(Reprodução Diário do Centro do Mundo)
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31 de ago. de 2014
SOMOS TODOS HIPÓCRITAS
No episódio envolvendo o goleiro Aranha, do Santos, que foi xingado por torcedores gremistas, uma imagem, mostrada nos noticiários que vi, me deixou mais indignado. Vejam abaixo e me respondam: somos uma país hipócrita ou não?
22 de mai. de 2014
TIRANDO O SOFÁ DA SALA
O grau de hipocrisia alcançado em nosso país é uma coisa assombrosa. Refiro-me à sessão da CCJ da Câmara dos Deputados e a discussão sobre a "Lei da Palmada", com a presença da apresentadora Xuxa, que defende a ideia. Pois bem, um dos deputados da Comissão, pastor Eurico (PSB-PE), lembrou que a visitante atuou em um filme, de 1982 - "Amor, Estranho Amor", em que a personagem dela, tem uma cena, de forma implícita, praticando sexo com um garoto de 12 anos.
Houve bate-boca na sessão e, mais tarde, o líder do PSB, deputado Beto Richa (RS), destituiu o pastor Eurico da Comissão de Constituição e Justiça e não se fala mais nisso (Foto otvfoco.com.br)
Houve bate-boca na sessão e, mais tarde, o líder do PSB, deputado Beto Richa (RS), destituiu o pastor Eurico da Comissão de Constituição e Justiça e não se fala mais nisso (Foto otvfoco.com.br)
9 de nov. de 2013
PENSANDO ALTO
Fico matutando, se não houvesse asuzina, a culpa da *erda nossa de cada dia seria de quem? A pauta da imprensa caripuna seria o quê?
24 de fev. de 2010
PLEBISCITO... CHEGA DE HIPOCRISIA
Essa "eleição" para transformar a Ponta do Abunã em município já está me dando azia. Que me perdoe o amigo Léo - ausente da 'terrinha' por razões familiares -, mas a minha tendência é votar "77".
O plebiscito está me parecendo um engodo eleitoral e dos grandes. Gente que antes era contra, hoje é a favor (lembram dos projetos 'dasuzina?'); gente que sabe que não é para agora e já fomenta 'lideranças' (lembram da PEC da Transposição?); gente que não tá nem aí para se é "ponta" ou "rabo" (já viram qualquer eleição?).
E outras: Um dos defensores da emancipação diz que o novo município será beneficiado pelos royalities dasuzinas, mas o Rio Madeira não passa por lá, a área não é afetada. Jacy-Paraná - que não tá na lista de emancipação - ficaria bonita na foto, sim. Outro, tem o nome estampado em um carro de som que faz barulho na porta da escola; mais um motivo para eu dizer "não".
O plebiscito está me parecendo um engodo eleitoral e dos grandes. Gente que antes era contra, hoje é a favor (lembram dos projetos 'dasuzina?'); gente que sabe que não é para agora e já fomenta 'lideranças' (lembram da PEC da Transposição?); gente que não tá nem aí para se é "ponta" ou "rabo" (já viram qualquer eleição?).
O que adianta - pensem bem (como dizemos para o JP quando estamos 'acompanhando' ele fazer as tarefas escolares) - o que adianta emancipar a Ponta do Abunã? Extrema ou Calama? Pense? Qual a atividade econômica que há lá que o Ibama não reprima? A vantagem de Fortaleza do Abunã para Calama são as pedras "exportadas" para o Acre. Só, somente só.
77!
30 de jul. de 2009
ESSA TURMA...
Tem uma turma tentando mudar o lugar da ponte sobre o Madeira na BR-319, por motivos indizíveis. Agora uma outra turma (ou será a mesma?) quer "conversar mais" sobre a construção dos viadutos.
Ora, a empresa que venceu a licitação já está se preparando para iniciar a construção dos viadutos, apresentou um plano viário para que a população sofra menos durante a obra, que está em avaliação na Semtran e os caras querem "conversar".
Vou te contar...
Ora, a empresa que venceu a licitação já está se preparando para iniciar a construção dos viadutos, apresentou um plano viário para que a população sofra menos durante a obra, que está em avaliação na Semtran e os caras querem "conversar".
Vou te contar...
30 de abr. de 2009
DESABAFO
Artigo-desabafo do jornalista Marcos Paulo:
Não sejamos hipócritas
Quando se fala em ética e compromisso com a verdade, qualquer jornalista inseguro dá logo um pulo e bate no peito ao afirmar ter “responsabilidade” perante a sociedade. Parece automático. Assim como é espontâneo para alguns colegas misturar hipocrisia com falso moralismo.
A transparência pouco se vê. Nem mesmo onde era para ser colocada em primeiro lugar. Infelizmente o Sindicato dos Profissionais Jornalistas do Estado de Rondônia, ou Sinjor, serve como exemplo lamentável.
Há quase um mês, quem diria, jamais pensei que exerceria pela primeira vez meu papel de cidadão comum denunciando ao Procon justamente quem era para denunciar e defender abusos patronais.
O motivo é tão inverossímil que até desconfiei de mim mesmo quando soube que há quase um ano nunca estive sindicalizado, embora tenha feito à época os devidos procedimentos para tal. Mas nem isso evitou o desconto indevido do Sinjor no meu contra cheque da alta mensalidade de associado.
Na hora me senti um leitor atônito ao saber que a notícia do dia anterior, que parecia tão verdadeira, hoje não passa de irreal. Em quem acreditar? Não há informações complementares, sequer justificativas. Inacreditável silêncio obscuro.
Pra quê, então, sindicato? Se não há respeito com quem é de direito, falar de ética, moralidade e compromisso com a verdade não passa de pura hipocrisia.
Não sejamos hipócritas
Quando se fala em ética e compromisso com a verdade, qualquer jornalista inseguro dá logo um pulo e bate no peito ao afirmar ter “responsabilidade” perante a sociedade. Parece automático. Assim como é espontâneo para alguns colegas misturar hipocrisia com falso moralismo.
A transparência pouco se vê. Nem mesmo onde era para ser colocada em primeiro lugar. Infelizmente o Sindicato dos Profissionais Jornalistas do Estado de Rondônia, ou Sinjor, serve como exemplo lamentável.
Há quase um mês, quem diria, jamais pensei que exerceria pela primeira vez meu papel de cidadão comum denunciando ao Procon justamente quem era para denunciar e defender abusos patronais.
O motivo é tão inverossímil que até desconfiei de mim mesmo quando soube que há quase um ano nunca estive sindicalizado, embora tenha feito à época os devidos procedimentos para tal. Mas nem isso evitou o desconto indevido do Sinjor no meu contra cheque da alta mensalidade de associado.
Na hora me senti um leitor atônito ao saber que a notícia do dia anterior, que parecia tão verdadeira, hoje não passa de irreal. Em quem acreditar? Não há informações complementares, sequer justificativas. Inacreditável silêncio obscuro.
Pra quê, então, sindicato? Se não há respeito com quem é de direito, falar de ética, moralidade e compromisso com a verdade não passa de pura hipocrisia.
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