Assessoria de candidata envia rilisi noticiando que amigos e correligionários anunciaram apoio a ela. Mas isso não é óbvio? Senão não seriam amigos, nem tão pouco correligionários. A vantagem seria dizer que receberam apoio de inimigos declarados e ex-indecisos, ou coisa assim.
Entendo como correligionários aquelas pessoas que acreditam nas ideias do candidato por ideologia ou afinidade. Não estou falando de "formiguinhas", que recebem para pedir votos e, na maioria das vezes, vota em candidato diverso daquele para quem trabalha.
Ou não é?
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11 de set. de 2014
27 de mai. de 2014
MOSCAS AZUIS
"Governadoriáveis e vices-governadoriáveis"
A 'suposta' pré-candidata a governadora de Rondônia, Jaqueline Cassol, indicada pelo irmão, senador Ivo Cassol, já começou a falar usando o jargão de "político-em-campanha", segundo rilise publicado no saite 'O Observador'.Apesar do quadro sucessório ainda não estar fechado no Partido Progressista (PP), com o prego batido e ponta virada, Jaqueline já posa de candidata oficial da ala cassolista, com apoio de correligionários e ex-secretários. Em outra raia corre o deputado Maurão de Carvalho, que busca apoio nas alas que o reelegeram anteriormente, especialmente entre os evangélicos.
Como candidatos a vice da Jaqueline ou do Maurão, Cassol tem preferência pelos deputados federais Carlos Magno ou Nilton Balbino Capixaba, ambos detentores de grandes currais eleitorais nas regiões de Ji-Paraná e Cacoal, respectivamente. Sendo que Capixaba, também evangélico, teria os votos dos mesmos irmãos que Maurão.
A convenção do PP promete labaredas, gemidos e ranger de dentes.
(Fotos Rondonoticias, ALE-RO e Câmara dos Deputados)
17 de mai. de 2011
HEIN?
O deputado Carlos Magno (PP-RO) foi uma das vítimas do CQC na edição de ontem. Não soube responder quem era o presidente da Venezuela. Ainda foi flagrado tentando "colar" no Google pelo telefone.
Outro que pagou o mico foi o falecido deputado Eduardo Valverde, que assinou a lista de "apoiamento" para inclusão de uma garrafa de cachaça na cesta básica do brasileiro.
Outro que pagou o mico foi o falecido deputado Eduardo Valverde, que assinou a lista de "apoiamento" para inclusão de uma garrafa de cachaça na cesta básica do brasileiro.
1 de jun. de 2009
GRANDE CHEFE MAGU
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