Por dever de ofício, acompanho de longe - bem de longe - o futebol rondoniense. Vejo o perrengue que os times passam, como por exemplo o time do Guajará-Mirim, que viajou de ônibus mais de mil quilômetros de ônibus, para levar uma peia em Vilhena. Tem ainda os estádios caindo na cabeça dos poucos torcedores que teimam em prestigiar seus clubes.
E por falar em "perrengue" e "Vilhena", esta notícia é mais entristecedora: "VEC sem dinheiro para camisetas? Diretor obriga menino a devolver camiseta do goleiro". Os detalhes sórdidos, aqui.
E ainda querem construir estádios - digo, arenas -, no padrão FIFA. É muito sonho...
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14 de mai. de 2015
12 de abr. de 2015
CENAS DA CIDADE (E OUTRAS)
Bem-te-vi HD ou analógico?
Rua Esplendor com Sete de Setembro.
Cruzamento sinalizado.
Acabou a paciência. BR-335. ex-RO-399,
entre Vilhena e Colorado (Foto ExtradeRondônia)
Aqui a tolerância é maior
Av. Alexandre Guimarães (Foto Marcela Ximenes)
O sol estava muito forte!
(Foto Marcela Ximenes)
Luzes na Miss Liberty
(Fotos JCarlos)
31 de mar. de 2015
DEU NO JORNAL
PRÊMIO DE MELHOR MANCHETE - "Foragido é assassinado enquanto chupava cana na beira da BR-364".
PRÊMIO ASSUNTO RELEVANTE: "BBB não atrai atenção do telespectador portovelhense" (sic). Na página interna, o redator chegou a essa conclusão depois de ouvir TRÊS pessoas. Ou seja, fez uma pesquisa qualitativa, usando os métodos adotados por alguns institutos de pesquisas eleitorais, aqui, nas terras de Rondon.
RESPECTIVAMENTE - Neste caso, o destaque é para a narrativa da história. Começa assim: "Na madrugada desta sexta-feira, 27, dois rapazes de 18 e 19 anos, respectivamente, trafegavam num Ford Ka pela avenida Melvin Jones, (...)". Como vai se saber quem tinha 18 e qual era aquele cuja idade era 19 anos? Depois os bandidos interceptam os jovens, apontam a arma e pedem os celulares. As vítimas entregam os celulares e o carro, que no texto não diz que era alvo dos bandidos. A última parte conta que a polícia encontrou os ladrões, no mesmo bar onde assaltaram, completamente bêbados, mas não ficamos sabendo se os caras beberam antes ou depois do assalto. Fiquei curioso...
SUCUPIRA - Jornalista é condenado no Rio Grande do Norte, por comparar o prefeito de Mossoró ao prefeito fictício Odorico Paraguassu. O prefeito "ofendido" distribuía caixões de defunto com o timbre da prefeitura para os necessitados. O MP pediu a condenação e a Justiça atendeu. Na minha opinião, quem deveria ter processado a imprensa 'marronzista' seria o espólio do escritor Dias Gomes, por comparar a personagem que ele criou com esse prefeito "casuístista juramentado". (Ilustra SoldeCarajás.Blogspot)
24 de mar. de 2015
DEU NO JORNAL
ESCOLINHA DO PROFESSOR CONFÚCIO - Em entrevista ao jornal Alto Madeira, edição de domingo/segunda, o vice governador Daniel Pereira diz que a participação dele em quase todas as ações de interesse do Governo é em observação às orientações do governador, e não demonstrando, já, futuras pretensões de sucessão. "O futuro a Deus pertence" é uma frase atribuída a ele nesta reportagem. Então, Daniel está mais para a Dona Bela, personagem da Escolinha do Professor Raimundo, "que não pensa... naquilo".
HEIN? - Como assim?
OUTRA - Roubou ou foi roubado?
É MODA? - Em Rolim de Moura falta até papel higiênico nos Postos de Saúde, além de outros materiais de limpeza e de expediente. A explicação é tão "porca" quanto a situação: Não sabem a quantidade do produto que será usado por dia, pois o "fluxo de pessoas varia muito".
23 de mar. de 2015
SEM GEOGRAFIA
Apresentador anuncia sobre cratera que as chuvas abriram na rodovia próximo a Vilhena, "no cone sul do Estado". Em off, a repórter fala do buraco que apareceu no sábado, no km 540, da BR-364, no município de Alto Paraíso. De volta ao estúdio o apresentador não se corrigiu do lapso geográfico.
Esse buraco é aqui perto de Ariquemes, como noticiou o G1-RO no sábado mesmo. Neste local sempre aconteceu esse problema, acrescento eu. Não sei por que ainda assisto esse telejornal....
Esse buraco é aqui perto de Ariquemes, como noticiou o G1-RO no sábado mesmo. Neste local sempre aconteceu esse problema, acrescento eu. Não sei por que ainda assisto esse telejornal....
20 de mar. de 2015
DEU NO JORNAL
RASCUNHO - Gostei na criatividade do título: "Ouro Preto - Por falta de papel higiênico, funcionários da prefeitura usam rascunho".
DECAPITADA - Esta veio do Mato Grosso, mas teve a adesão imediata da Imprensa caripuna:
(Edição JCarlos)
VERBA - Discussão em Vilhena entre presidente da Câmara e prefeito. O assunto oficial é o remanejamento da previsão orçamentária. O prefeito estaria pleiteando autorização dos vereadores para alterar a aplicação dos recursos do Município como bem entender. O presidente da Câmara entende que essa "licença" seria usada para liberar os pagamentos de mídia publicitária a 30 veículos de comunicação. A propósito, Vilhena tem menos de 90 mil (bem informados) habitantes.
PLACA ERRADA - G1-RO ilustrou a chamada da matéria sobre o imbróglio do Detran com as fábricas de placas de veículos, com a foto de placa de sinalização de ruas.
(Reprodução JCarlos)
QUE SETA É ESSA? - Alto Madeira, com quase 100 anos, se renova e lança (sem trocadilhos) um novo recurso de diagramação. Esse negócio de legenda é coisa do passado...
(Foto JCarlos)
INVASÃO EM VILHENA
Primeiras notícias desde Vilhena, dão conta que servidores que participam da paralisação de 72 horas, teriam invadido o auditório do Ministério Público, onde haveria um evento do governo do Estado.
A presença do governador Confúcio Moura, que já estava confirmada, foi cancelada por que o avião que o levaria não pode decolar devido às condições climáticas.
Estou checando os detalhes.
A presença do governador Confúcio Moura, que já estava confirmada, foi cancelada por que o avião que o levaria não pode decolar devido às condições climáticas.
Estou checando os detalhes.
18 de mar. de 2015
DEU NO JORNAL
NOIVA DO COMENDADOR - O repórter-fotográfico Cléris Muniz ficou apertado para responder a uma pergunta da filha dele: Afinal, como é o nome da "noiva do Comendador" [assunto relacionada à novela recém encerrada "Império"]. É que a revista "Conveniente" publicou uma matéria de capa com uma atriz, mas o nome que está na capa é diferente do nome na matéria interna... (Fotos Cléris Muniz)
ANTECIPANDO - Na noite de segunda-feira, em Ji-Paraná, um homem deu um tiro na cabeça. A bala transfixou e o cara não morreu na hora. Foi socorrido, levado para o Hospital Regional e depois trazido para o PS João Paulo II, em Porto Velho.
Não sei no que deu. Na Imprensa caripuna você fica sabendo como começam as coisas mas, dificilmente, sabe como acaba. O saite Vilhena Notícias , apesar do título, deu a notícia conforme contei acima:
ROUBOU "A" MENINA - Ao ler o título, imaginei que o ladrão tinha raptado a menina. Mas o redator queria dizer que o cara roubou o celular da menina. Menos mal,
15 de mar. de 2015
UM QUASE ATENTADO (EM UMA QUASE FICÇÃO)
As forças de segurança de Vilhena viveram, na sexta-feira, um momento de alerta máximo, só comparado com o que acontece nos Estados Unidos desde o dia 11 de setembro de 2001. Uma bolsa esquecida em um canto do Aeródromo "Brigadeiro Camarão" deflagrou o "alerta vermelho". Toda esta precaução é porque estava prevista a chegada de uma autoridade poucos minutos depois que a suposta bomba foi encontrada.
Agentes da Polícia Federal, inspetores da Polícia Rodoviária, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Militar (incluindo a P-2), militares da FAB e do Exército (Tiro-de-Guerra), além do agente-correspondente da ABIN se dirigiram ao local para estudar a situação. A mochila foi localizada no saguão do aeroporto, por onde as autoridades iriam passar.
Tomadas todas as providências para isolar o local, conforme determinam os protocolos de segurança, surgiu um problema: não havia ninguém ali especialista em desarmar bomba, também não havia um robô que faz este serviço. O que fazer, então? Foi feito um contato para o Esquadrão Anti-Bombas, sediado em Porto Velho, se deslocasse para Vilhena.
Mas eis que surge um voluntário, o cabo PM Bastos, membro de uma guarnição da Rádio Patrulha. Com as precauções de praxe, o militar se benzeu e foi ao encontro da Sorte ou da Morte. Até o vento parou de soprar no cerrado. Pé-ante-pé, o cabo se aproximou da mochila, se lembrando mais dos filmes que assistiu na tevê do que o treinamento que recebeu no curso de formação. Prendeu a respiração e abriu o zíper.
O silêncio era audível. Bastos enfiou a mão com cuidado e encontrou um objeto sólido, apalpou e o reconheceu pelo tato. Se virou e deu um sorriso, mostrando uma escova de sapatos. A tensão se dissipou e os objetos da ex-suposta bomba foram espalhados no chão, expondo a intimidade do dono da bagagem: creme hidratante, pasta de dentes, roupas, carimbos da empresa em que o esquecido trabalha, etc. A normalidade então voltou ao aeroporto e todos os envolvidos na ação retornaram às suas respectivas rotinas.
Agentes da Polícia Federal, inspetores da Polícia Rodoviária, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil e Militar (incluindo a P-2), militares da FAB e do Exército (Tiro-de-Guerra), além do agente-correspondente da ABIN se dirigiram ao local para estudar a situação. A mochila foi localizada no saguão do aeroporto, por onde as autoridades iriam passar.
Tomadas todas as providências para isolar o local, conforme determinam os protocolos de segurança, surgiu um problema: não havia ninguém ali especialista em desarmar bomba, também não havia um robô que faz este serviço. O que fazer, então? Foi feito um contato para o Esquadrão Anti-Bombas, sediado em Porto Velho, se deslocasse para Vilhena.
Mas eis que surge um voluntário, o cabo PM Bastos, membro de uma guarnição da Rádio Patrulha. Com as precauções de praxe, o militar se benzeu e foi ao encontro da Sorte ou da Morte. Até o vento parou de soprar no cerrado. Pé-ante-pé, o cabo se aproximou da mochila, se lembrando mais dos filmes que assistiu na tevê do que o treinamento que recebeu no curso de formação. Prendeu a respiração e abriu o zíper.
O silêncio era audível. Bastos enfiou a mão com cuidado e encontrou um objeto sólido, apalpou e o reconheceu pelo tato. Se virou e deu um sorriso, mostrando uma escova de sapatos. A tensão se dissipou e os objetos da ex-suposta bomba foram espalhados no chão, expondo a intimidade do dono da bagagem: creme hidratante, pasta de dentes, roupas, carimbos da empresa em que o esquecido trabalha, etc. A normalidade então voltou ao aeroporto e todos os envolvidos na ação retornaram às suas respectivas rotinas.
A "bomba"...
...sendo desarmada pelo cabo Bastos
E o que era (Fotos Extra de Rondônia)
A imaginação é minha.
14 de mar. de 2015
FAZENDO CAFUNÉ NA ONÇA
Sabe aquelas coisas que você vê e imediatamente pensa: "Vai dar *erda?". Pois esta foi minha reação (em voz alta) ao ler a declaração atribuída ao vice governador Daniel Pereira, em um evento oficial, ontem, em Vilhena.
Segundo o saite "Extra de Rondônia", Daniel teria dito no decorrer de um discurso no evento de entrega do britador móvel, que será utilizado na usina de calcário: "Não é justa uma a decisão tomada por sete pessoas ser mais forte do que de 250 mil que nos escolheram pra comandar Rondônia", numa referência direta à sessão do TRE que cassou os diplomas dele e do governador Confúcio Moura, dia 5 de março.
É o que os antigos diziam, antes do ecologicamente correto, "cutucar onça com vara curta". A prudência ensina que não se deve mexer com quem usa saias: mulher, padre e juiz!
(Fotos Extra de Rondônia e Rogério Perucci/Folha do Sul)
Segundo o saite "Extra de Rondônia", Daniel teria dito no decorrer de um discurso no evento de entrega do britador móvel, que será utilizado na usina de calcário: "Não é justa uma a decisão tomada por sete pessoas ser mais forte do que de 250 mil que nos escolheram pra comandar Rondônia", numa referência direta à sessão do TRE que cassou os diplomas dele e do governador Confúcio Moura, dia 5 de março.
É o que os antigos diziam, antes do ecologicamente correto, "cutucar onça com vara curta". A prudência ensina que não se deve mexer com quem usa saias: mulher, padre e juiz!
9 de mar. de 2015
NÃO DÁ PARA COMENTAR
Acadêmicos da Unir, Campus Vilhena, programaram a realização da "Marcha das Vadias" naquela cidade, no Dia Internacional da Mulher. A iniciativa foi criticada, entre outros, pela "primeira dama", que promoveu um bingo no sábado.
No final das contas, só os organizadores compareceram à Marcha, o que já pode ser considerado "um sucesso", pois aqui em Porto Velho há eventos a que nem os organizadores comparecem...
No final das contas, só os organizadores compareceram à Marcha, o que já pode ser considerado "um sucesso", pois aqui em Porto Velho há eventos a que nem os organizadores comparecem...
"Todas elas (Foto Alan Souza)
A Marcha "parou" Vilhena (Foto Luh Coelho)
7 de mar. de 2015
DEU NO JORNAL
O MAGNO 'ERRADO' - A divulgação de uma notícia importante com presteza é a preocupação de todo jornalista, especialmente aqueles que trabalham nos veículos online. Este foi o caso do "Listão do Janot", cujo conteúdo foi liberado na noite de ontem pelo STF. As pessoas queriam ver quais os senadores ou deputados de seus estados estavam envolvidos no Petrolão. Em Rondônia, num primeiro momento, soubemos que tinha um tal de "João Magno"...
O título foi corrigido depois.
INSIGNIFICÂNCIA - Pimenta Bueno - A vítima deu falta e registrou no B. O. os seguintes bens furtados: um frasco de perfume Floratta (Boticário, média R$ 60); um frasco de perfume Egeo (Boticário, média R$ 85; um frasco de desodorante Rexona (Unilever, varia de R$ 5 a R$ 10, dependendo do tipo); alguns quilos de carne (não sei qual o corte) e 15 pacotes de bolachas recheadas Balducco (média R$ 1,49 cada).
CONCORRÊNCIA - A disputa pela Coordenação Regional de Ensino em Vilhena continua acirrada. Já foi "indicada" a pedagoga Raquel Donadon, depois foi "convidada" a professora Tati Ueda e, finalmente, a "Tia Dora", ex-vereadora também entra no páreo, após entregar currículos e ser convidada por "vários" assessores governamentais.... O atual ocupante da CRE, Edson Nogueira, está com as barbas de molho.
Se eu pudesse dar pitaco na escolha, tenderia para a professora Tati. Ela, como diretora da escola Wilson Camargo, adotou duas medidas que geraram "discussões": "colocar os alunos para cantar o Hino Nacional e impedir o uso de celulares durante as aulas"!!!
O título foi corrigido depois.
INSIGNIFICÂNCIA - Pimenta Bueno - A vítima deu falta e registrou no B. O. os seguintes bens furtados: um frasco de perfume Floratta (Boticário, média R$ 60); um frasco de perfume Egeo (Boticário, média R$ 85; um frasco de desodorante Rexona (Unilever, varia de R$ 5 a R$ 10, dependendo do tipo); alguns quilos de carne (não sei qual o corte) e 15 pacotes de bolachas recheadas Balducco (média R$ 1,49 cada).
CONCORRÊNCIA - A disputa pela Coordenação Regional de Ensino em Vilhena continua acirrada. Já foi "indicada" a pedagoga Raquel Donadon, depois foi "convidada" a professora Tati Ueda e, finalmente, a "Tia Dora", ex-vereadora também entra no páreo, após entregar currículos e ser convidada por "vários" assessores governamentais.... O atual ocupante da CRE, Edson Nogueira, está com as barbas de molho.
Se eu pudesse dar pitaco na escolha, tenderia para a professora Tati. Ela, como diretora da escola Wilson Camargo, adotou duas medidas que geraram "discussões": "colocar os alunos para cantar o Hino Nacional e impedir o uso de celulares durante as aulas"!!!
5 de mar. de 2015
DEU NO JORNAL
PEGA-LHE - Após o prefeito de Porto Velho ter sido testemunha ocular de um acidente provocado por um buraco em via pública (lembre aqui), no interior do Estado, o prefeito de Corumbiara, Deocleciano Ferreira Filho, fica com o carro oficial atolado em uma estrada vicinal do município.
FIASCO - Com tanta coisa para fazer, com tantos acidentes, roubos, furtos e assassinatos acontecendo, o vereador se preocupa em dar nome à uma rua na cidade de Vilhena. Tudo aprovado, família comunicada, a festa pronta, se descobre que a tal rua há tinha sido "batizada" em 2013, em homenagem a outro pioneiro vilhenense e por outro vereador sem inspiração.
A propósito, a secretaria responsável por informar sobre o cadastro das ruas é a Secretaria Municipal de Terras, cuja sigla é Semter (ou sem ter...)
ESTRANHO - Li na madrugada de hoje matéria publicada pelo saite do CIMI - Conselho Indigenista Missionário, sobre denúncia que teria sido feita por índios de Rondônia junto à presidência da Funai. Segundo a informação, de 25 de fevereiro, "Lideranças Suruí afirmam ao presidente da Funai que não querem mais o projeto de carbono em suas terras". Estranhei o fato, já que esse é o carro-chefe do cacique Almir Suruí, que foi condecorado nacional e internacionalmente. Eu entendia que esse projeto do carbono seria a redenção do povo Suruí.
Hoje mesmo, mais tarde, recebi rilise da ONG Kanindé, contestando a matéria, o CIMI e os denunciantes. Eu, como cara-pálida, não vou entrar nessa pu'ã*. Cada um tire suas próprias conclusões.
*Pu'ã - briga, em tupi-guarani
PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA - O que leva o editor de um veículo que se propõe a informar publicar uma nota desta relevância? "Colorado - Homem vai comprar linguiça e acaba dormindo na beira de rua". O 'texto' ainda é ilustrado por cinco fotos.
Ô falta de notícia! Ô raça!
(Foto Extra de Rondônia)
FIASCO - Com tanta coisa para fazer, com tantos acidentes, roubos, furtos e assassinatos acontecendo, o vereador se preocupa em dar nome à uma rua na cidade de Vilhena. Tudo aprovado, família comunicada, a festa pronta, se descobre que a tal rua há tinha sido "batizada" em 2013, em homenagem a outro pioneiro vilhenense e por outro vereador sem inspiração.
A propósito, a secretaria responsável por informar sobre o cadastro das ruas é a Secretaria Municipal de Terras, cuja sigla é Semter (ou sem ter...)
ESTRANHO - Li na madrugada de hoje matéria publicada pelo saite do CIMI - Conselho Indigenista Missionário, sobre denúncia que teria sido feita por índios de Rondônia junto à presidência da Funai. Segundo a informação, de 25 de fevereiro, "Lideranças Suruí afirmam ao presidente da Funai que não querem mais o projeto de carbono em suas terras". Estranhei o fato, já que esse é o carro-chefe do cacique Almir Suruí, que foi condecorado nacional e internacionalmente. Eu entendia que esse projeto do carbono seria a redenção do povo Suruí.
Hoje mesmo, mais tarde, recebi rilise da ONG Kanindé, contestando a matéria, o CIMI e os denunciantes. Eu, como cara-pálida, não vou entrar nessa pu'ã*. Cada um tire suas próprias conclusões.
*Pu'ã - briga, em tupi-guarani
PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA - O que leva o editor de um veículo que se propõe a informar publicar uma nota desta relevância? "Colorado - Homem vai comprar linguiça e acaba dormindo na beira de rua". O 'texto' ainda é ilustrado por cinco fotos.
Ô falta de notícia! Ô raça!
2 de mar. de 2015
DEU NO JORNAL
Cachorrinho valioso #SQN - Diretoria do VEC oferece recompensa para quem der informações sobre o paradeiro do poodlle "Boby", mascote do time de futebol de Vilhena, que também é conhecido como "Lobo do Cerrado". O cachorrinho fugiu da concentração e quem o encontrar ou informar o paradeiro do desaparecido ganha um ingresso para o jogo Ponte Preta (SP) X VEC e uma camisa do tricolor da "Cidade Clima". (Foto Divulgação)
Essa eu gostaria de saber como aconteceu. Vejam os estragos nos dois veículos envolvidos no acidente
Endereço desconhecido - A notícia foi corrigida, mas na primeira versão foi publicada com algumas informações, digamos....., equivocadas. A avenida Amazonas e a rua Jacy-Paraná são paralelas, só podem se cruzar no infinito. Existem, em Porto Velho, a avenida Presidente Dutra e a rua Prudente de Moraes. O "cruzamento" das duas, "Presidente Prudente" (que também são paralelas), só em São Paulo.
Mais um endereço desconhecido - Desta 'feita' cruzaram a BR-319 com a avenida Migrantes e resultou na "Rodovia Migrantes". Muito prazer
Demorei a entender esta foto.
19 de jan. de 2015
CADÊ A CARGA E O DONO?
No sábado, 17, a Polícia Rodoviária Federal apreendeu um caminhão carregado de explosivos, no posto da divisa de Rondônia com o Mato Grosso, em Vilhena. A pouca informação que se tem é que os patrulheiros desconfiaram da carga, já que os lacres das portas foram violados.
São 10 toneladas e meia de explosivos - não especificado o tipo -, que foram entregues ao Exército. E morreu a notícia... De onde vinha?, Para onde ia?, Em que seria empregadas?, Para quem? Essas perguntinhas bobas e básicas, que não respondidas, deixam um pulgão atrás das orelhas.
Como diz o amigo Abdoral Cardoso no perfil dele no Facebook: "As 10,5 toneladas de explosivos apreendidas na barreira fiscal de Vilhena e recolhidas à 17ª Brigada de Infantaria dariam para explodir quantos presídios e caixas eletrônicos em Rondônia?" (Foto Rondonoticias)
São 10 toneladas e meia de explosivos - não especificado o tipo -, que foram entregues ao Exército. E morreu a notícia... De onde vinha?, Para onde ia?, Em que seria empregadas?, Para quem? Essas perguntinhas bobas e básicas, que não respondidas, deixam um pulgão atrás das orelhas.
Como diz o amigo Abdoral Cardoso no perfil dele no Facebook: "As 10,5 toneladas de explosivos apreendidas na barreira fiscal de Vilhena e recolhidas à 17ª Brigada de Infantaria dariam para explodir quantos presídios e caixas eletrônicos em Rondônia?" (Foto Rondonoticias)
13 de jan. de 2015
9 de jan. de 2015
À LA CARTE
O assunto foi lembrado ao longo da semana, mas eu estava envolvido com burocracia e não tive tempo de dar o meu pitaco.
Enquanto se aguarda a segunda temporada do "MasterChef Brasil", uma notícia altamente gastronômica surgiu em Vilhena. Lá, internos do Centro de Ressocialização do Cone Sul se rebelaram, no domingo, 4, contra a comida que é servida aos presos. Colchões e garrafas foram queimados e a reivindicação apresentada: a substituição imediata dos pratos que eram servidos rotineiramente, como estrogonofe, panquecas e carne moída.
A rebelião deu resultado e a direção do presídio - considerado de segurança máxima -, juntamente com a empresa que fornece a alimentação e uma comissão de presos, se reuniu para definir o novo cardápio, que deverá priorizar a oferta de frituras e não mais a alimentação balanceada que estava prevista no edital de licitação para a contratação do fornecimento de alimentos.
Um precedente perigoso quefoi aberto e a situação só vai piorar.
Aliás, aqui em casa por exemplo, o JP apresentou reivindicação para que a Mar substitua a salada por "Nuggets" e/ou "Mini Chikens". Vou para Vilhena!
Enquanto se aguarda a segunda temporada do "MasterChef Brasil", uma notícia altamente gastronômica surgiu em Vilhena. Lá, internos do Centro de Ressocialização do Cone Sul se rebelaram, no domingo, 4, contra a comida que é servida aos presos. Colchões e garrafas foram queimados e a reivindicação apresentada: a substituição imediata dos pratos que eram servidos rotineiramente, como estrogonofe, panquecas e carne moída.
A rebelião deu resultado e a direção do presídio - considerado de segurança máxima -, juntamente com a empresa que fornece a alimentação e uma comissão de presos, se reuniu para definir o novo cardápio, que deverá priorizar a oferta de frituras e não mais a alimentação balanceada que estava prevista no edital de licitação para a contratação do fornecimento de alimentos.
Um precedente perigoso quefoi aberto e a situação só vai piorar.
Aliás, aqui em casa por exemplo, o JP apresentou reivindicação para que a Mar substitua a salada por "Nuggets" e/ou "Mini Chikens". Vou para Vilhena!
15 de dez. de 2014
CASAS DE RONDON
Em andamento, projeto para implantação de locais para atividades de difusão da memória do Marechal Cândido Mariano Rondon. Porto Velho deve ganhar um destes centros de pesquisa e Vilhena outro.
As conversações para tornar o projeto realidade já estão nos finalmente.
As conversações para tornar o projeto realidade já estão nos finalmente.
21 de nov. de 2014
INAUGURAÇÃO PRECOCE
Eu me pergunto e não consigo responder a mim mesmo. Por que as autoridades anunciam ou inauguram o que não está pronto? Alguns exemplos do passado e do presente, aqui perto de nós: O Hospital Regional de Cacoal, que ficou quase 20 anos sem ser concluído e que foi inaugurado sem ter pessoas para fazerem o nosocômio (epa!) funcionar; o restaurante popular da Zona Leste, anunciado, mas não tem equipamentos e nem quem o administre. O aeroporto de Cacoal foi inaugurado assim também, em situação de muita coisa estar por fazer.
Agora (agora mesmo), o Detran inaugurou ontem, 20 de novembro, uma pista de treinamento destinada às auto-escolas de Vilhena, com investimentos de R$ 2 milhões, mas.. mas, só poderá ser utilizada em 2015. Apesar de ter sido formalmente inaugurado (teria a presença do governador Confúcio Moura, que cancelou a agenda por motivos de força maior), as obras não foram concluidas. Não tem sinalização na pista e não conta com serviços de telefonia e internet.
Para que essa pressa, como numa sangria desatada? A eleição já passou e o governo perdeu em Vilhena (Expedito 19.398 votos; Confúcio 17.072 votos).
Agora (agora mesmo), o Detran inaugurou ontem, 20 de novembro, uma pista de treinamento destinada às auto-escolas de Vilhena, com investimentos de R$ 2 milhões, mas.. mas, só poderá ser utilizada em 2015. Apesar de ter sido formalmente inaugurado (teria a presença do governador Confúcio Moura, que cancelou a agenda por motivos de força maior), as obras não foram concluidas. Não tem sinalização na pista e não conta com serviços de telefonia e internet.
Para que essa pressa, como numa sangria desatada? A eleição já passou e o governo perdeu em Vilhena (Expedito 19.398 votos; Confúcio 17.072 votos).
18 de out. de 2014
MUDOU O JORNALISMO OU MUDEI EU?
Há dias quero comentar um texto que saiu no saite ExtradeRondonia, de Vilhena e foi republicado no Rondoniaovivo, ipsis litteris, com o título "Afinal de contas, os 'pardais' estão funcionando (e multando)?".
Quando comecei o curso de Jornalismo, lá pelo final da década de 1970, uma das primeiras coisas que aprendemos foi que um texto jornalístico tem que responder as perguntas: O quê, como, quando, onde e porquê.
Neste texto, o autor pergunta ao leitor e deixa o assunto no ar. Isso não é jornalismo e eu não sei o que é.
Quando comecei o curso de Jornalismo, lá pelo final da década de 1970, uma das primeiras coisas que aprendemos foi que um texto jornalístico tem que responder as perguntas: O quê, como, quando, onde e porquê.
Neste texto, o autor pergunta ao leitor e deixa o assunto no ar. Isso não é jornalismo e eu não sei o que é.
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