Li hoje que uma empresa norte-americana está enviando 90 mil saudações aos habitantes de Marte, isso mesmo, de Marte, em comemoração aos 50 anos da missão da NASA "Mariner 4", que foi a primeira nave a enviar fotos do planeta vermelho.
Em 1980, Elis Regina gravava "Alô Alô Marciano", música composta pela Rita Lee, antecipando este momento "histórico".
Há gente que não tem o que fazer.
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28 de nov. de 2014
8 de mai. de 2014
PESAR
Soube agora, pelo Twitter, da morte do cantor Jair Rodrigues. Acompanhei as músicas dele desde a época da Bossa Nova, quando dividia um programa de TV com a Elis Regina, "O Fino da Bossa", antes disso, só pela rádio. Trafegou pelos diversos matizes da música brasileira, na Jovem Guarda, na Bossa Nova - como citei -, no sertanejo, na música de protesto, no samba, enfim, de tudo um pouco.
Só tive o prazer de o ver pessoalmente em um show promovido pelo SESC em Brasília, em 2005, na companhia das amigas, jornalistas Mara Paraguassu e Edineide Arruda. Mais um grande brasileiro que se vai.
Das músicas que ele cantava, a minha preferida é "Tristeza", bastante simples: "Tristeza, por favor vá embora / Minha alma que chora / Está vendo o meu fim. / Fez do meu coração a sua moradia / Já é demais o meu penar / Quero voltar à aquela vida de alegria / Quero de novo cantar / Lalaiala, laialaialaia, laialailaia, quero de novo cantar." (Haroldo Lobo e Niltinho/1966)
Só tive o prazer de o ver pessoalmente em um show promovido pelo SESC em Brasília, em 2005, na companhia das amigas, jornalistas Mara Paraguassu e Edineide Arruda. Mais um grande brasileiro que se vai.
Das músicas que ele cantava, a minha preferida é "Tristeza", bastante simples: "Tristeza, por favor vá embora / Minha alma que chora / Está vendo o meu fim. / Fez do meu coração a sua moradia / Já é demais o meu penar / Quero voltar à aquela vida de alegria / Quero de novo cantar / Lalaiala, laialaialaia, laialailaia, quero de novo cantar." (Haroldo Lobo e Niltinho/1966)
23 de jul. de 2013
PESAR
Lamento a morte do cantor e compositor Dominguinhos. Ele tinha o seu estilo próprio, além de manter viva a música nordestina de raiz. Sempre que podia assistia "O Milagre de Santa Luzia", na TV Cultura, programa que ele apresentava outras feras da música popular brasileira, nas sua acepção mais pura.
Vai se encontrar com Gonzagão para animarem um forrózão lá em cima.
Puxa o fole! (Ilustra Elifas Andreatto)
Vai se encontrar com Gonzagão para animarem um forrózão lá em cima.
Puxa o fole! (Ilustra Elifas Andreatto)
20 de out. de 2010
ELIFAS, PAULINHO DA VIOLA E EU
Não conheço o artista plástico Elifas Andreatto, nem o cantor e compositor Paulinho da Viola pessoalmente. E sou fã dos dois.
Quando fazia o curso de Turismo, na Faculdade São Lucas, a professora Marivanda, da cadeira de Lingüistica, passou um trabalho para que analisássemos várias letras de músicas. Coube ao nosso grupo analisar "Sinal Fechado", do Paulinho. Fui voto vencido e o grupo entendeu que a letra falava do encontro do autor com um cara chato, que queria se livrar do 'mala', etc. No dia da apresentação do trabalho, li o que os colegas tinham entendido e acrescentei: "Este é o entendimento do grupo. Mas a história não é esta. Paulinho da Viola se separou da esposa, entrou em depressão e fez esta música quando a encontrou em um semáforo". A professora quase deu um 'troço', pois entendia a letra como foi o entendimento do meu grupo.
Domingo, assistindo a um especial sobre o Elifas Andreatto, no Almanaque, ele falou sobre a capa do disco (LP) "Nervos de Aço", em que mostra o Paulinho se acabando em lágrimas, e contou a história da separação. Minha vingança. Zé Carlos 1 a Zero.
Quando fazia o curso de Turismo, na Faculdade São Lucas, a professora Marivanda, da cadeira de Lingüistica, passou um trabalho para que analisássemos várias letras de músicas. Coube ao nosso grupo analisar "Sinal Fechado", do Paulinho. Fui voto vencido e o grupo entendeu que a letra falava do encontro do autor com um cara chato, que queria se livrar do 'mala', etc. No dia da apresentação do trabalho, li o que os colegas tinham entendido e acrescentei: "Este é o entendimento do grupo. Mas a história não é esta. Paulinho da Viola se separou da esposa, entrou em depressão e fez esta música quando a encontrou em um semáforo". A professora quase deu um 'troço', pois entendia a letra como foi o entendimento do meu grupo.
Domingo, assistindo a um especial sobre o Elifas Andreatto, no Almanaque, ele falou sobre a capa do disco (LP) "Nervos de Aço", em que mostra o Paulinho se acabando em lágrimas, e contou a história da separação. Minha vingança. Zé Carlos 1 a Zero.
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