FAÍSCA ATRASADA - Apresentador da Rede TV Rondônia, na noite de ontem, entrou no ar se dizendo surpreso por "descobrir" que é proibido o estacionamento de veículos no lado direito da avenida Calama. Ele apelou à Câmara dos Vereadores para que vote uma lei permitindo o estacionamento, especialmente em frente à sede da emissora onde existe um hospital.
O apresentador, se assistisse aos telejornais do canal em que trabalha, saberia que esta proibição de estacionamento no lado direito da avenida Calama, do bairro Embratel até o Arigolândia, começou em maio de 2013. Não avisaram a ele...
SAIA JUSTA - Sinceramente fico com pena (#SQN) dos apresentadores de programas locais que têm vínculo empregatício ou 'assessorístico' com a Prefeitura. De vez enquanto os telespectadores participam dos programas pelo telefone, WhatsApp ou outro meio, e detonam prefeito e secretários (o xingamento nunca chega ao terceiro escalão) e os apresentadores-barnabés se enrolam para dar uma explicação plausível para as ruas esburacadas e enlameadas, sem querer querendo defender/defendendo os chefes.
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11 de mar. de 2015
13 de jan. de 2015
OUTRA VERSÃO
Quase 24 horas depois do único pôste de ontem, acrescento outros detalhes que soube à tarde:
Duas pessoas aguardavam na parada de ônibus, quando começaram os tiros. A mulher, que aguardava o coletivo, por instinto correu no sentido contrário àquele de onde vinham os tiros.
Já o outro passageiro se escondeu atrás de um pedaço de muro, próximo de onde estava. O atirador, após ter concluído o serviço, viu a testemunha e apontou a arma na direção dele, que talvez tenha sobrevivido porque a pistola estava descarregada.
Segundo a testemunha, o motociclista agiu sozinho, ao contrário da versão que circulou na Imprensa logo após o crime. Esta pessoa que testemunhou tudo, teme pela própria vida, uma vez que o assassino o viu, enquanto ele só viu o capacete. O medo foi tamanho que nem a placa da moto foi anotada.
Duas pessoas aguardavam na parada de ônibus, quando começaram os tiros. A mulher, que aguardava o coletivo, por instinto correu no sentido contrário àquele de onde vinham os tiros.
Já o outro passageiro se escondeu atrás de um pedaço de muro, próximo de onde estava. O atirador, após ter concluído o serviço, viu a testemunha e apontou a arma na direção dele, que talvez tenha sobrevivido porque a pistola estava descarregada.
Segundo a testemunha, o motociclista agiu sozinho, ao contrário da versão que circulou na Imprensa logo após o crime. Esta pessoa que testemunhou tudo, teme pela própria vida, uma vez que o assassino o viu, enquanto ele só viu o capacete. O medo foi tamanho que nem a placa da moto foi anotada.
12 de jan. de 2015
SEGUNDA QUENTE
Há pouco, são 7h13, soube que houve tiroteio na avenida Calama, no bairro São João Bosco. Cerca de 15 tiros teriam sido disparados contra um carro. Há vítima.
Na mesma avenida Calama, viaturas da Polícia Federal. Ainda não sei se é alguma operação policial com nome estranho.
Na mesma avenida Calama, viaturas da Polícia Federal. Ainda não sei se é alguma operação policial com nome estranho.
28 de out. de 2013
ONDE AS PARALELAS SE ENCONTRAM
Tenho um compromisso daqui a pouco, mas o endereço é "Rua José Camacho com avenida Calama". O problema é que as duas vias são paralelas.
5 de jul. de 2013
A NOVÍSSIMA PORTO VELHO
Sempre que podemos, a reportagem do Banzeiros sai descobrindo nossa cidade. Visitamos o antigo, o moderno e aquilo que está em transição. Sempre nos surpreendemos. Em pesquisa realizada pela ONU e publicada hoje no saite ambiental EcoDebates, é feita a projeção de que, com a urbanização rápida, em 2050, o mundo terá três bilhões de pessoas vivendo em favelas. Preocupante.
Nas fotos deste e do próximo post, mostramos uma cidade que está surgindo. Seguindo a tradição porto-velhense, "espontaneamente", sem governo, sem regras, sem nada. "Depois a gente vê", nos disse uma senhora que mora no "bairro Lagoa Azul".
O assunto já está sendo acompanhando pela Imprensa caripuna. O jornal Diário da Amazônia publicou matéria sobre as ocupações na edição de 2 de julho mostrando um pouco dessa realidade dos "sem títulos".
Veja agora sob a visão da equipe de reportagem do Banzeiros.
Nas fotos deste e do próximo post, mostramos uma cidade que está surgindo. Seguindo a tradição porto-velhense, "espontaneamente", sem governo, sem regras, sem nada. "Depois a gente vê", nos disse uma senhora que mora no "bairro Lagoa Azul".
O assunto já está sendo acompanhando pela Imprensa caripuna. O jornal Diário da Amazônia publicou matéria sobre as ocupações na edição de 2 de julho mostrando um pouco dessa realidade dos "sem títulos".
Veja agora sob a visão da equipe de reportagem do Banzeiros.
"Bairro Planalto", a esquerda da avenida Calama, uns dois ou três quilômetros depois da avenida Mamoré (Fotos Marcela Ximenes)
4 de jul. de 2012
SEM SINCRONIA
Aproveito esta foto postada pelo jornalista Marcos Paulo no Instagran, na semana passada, para complementar o que ele disse então: "Finalmente instalaram semáforo na Av. Calama com Rua Daniela. População agradece." Se sincronizarem este sinal com aquele já existente na esquina com a Rua Andreia, a população agradece ainda mais.
7 de fev. de 2011
COURO DE DEDO
O secretário Itamar da CUT, da Secretaria Municipal de Trânsito, anuncia que a avenida Calama volta a ser mão dupla entre a Avenida Guaporé e a rua Venezuela, na Embratel, como era antes. Aliás, a mudança feita e que está sendo anulada, custou ao prefeito Roberto Sobrinho e à ex-secretária Fernanda Moreira, um grande desgaste provocado por pseudos empresários, vereadores oportunistas e por uma ala da Imprensa caripuna.
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