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5 de abr. de 2015

AJUDA NO COMBATE AO CRIME

A Prefeitura de Machadinho do Oeste descobriu que pode combater o crime na cidade sem gastar um centavo de Real, ou seja, nada. Uma mulher transitava no início da noite, se dirigindo à faculdade, quando foi abordadas por dois homens em uma moto. O carona apontou uma arma e mandou que ela fosse em frente.

Carro e moto seguiram pela rua escura, o nervosismo da motorista e o estado de (má) conservação da via, fizeram com que o carro caísse em uma vala. Vendo a situação, com o carro atolado, os suspeitos de se tornarem ladrões desistiram do assalto. Coube à PM, além de atender a ocorrência, desatolar o veículo.

(Foto meramente ilustrativa)

Também chamou minha atenção a 'bronca' que o redator da notícia deu na Prefeitura e autoridades municipais. Não sei se entenderam, porque o texto é meio enrolado: "A falta de atenção dos políticos locais em não providenciar iluminação pública e nem a devida manutenção nas vias poderia dar suporte aos marginais que atuam principalmente nesses lugares, a população fica limitada e muitas das vezes obrigada a transitar por essas vias por na maioria das vezes residem nesses trechos que são esquecidos pelos políticos de Machadinho."

7 de jan. de 2015

ASUZINA E O (DES)EMPREGO

A matéria da TV Rondônia era para mostrar que aumentou o índice de desemprego na capital por causa da desaceleração das obras dasuzina e que as pessoas estão dormindo na fila, em frente ao prédio do SINE estadual, no centro de Porto Velho, procurando trabalho.

Os candidatos foram em busca de vagas para trabalhar na UHE Tabajara, em Machadinho do Oeste, mas estes postos ainda não foram disponibilizados, informou o gerente do SINE estadual. Não sei nem se o empreendimento já foi licenciado.
Violeta diz que egressos dasuzina foram embora ou abriram negócios próprios
(Reprodução TVRO/JCarlos)
Na reportagem, uma das entrevistadas é a chefe da seção de Políticas Públicas, Trabalho, Emprego e Renda do Ministério do Trabalho, Violeta Sales de Moraes. A repórter faz a introdução: "a desaceleração das obras nas usinas colabora, em grande parte, com a queda da oferta de trabalho".

Violeta confirma e acrescenta (depois confira no vídeo. O linque está lá em cima): "Desaqueceu as usinas e então todo esse povo que veio para cá, para trabalhar, receberam suas rescisões de contrato, as homologações, e voltaram para seus Estados. Uns ficaram e com suas rescisões montaram seus negócios próprios, e outros resolveram trabalhar informalmente aqui, com os recursos que receberam.

O material daria para desdobrar em três novas matérias...

28 de fev. de 2014

A CULPA É...

O G1-Rondônia informa que "o nível do rio Machado, em Ji-Paraná, RO, sobe e registra cheia recorde". Para zoar comigo, disseram: "Também é #culpadasuzina?"
Respondi que sim. "Tem uma usina sendo premeditada no rio Machado, em Tabajara, distrito de Machadinho do Oeste. Então a culpa é dasuzina!"

3 de jun. de 2013

DE VOLTA À TERRA DE RONDON

Reencontrei há pouco o Antônio Carlos Hummel, hoje diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Antes ele foi presidente do Ibama. Veio a Rondônia cumprir uma rápida agenda e junto com outros técnicos do SFB e da FAO (ONU), visitaram asuzina de Santo Antônio. Antes de ir, passaram pelo escritório para receberem informações sobre a concessionária. Este locutor que vos fala fez a apresentação.
Lembrei ao dr. Hummel da audiência pública que ele presidiu em Machadinho do Oeste, ainda na condição de presidente do IBAMA. Naquele dia de calor intenso - a audiência era realizada no pátio descoberto de uma escola - apareceu por ali um menino vendendo picolés. O carrinho logo foi esvaziado pelos sedentos políticos, assessores, seguranças, técnicos e madeireiros reunidos.
O menino correu até a fábrica, em busca de mais picolés, pois a venda estava boa. Enquanto ele saiu, chegou outro picolezeiro, que imediatamente foi cercado e começou vender o seu produto, mas a alegria durou pouco. O primeiro menino retornou e expulsou o colega a socos. Precisou de ser contido. O rival bateu em retirada.

20 de mar. de 2012

DO PASSADO

Vivíamos o ano de 1988 e só sei que era véspera de eleições municipais. Eram candidatos a prefeito de Machadinho do Oeste, Flávio Ribeiro e Francisco Sales. Sales veio a Porto Velho e fez uma peregrinação nas secretarias, pedindo material de expediente, de limpeza, o que pudessem mandar para o município. Nesta época, Machadinho não tinha agência bancária e os funcionários públicos eram obrigados pegar um ônibus para Ariquemes para receber o salário. Valia também pedir carona em caminhões (até toreiros) e se arriscar numa estrada mal conservada e perigosa. Era uma cidade que carecia de tudo e ainda detinha o triste título de "Capital Mundial da Malária".
Francisco Sales conseguiu reunir um bom número de "doações", colocou em cima de um caminhão e foi na frente para preparar a festa. A notícia vazou e o adversário, juntamente com os correligionários, esperavam o caminhão na estrada, antes da entrada da cidade. O motorista não foi avisado e parou o veículo. Flávio subiu à boleia e entrou em Machadinho, acenando para o povo,  ao som de fogos e das buzinas dos carros que vinham atrás.
Ganhou a eleição.

GENTE QUE CHEGA, GENTE QUE SAI

A mudança aconteceu oficialmente há alguns dias, mas só hoje faço o registro. Deixou a superintendência do Incra Rondônia Carlino Lima, ligado aos movimentos sociais, assumindo em seu lugar o técnico agrícola e funcionário de carreira do órgão Luis Flávio Carvalho Ribeiro. A portaria foi publicada dia 12 passado e o homem já está em campo. A primeira missão foi resolver uma pendenga na região de Vilhena
Flávio foi prefeito de Machadinho por dois mandatos, 1989-92 e de 2004 a 2008. Numa noite qualquer de 2005 ou 2006, estava eu bebendo a minha cerveja no Codorna's, no Sudoeste em Brasília, quando alguém bateu e meu ombro e perguntou: - O que você faz aqui?
Era o Flávio, que tinha ido a Brasília resolver problemas do município. Ele e o prefeito de Jaru, Amauri dos Santos, tinham alugado um apartamento perto da quitinete em que eu morava. Pelo menos a cada quinze dias tomávamos uma cerveja juntos e eu ficava sabendo o que se passava nas terras de Rondon.
No Incra, agora, o "pepinaxi" a ser descascado é pior do que administrar Machadinho. Desejo-lhe boa sorte.

18 de ago. de 2011

COMPEN$AÇÕE$

A UHE Tabajara ainda não começou a ser construída, mas o tema "compen$açõe$" já entrou na pauta dos políticos e na imprensa caripuna. Isso é bom, pois todos podem acompanhar as negociações, para depois não aparecer falando besteira.
Asuzina Tabajara será construída no município de Machadinho do Oeste (RO), no rio Machado.

23 de dez. de 2010

ESPERANÇA E DOR DE COTOVELO

Leio que a população de Machadinho do Oeste já está se mobilizando para a construção da UHE Tabajara, no rio Machado, que deve começar ano que vem, antes que o índio isolado apareça por lá. A outra matéria, sobre assunto afim, é de um empresário de Porto Velho, que deve ocupar um lugar importante no governo Confúcio. Ele falou que não foi dado tempo suficiente para que Rondônia e Porto Velho se preparassem para receber os grandes empreendimentos que aqui continuam chegando.
Eu mesmo fiquei surdo de tanto gritar "Acorda, Porto Velho!" E o que aconteceu? Os poucos empresários que prepararam se deram bem; quem ficou olhando o macaco comer banana, estão chorando pitangas.
Sinto muito, senhor empresário e futuro barnabé. O tempo passou e o senhor ficou na janela.
Tchau.

20 de out. de 2009

CHACINA

Os saites de notícia reproduzem uma nota em que cinco homens foram mortos em Machadinho do Oeste a tiros de pistola. Será que os justiceiros chegaram àquele próspero município, ex-capital mundial da malária?
Vejam os comentários postados abaixo da nota no Rondoniagora.