(Fotos Jota Gomes/Fotos da Amazônia)
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22 de mai. de 2015
DANDO EXEMPLO
O repórter fotográfico Jota Gomes encontrou estes estudantes participando de uma campanha de coleta de garrafas PET no Beco Gravatal, no bairro São Sebastião . Um exemplo a ser seguido.
4 de abr. de 2015
DICA DE IMAGEM
Parabéns ao repórter-fotográfico Jota Gomes pela foto que ilustra a capa do Diário da Amazônia, edição 3 e 4 de abril. A matéria é sobre a ação dos voluntários que comemoravam o Dia Mundial de Conscientização do Autismo. (Reprodução Portal SGV)
14 de mar. de 2015
CENAS DA CIDADE
9 de mar. de 2015
DIVIDIR O "PÃO"
Na enchente do rio Madeira, as dificuldades são democráticas: está ruim para todo mundo. Veja este flagrante do repórter-fotográfico Jota Gomes, que acompanhou a disputa entre dois animais por um pouco de comida, com vantagem para o ser alado.
(Fotos Jota Gomes / Fotos da Amazônia)
8 de mar. de 2015
CENAS DA CIDADE
Em Porto Velho, 'Paletas Mexicanas' é para os fracos
Para a rua Ângela Vieira - bairro Tancredo Neves, não tem saída
(Fotos JCarlos)
"Estaciono onde paro. Que se danem os pedestres (e o trânsito)"
(Fotos Jota Gomes)
4 de mar. de 2015
MAS...
Nem tudo são flores no Parque Ecológico. A Sema poderia ter caprichado na entrada do local, colocado um cascalho, uma brita... (Foto Jota Gomes)
Alguns Porcolinos também foram à reabertura do Parque e deixaram as marcas deles para todo lado. Observação: há lixeiras espalhadas pelo ambiente.
Alguns Porcolinos também foram à reabertura do Parque e deixaram as marcas deles para todo lado. Observação: há lixeiras espalhadas pelo ambiente.
O NOVO PARQUE
O repórter-fotográfico Jota Gomes esteve sábado na abertura do Parque Ecológico, com as novidades que deixaram o local mais bonito. Abaixo algumas fotos.
Hasteamento de bandeiras pelos Escoteiros. Fiquei com saudades do meu tempo no Movimento
Academia a ar livre
Grama sintética. Ainda não entendi essa opção
Os donos do parque (Fotos Jota Gomes)
7 de fev. de 2015
CENAS DA CIDADE
Em busca de comida
Centro comercial de Porto Velho
(Fotos Jota Gomes/Fotos da Amazônia)
Sinalização vertical da SEMTRAN na rua Alexandre Guimarães
(Fotos Marcela Ximenes)
'Lambedores de sal'
"Aos 'lambe sal', amantes de uma branquinha com limão, cocho estilizado contendo sal grosso e limão - Bar do Cabeludo - Vila Franciscana" (Foto Cléris Muniz/Imagem News)
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5 de fev. de 2015
CENAS DA CIDADE
Pescadores sem consciência na BR-319, perto da ponte (Fotos Jota Gomes)
Apreciando a cheia (Foto Jota Gomes)
O nome é vaso, não? (Foto Cléris Muniz)
Para não ter dúvida
Limpam o bueiro e deixam a sujeira na rua (detalhe: estava chovendo)
Cruzamento da rua Vieira Caúla com Alba. Sem sinalização nem bom senso
Aberto?
Luar sobre o PV Shopping
Buraco de grife - Calama com João Goulart (Fotos JCarlos)
11 de jan. de 2015
PONTO DE VISTA
Nas fotos do repórter-fotográfico Jota Gomes, uma visão apurada e crítica da nossa cidade.
Cofre velho é usado para apoio dos pescadores.
Teria vindo na enchente?
Ponte sobre o rio Madeira
Novo atrativo turístico de Porto Velho.
Rival do complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré
Na semana em que se discutiu a retomada do Sindicato dos Jornalistas por jornalistas,
um conjunto de imagens (muito) emblemáticas do terreno da ex-futura
sede própria do Sinjor, na avenida Amazonas. (Fotos Jota Gomes)
8 de jan. de 2015
28 de jun. de 2014
PÓS-CHEIA
Nas andanças incansáveis do repórter-fotográfico Jota Gomes, o cenário do bairro do Triângulo após a alagação maceta do início deste ano.
(Fotos Jota Gomes / Fotos da Amazônia)
9 de jun. de 2014
NATUREZA
Foi na região do Cai N'Água que o Jota Gomes encontrou esta árvore, que tem boca, cabelo e bigode.
(Fotos Jota Gomes)
7 de jun. de 2014
FUGA DO CAOS
O repórter-fotográfico Jota Gomes surpreende com o material que ele sempre traz de suas viagens. Nesta sequência, flagrada em Guajará-Mirim, uma cena inusitada: Uma cadela (aparentemente prenhe) escala uma escada e sobe em uma casa. Talvez para fugir do caos que está embaixo.
Parabéns Jota Gomes!
Parabéns Jota Gomes!
(Fotos Jota Gomes/Fotos da Amazônia)
25 de mai. de 2014
A SEGUNDA MORTE DE VILA MURTINHO
Vila Murtinho, distrito de Nova Mamoré, fica localizada onde os rios Mamoré e Beni formam o rio Madeira, fundada em 1911 ou 1912. Era um importante entreposto comercial. No local chegava um ramal da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para levar gêneros alimentícios e ferramentas para os seringais bolivianos, especialmente aqueles pertencentes à Casa Suarez, importantes seringalistas da região.
Ao receber as fotos abaixo do repórter-fotográfico Jota Gomes, fui pesquisar, já que não sabia quase nada sobre a localidade. Tive um colega no curso de Turismo, Oswaldo Souza, que se tornou conhecido em Porto Velho nos anos 60, 70 e 80, a quem perguntei onde nasceu e recebi como resposta: "Onde nasci não existe mais". Insisti: "E onde era?". De cabeça baixa Oswaldo respondeu "Vila Murtinho".
Na rápida pesquisa que fiz agora pela manhã, encontrei uma crônica assinada por Simon O. Santos, Membro da Academia Guajaramirense de Letras. Abaixo reproduzo um trecho em que conta uma cheia ocorrida por volta de 1912:
"(...) As chuvas de fevereiro prenunciavam um inverno ainda mais rigoroso, mas ninguém conseguia imaginar que a vida em Vila Murtinho nunca mais seria a mesma depois que aquele inverno acabasse. As primeiras pistas não tardariam a chegar. No dia 12 de fevereiro, os rios começaram a inundar o pequeno povoado, poucos deram importância ao caso, pois era sabido que desde a sua fundação por um grupo de missionários católicos, as cheias nunca chegavam a atingir as residências mais próximas das margens dos rios Mamoré e Madeira. (...)
Os moradores foram sendo desalojados de suas casas e abrigados em barracos improvisados nas áreas mais altas do povoado. O vai e vem de montarias deu lugar ao tráfego de canos nas ruas inundadas. As pessoas pensando que as águas logo baixariam, não perceberam que alguns trechos da ferrovia ficaram submersos, impedindo a passagem dos trens, deixando a Vila Murtinho e Guajará-Mirim completamente isolados de Porto Velho. (...)"
Qualquer semelhança com o que aconteceu este ano não é mera coincidência. Sugiro que leiam a crônica completa. Linque aqui.
Ao receber as fotos abaixo do repórter-fotográfico Jota Gomes, fui pesquisar, já que não sabia quase nada sobre a localidade. Tive um colega no curso de Turismo, Oswaldo Souza, que se tornou conhecido em Porto Velho nos anos 60, 70 e 80, a quem perguntei onde nasceu e recebi como resposta: "Onde nasci não existe mais". Insisti: "E onde era?". De cabeça baixa Oswaldo respondeu "Vila Murtinho".
Na rápida pesquisa que fiz agora pela manhã, encontrei uma crônica assinada por Simon O. Santos, Membro da Academia Guajaramirense de Letras. Abaixo reproduzo um trecho em que conta uma cheia ocorrida por volta de 1912:
"(...) As chuvas de fevereiro prenunciavam um inverno ainda mais rigoroso, mas ninguém conseguia imaginar que a vida em Vila Murtinho nunca mais seria a mesma depois que aquele inverno acabasse. As primeiras pistas não tardariam a chegar. No dia 12 de fevereiro, os rios começaram a inundar o pequeno povoado, poucos deram importância ao caso, pois era sabido que desde a sua fundação por um grupo de missionários católicos, as cheias nunca chegavam a atingir as residências mais próximas das margens dos rios Mamoré e Madeira. (...)
Os moradores foram sendo desalojados de suas casas e abrigados em barracos improvisados nas áreas mais altas do povoado. O vai e vem de montarias deu lugar ao tráfego de canos nas ruas inundadas. As pessoas pensando que as águas logo baixariam, não perceberam que alguns trechos da ferrovia ficaram submersos, impedindo a passagem dos trens, deixando a Vila Murtinho e Guajará-Mirim completamente isolados de Porto Velho. (...)"
Qualquer semelhança com o que aconteceu este ano não é mera coincidência. Sugiro que leiam a crônica completa. Linque aqui.
O que sobrou da Estação da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, desativada em 1972
Igreja consagrada a Santa Terezinha, abandonada quando a maioria da população se mudou para a margem da BR-425, onde foi criada a "Vila Nova", hoje a cidade de Nova Mamoré.
As poucas pessoas que ainda moram no local foram afetados pelas enchentes e pela lama e entulhos
A antiga caixa d'água abastecia os trens e a cidade que existia no entorno da estação
Nem tudo é só tristeza (Fotos Jota Gomes)
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