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29 de nov. de 2012

CENAS DA CIDADE

 
 Mais uma de Jacy-Paraná (Foto Ricardo Ferreira)
 Cidade sem lei I - Caminhão do 5° BEC trafega com meia placa
 Sete anos de azar para quem quebrou. E para quem fotografa?
 Gostei da variedade
 Não dá para perder!
 Coloque reparo na mochila do carona da moto...
... Ele é um passarinheiro, com uma gaiola às costas e outra debaixo do braço (Voa, voa, passarinho!)
 Cidade sem lei II - Motorista usa ciclofaixa para ultrapassar (Fotos JCarlos)

24 de nov. de 2012

EXPEDIÇÃO À LOCOMOTIVA PERDIDA

A convite do Ricardo Ferreira, acompanhei a "expedição" em busca de uma locomotiva da antiga Madeira-Mamoré,que estaria abandonada em um lugar qualquer entre o canteiro de obras dasuzina de Santo Antônio e a pedreira que é explorada pelo 5° BEC.
Os expedicionários eram o fotógrafo Luiz Brito, o administrador Humberto Arouca, o Ricardo e eu. E a pista que dispúnhamos era: "Ela fica do lado direito, uns 500 metros depois de um igarapé".
 Na área da usina, fora do canteiro de obras,  não achamos nada. Então  fomos para a vizinha Madecon, depois entramos em um 'caminho' que pertence ao "Sítio Santa Edwiges e que sai da "estrada da REMA", por onde seguimos até a antiga ferrovia. Daí voltamos, no sentido a Porto Velho, em busca da locomotiva, passando pela pedreira do BEC e nada achamos, além de pedaços de trilhos.
O Ricardo intuiu que a locomotiva procurada é uma daquelas que ficam na área da antiga Vila de Santo Antônio, em frente ao Casarão, pouco depois do igarapé Mato Grosso. Só podia ser, mas sem certeza ainda.
Eu, como um ser urbícola e, agora sedentário, quase me acabo em suor e cansaço. Mas valeu para ver que as atenções dos "arqueólogos" de plantão estão focadas apenas nasuzina e se esquecem do restante do patrimônio da EFMM. As fotos não mentem.
 Trecho da ferrovia na área dasuzina de Santo Antônio
 Macaquinho fazendo graça
 Entrada do Santa Edwiges
 Expedicionários
 Trilho na mata, entre o sítio e o BEC
 Trecho na área militar
 Monotrilho
 Aqui já é na área da pedreira da empresa Madecom
 Um pedacinho da ferrovia
 O patrimônio resguardado
Aqui, a possível locomotiva procurada
Detalhe (Fotos JCarlos)

30 de jun. de 2012

PIONEIRO

Tive o privilégio de conhecer o senhor Conroy Theophilus Schokness, 84, que mora na Vila Candelária. Aposentado como funcionário público federal,  trabalhou na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e "cumpriu tempo" no 5º BEC. Foi motorista da litorina e se orgulha de ter feito a viagem entre Porto Velho e Guajará-Mirim em "apenas" 12 horas. O trajeto era regularmente feito pelas composições ferroviárias em 24 horas, com pernoite em Abunã.
Ele conta sobre os pais, avós e a origem da família na Ilha de Granada ("Grenada"), no Caribe. O pai, Charles Natanael Schokness, trabalhou na construção da ferrovia, sendo contratado posteriormente como um dos encarregados pela manutenção da linha férrea.
 O senhor Conroy Schokness fala do passado
Pose especial com a foto do pai, Charles Schokness, ao lado do coronel Aluízio Ferreira, primeiro brasileiro a dirigir a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e primeiro governador do Território do Guaporé (Fotos JCarlos)