Por dever de ofício, acompanho de longe - bem de longe - o futebol rondoniense. Vejo o perrengue que os times passam, como por exemplo o time do Guajará-Mirim, que viajou de ônibus mais de mil quilômetros de ônibus, para levar uma peia em Vilhena. Tem ainda os estádios caindo na cabeça dos poucos torcedores que teimam em prestigiar seus clubes.
E por falar em "perrengue" e "Vilhena", esta notícia é mais entristecedora: "VEC sem dinheiro para camisetas? Diretor obriga menino a devolver camiseta do goleiro". Os detalhes sórdidos, aqui.
E ainda querem construir estádios - digo, arenas -, no padrão FIFA. É muito sonho...
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14 de mai. de 2015
2 de abr. de 2015
NEM LÁ NEM CÁ
Assisti a um pedacinho do Globo Esporte, na parte que cabe a Rondônia. O apresentador Divino Caetano falava do Campeonato Rondoniense Futebol e informava que o time Genus, de Porto Velho, não iria mais a Guajará-Mirim, jogar contra o time de lá. Motivo: O estádio João Saldanha não está pronto e continua interditado. Em contrapartida, o Aluizão continua "pôdi".
Pensei: Vai dar W. O. Nem o estádio de lá, nem o de cá, prestam... (Foto JCarlos)
Pensei: Vai dar W. O. Nem o estádio de lá, nem o de cá, prestam... (Foto JCarlos)
16 de out. de 2014
SINA DE CORINTIANO
No almoço com os colegas de treinamento, fizemos uma pausa para assistir aos gols do Atlético sobre o Corinthians, ontem, em Belo Horizonte. Perguntei se alguém tinha visto, nos protestos em Hong-Kong, um chinês vestido com a camisa do Timão, levar uma peia da polícia...
A maioria não tinha visto. Um deles comentou: "Só pode ser corintiano, mesmo. Em São Paulo, fazem baderna; vão para a Bolívia e são presos; agora, até na China, os caras conseguem apanhar da polícia..." Teve gente que engasgou de tanto rir,
A maioria não tinha visto. Um deles comentou: "Só pode ser corintiano, mesmo. Em São Paulo, fazem baderna; vão para a Bolívia e são presos; agora, até na China, os caras conseguem apanhar da polícia..." Teve gente que engasgou de tanto rir,
2 de set. de 2014
26 de mai. de 2014
VALE DESTACAR
Enquanto os estados do Acre e de São Paulo brigam, rejeitando os haitianos que imigraram para o Brasil a convite do ex-presidente Lula (ainda presidente quando abriu as fronteiras aos refugiados), o ex-árbitro, ex-jogador de futebol e administrador do estádio Aluízio Ferreira, Lourival Domingos Lopes, apenas conhecido como "Becão", promoveu uma partida de futebol entre o "Expressinho do Becão" e um time formado pelos imigrantes, visando a confraternização e os entrosamento maior dos jogadores dos dois países.A TV Rondônia fez matéria sobre o jogo e mostrou os haitianos satisfeitos. Enalteço a iniciativa do desportista Becão, que sem ser candidato a nada, faz mai dos que aqueles que ocupam ou querem ocupar um cargo público. (Foto Renato Pereira/G1-GE-RO)
7 de mai. de 2014
MENOS UM TÉCNICO
Maracanã - 04/05/2014
Dei carona para um colega que não conheço. Para puxar assunto, ele perguntou o que eu tinha achado da seleção convocada pelo técnico Felipe Scolari. Disse que estava em reunião e não tinha acompanhado o anúncio. Ele apontou para o rádio do carro, onde o locutor lia a relação dos jogadores. Aumentei o som e fingi que ouvia."Só quatro jogam em times brasileiros", disse ele.
"Desculpe, mas eu não acompanho futebol."
O cara olhou para mim de um jeito, que pensei que pediria para que eu parasse o carro no meio da ponte do vertedouro para ele descer. Nada mais foi dito nem foi perguntado até o destino do meu desconsolado colega. (Foto Mauricio Vasconcelos)
1 de jul. de 2013
29 de jun. de 2013
NOSSA 'ARENA'
Arena (Imagem puramente ilustrativa)
O conceito de "Arena" ficou famoso mundialmente nas grandes competições, onde os antigos estádios eram destinados somente à prática de futebol ou de esportes atléticos. Com a mercantilização dos esportes (no bom sentido, se tiver), tudo passou a ser um grande negócio. O exemplo mais acabado é a Fórmula 1. Tudo é comercializado. Na Copa das Confederações e Copa do Mundo, primeiro o patrocinador, depois o governo local e, se tiverem paciência, a população.O Maracanã, por exemplo, ou "Arena Maracanã" foi licitado e concedido a um consórcio de empresas que vai gerenciá-lo, nas modernas normas de governança e, claro, lucro. "Empresário quer ganhar dinheiro", já me disse alguém. Nos outros 'ex'tádios que receberão a Copa de 2014, não será diferente. Tudo feito na planilha.
Mas o comentário mesmo, é sobre a reabertura provisória do Estádio "Aluízio Ferreira", o Aluizão", em Porto Velho. Interditado há um ano e três meses, e sem condições há muito mais tempo, o Corpo de Bombeiros resolveu suspender, parcialmente, a interdição, liberando o local para o jogo Genus x Nacional do Amazonas, no dia 7 de julho, próximo domingo, pela quarta divisão do Campeonato Brasileiro (série D). A restrição fica apenas para a quantidade de público que será permitida entrar no estádio, que são 700 torcedores. Vai sobrar espaço seguro.
Quem ganha um dedo quer a mão, o Genus já se movimenta novamente. Agora, quer a liberação da "arena" para jogos do Sub-20.
Sem maiores informações, pelo que sei, a única obra realizada ate o momento foi a demolição e reconstrução do muro da avenida Farquhar. Os outros problemas continuam lá, do mesmo jeitim que estavam antes. (Foto Loucurasdecarol.Blogsport)
Atualização: A grama está sendo aparada. Estava tão alta, que suspeitam da presença de uma cobra no local.
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24 de jun. de 2013
DO PASSADO
Quando eu era criança pequena lá em Belzonte, participava do Grupo de Escoteiros "Antônio Mourão Guimarães". Entre os colegas, "os gêmeos", como os chamavam, para facilitar, pois todo mundo confundia um com o outro.
Neste dia, o time dos escoteiros jogava contra o time de uma comunidade vizinha. Um dos gêmeos em campo e o outro na torcida, quando aquele que estava jogando bola preparou-se para tomar a bola do adversário, indo por trás. Alguém da torcida gritou:
- Cuidado com o ladrão!
O irmão do "ofendido" partiu para cima do menino que gritou, já querendo brigar.
- Você dá as provas que meu irmão é ladrão? Você conhece nossa família?
A turma do "deixa disso" impediu que a briga acontecesse e alguém explicou que "ladrão" era uma gíria de futebol, significando o desarme do adversário ou interceptação de passe.
Não sei por que lembrei dessa história de 40 anos.
Neste dia, o time dos escoteiros jogava contra o time de uma comunidade vizinha. Um dos gêmeos em campo e o outro na torcida, quando aquele que estava jogando bola preparou-se para tomar a bola do adversário, indo por trás. Alguém da torcida gritou:
- Cuidado com o ladrão!
O irmão do "ofendido" partiu para cima do menino que gritou, já querendo brigar.
- Você dá as provas que meu irmão é ladrão? Você conhece nossa família?
A turma do "deixa disso" impediu que a briga acontecesse e alguém explicou que "ladrão" era uma gíria de futebol, significando o desarme do adversário ou interceptação de passe.
Não sei por que lembrei dessa história de 40 anos.
23 de abr. de 2012
IMPRÓPRIO
Recebido, hoje, com os primeiros versos do Hino do Corinthians (♫Salve o Corinthians/...♪), o colega Pedro reagiu:
- Local de trabalho não é lugar para se falar em futebol!
A gargalhada foi geral.
(Para quem não acompanha futebol, o time do Corinthians perdeu para a Ponte Preta por 3 a 2, e o Pedro, claro, é corintiano)
- Local de trabalho não é lugar para se falar em futebol!
A gargalhada foi geral.
(Para quem não acompanha futebol, o time do Corinthians perdeu para a Ponte Preta por 3 a 2, e o Pedro, claro, é corintiano)
2 de abr. de 2011
NÃO, OBRIGADO
"PROMOÇÃO – Concorra a cinco ingressos para assistir o clássico Genus e Moto Clube neste domingo (3) no 'Aluisão'"
Deúsolivre e guarde!
Deúsolivre e guarde!
6 de jul. de 2010
CHUTANDO O PAU DA BANDEIRINHA
O internauta Filipe Jeferson enviou link de um artigo dele comentando sobre os desmandos do senhor Ricardo Teixeira na CBF. Aproveita e pede as cabeças dos presidentes das Federações Estaduais de Futebol. As razões são várias.
6 de abr. de 2010
AI, AI
Vejo na imprensa escrita e televisada o drama dos jogadores do Cruzeiro de Porto Velho, abandonados e comendo em marmitex, oferecidos por um empresário. Ainda há pouco uma matéria falava sobre os desrespeitos aos direitos trabalhistas dos atletas e, ainda, que haverá jogo hoje contra o time de Espigão do Oeste.
Lembrei-me do América Mineiro, na década de oitenta. A situação ficou tão grave, que o jogador atingido em uma falta, por exemplo, levava mais de cinco minutos para se levantar do chão. Foram verificar o motivo. Resposta: os atletas aproveitavam e comiam "a" grama, pois estavam sem se alimentar.
Broma, mas com "fulcros" de verdade, como diria o deputado Wilber da Astir, digo Wilber Coimbra.
Lembrei-me do América Mineiro, na década de oitenta. A situação ficou tão grave, que o jogador atingido em uma falta, por exemplo, levava mais de cinco minutos para se levantar do chão. Foram verificar o motivo. Resposta: os atletas aproveitavam e comiam "a" grama, pois estavam sem se alimentar.
Broma, mas com "fulcros" de verdade, como diria o deputado Wilber da Astir, digo Wilber Coimbra.
22 de mar. de 2010
DE PIMENTAS & PERNAS DE PAU
Todos sabem que futebol não é o meu forte. Nos poucos momentos que fiquei no escritório hoje, os comentários eram sobre os jogos do campeonato estadual: O banho de gás de pimenta que os jogadores do Genus receberam da COE e do 'chocolate' que o Cruzeiro de Porto Velho levou do Vilhena.
Sobre o Genus, pelas imagens - sem fazer leitura labial -, entendi que houve excesso por parte dos policiais. Eu também ficaria 'p' da vida tirando serviço em jogo ruim, mas tudo bem. Já o Cruzeiro não foi novidade. O time se posionou no mercado, como dizem os marqueteiros, como o segundo pior do Brasil. O ruim foi ter que ouvir: "E você ainda quer que a empresa patrocine esse time..."
Respondi: "Eu? Desúlivre! Prefiro a demissão sem aviso prévio ou indenização. Vade retro, demonho!"
Sobre o Genus, pelas imagens - sem fazer leitura labial -, entendi que houve excesso por parte dos policiais. Eu também ficaria 'p' da vida tirando serviço em jogo ruim, mas tudo bem. Já o Cruzeiro não foi novidade. O time se posionou no mercado, como dizem os marqueteiros, como o segundo pior do Brasil. O ruim foi ter que ouvir: "E você ainda quer que a empresa patrocine esse time..."
Respondi: "Eu? Desúlivre! Prefiro a demissão sem aviso prévio ou indenização. Vade retro, demonho!"
21 de jan. de 2010
JUSTIÇA COMPLACENTE
Assistíamos a um dos telejornais nacionais enquanto esperavámos a hora de ir ao cinema. Por alto ouvi o comentário sobre a condenação do jogador de futebol Jobson, do Botafogo, que foi pego no exame do dopping. Ele recebeu um 'gancho' de três anos e não foi banido do esporte, como é comum nestes casos de doppings recorrentes.
Me pareceu que a reduçaõ da pena é que a defesa alegou que Jobson usou crack e não cocaína...
Comentário da Mar: "Existe uma 'hierarquia' de drogas? Pode essa, não pode aquela?" Uma boa pergunta.
Me pareceu que a reduçaõ da pena é que a defesa alegou que Jobson usou crack e não cocaína...
Comentário da Mar: "Existe uma 'hierarquia' de drogas? Pode essa, não pode aquela?" Uma boa pergunta.
12 de jan. de 2010
COPA 2010
Que forma mais estranha de "eliminar" adversários! Foi o que pensei ao assistir nos telejornais o atentado que a Seleção de Futebol de Togo sofreu ao chegar em Angola, onde disputaria o Grupo B da Copa Africana.
Morreram o assessor de Imprensa, o auxiliar técnico e o motorista do ônibus.No curso de Turismo, o professor de Sociologia, que agora não me recordo o nome, falava do início desta ciência no Século XVIII, etc., etc. e perguntou para a turma: "Alguém sabe para que foi utilizada a Sociologia?" Levantei a mão e respondi: "Para colonizar os povos africanos. Colocaram etnias secularmente inimigas como habitantes do mesmo país e hoje tem essa guerra que não acaba..." Não sei o que respondi de errado, mas recebi um olhar tristonho do professor, que não contestou.
17 de jul. de 2009
EU É QUEM SOU EXAGERADO
Ouço na Parecis (mais ou menos assim): "Não perca o 'clássico' Genus e Nacional, de Manaus, pela série 'D' do Brasileirão. Antes do jogo, uma apresentação de uma 'super banda de forró!'"
Me incluam fora dessa!
Me incluam fora dessa!
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