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24 de jul. de 2011

UMA GRATA SURPRESA

Fui acompanhar a Mar na noite de ontem numa das (últimas) apresentações do "IV Festival Amazônia Encena na Rua" e tive a confirmação do que amigos já haviam dito: o público compareceu e lotou a arena da Praça Madeira-Mamoré. Gente de "mamando a caducando". Gente de teatro e gente que nunca soube se isso é de vestir ou de comer. A Cia. EntreAtos, de Belém (PA), deu um show e o público vibrou. Passamos também pelo Festival de Dança, menos gente participava.
Lembro que em uma das reformas da Praça da Madeira-Mamoré, um anfi teatro foi construído, mas não me recordo da utilização dele em apresentação artíticas, só em cultos evangélicos e, depois, em local para queimar "um" ou atender as necessidades dos intestinos.
O que vimos dá esperança que estamos só no começo de dias melhores. (Fotos Mar e JCarlos)
 O povo apareceu.
 Ator procura "voluntário" para pagar mico.
 É de pequenino...
 Gente do ramo: Edy e Alejandro Bedotti (de boné).
 Ótimo espetáculo
Zé Katraka tenta ficar anônimo

23 de jul. de 2009

HEIN?

Lendo a programação do "Amazônia Encena na Rua", que está sendo realizado em Porto Velho, deparei com esta sinopse de uma peça. O material é (deveria ser) dirigido a quem não tem acesso ao teatro, mas o texto... Leiam e me expliquem depois: "(...) Montar Qorpo Santo significa abandonar o teatro realista apoiado em princípio interpretativo da mímese e adentrar num teatro surrealista ou absurdo ou moderno ou outra coisa. É isso que o teatro de Qorpo Santo: Um desfile de imagens que procuram refletir o universo do incosciente do autor através de formas inovadoras. (...)"
Ou outra coisa.