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8 de mai. de 2015

PRAGA DE VICE?

E esta operação policial em Cacoal, hein? Parece praga do vice Arcelino Marcon. Lembram?
Mais comentários à tarde.

Atualizando: Agora está explicado a razão porque a Câmara Municipal de Cacoal optou por arquivar o relatório da CPI para cassar o prefeito padre Franco (PT). Quem deve ter ficado com a alma enxaguada foi a vereadora Maria Simões, que mesmo agindo contra a orientação do PT, continua fazendo oposição à administração da cidade.

Nesse rolo todo emerge, mais uma vez, a chefe de gabinete do prefeito. A pessoa que estava na origem e no fim da CPI malograda e que ainda recebeu, em sua homenagem (e não de Roberto Carlos), o batismo da operação policial denominada "Detalhe". Conta a história que nas conversas telefônicas grampeadas, a chefe de gabinete "referiu-se ao povo de Cacoal como mero detalhe".

Será que tudo vai acabar em pizza como há um mês, na já referida CPI natimorta?

15 de abr. de 2015

EJETANDO O VICE

Ação e reação em Cacoal. Depois de um imbróglio que começou na Secretaria Municipal de Saúde, passou pela chefia de gabinete da Prefeitura e chegou à Câmara Municipal no formato de uma Comissão Processante natimorta, tudo acabou literalmente em pizza. A história seria uma cobrança de obra que o então secretário de Saúde não reconheceu e o prefeito mandou pagar.

Fermentado por fatos e versões, o assunto foi tomando corpo e a vereadora Maria Simões (PT) pediu e conseguiu uma CPI para apurar os fatos denunciados pelo ex-secretário, que além do pagamento da obra, ainda fez outras acusações. Ouvidas as testemunhas, quebrados sigilos, o processo foi votado ontem e foi arquivado.

Terminada a sessão da Câmara, a primeira providência do prefeito padre Franco Vialetto foi determinar à chefe de gabinete avisar ao vice prefeito, o seu Acelino Marcon (ex-deputado estadual), para desocupar as dependências da sala no Palácio do Café. O homem, aparentemente, não tinha nada a ver com o bode.

Para quem pegou o filme agora, o problema com o vice tem duas origens: 1 - dois vereadores do PDT, que são do partido dele, votaram pela cassação do prefeito; 2 - o seu Acelino ocupou interinamente a Prefeitura em junho do ano passado, por 15 dias, e exonerou alguns assessores, que foram "renomeados" quando o prefeito voltou. (Ilustra Ciência.HSW.UOL)

Magoou.