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31 de jul. de 2014

LOGÍSTICA REVERSA

O termo "logística reversa" entrou na moda, consistindo em que a indústria recolha o produto que ela fabricou e dê destino ao lixo. Um exemplo são as pilhas e baterias, que podem ser devolvidas nas lojas e recolhidas pelas empresas fabricantes. Os recipientes de produtos agrotóxicos também são recolhidos.
Estou fazendo esta volta toda para comentar um artigo interessante que li no saite Canaltec, do presidente da Store Automação, empresa especializada em logística, Wagner Tadeu Rodrigues, que fala sobre o lixo deixado pela Copa do Mundo.
Vimos em alguns aeroportos lojas da Fifa com mercadorias encalhadas e outras já fechadas. Também lojas de material esportivo com camisas, bonés e adereços verde-amarelos sobrando ou em liquidação.
Em Porto Alegre a loja fechada ao lado de outra com produtos encalhados; 
em Brasília tentam salvar o troco (Fotos Marcela Ximenes e JCarlos)

2 de abr. de 2012

ATÉ QUANDO?

Quem já foi mal atendido em Porto Velho levanta as mãos \o/
Também levanta as mãos quem não recebeu bom atendimento em qualquer outra cidade brasileira \o/
Difícil não ter sido vítima de alguém mal educado que deveria atender bem, ser prestativo, no mínimo atencioso. Afinal, o comércio - todo ele - depende do consumidor e, portanto, esse ser (que somos todos nós, inclusive o comerciante, o vendedor) merece ser bem atendido.
Não me lembro qual foi a primeira vez que fui ignorada, quase expulsa de um comércio. Deve ter sido em alguma 'taberna' lá no bairro Pedrinhas onde nasci e vivi até os 12 anos de idade. Apesar de que criança, coitada, é (quase) sempre desprezada.
Por que mesmo que comecei a escrever isso? Ah, sim. De novo ouvi um verdadeiro rosário de reclamações sobre atendimento na minha querida e esburacada Porto Velho. É o vendedor de uma loja de eletrodomésticos que quase bateu no cliente, o rapaz do churrasco que disse para a freguesa: só tem assim, se quiser (já ouvi muito isso). Vou dizer o que diante de tudo isso que sei não é implicância de estrangeiros. É a mais pura e surreal realidade. Posso até comentar: ah, em Fortaleza também é bem ruim, apesar de ser cidade turística. Mas logo penso 'e daí?'. Moro em Porto Velho e me envergonho dessas pessoas mal preparadas, rudes, mal educadas que são jogadas em funções que requer um mínimo de treinamento. Até quando?
Em dezembro minha irmã e sobrinha foram ao shopping - junto com metade da cidade - e entraram em uma loja metida a 'boutique'. Pediram um vestido que estava exposto. "Vai comprar?", questionou a vendedora.
Não acreditei. Notem: isso ocorreu no shopping. Como será o atendimento na mesma loja que fica na avenida Carlos Gomes? Deve ter chicote ao invés de um sorriso de boas vindas.
Isso me incomoda e deve incomodar a todos, certamente. Pior ainda é a generalização. A coisa é tão grave que estigmatizou: "Ih, Porto Velho? Lá o atendimento é péssimo!".
Sugiro que as vítimas dessa praga usem a arma que têm: reclamem! Mas façam a coisa certa, reclamem com o gerente, com o dono. Usem o Foursquare marcando o lugar como de péssimo atendimento, tuíte o descaso. Não deixe por menos. Eu garanto que pode até não resolver a curto prazo, mas dá um alívio...

8 de mai. de 2011

DIA DAS MÃES - REFLEXÕES

O apelo comercial nas datas como os dias das mães, das crianças, dos pais, natal, páscoa, é inegável. E todos ficamos reféns destas épocas. Na rádio e tv (não digo internet, pois acesso sites específicos de notícias) o besteirol é imenso. A expressão mais usada nas "mensagens" é "amor incondicional". Na Rádio Rondônia, o texto fala que "para ser mulher é preciso determinação". Não entendi.
Num "caça-níqueis" da TV Meridional (Band), o apresentador sugeria presentes para as mães: sanduicheira, ventilador e um liquidificador (que quase quebrou quando ele o tocou), tudo a R$ 35. A Mar comentou: "Como, nesta época, ainda se sugere presentear com eletrodomésticos?"
É. Tô mais velho do que a minha idade biológica indica.

28 de abr. de 2011

DESCONTO? TEM DESCONTO NÃO!

Na manhã de terça-feira assistia no Bom Dia São Paulo a uma matéria sobre a venda da ponta de estoques de ovos de páscoa. Muita gente nos supermercados em busca de ofertas do tipo "Leve 2 e pague 1", "Descontos de 70%", etc.
A repórter busca, então, o dono de um supermercado da Zona Leste da cidade:
- O senhor está dando desconto de quanto para estes ovos de páscoa quebrados? E mostrou a embalagem sem forma de ovo.
- Desconto? Que desconto? Não tem desconto nenhum não. O preço é este mesmo. É pegar ou deixar aí, só tenho mais uma caixa para vender...
É. Dizer o quê?

3 de ago. de 2010

ACORDA, PORTO VELHO!

Ouço 'na rádia' um hipermercado metido a besta anunciando que já recebe cartões de outras bandeiras que não a deles ou em dinheiro. Outro mudou os critérios e considera a compa de três unidades de um produto já como "atacado", vendendo a preço diferenciado, abandonando o critério da dúzia, fardo, etc.
Mas ainda tem empresário local que não se adequa, cobrando preço maior se o pagamento for em cartão de débito e o atendimento... ó.
Vão fechar ou mudar de ramo.