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3 de set. de 2014

11 de dez. de 2011

PIQUETE

Ao contrário do que eu imaginava, não são as esposas dos policiais que fazem piquete no portão do 5º Batalhão da Polícia Militar, em Porto Velho. Vi um grupo de homens. Como estava dirigindo, não pude fotografar. Foi bom, pois soube que alguém parou o carro e gritou "vão trabalhar" e levou tiros.
Já contei aqui minhas experiências como repórter do Alto Madeira, cobrindo a primeira greve da PM, quando quase levei umas porradas dos grevistas. Vou assuntar de longe.

29 de out. de 2010

ENXARCADA

Basta uma chuvinha, um sereninho e a rua Bruxelas, no Novo Horizonte, fica molhadinha. (Foto Roni Carvalho)

9 de nov. de 2009

CAOS - 3

Fico sabendo agora, por intermédio do Gente de Opinião, que as chuvas que caem sobre Porto Velho, são causadas por uma "célula convectiva". Seja lá o que for esse negócio.
Só sei que peguei um resfriado. É da idade.

30 de out. de 2009

COM E SEM PLANEJAMENTO

Ouvi ontem no jornal "A Hora da Verdade", da Jovem Pan, que o governo de São Paulo vai construir novas pontes na Marginal Pinheiros, para ajudar ao escoamento do tráfego, que é intenso. Para isso, serão instaladas câmeras pra monitorar o fluxo e haverá um serviço de aviso aos motoristas para se desviarem, caso haja algo que esteja atrapanhando a circulação dos veículos. Serão contratados novos funcionários exclusivamente para orientar o trânsio na região.
Em Porto Velho, bem em Porto Velho você demora, em média, 20 minutos para passar pelo trevo do Roque no 'horário de meio-dia". No início da noite é pior.
Na foto, como era o trevo antigamente - nem tão antigamente, assim...
(Desconheço o autor da foto ou se é do Google Earth)

18 de ago. de 2009

ELUCUBRAÇÕES MATINAIS (OU A INUTILIDADE DE SER JORNALISTA)

Acordei na manhã de hoje pensando se vale a pena ser Jornalista. Estou na estrada há 27 anos como profissional e mais uns quatro, sem ter ganho nada, além da experiência. Falo isso para compartilhar com a Mar da frustração de ver as pessoas, coleguinhas inclusive, completamente alienadas do que lhes rodeia. Vivem com antolhos, se informam na mesa do bar ou na manicure. Dão mais importância a um "eu acho que..." ou "diz-que" do que aos fatos que pulam na frente delas.
Na faculdade da Mar, de Jornalismo - turmas dos 4°, 5° e 6° períodos - discutiam o Armagedon que se anuncia para 2015, quando está prevista a conclusão das usinas do Madeira. "É a visão do caos", disse a Mar.
Já se sabia que haveria um grande investimento aqui desde 2001 (o senador Raupp recua a data até o governo dele, em 1997) e se não houve preparação, ainda há tempo para se permitir a continuação do ritmo que estamos hoje de crescimento e de desenvovimento. Mas para isso é preciso sair do comodismo.
Aos mal informados, sugiro que não leiam apenas as páginas de polícia ou as sinópses de novelas. Isso vai reduzir a ansiedade deles e a minha frustração.