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9 de set. de 2013

SOLIDADRIEDADE II - A SAGA

Conseguimos outro carro e saímos na madrugada em busca de um posto de gasolina aberto. No primeiro, não havia recipiente para levar a gasolina, havia acabado e o frentista me disse que era proibido vender combustível em garrafa pet.
No segundo, os recipientes haviam sido vendidos todos. "Vendi o último indagorinha..." Passamos no terceiro posto, expliquei para a frentista o problema. Ela ouviu e se dirigiu calmamente para a lixeira, onde pegou uma garrafa de água mineral, de pet, e despejou a gasolina. Ao voltar ao carro a Marcela ria da situação.
A única apreensão que tivemos foi ao retornar ao local onde o nosso carro ficou estacionado, é que de longe não o víamos, pela escuridão da rua. Mas ele estava lá, incólume. E a madrugada de sábado, 7 de setembro começou assim...

2 de mai. de 2012

EFEITO COLATERAL?

Fui bem tratado e resolvi problemas no Bradesco Saúde (por telefone), Caerd e Receita Federal, sem ter usado nem um pouco da minha irritabilidade e conhecida falta de paciência.
Seria efeito colateral do remédio que comecei tomar hoje, para curar a gastrite?

10 de set. de 2011

ATÉ A COPA, CHEGAMOS LÁ

Resolvemos pedir comida e almoçar em casa. Depois de uma longa e exaustiva discussão, escolhemos comer peixe. O restaurante a que estamos acostumados a  frequentar, não tem site e os telefones não funcionam. Já ia desistir quando alguém atendeu. Disse o que queria e a senhora, do outro lado da linha, explicou:
- Esses pratos são do buffet, e são por quilo.
- Então, como funciona a entrega em domicilio?
- Nós temos a la carte (...)
- Então, queremos xxx,  yyy, zzz.
- Qual o endereço?
- Rua dos Bobos, número 0.
- Cartão ou dinheiro?
- Troco para € 100.
- Obrigada. Estou providenciando.
Notaram? Eu comprei. Ela não vendeu. Não ofereceu nada a mais do que aquilo que eu queria. Depois reclamam do pósuzina. Se não sabem aproveitar o momento, depois haverá choro e ranger de dentes... para quem for 'tapado' agora.

24 de jul. de 2011

DEFUMADOS

Quando você sai de alguns restaurantes de Porto Velho, leva na roupa a lembrança da refeição. Ontem, por exemplo, saimos "defumados" do Public Haus. Será que os exautores deles estão estragados ou seria estratégia de marketing, para que o freguês não volte mais?

13 de abr. de 2011

PORTO VELHO ACORDADA

Hoje fui, pela primeira vez, ao auto posto Madeirão, na avenida Rio Madeira, perto do Porto Velho Shopping. Fui atendido por quatro funcionários super atenciosos. Enquanto o frentista enchia o tanque, dois outros lavavam os pára-brisas. A moça do caixa, também, foi muito simpática. Vou ficar freguês.
Tomara que esse tipo de atendimento seja altamente contagioso. (Desculpem os adjetivos, mas eles eram necessários para marcar a diferença do póste anterior)

30 de abr. de 2010

AINDA RESTA ESPERANÇA - 2

Algumas coisas que observei na agência Madeira-Mamoré, da CEF. Equipamento "altamente internacional", como diria o Jessier Quirino. As senhas, que era manuscritas em pedacinhos de papel, foram substituidas por equipamentos modernos. Havia dez box para os caixas e os dez ocupados e funcionando. O funcionário que "cantava" o número da senha da vez ao microfone, foi substituido por um monitor grande, onde a visualização é fácil. Os sinais sonoros quando a senha a chamada são diferentes para o atendimento comum e para o prioritário. Show de bola.
Mas vi também o golpe da criança. A mulher chegou com uma menininha no colo, pegou senha para atendimento prioritário, foi atendida e ainda, na frente do caixa, desceu a menina e a levou pela mão.

AINDA RESTA ESPERANÇA

Sofro por antecipação quando tenho que ir a um banco - trabalho com os mais difíceis, BB e CEF. Hoje não foi diferente. Ao pedir a senha falei para o que era e a atendente entregou o papel com o número 161. Estavam chamando o número 57. Armei-me de resignação (não tenho paciência) e, para passar o tempo, fui ler os emeios no telefone. Li todos os 47, limpei a caixa de entrada, logo depois fui chamado.
- Quero pegar o meu cartão.
- Não é no caixa que o senhor pega o cartão...
(Ai, ai...) - A atendente foi quem me deu a senha.
- Em respeito ao tempo que o senhor esperou na fila, vou pedir ao meu colega para atender o senhor. Por favor me acompanhe.
(!!!)
No outro setor o funcionário parou o que estava fazendo e procurou o envelope com o meu nome, pediu para que eu conferisse, desbloqueou a senha e ainda pediu desculpas.
Alguma coisa de boa está acontecendo.

3 de abr. de 2010

DE LANCHONETES & RESTAURANTES

Como comentei ontem, as lanchonetes, restaurantes, botequins e congêneres estavam fechados no trecho entre Porto Velho e Rio Branco, inclusive na área central, na sexta-feira.
Conseguimos tomar café perto de Abunã. O pessoal do estabelecimento não dava conta de atender a demanda e deixava as mesas sujas, com restos de comida, que atraiam moscas. A Mar pediu um suco de caju. A cor do líquido parecia com "a água depois de lavar roupa de menino que brincou no barro". E o sabor? "Lembrava muito longe o do caju".
Hoje, em Brasiléia (AC), fomos atendidos por uma garçonete que nos trouxe o cardápio. Fizemos o pedido e ela tentou anotá-lo no palm, batendo a canetinha no aparelho. Pensei: "Se esse negócio estiver funcionando vão chegar aqui cinco picanhas e uma caixa de cerveja..."
Não funcionou e a tecnologia deu lugar à prosaica dupla: O bloquinho de papel e uma caneta bic!
Atualizando: À noite fomos dar um rolé pela área restaurada da histórica Rio Branco e paramos para tomarmos um chope e beliscar alguma coisa no Café do Mercado. Pedi so chopes e perguntei à atendente que me servia, como era o sanduiche "Beirute".
- Hein? Ah, o Beirute? Sei que é altão assim...
- Legal, mas quais os ingredientes?
- Peraí, vou chamar a outra menina...
...
- Oi, você pode me dizer o que vem no sanduiche Beirute?
- Beirute? Beirute? Ah! Vem com pão sírio, mas não estamos tendo o pão sírio...
- E panquecas?
- Panquecas, temos.
- Queremos duas de carne.
- Duas?
- Duas.
O tempo passa e lá vem a atendente com apenas uma panqueca. Serviu à Mar e me disse: "A outra panqueca está saindo..."
...
- A panqueca do senhor ainda não veio?
- Acho que não...
...
- Posso servir esta panqueca com recheio de frango?
- NÃO!
- Ah...
...
- Pronto. Bom apetite senhor...
- Grrrr grrrr grrr...

22 de jan. de 2010

OBA, FUI BEM ATENDIDO!

Meia dúzia de almas foram salvas do purgatório. Ao contrário do que acontece nas lojas de serviços da Oi, fui muito bem atendido e o meu problema resolvido em menos de cinco minutos, através do call-center. O atendente, Anderson, foi gentil e mesmo não conhecendo o modelo do meu aparelho (é tão simples que está fora do catálogo da LG), foi sugerindo procedimentos e pronto.
Ah se o mundo todo fosse assim!

1 de jan. de 2010

AI, AI

A Mar resolveu 'patrocinar' a pizza neste dia primeiro, já que ontem fomos nanar cedo, cansados, e nem vimos a indefectível "contagem da virada".
A pizzaria foi escolhida por um método pouco usual. A Mar pediu uma indicação ao pessoal do hotel. Um deles ligou para as casas do ramo. Ninguém atendia. Ele resmungou:
- Que vergonha, uma cidade turística e ninguém trabalha no feriado...
- ...
- Pode ser que esteja tudo lotado e ninguém pode atender ao telefone (riso forçado). Vou tentar mais uma... Epa! O telefone está ocupado, deve estar funcionando...
- Qual o endereço?
...
Estamos aqui e a cidade toda, também.
Os números das mesas foram distribuídos aleatoriamente, por isso o garçom anda entre elas procurando quem pediu. O dono da pizzaria grita pelos garçons: "A pizza da 24 está no balcão esfriando..." (lembrei do atendimento no "banho" Cachoeirinha, aí em Porto Velho). Vi também a pizza chegar antes dos pratos, ou a bebida antes dos copos.
O que salvou foi a pizza ser deliciosa e eu nem estava com fome, que é o melhor tempero de qualquer prato.
Na foto, o "sachê" de condimentos, também conhecido como "mela-mela". (Foto JCarlos)

4 de dez. de 2009

MAIS OUTRA ALMA

Estou boquiaberta com uma situação que vivi hoje, acho que inédita na minha vida. Fui comprar umas coisinhas para seu Manel fazer uns consertos lá em casa e na hora de pagar o tal sistema - sempre ele- resolveu não aceitar a ordem da moça do caixa. Depois que viu que o bendito não ia obedecer, ela arrumou uma solução.
Cheguei em casa, entreguei a sacola para seu Manel e sem ter passado 30 minutos a moça da loja me liga. Os parafusos tinham ficado no balcão. Eu lá lembrava de parafusos! 
O ponto alto: - Mas a senhora não se preocupe que vou levar na sua casa!
- O quê, como?
- É, o erro foi meu, não prestei atenção.
- Ah... tá bom.
Claro que duvidei, mas ela foi.
Atendimento em Porto Velho tem solução, agora eu acredito!

25 de mai. de 2009

SE A MODA PEGA...

Deu na revista eletrônica "Pequenas Empresas, Grandes Negócios": "Cliente oculto mostra as falhas de atendimento - Pessoas contratadas pela rede visitam as lojas como se fossem consumidores comuns e analisam o tratamento recebido".
Se essa moda chega a Porto Velho, ia ser um flagelo!