Lendo a coluna "Mundo Cão" assinada por Alexandre Araújo, do Ouro Preto Online, vejo o comentário dele sobre o que pode acontecer no DER de Rondônia. Com o entretítulo "Cabeça sim, corpo não", o autor demonstra a preocupação de que, se o deputado Lebrão for, de fato, convidado pelo governador Confúcio para ser o diretor-geral do DER, vai apenas ocupar esse cargo, não tendo autonomia para escolher os demais diretores e chefes das Residências no interior, já que todos seriam "nomeados" pelo deputado federal eleito Lúcio Mosquini, ex-diretor do Departamento.
DO PASSADO
Nos anos 90 - governo Valdir Raupp (95/99) - , quando fui chefe de gabinete do DER, no curto período em que Miguel de Souza foi diretor-geral indicado pelo então deputado Oscar de Andrade, o ocupante de cada diretoria prestava contas diretamente ao deputado que o tinha indicado ou o mantinha no cargo.
Era difícil, não pense o contrário.
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20 de jan. de 2015
21 de jun. de 2010
SAIA JUSTA
Enquanto postava o comentário anterior lembrei de outra situação parecida. Miguel de Souza ocupava a Direção Geral do DER no Governo Raupp, indicado pelo então deputado federal Oscar Andrade. Houve um desentendimento entre o governador e o parlamentar e Miguel entregou o cargo. Raupp não aceitou, mas Miguel ficou irredutível.
Não se tomando uma atitude semelhante, o ocupante de cargo que já não tem apoio do seu partido fica boiando na água, igual aos troncos que descem o Rio Madeira, digamos assim.
Não se tomando uma atitude semelhante, o ocupante de cargo que já não tem apoio do seu partido fica boiando na água, igual aos troncos que descem o Rio Madeira, digamos assim.
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