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25 de jan. de 2015
FRASE
TOLERÂNCIA ZERO
Depois da experiência 'exitosa' de ontem com a atendente da Oi, a Mar resolveu repetir a dose. Paramos numa barraca de frutas e legumes na avenida Pinheiro Machado para ela comprar pupunha. Está na época e a beradera sonhava roer o coquinho com farinha.
- Seu Menino, quanto é essa pupunha?
- Seterreal o quilo...
- Qual destas está melhor?
- Essas aqui tudo tá boa!
- Olha, moço, eu vou levar, mas se não prestar eu vou trazer aqui pra ti comer. E vai ter que comer!
- Então leva dessa, dona!
- Seu Menino, quanto é essa pupunha?
- Seterreal o quilo...
- Qual destas está melhor?
- Essas aqui tudo tá boa!
- Olha, moço, eu vou levar, mas se não prestar eu vou trazer aqui pra ti comer. E vai ter que comer!
- Então leva dessa, dona!
13 de nov. de 2014
TÁ (MAL) EXPLICADO
Entre os beraderos da Amazônia, a fama do boto é muito marcante. Nas noites de festa, um sujeito surge do nada, bem vestido ele dança e bebe a noite inteira. Com o dia amanhecendo, ele corteja a cabocla mais bonita, a seduz, engravida e desaparece. Esta é a lenda oficial, mas temos inúmeras outras histórias sobre o cetáceo - aí incluindo também os golfinhos e delfins, que habitam águas salgadas.
Ontem, entre as notícias que o site ambientalista Ambiente Brasil me envia diariamente, aquela sobre a morte de um golfinho "por excesso de acasalamento". Mas a história, que aconteceu no Reino Unido, está confusa, vejam aqui. (Foto David McNew/Getty Imges/Portal Terra)
2 de jul. de 2013
'BANCEIRO' PARAGUAIO
A grande quantidade de chuvas fez com que os operadores da Usina Hidrelétrica de Itaipu abrissem dois dos três vertedouros (oito comportas no total) para aliviar o reservatório do excesso de água. O "Bom Dia Brasil" mostrou a matéria na manhã de hoje.
E os beraderos paraguaios se perguntam: "- ¿Qué pasa, hermanzito?" "És culpa de la planta hidroeléctrica!"
(Reprodução TV Globo)
E os beraderos paraguaios se perguntam: "- ¿Qué pasa, hermanzito?" "És culpa de la planta hidroeléctrica!"
(Reprodução TV Globo)
14 de jan. de 2013
PARA PENSAR
O escritor e economista Silvio Persivo publicou artigo neste final de semana no Gente de Opinião e Alto Madeira, levantando a questão da falta de identidade cultural de Porto Velho. A perda da "alma". Silvio aponta para a histórica globalização beradeira, que recebeu e continua recebendo 'estrangeiros' de fora e de dentro do país, a manutenção deste "não pertencimento", como dizem por aí.
Muitos tomam apego pela terra, outros contam os segundos para voltar às suas origens. Não tenho uma opinião formada a respeito, mas penso que a televisão, em primeiro lugar, e depois a internet separam mais que unem as pessoas. (Fotos saite do IBGE)
20 de abr. de 2012
DICA DE EVENTO CABOCO
Não perca hoje o evento único "Sexta Caboca", que será realizado a partir das 20hs no Mercado Cultural. Segundo as organizadoras Samira Alvim e Michele Tolentino, serão servidos pratos típicos da culinária beradera e amazônica, que é misturada às influências de todo lado.
Vamos ter vatapá, galinha picante, tambaqui no tucupi, entre outras delícias. Também serão servidos caldos de tambaqui e verde. Os preços para os caldos: R$ 4,00 o pequeno e R$ 7,00 o médio. O prato executivo contendo vatapá, galinha picante e acompanhamentos custa R$ 7,00 o pequeno, e R$ 14,00 o grande.
Mais informações, pelos telefones 8112-2042 e 9323-6991. Emeios samiraalvim@gmail.com
e micheletolentino@hotmail.com
24 de set. de 2011
NÓIS NA FITA
Dupla de Porto Velho é destaque na edição eletrônica do Almanaque Brasil: "Duo Pirarublue apresenta as raízes do beradeiro". Confira. (Foto: Divulgação)
9 de mar. de 2010
'BERADERA' DE ARAQUE
Soube da história de uma pessoa que quer se passar por beiradeira, nascida nas barrancas do Rio Madeira. O problema é que ela tem ojeriza a pobre.
Lembrei-me da história que circulou em Porto Velho há alguns anos. A esposa de um candidato ao senado lavava as mãos com álcool depois de cumprimentar as pessoas da periferia.
Adivinha o que aconteceu com o marido dela? Isso mesmo, foi derrotado fragorosamente.
Lembrei-me da história que circulou em Porto Velho há alguns anos. A esposa de um candidato ao senado lavava as mãos com álcool depois de cumprimentar as pessoas da periferia.
Adivinha o que aconteceu com o marido dela? Isso mesmo, foi derrotado fragorosamente.
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