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30 de mar. de 2015

HEIN?

Se eu não estivesse acompanhando o assunto, ao ver este anúncio e com a minha imaginação fértil, eu pensaria que os bairros citados seriam transferidos de lugar.

(Foto Marcela Ximenes)

Para que nem imagina o que é a "Figura A", tento explicar: É um retângulo formado pelo rio Madeira, rua Rio de Janeiro, avenida Presidente Dutra, fechando na avenida Migrantes até o rio Madeira de novo. Esse pedaço de Porto Velho pertencia à Madeira-Mamoré Railway Company, concessionária da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. 

Hoje, já bastante ocupado, é terra da União que, por um lapso (sei-lá-de-quem) não foi repassada para o domínio do Estado ou do Município. De uns tempos para cá, alguém se lembrou de cobrar um imposto sobre o uso dessa terra e a encrenca começou.

(Ilustra Diário da Amazônia/Editado)


19 de nov. de 2014

MARCAS INDELÉVEIS

Enquanto esperava a chegada das equipes de tevê, mostrar o trabalho de limpeza que está sendo feito nas antigas oficinas, rotunda e girador no complexo ferroviário da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, fiquei vagando entre as antigas máquinas que eram usadas para a manutenção das locomotivas, vagões e da via permanente, nos quase 60 anos de existência da ferrovia.

O tempo foi cruel com estes equipamentos. Também foram cruéis aquelas pessoas que tinham o dever de proteger o acervo que foi salvo de virar sucata e ser derretido na Companhia Siderúrgica Nacional.

Abaixo, algumas "etiquetas" das máquinas, umas pouco legíveis. (Fotos JCarlos)






11 de abr. de 2014

HISTÓRIA DE UM JEITO DIFERENTE

Nunca tinha ouvido falar desta obra. Um colega que veio do Rio de Janeiro - Angra dos Reis - foi quem me apresentou. A edição é de 1963, Editora Clube do Livro. Edição já, há muito, esgotada. Também não sei onde o Amauri Alvarez conseguiu o exemplar dele.
A história romanceada, conta a chegada da P & T Collins a Santo Antônio do Alto Madeira, em 1878, as dificuldades enfrentadas e a retirada desonrosa, sem dinheiro, doentes e, alguns feridos pelos índios.
O autor, Barros Ferreira, usa a licença poética e mistura fatos dessa época com outros posteriores, quando a construtora era Madeira-Mamoré Railway Company, que realmente concluiu a ferrovia (1907-1912). Muito interessante. Comprei de um sebo (Estante Virtual), pela internet. Com frete, R$ 9,70. (Foto JCarlos)