“Amigos telespectadores, caros colegas jornalistas, clientes, usuários, leitores: Durante 10 anos, desde que cheguei a Rondônia com minha família, dediquei esforço, inteligência, capacidade e criatividade para colaborar com o Sistema Gurgacz de Comunicação. Ao lado de uma valorosa equipe, consegui trilhar um caminho de conquistas, fortalecendo a programação local, criando através de vários programas um espaço de cidadania, utilidade pública, informação e interatividade. Uma das marcas registradas do trabalho implantado.
Nesse período, abrimos horizontes com as transmissões de eventos. Como o Dia do Bem e suas doses de amor ao próximo. A cobertura das eleições, também com programação direta, numa inédita transmissão de 12 horas ao vivo. Sem contar os inesquecíveis debates.
Para o esporte conseguimos abrir novas frentes, transmitindo competições, ampliando o espaço com novos programas, divulgando as marcas, os atletas.
Tive o privilégio de também atuar diretamente na implantação de espaços para valorização cultural, como as transmissões do Arraial Flor do Maracujá.
A produção agropecuária ganhou grande incentivo com a cobertura ao vivo das feiras de vários municípios do Estado.
Nos programas que tive a felicidade de ancorar, abrimos as possibilidades para que os usuários pudessem ter voz e vez. De verdade! Ferramentas de mídias sociais uniram forças ao velho e bom telefone para que todos pudessem opinar, sugerir, criticar, participar ativamente.
No Fala Rondônia, por exemplo, criamos quadros como o Cidadão Repórter, Memória de Elefante, Você é Show, Dicas de Leitura, Beleza e Saúde, Fala Doutor, Fala Animal, Trilhando a História, entre outros tantos. Todos com o objetivo de mostrar mais de nossa gente.
O programa foi responsável pelo nascimento da maioria dos demais programas da Rede TV! Rondônia.
Hoje, após grandes desafios, e muito agradecido pela oportunidade de trabalhar e mostrar o que é que Rondônia tem, viro esta página. A compatibilidade de interesses e objetivos, a possibilidade de reconstruir, recomeçar, ampliar possibilidades, e o sincero e necessário desejo de mudança, me levaram a uma nova casa: o Sistema Imagem de Comunicação, empresa responsável pelas emissoras Record, Record News e Rádio Parecis.
Onde, a partir de agora, continuo a escrever essa história.
Por isso, quero deixar meu maior e melhor muito obrigado. Ele vai direto para essa imensidão de novos amigos que a TV e o jornal Diário da Amazônia me proporcionaram angariar. Também tem como endereço o coração dos clientes que acreditaram nas parcerias. E os empregadores, que enxergaram o quanto, juntos, podíamos fazer, criando algo tão grande que mexeu com o mercado, as mídias, o jeito rondoniense de se comunicar.
Fiquem na Paz! Permitam-me continuar desfrutando dessa amizade. Aceitem um forte abraço e um até breve. Numa outra sintonia, mas com o respeito e o carinho de sempre.”
Domingues Júnior - Jornalista
5 de jul. de 2011
3 de jul. de 2011
DESNECESSÁRIO
Hoje fui ao lançamento do livro "Trilhos na Selva", do cônsul americano Gary Neeleman. Mil pessoas discursando, entre elas duas de quem não gosto. O "museu" da Estrada de Ferro Madeira Mamoré estava aberto e fui para rever as peças e fotos expostas. Encontrei um conhecido que veio reclamar do amadorismo do museu, onde as peças são identificadas com pedaços de papel.
Mostrei a ele um monte de ferro velho empilhado em um dos cantos do galpão (fotos abaixo), mas disse que melhores dias virão.
Quando fotografava os ferros velhos, uma funcionária veio dizer-me que era "proibido fotografar". Eu perguntei "onde está escrito?" e ela tranferiu para a outra funcionária: "cadê a placa?". Triste. (Fotos JCarlos)
Mostrei a ele um monte de ferro velho empilhado em um dos cantos do galpão (fotos abaixo), mas disse que melhores dias virão.
Quando fotografava os ferros velhos, uma funcionária veio dizer-me que era "proibido fotografar". Eu perguntei "onde está escrito?" e ela tranferiu para a outra funcionária: "cadê a placa?". Triste. (Fotos JCarlos)
29 de jun. de 2011
FRASE
"Meu amor por você é como as obras em Porto Velho: Não acaba nunca". Produtora de tv, citada por um amigo meu.
CAMPANHA PELO FIM DOS VEREADORES
Hoje recebi uma mesma mensagem de várias origens: Porto Velho, Brasília e Belo Horizonte. É uma campanha sugerindo repensar o papel do vereador.
Para reflexão:
Para reflexão:
O outdoor colocado na rua Olívio Domingos Brugnago, no bairro Vila Nova, em Jaraguá do Sul (SC), demonstra a indignação sobre a proposta de aumento do número de vereadores na Câmara.
Na Ilha da Figueira, bairro de Jaraguá do Sul, foi colocado este outdoor.
E, finalmente...
ACABANDO COM O TRÁFICO
Leitores vão se arrepiar, mas o Irã trata o assunto tráfico de drogas com uma solução simples: sentença de morte. Vejam aí: "Irã executa centenas de 'senhores da droga'".
LIVRO & POLÊMICA
Recebo convite para lançamento do livro "Trilhos na Selva", do cônsul Gary Neeleman e para as comemorações dos 80 anos da nacionalização da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, dia 3 de julho, 9h no complexo ferroviário.
O falecido escritor Manoel Rodrigues Ferreira, autor de "A Ferrovia do Diabo", defendia a idéia que não houve nacionalização da Madeira-Mamoré, uma vez que a The Madeira Mamoré Railway Company Limited tinha uma concessão para explorar a ferrovia, uma fez quebra o contrato, o governo federal cassou a concessão.
A polêmica contina.
O falecido escritor Manoel Rodrigues Ferreira, autor de "A Ferrovia do Diabo", defendia a idéia que não houve nacionalização da Madeira-Mamoré, uma vez que a The Madeira Mamoré Railway Company Limited tinha uma concessão para explorar a ferrovia, uma fez quebra o contrato, o governo federal cassou a concessão.
A polêmica contina.
TIROTEIO
Mais uma edição da revista Momento Brasil está nas bancas. Chamo atenção para um texto do jornalista Montezuma Cruz, sobre "tiroteios e invasões" na Rondônia recém elevada à condição de Estado. Foi a era do faroeste caboclo.
27 de jun. de 2011
POESIA CONCRETA
O professor Aleks Palitot publicou em seu blog um artigo do também professor Ari Ott, de como Porto Velho está se transformando em uma cidade-poesia concreta. Literalmente. "Robert Nephew e o seu neo-concretismo". (Foto Maurício Vasconcelos)
ALÇA DE MIRA
A professora Fátima Cleide, ex-senadora pelo PT de Rondônia disse ser candidata à Prefeitura de Porto Velho. Acho ótimo. O único problema é que, ao alçar vôo, Fátima Cleide se torna alvo da bateria antiaérea que tem como artilheiros os "companheiros" do próprio partido.
Vai ser preciso blindagem nível V, que protege até contra ataques aéreos de mísseis Stinger e Tomahawk. Mais que isto, é só rezar.
Vai ser preciso blindagem nível V, que protege até contra ataques aéreos de mísseis Stinger e Tomahawk. Mais que isto, é só rezar.
QUEIMADAS URBANAS - QUEIME ESTA IDEIA
Gostei de saber que o disk-denúncias da Prefeitura (Secretaria do Meio Ambiente) contra as queimadas urbanas está funcionando, tendo recebido quase 80 ligações com denúncias de focos de queimadas em lotes urbanos ou de lixo domiciliar. Por enquanto a campanha é educativa, mas o próximo passo será a punição dos infratores com multas que variam de R$ 2.320,50 até R$ 4 milhões. Isso xará, pegue eles pelos bolsos, pois chegamos em casa e estava tudo sujo de fuligem.
BLITZ BURRA
Na madrugada de domingo, quando íamos para casa de taxi, encontramos a rua Guaporé interditada na esquna com Calama, perto do 'Chopp do 4'. Era uma blitz de trânsito, com agentes do Detran e da Semtran. Fomos abordados por um funcionário do Detran. Pedi que ele fosse ágil, pois estavámos chegando de viagem e estávamos cansados. A resposta dele: "Se eu pudesse também estava em casa". Só então pediu os documentos do carro e do motorista. Só conferiu a placa do carro, devolveu os documentos e nos liberrou.
Que espécie de blitz é esta? Para qual finalidade? Só para encher o *aco?
Que espécie de blitz é esta? Para qual finalidade? Só para encher o *aco?
SURPRESA
Leio nos saites: "Ministro dos Esportes diz que preparação para Copa vai surpreender a Fifa". Só espero que não seja uma desagradável surpresa. Alguns setores, como o hoteleiro, estão se preparando, mas nas iniciativas governamentais - com excessão da MP das despesas "secretas"- , tudo mais anda a passos de cágado. ô raça!
26 de jun. de 2011
FERIADÃO - 2
No programa "turista", fomos ver o encontro das águas dos Rios Negro e Solimões (isso pode dar nome de dupla sertaneja!). O nosso guia é um predestinado, como diz o José Simão. O nome dele é Aliomar - ali o mar. O cara é cheio de graça. Mas só lembro duas piadas dele. Também não estava como repórter. O blog não pagou a minha viagem...
Mostrando uma samaúma, disse mais ou menos o seguinte:
- Gente esta é uma samaúma ou samaumeira, da mesma família da paineira ou barriguda, como é conhecida no nordeste. (...) Esta árvore era usada pelos índios como meio de comunicação. Conforme eles batiam nas raízes dela, produziam um som diferente. Cada som um significado. Então, meus amigos, a samaúma quer dizer, em português, 'celular de índio'.
Depois, passando por uma comunidade de casas flutuantes, Aliomar explicou: "Estas pessoas vivem permanentemente aí. Não importa se o rio está cheio ou na vazante. As casas são construídas com uma madeira que permite a flutuação, cujo nome é assacu [Hura crepitans]. Nome indígena. Só não pode fazer cadeiras com ela..."
Mostrando uma samaúma, disse mais ou menos o seguinte:
- Gente esta é uma samaúma ou samaumeira, da mesma família da paineira ou barriguda, como é conhecida no nordeste. (...) Esta árvore era usada pelos índios como meio de comunicação. Conforme eles batiam nas raízes dela, produziam um som diferente. Cada som um significado. Então, meus amigos, a samaúma quer dizer, em português, 'celular de índio'.
Depois, passando por uma comunidade de casas flutuantes, Aliomar explicou: "Estas pessoas vivem permanentemente aí. Não importa se o rio está cheio ou na vazante. As casas são construídas com uma madeira que permite a flutuação, cujo nome é assacu [Hura crepitans]. Nome indígena. Só não pode fazer cadeiras com ela..."
FERIADÃO
Vou contando as coisas, enquanto preparo as fotos para mostrar nossas aventuras a vocês. Nunca tinha ido a Manaus a passeio. Só no esquema: aeroporto-hotel-evento-aeroporto. Uma vez, lá em 1988/89, acompanhei Orestes Muniz em um encontro de vice-governadores. Mas não era passeio, apesar de irmos ver o encontro das águas e o arquipélago Anavilhanas.
Andamos muito a pé pelo centro da cidade. Vimos muitos moradores de rua, mas nenhum nos abordou pedindo 'dôrreal'. Como disse a Mar, "não tem pedinte, mas doido tem muito". Vimos uma mulher completamente nua na calçada em frente do grupo que publica o jornal "A Crítica"; outra que jogava beijos para os motoristas. Se correspondida, levantava a blusa mostrando os seios. Perto do hotel, uma mulher girava um pedaço de pano sobre a cabeça o tempo todo.
Andamos muito a pé pelo centro da cidade. Vimos muitos moradores de rua, mas nenhum nos abordou pedindo 'dôrreal'. Como disse a Mar, "não tem pedinte, mas doido tem muito". Vimos uma mulher completamente nua na calçada em frente do grupo que publica o jornal "A Crítica"; outra que jogava beijos para os motoristas. Se correspondida, levantava a blusa mostrando os seios. Perto do hotel, uma mulher girava um pedaço de pano sobre a cabeça o tempo todo.
DE VOLTA
Voltando a Porto (seguro) Velho, depois de um ligeiro repouso. O retorno foi hilário, para não dizer outra coisa. Ao sairmos do hotel lembramos não ter pego grana para os taxis. Pedimos ao taxista parar em algum caixa eletrônico ou agênci do Banco do Brasil. Atendendo aos preceitos da Lei de Murphy, as agências estavam fechadas e os caixas automáticos com problemas. Paguei em gasolina. Nunca pensei, que no século 21, praticaria escambo.
Na sala de embarque, uma menininha de uns 2 anos chorava esgueladamente. Pense num choro. Fiz votos, inclusive por tuiter, para que ela fosse em direção contrária à nossa. Não adiantou. Tivemos um chorãozinho só para nós no avião. E tem mais.
Decolgem autorizada, avisos regulamentares, etc. e tal. Partimos. Menos de dois minutos de vôo o JP diz que vai ao banheiro. Eu respondo: - Espera apagar o aviso de afivelar cinto de segurança. Ele: - Porque?
Na sala de embarque, uma menininha de uns 2 anos chorava esgueladamente. Pense num choro. Fiz votos, inclusive por tuiter, para que ela fosse em direção contrária à nossa. Não adiantou. Tivemos um chorãozinho só para nós no avião. E tem mais.
Em seguida o avião entra em área de turbulência. O bebezinho parou de chorar. Uma senhora, na fileira de trás, gritava desesperada, apesar do marido e do filho dizerem que aquilo "é normal". Lembrei da frase do Emmanuel, citada no filme "Chico Xavier": "Morra com dignidade". Falei isso com a Mar, que começou a dar risada. Aí, sério, falei para o JP:
- Já pensou se eu libero você para ir ao banheiro aquela hora? Tinha *ijado tudo. Ia ficar rodopiando e molhando o lugar todo.
A Mar veio rindo até Porto Velho. (Imagem SoLorota.com)
25 de jun. de 2011
ESTRELAS CADENTES E ASCENDENTES
Com a aproximação de grandes eventos como a Copa das Confederações, Copa do Mundo e Olimpíadas - não necessariamente nesta ordem -, o Brasil corre para consertar o que veio empurrando com a barriga há tempos.
Uma destas providências é a "adoção de uma 'nova' classificação de hotéis". Vão retornar ao uso de "estrelas", para definir o nível de qualidade das hospedagens. Este mesmo critério (estrelas) foi usado até por volta de 2002 e abandonada, pois a classificação era feita de uma forma sem controle ou fiscalização.
Como diz na matéria, no link aí acima, se você escolhe o hotel pela internet, vê fotos lindas dos apartamento e, ao chegar no local, não é nada daquilo. Por exemplo, o hotel em que ficamos hospedados em Manaus publicou fotos na saite deles na internet com muito Photoshop. Aqui o chuveiro é em um cômodo e o lavatório e o vaso sanitário em outro. Talvez seja uma nova tendência.
P.S. Não mudamos de hotel por que está tudo lotado.
Uma destas providências é a "adoção de uma 'nova' classificação de hotéis". Vão retornar ao uso de "estrelas", para definir o nível de qualidade das hospedagens. Este mesmo critério (estrelas) foi usado até por volta de 2002 e abandonada, pois a classificação era feita de uma forma sem controle ou fiscalização.
Como diz na matéria, no link aí acima, se você escolhe o hotel pela internet, vê fotos lindas dos apartamento e, ao chegar no local, não é nada daquilo. Por exemplo, o hotel em que ficamos hospedados em Manaus publicou fotos na saite deles na internet com muito Photoshop. Aqui o chuveiro é em um cômodo e o lavatório e o vaso sanitário em outro. Talvez seja uma nova tendência.
P.S. Não mudamos de hotel por que está tudo lotado.
22 de jun. de 2011
DOAÇÃO
Li este texto na sexta-feira passada no Diário da Amazônia e esqueci de comentar. A declaração é atribuida ao ex-ministro e agora assessor do Governo de Rondônia, Magabeira Unger. Acredite se quiser:
'"Não sou consultor do Estado, porque não vou ganhar remuneração. Não fui contratado pelo governo, mas sou um voluntário civil por uma causa que acredito que é o desenvolvimento de Rondônia". Esta foi a declaração de Roberto Mangabeira Unger, ex-ministro de Meio Ambiente, ao ser questionado sobre a vinda ao Estado. "Vejo em Rondônia que o povo não quer caridade, quer instrução, e a minha grande tarefa é construir um novo modelo de desenvolvimento, ampliando oportunidades de trabalho, para que esse povo aprenda e produza com qualidade", acrescentou."'
'"Não sou consultor do Estado, porque não vou ganhar remuneração. Não fui contratado pelo governo, mas sou um voluntário civil por uma causa que acredito que é o desenvolvimento de Rondônia". Esta foi a declaração de Roberto Mangabeira Unger, ex-ministro de Meio Ambiente, ao ser questionado sobre a vinda ao Estado. "Vejo em Rondônia que o povo não quer caridade, quer instrução, e a minha grande tarefa é construir um novo modelo de desenvolvimento, ampliando oportunidades de trabalho, para que esse povo aprenda e produza com qualidade", acrescentou."'
20 de jun. de 2011
OUVIDO DE ALUGUEL
Uma mulher veio ouvindo música gospel de Cuiabá a Porto Velho, usando fones de ouvido. Como sei o que ela ouvia? O som estava tão alto que eu, três fileiras de poltronas a frente e no lado oposto do avião, ouvia o som. E olha que sou môco!
PASTEURIZAÇÃO
Como as lanchonetes McDonald's, as livrarias de aeroporto estão iguais no mundo todo. O meu prazer, antes, era garimpar literatura regional de autores desconhecidos (para mim) que falassem coisas das aldeias deles.
Hoje só encontro best sellers ou candidatos a. Em Cuiabá, uma excessão, folhetos da Embrapa ensinam a cuidar de abelhas ou a fazer queijo.
Hoje só encontro best sellers ou candidatos a. Em Cuiabá, uma excessão, folhetos da Embrapa ensinam a cuidar de abelhas ou a fazer queijo.
Assinar:
Postagens (Atom)