plásticas), quando tomei conhecimento da obra abstrata que misturava a sabedoria oriental com as cores tropicais. Soube depois que ao desembarcar do navio que a trouxe do Japão, em 1936, Tomie ficou impressionada com o sol e com as cores que ele ressaltava.

Acompanhei de longe os trabalhos até que há dois anos tive a oportunidade, junto com a Mar, de ver dentre outros artistas, algumas obras da Tomie Ohtake na Pinacoteca de São Paulo. É estranho isso - e acontece com frequência comigo - de ficar fã de um artista a distância e se emocionar ao ver uma obra de perto. (Ilustra reprodução Tomie Ohtake/Acervo Pinacoteca SP)

31 de jan. de 2015

PARA QUÊ FACULDADE?

A Associação dos Profissionais de Imprensa do Vale do Jamari, Apimvaj, está anunciando a realização de um "curso básico na área de jornalismo para profissionais da imprensa". Até aí tudo bem. A nossa profissão é uma bagunça só e a posse do diploma do curso superior em Jornalismo não é mais exigida, daí...

Mas o redator da nota poderia, ao menos, pedir alguém para revisar o texto, cheio de erros gramaticais. Está arriscado aos possíveis candidatos ao curso saírem sabendo menos do que quando entraram.

É por isso que repito: Ô raça!

3 de dez. de 2014

SUGESTÃO DE TEXTO E ESFIRRA

Saboroso. Este é o adjetivo que merece o texto do jornalista/aluno Halex Frederic, sobre o dono da lanchonete "Sabor Libanês", local onde se come uma deliciosa esfirra de carne, sou freguês há anos do estabelecimento, embora, hoje, pouco frequente.

A matéria, publicada no blog-escola (acabo de batizá-lo), "Focas do Madeira" conta a história do "brimo" Mohamad Hijazi e o segredo das suas esfirras. Vale a pena ler a matéria e depois ir lá no "Libanês" merendar.

24 de nov. de 2014

UM PINTOR FANFARRÃO

O Dúdou do Gúgou homenageia hoje o pintor e gravador Toulousse-Lautrec, nos 150 anos do nascimento do
nobre francês que agitou a Paris do século XIX. Lautrec vivia nos cabarés, pintando e amando as mulheres. Morreu de alcoolismo e sífilis. 

O estilo que ele implantou de pintura e gravura veio a ser conhecido como "Art Nouveau". Vi muitas reproduções dos cartazes que criou para apresentações no Cabaré "Moulin Rouge", depois, no curso de Jornalismo, tivemos na disciplina "Técnicas de Jornalismo - Crítica de Artes Plásticas", uma aula com uma especialista no artista, que passei a admirar mais e entender as nuances de seu trabalho. (Ilustra Toulousse-Lautrec Foundation)





22 de nov. de 2014

DEBANDADA

Mesmo com a atenção dividida, jornalistas lotados no Departamento de Comunicação do Governo de Rondônia, participaram da IV Oficina de Comunicação, realizada quinta e sexta-feira, em Porto Velho. Também participaram acadêmicos de Jornalismo e profissionais convidados, além dos palestrantes.

A "Operação Plateias" rolava lá fora, mas no auditório do Larisson Hotel, a programação da Oficina seguia normal, até que, no meio da tarde chegou a informação que o governador Confúcio Moura faria um pronunciamento à Imprensa caripuna. Neste momento houve uma debandada de assessores, que, decerto, foram garantir o quorum no auditório do Palácio Presidente Vargas. Constrangido, o último palestrante recebeu os pedidos de desculpas da organização e fez sua apresentação  para uma 'plateia' esvaziada. O tema era: "Gerenciamento de Crise".

11 de out. de 2014

DO PASSADO

O amigo jornalista Montezuma Cruz colocou no perfil dele no Facebook a foto deste aparelho de telex para mexer com a nossa memória. Quem vive essa nova era, não imagina como era o jornalismo há pouco tempo.
Comentei lá: Quando eu ia acompanhar o governador no interior e queria passar a matéria para o Decom, em Porto Velho, se pedia o telefone da prefeitura emprestado, sempre arranjavam uma desculpa. Se eu pedia o telex, emprestavam na hora. Não acreditavam que um jornalista soubesse operar "aquilo".
Não sabe de nada, inocente. (Foto facebook.com/montezumacruz)

12 de set. de 2014

FRASE

"O Brasil tem uma cara esburacada: não elegeremos apenas os melhores. Os 513 deputados e os 81 senadores terão a cara do país", jornalista Gaudêncio Torquato, especialista em Jornalismo Empresarial, sobre o "que" sairá das urnas em outubro. (Via Twitter)

28 de jun. de 2014

SUGESTÃO DE BLOG

Já está no ar o blog-laboratório "Focas do Madeira", desenvolvido pelos alunos da disciplina de Webjornalismo, curso de Jornalismo da Uniron (5º período). A turma é orientada pela Marcela Ximenes.
No blog, muitas pautas que surgiram em sala de aula e que se tornaram reportagens mantêm-se inéditas na imprensa caripuna, em Porto Velho.

28 de mar. de 2014

SUGESTÃO DE LEITURA

Às vésperas dos 50 anos do golpe militar, o assunto volta a ser a revolução de 64. E o tema se desdobra nos contra e a favor do regime militar e tem muita gente falando besteira. Sugiro a leitura do artigo "Não foi bem assim como dizem hoje", do jornalista Carlos Chagas, que reproduzo abaixo:


NÃO FOI BEM ASSIM COMO DIZEM HOJE


Carlos  Chagas
CARLOS CHAGAS
Os militares cometeram erros execráveis. Mas também contribuíram para o milagre que é a preservação da unidade nacional
Hoje, 50 anos depois, prevalece a falsa impressão de que a partir do 31 de março de 1964 o Brasil insurgiu-se por inteiro contra o golpe militar. Agora, todo mundo diz ter sido da resistência, todo mundo lutou contra a ditadura, todos arriscaram suas vidas.
Não foi nada disso. Depois da tomada do poder pelas Forças Armadas, a imensa maioria da população acomodou-se e até aplaudiu. O país continuou vivendo, cada um preocupado com seus problemas, até que com o passar dos anos e os excessos praticados pelo regime, bem como seu esgotamento, a tendência nacional posicionou-se contra.
Nos meses anteriores ao 31 de março de 1964 os ânimos estavam exaltados, dividido o país em dois grupos minoritários, mas em crescimento. De um lado, as esquerdas que imaginavam mudar tudo por meio de reformas, senão adotando as teorias marxistas, ao menos aproximando-se do modelo socialista.
Também havia nesse grupo heterogêneo os partidários da ditadura do proletariado, que sustentavam a ruptura das instituições vigentes e a adoção de um violento sistema de governo, supressor das liberdades.
Do outro lado, situava-se um grupo de empedernidos defensores de seus privilégios, infensos a mudanças, que, sem coragem de opor-se às reformas, levantavam a bandeira do combate ao comunismo, aliás sem o menor lugar na realidade nacional.
Tudo era absorvível pela maioria, que igualmente desprezava os dois extremos, até a hora em que os ânimos se acirraram, possivelmente um com medo do outro, ou ambos buscando aproveitar-se do adversário.
O presidente João Goulart era herdeiro de Getúlio Vargas, promotor das maiores reformas sociais e econômicas verificadas em nossa história, com os direitos trabalhistas e a industrialização, ainda que por muitos anos tivesse sido patrono do retrocesso político, com o Estado Novo, ditadura declarada.
Jango entendia dever avançar na esteira de Vargas, mas acabou, como ele, sufocado pelos que o acusavam de ser candidato a ditador. A ênfase para a distorção era dada pelo empresariado, parte das Forças Armadas, mais da metade do Congresso e a totalidade da igreja. De outro lado, posicionavam-se intelectuais afoitos partidários da transformação radical, mais sindicalistas e camponeses desesperados, presas fáceis de exploradores.
Apesar de conciliador, grande proprietário de terras, o presidente ficou com as reformas, cada vez mais agressivas, despertando seus contrários. Tentou fazê-las todas de uma vez e aí quebrou a cara.
Impossível não referir o papel das elites conservadoras, melhor organizadas. Atuavam junto à maioria situada entre os dois extremos, cooptando-a com ameaças contra sua precária estabilidade. Mobilizavam a maioria da imprensa, cujos barões delas faziam parte, e assustavam os militares e a igreja.
Armava-se o palco para o confronto que apenas retoricamente indicava o equilíbrio de forças. Os favoráveis às reformas faziam espuma e fumaça, mas não dispunham de mecanismos para impor o seu modelo. Como sempre, as classes trabalhadoras permaneciam à margem, carecendo de vontade e meios.
Inoculada pela propaganda contra as reformas, bem como receosa de mudanças, a classe média não se insurgiu contra o golpe militar. Até o apoiou, inicialmente.
Por isso se ousa contradizer o sentimento que hoje grassa na maior parte dos jovens que agora se ufanam de haver lutado contra a ditadura, metade deles que nem havia nascido em 1964: não foi nada disso! A sociedade acomodou-se, pouco lamentou a queda de Goulart e bateu palmas para o general Castello Branco e depois para o general Garrastazu Médici. Só aos poucos, com a truculência, o arbítrio, a tortura e a censura, é que se fez sentir o repúdio ao regime militar.
O mundo não está dividido entre mocinhos e bandidos, mesmo que muitos sejam mais bandidos do que mocinhos. Apesar de tudo, o Brasil continua. Os militares cometeram erros grotescos. Execráveis. Mas também contribuíram para esse verdadeiro milagre que é a preservação da unidade nacional. Eles e quantos existiram antes e quantos vieram e virão depois.

27 de mar. de 2014

HEIN?

Manchete de saite: "Ouro Preto: falta de anestesia em consultório odontológico municipal faz cidadão sofrer com dor de dente por vários dias". Não precisa ler a matéria, o líde está no título.

30 de nov. de 2013

SUGESTÃO DE LEITURA

Sugiro a leitura do artigo "O que separa o jornalista ingênuo do preguiçosos", do Julio Ottoboni, publicado no Observatório da Imprensa. Convivo com isso todos os dias. Quase ninguém apura nada, publicam o que recebem, sem checar a autenticidade da informação com o outro lado (lembram dos "50 mortos na 'explosão' da turbina"?)
Quando é mostrado o ridículo daquilo que publicaram, fazem cara de paisagem. Alguns dias depois, repetem tudo outra vez. Mas minha aposentadoria está chegando.

18 de out. de 2013

SER JORNALISTA

Quero compartilhar com os seis leitores do blog o texto abaixo, da jornalista Larissa Tezzari. É muito bom e vale a pena ler.

"Sou filha de dois professores. Meus pais são paulistas, mas migraram para Rondônia na década de 1980, época em que o Estado sofreu seu boom populacional, recebendo pessoas de diversos locais do Brasil. Por conta disso, Rondônia é hoje uma mistura de culturas, falares e costumes. Eu faço parte então, de uma geração de rondonienses, filhos dos pioneiros que ajudaram a construir esse Estado recente, e assim, sou também um pedaço dessa mistura brasileira.

Uso o “tu” e o “você”, gosto de chimarrão, acarajé e de uma boa cuia de tacacá. Gosto de macaxeira, mas posso chamar de mandioca. Dirigindo pela cidade, já parei no sinal, no semáforo, no farol e no sinaleiro. Durante a época de festas juninas adoro comer mungunzá, e descobrir que muitos o chamam de canjica (o que geralmente causa uma confusão!).

Em meio a tantas misturas, sempre gostei de parar, sentar e ouvir a história dessas pessoas. Histórias de vinda e de vida. Tenho certeza que foi aí que o jornalismo começou a fazer parte da minha vida.
Penso que o jornalismo é contar histórias. De uma pessoa, de um lugar, de um acontecimento. E desde que o mundo é mundo, as histórias nos fazem conhecer o novo, refletir sobre um fato, descobrir o inusitado, redescobrir algo do passado, se colocar no lugar do outro... O jornalismo, ou o “contar histórias”, é utilidade pública.

Descobri o que gostava, o que amava, o que queria “fazer da vida”. Mas as dúvidas vieram juntas. Será que eu devo? Será que é o melhor?

Dentro de um histórico familiar humilde em sua raiz, com a presença de situações de extremas privações, quem recebe mais e melhor formação, mais e melhores oportunidades de aprendizado, tende a ser mais cobrado. Todas as minhas dúvidas na escolha da carreira existiram principalmente pelo medo de desagradar e de decepcionar àqueles que eu mais queria deixar orgulhosos. Mas foi dentro de casa também que aprendi que deveria viver a minha vida e não a vida que queriam para mim (palavras da minha mãe).

As escolhas foram feitas. Os caminhos foram duros, mas divertidos. E é inexplicável a sensação de ter o “canudo mágico” na mão. Lembro de ter me perguntado: “será que agora tenho super poderes?”, “será que agora posso mudar o mundo?”

O mundo que estava (e ainda está) dentro de Rondônia, passou a ser pequeno. É a hora de descobrir o restante dele.  As misturas, culturas e falares, formaram a pessoa que sou hoje. Viajei milhas sem sair do lugar. Agora, estou pronta para uma nova etapa.

De acordo com uma lenda da minha região, quem bebe a água do rio Madeira, rio que banha Porto Velho, sempre volta. E eu voltarei sempre. Mas, mais que isso, levarei comigo toda a sabedoria e as histórias contadas pelos meus companheiros do Norte, os responsáveis por uma das mais lindas tramas do nosso país.

Espero absorver todo o conhecimento e as novas experiências que vêm pela frente, porque, no final das contas, acredito que o que vale mesmo são as viagens que a vida nos proporciona, com tudo que elas podem nos ofertar. As bagagens estão prontas e, por mim, podemos partir imediatamente."

9 de out. de 2013

UM SENHOR TÍTULO

Assessoria inova e envia rilisi com título e lead numa coisa só:

Polícia Civil de Rolim de Moura identifica supostos autores de furtos ocorridos no Cartório de Registro Civil e na Secretaria Municipal de Ação Social daquela cidade e recupera computadores

3 de jul. de 2013

MAIS UMA VITÓRIA

Por uma questão de coerência pessoal, a Marcela Ximenes resolveu concluir o curso de Jornalismo. Aliar a vida profissional aos estudos e à família é um desafio difícil que muitos de nós estamos enfrentando ou já passamos por isso.
A tensão acumulada pela Mar durante as duas últimas semanas, felizmente não se transformou em nervosismo e o trabalho foi apresentado com um entusiasmo que quase estourou o tempo.
Ontem ela apresentou para a banca avaliadora o projeto de TCC 1, em que foi aprovada para a etapa 2. O tema do trabalho é  Imprensa x Estatuto da Criança e do Adolescente - ECA. A nota? 9,7.

 Ensaio geral
 A banca. Professores Benedito Teles, Emanuel Jadir e Andreia Gonzales
 A torcida: Felipe Araújo, Vanessa Vasconcelos e eu
 A comemoração
 Os agradecimentos. (Fotos JCarlos)

13 de mai. de 2013

CORES DO DESCASO

Para jornalista, imagem 'show' não significa (apenas) uma paisagem fantástica, cheia de vida. Cores do descaso chamam muito a atenção.
E, claro, com a ~épica~ Estrada de Ferro Madeira-Mamoré aos cacarecos, boas imagens, apesar de lamentáveis, não faltam. Esta peça ao lado faz parte do cemitério de locomotivas, em Porto Velho. Sempre me impressiono com o descaso.
Ainda não conhece? Siga o trilho da MM, uns três quilômetros, a partir do Cai n'Água. Fica próximo ao Cemitério da Candelária. Aproveite para dar uma olhada. Não há relatos sobre a ~aparição~ de fantasmas no local. (Foto: Marcela Ximenes)

15 de mar. de 2013

SERIA TÃO SIMPLES

Deu no Comunique-se: "SBT divulga carta de Sílvio Santos que guia o jornalismo da emissora há 25 anos". Seria tão simples assim? Lembram daquela "entrevista" polêmica com um membro do PCC, numa lambança da produção do Gugu Liberato, ainda no SBT? Pois, é.
(Reprodução Comunique-se)

10 de jul. de 2012

PESAR

Sinto, sinceramente, o falecimento de Dom Eugênio Sales. Acompanhei o trabalho dele através da Imprensa nanica (em oposição à grande imprensa) e, depois, através de um dos professores do curso de Jornalismo, o padre Tonhinho Haddad, que ajudou o Dom Paulo Evaristo Arns em trabalho semelhante, em São Paulo. Este era um dos poucos brasileiros que peitou os generais durante o governo militar. Fará falta.