Mostrando postagens com marcador Alagações. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Alagações. Mostrar todas as postagens

6 de abr. de 2015

CENAS DA CIDADE

 Estratégia? Não sobrou um ovo de chocolate na Cacau Show. As lojas do Shopping e 
Carlos Gomes não abriram domingo. Nos supermercados sobram ovos de páscoa

 Alagação na esquina de Alexandre Guimarães com Mamoré

 Conveniência na calçada da Caixa

 Corujas

 Quando acontece o acidente, a culpa é do Gutemberg!

 Comércio cerrado, literalmente

 Na parede do banheiro da Policlínica Ana Adelaide

 Árvore dos olhos

 Mobiliário urbano

Na fila, a mesma pessoa falando (sozinho) às minhas costas: "Isso é um desrespeito... Estou aqui há 40 minutos e a fila não anda... Olha como está isso... E tá escrito lá fora que esse é o banco do povo..." (Fotos JCarlos)

29 de mar. de 2015

INUNDAÇÃO REMOTA

Esta história me incomoda desde ontem a noite, quando Giuliana Morrone fez a chamada do Jornal Nacional: "Carcaça de geladeira vira transporte escolar na cheia do rio Madeira". Eu falei, não acredito...

(Reprodução G1/jornal-nacional)

A matéria fala da cheia, das alagações nos distritos e que onze bairros da área urbana estão alagados. Na sequência mostram a história da "Geladeira Escolar", que você já viu aqui na terça-feira.

A impressão passada é que os personagens envolvidos na última parte da matéria também são vítimas da cheia e não das características geológicas da região onde moram (bairro Renascer), cujo solo (cascalho) dificulta a absorção da água.

(Ilustra Google Maps editado)

Escrevi ontem mesmo no tuíter: "Ficaria preocupado se não morasse aqui. Vi no @jornalnacional matéria sobre cheia. Do jeito que foi mostrado, o rio Madeira inunda a Zona Leste"

21 de nov. de 2014

DEPOIS DA TEMPESTADE...

...vem a alagação.
Brincadeira. Durante esta semana, em alguns dias, choveu no final da tarde. Fiz fotos de um arco-íris desde asuzina até próximo ao supermercado Gonçalves da avenida Calama.








 (Fotos JCarlos)

2 de jul. de 2014

EL NIÑO VEM AÍ

Para não dizer que ninguém avisou, a Organização Mundial de Meteorologia - OMM, está alertando que o fenômeno climático "El Niño" entrará em ação entre outubro e dezembro deste ano, provocando fortes secas no norte e nordeste do Brasil e enchentes no sul do país, além de outras mudanças climáticas em diversas partes do mundo.
Reportagem completa, aqui. (Ilustração OMM)

28 de jun. de 2014

PÓS-CHEIA

Nas andanças incansáveis do repórter-fotográfico Jota Gomes, o cenário do bairro do Triângulo após a alagação maceta do início deste ano.




(Fotos Jota Gomes / Fotos da Amazônia)

27 de jun. de 2014

BOBCATS* EM AÇÃO



Passei hoje pela praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Máquinas da Prefeitura faziam a limpeza no interior dos galpões, onde ficaram acumulados sedimentos trazidos pela cheia histórica do rio Madeira. (Fotos JCarlos)
*Bobcats são pás carregadeiras em miniatura.

30 de mai. de 2014

PÓS-CHEIA

Como disse há alguns dias, redescubro Porto Velho sempre. Ao passar pela primeira vez pela rua Rogério Weber, após a enchente, descobri na calçada, na frente da Receita Federal , um caixa eletrônico do Banco do Brasil. Juro que nunca o tinha visto ali, e olhe que aquele é um dos caminhos que uso para ir ao trabalho nasuzina. O box ficou totalmente submerso, mas o equipamento eletrônico foi retirado a tempo, diferente do que aconteceu ali perto, no Restaurante Popular. (Fotos JCarlos)

FAGULHA ATRASADA

Após a desocupação das dependências da última escola em que estavam abrigados os desalojados pelas cheias históricas do rio Madeira e, 2014, ocorrida na quinta-feira (29), é que o Ministério Público conseguiu liminar junto ao Poder Judiciário, determinando que o Estado de Rondônia e o Município de Porto Velho "providenciem a desocupação das escolas utilizadas como abrigos na zona urbana da Capital, no prazo de cinco dias (...)".
Atrasadinhos...

25 de mai. de 2014

A SEGUNDA MORTE DE VILA MURTINHO

Vila Murtinho, distrito de Nova Mamoré, fica localizada onde os rios Mamoré e Beni formam o rio Madeira, fundada em 1911 ou 1912. Era um importante entreposto comercial. No local chegava um ramal da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para levar gêneros alimentícios e ferramentas para os seringais bolivianos, especialmente aqueles pertencentes à Casa Suarez, importantes seringalistas da região.
Ao receber as fotos abaixo do repórter-fotográfico Jota Gomes, fui pesquisar, já que não sabia quase nada sobre a localidade. Tive um colega no curso de Turismo, Oswaldo Souza, que se tornou conhecido em Porto Velho nos anos 60, 70 e 80, a quem perguntei onde nasceu e recebi como resposta: "Onde nasci não existe mais". Insisti: "E onde era?". De cabeça baixa Oswaldo respondeu "Vila Murtinho".
Na rápida pesquisa que fiz agora pela manhã, encontrei uma crônica assinada por Simon O. Santos, Membro da Academia Guajaramirense de Letras. Abaixo reproduzo um trecho em que conta uma cheia ocorrida por volta de 1912:
"(...) As chuvas de fevereiro prenunciavam um inverno ainda mais rigoroso, mas ninguém conseguia imaginar que a vida em Vila Murtinho nunca mais seria a mesma depois que aquele inverno acabasse. As primeiras pistas não tardariam a chegar. No dia 12 de fevereiro, os rios começaram a inundar o pequeno povoado, poucos deram importância ao caso, pois era sabido que desde a sua fundação por um grupo de missionários católicos, as cheias nunca chegavam a atingir as residências mais próximas das margens dos rios Mamoré e Madeira. (...)
Os moradores foram sendo desalojados de suas casas e abrigados em barracos improvisados nas áreas mais altas do povoado. O vai e vem de montarias deu lugar ao tráfego de canos nas ruas inundadas. As pessoas pensando que as águas logo baixariam, não perceberam que alguns trechos da ferrovia ficaram submersos, impedindo a passagem dos trens, deixando a Vila Murtinho e Guajará-Mirim completamente isolados de Porto Velho. (...)"
Qualquer semelhança com o que aconteceu este ano não é mera coincidência. Sugiro que leiam a crônica completa. Linque aqui.




O que sobrou da Estação da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, desativada em 1972

  

Igreja consagrada a Santa Terezinha, abandonada quando a maioria da população se mudou para a margem da BR-425, onde foi criada a "Vila Nova", hoje a cidade de Nova Mamoré.

As poucas pessoas que ainda moram no local foram afetados pelas enchentes e pela lama e entulhos
 
 A antiga caixa d'água abastecia os trens e a cidade que existia no entorno da estação
Nem tudo é só tristeza (Fotos Jota Gomes)

12 de mai. de 2014

CENAS DO PÓS-ENCHENTE

Hoje, a incursão é pelo Cai N'Água. As fotos são do repórter-fotográfico Jota Gomes. A desolação é total. Mas o Gomes, acrescenta: "A propósito, essa cidade continua linda... linda!".
No meio de tanta desgraça, a castanhola aproveitou para se renovar
 A "rua" é mera referência
 Este bar, que foi inspiração para um quadro, é só escombros
O mesmo lugar da foto acima, mais à esquerda
Agora, à direita, na continuação da avenida Farquhar
 Mercado do peixe...
... só lama
 A lixeira com a boca aberta
 Destruição total fora...
 ... e dentro
  Tentando pescar uma latinha...
 ...mas era só barro
Apareceu até caranguejo!   (Fotos Jota Gomes)