Diário da Amazônia está publicando matérias sobre a clonagem do orçamento de Porto Velho para 2012 pela Prefeitura de Itajaí-SC. A ironia do fato é que o assunto só foi descoberto quando um vereador, que é deficiente visual, pediu "vistas" ao processo.
Um assessor leu em voz alta para ele, que descobriu o plágio.
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23 de nov. de 2011
16 de ago. de 2010
QUEM TE VIU, QUEM TE VÊ
Usar um tema já usado há alguns anos, demonstra falta de imaginação, mas a maioria não se lembra de nada. A mesma coisa não acontece com campanhas recentemente no ar. Estou falando das "coincidências" entre o anúncio da Invicta Academia e da Saga Veículos. Em ambos o fogo é o elemento que chama atenção. A diferença está nos slogans:
Saga: "A gente faz de tudo para você sair de carro zero!"
A academia: "A Invicta faz de tudo para você entrar em forma"!
Chacrinha já dizia: "Em Comunicação nada se cria, tudo se copia".
Saga: "A gente faz de tudo para você sair de carro zero!"
A academia: "A Invicta faz de tudo para você entrar em forma"!
Chacrinha já dizia: "Em Comunicação nada se cria, tudo se copia".
22 de fev. de 2010
SOOU FAMILIAR
Quando via o anúncio do recém criado Restaurante Casquinha de Carangueijo ("que já é uma tradição em Porto Velho"), sentia algo familiar no bordão "Dos mares, o melhor". Só matei a charada assistindo um anúncio na TV Record do Restaurante Badejo, que tem em Belo Horizonte, Brasília e São Paulo.
O slogam deles, adivinhem qual é? Bidu!
O slogam deles, adivinhem qual é? Bidu!
26 de nov. de 2009
TUDO SE COPIA
Estou me "atualizando" vendo os jornais da semana. Em um deles dei de cara com um texto sobre economia chupado da IstoÉ onde deveria estar um editorial. Fico chateada, como sempre, e deixo passar. Mas não deu para ficar impassível diante de um outro plágio, sendo este mais disfarçado. Em agosto recebi pauta sobre o número de foragidos à solta nas ruas de Porto Velho. Percorri todo caminho até chegar ao meu texto final, que pode ser visto aqui.
É aquela história sempre lembrada aqui no Banzeiros: você pensa na pauta, faz apuração, escreve, publica e aí vem alguém sem nenhum senso de propriedade intelectual e zap sequestra teu material.
Não estou dizendo que a pauta é exclusividade após a publicação, não. Mas é assim tão difícil construir o próprio texto? Quem sabe atualizar os dados, afinal, a matéria é de agosto e estamos quase em dezembro.
Não é a primeira e nem será a última que alguém assinará um texto meu como sendo de própria autoria. Lembro-me bem do primeiro susto que levei ao ser plagiada. Estava no Estadão do Norte. A matéria saiu fresquinha de manhã no jornal e copiada no telejornal. O repórter usou meu texto como off. O lema desse povo é: "Para quê criar se dá para copiar?" ?E assim vão levando o nome de jornalistas.
É aquela história sempre lembrada aqui no Banzeiros: você pensa na pauta, faz apuração, escreve, publica e aí vem alguém sem nenhum senso de propriedade intelectual e zap sequestra teu material.
Não estou dizendo que a pauta é exclusividade após a publicação, não. Mas é assim tão difícil construir o próprio texto? Quem sabe atualizar os dados, afinal, a matéria é de agosto e estamos quase em dezembro.
Não é a primeira e nem será a última que alguém assinará um texto meu como sendo de própria autoria. Lembro-me bem do primeiro susto que levei ao ser plagiada. Estava no Estadão do Norte. A matéria saiu fresquinha de manhã no jornal e copiada no telejornal. O repórter usou meu texto como off. O lema desse povo é: "Para quê criar se dá para copiar?" ?E assim vão levando o nome de jornalistas.
FRASE
"Ei, coleguinha, plágio é crime". Jornalista Marcela Ximenes, cansada da pensar em pauta, apurar, entrevistar, escrever, publicar e ver o texto sair em outro lugar, assinado por outrem.
24 de out. de 2009
EDITORIAL? NÃO, PLÁGIO
Recebi na quinta-feira o boletim da Andi com uma pauta sobre castigos físicos como forma de educar crianças. Reservei o emeio para fazer um comentário sobre o assunto logo que voltasse de viagem. Ontem à noite ao folhear um jornal local -ai, meu Deus!- me deparei com o mesmíssimo assunto no editorial. Só que o texto não contribuiu em nada com o que eu queria escrever sobre palmadas e puxões de orelha. Por que? Comparem o dito "editorial" aí ao lado com a pauta enviada pela Agência de Notícias dos Direitos da Infância. É só clicar aqui para ler Castigos físicos, mesmo com caráter “educativo”, causam danos à saúde de crianças e adolescentes.
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