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16 de jul. de 2014

CADÊ O HOMEM?

O nosso roteiro cultural em Porto Alegre incluía a visita ao "Museu Júlio de Castilhos", que, afinal, é nome de importante rua em Porto Velho, onde estão localizados dois ícones da cultura local: o Bar do Canto e a fábrica de Sorvetes Dullim.
Não havia recepcionista e fomos entrando. Uma escada à direita nos levou a um salão grande, sem móveis - aliás a entrada estava interditada por cadeiras - e as janelas cobertas por pano preto. Numa sala contígua, uma exposição sacra; em outra, peças indígenas e um crânio humano (não olhei direito, identifiquei e virei para outro lado). Saímos em uma sacada, onde o vigilante se distraia com o celular (Watsapp?). Perguntamos onde estavam os objetos referentes ao homenageado. Ele apontou para uma sala ao lado. A Mar ainda duvidou: - Só isso? Ele confirmou com a cabeça.
O acervo era bem pouco. O que eu me lembro, uma máscara mortuária; um tinteiro ganho dos militares de uma determinada guarnição; uma cama e outros móveis; fotografias com legendas explicativas sobre a importância de Júlio de Castilhos na política gaúcha e só.
Decepção. (Foto JCarlos)

21 de set. de 2013

CENAS DA CIDADE

Reportagem do Banzeiros nas ruas, com a colaboração do internauta através do VC no Banzeiros

 Mais porto-velhense, impossível (Foto Felipe Araújo)
 O feijão queimou nasuzina? (Foto Facebook, via Cecília Benoliel)
 Crachás. Um para cada ocasião
 Septo da GG4. Não entendeu? Depois explico.
 Quem fez este "anúncio" abreviado, também pintou...
... este? (Fotos JCarlos)
 
 Saudades do Sobrinho? Rua Policial Gusmão com Chapada dos Parecis, no bairro Cuniã
(Fotos Marcela Ximenes)
 Veículo híbrido, movido à tração humana, reciclado (Foto JCarlos)
Faltando alguma coisa... (Foto Guilherme Munhoz)

27 de out. de 2010

RUAS DE PORTO VELHO

O programa Câmera 11 de ontem apresentou uma matéria sobre os nomes da ruas de Porto Velho. A esse respeito a Mar escreveu uma matéria há um tempinho. Não é dessa época a mudança do nome da avenida Rio Madeira para Chiquilito Erse e também não registrou a confusão no nome da avenida Migrantes, que tambem é conhecida como "Imigrantes" e "Costa e Silva".Reproduzo um trecho:
"A rua mais importante do centro comercial de Porto Velho durante muito tempo não teve o nome pelo qual é conhecida. Foi a Lei 1.356 de 11 de maio de 1999 que “devolveu” à população da Capital a avenida 7 de Setembro que antes dessa data tinha como nome oficial Garcial Amaral. Para muitas pessoas essa informação é uma novidade, até mesmo para quem mora na cidade há muito tempo e conhece a história local. Assim como a “Sete”, outras ruas que já tinham o nome arraigado na “memória geográfica” de moradores e visitantes tiveram suas identidades de volta com a lei de 1999.

Ainda hoje, seis anos após a lei, muita gente diz que “Joaquim de Araújo Lima” não vingou como o novo nome da avenida Abunã, sem saber que o Executivo Municipal daquela época também teve essa percepção e restituiu a nomenclatura dessa via que começa no bairro Arigolândia e termina no Embratel. O mesmo aconteceu com as ruas João Goulart e México, que até então haviam sido renomeadas de XV de Novembro e Roberto Souza, respectivamente. "

29 de ago. de 2010

ENDEREÇO ERRADO

Nem avenida 'Imigrantes', nem avenida 'Costa e Silva', nem 'BR-319', nem Migrantes, que é o correto. Imobiliária anuncia venda de apartamentos na avenida 'Emigrantes'.
Vai te lascar!

20 de mai. de 2009

NOMES DE RUAS

Acompanhava a Mar que fazia um texto onde relacionava os mortos ilustres que estão sepultados no Cemitério dos Inocentes, no centro de Porto Velho, com os nomes das ruas da cidade. Enquanto ela escrevia, eu folheava o livro "Achegas para a História de Porto Velho", do Antonio Cantanhede, editado em 1950. Encontrei no livro a reprodução da Lei nº 3, de 9 de março de 1915, assinada pelo vice-presidente do Conselho Municipal, Luzitano Corrêa Barreto e autorizada pelo intendente Guapindaia, para "denominar as avenidas, ruas e travessas da vila [de Porto Velho] da seguinte forma: a travessa que separa a área da Madeira-Mamoré e a desapropriada para esta vila, ficava denominada Avenida Divisória; a segunda travessa, José de Alencar; e a terceira - José Bonifácio. A primeira avenida a partir da Avenida Divisória denominar-se-a Sete de Setembro; a segunda Rio Branco; a terceira Floriano Peixoto e a quarta - Pedro II". Com exceção da Avenida Divisória, que hoje se chama Presidente Dutra, este pedacinho da cidade continua como o Major Guapindaia deixou.