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2 de nov. de 2014

HORA DA PARTILHA

Enquanto a presidente Dilma enfrenta aquilo que a Imprensa tupiniquim chama de "Mimimi do
PMDB", que pode ser traduzido por "mais cargos, mais cargos, mais cargos...", em Rondônia começam as especulações de quem vai para onde, na partilha do botim da máquina estatal depois das eleições e antes da posse para o segundo mandato confunciano. Os cobradores já estão batendo à porta de uma das casas de condomínio do bairro da Lagoa. As promissórias ainda não venceram, mas estão sendo apresentadas para quitação antes da hora e sem desconto.

Na coluna de hoje do Carlos Sperança, a especulação sobre o PT ter indicado o deputado Ribamar Araújo para a pasta de Agricultura. Como já comentei anteriormente, Ribamar é filiado ao PT, mas não dá muita trela para os companheiros e age de forma independente, dando satisfações, segundo ele, à própria consciência.

Na mesma nota, o "Bruxo" (Yo no creo en brujos, pero que...) aventa a possibilidade do candidato derrotado ao governo de Rondônia, Padre Ton (101.612 votos), ser indicado para a presidência da Funai. Não sei se esse cargo pode ser considerado prêmio de consolação ou de expiação, no sentido bíblico da palavra, entendam. (Reprodução Época Online)

1 de out. de 2014

SEM COMENTÁRIOS

Há notícias que são difíceis de acreditar e, mais ainda, de comentar. Deu na Época (twitter@RevistaEpoca): "10 mil pombos passam por inspeção anal para evitar atos terroristas na China"

20 de dez. de 2012

ÁCIDO

Passou batido. Na revista Época da semana passada, li apenas a matéria sobre Oscar Niemeyer e mais nada. Ontem, folheando a revista velha, encontrei uma entrevista com o professor Hildebrando, do IPEPATRO, nosso maior especialista em malária, onde o mote é o livro lançado por ele. O papo é sobre política.
Logo na primeira pergunta, o professor dá "uma" no repórter. Quem já passou por isso, sabe como dói, não é Gabriela Cabral?
Abaixo, um Ctrl C + Ctrl V da primeira pergunta. A íntegra da entrevista  está aqui.

ÉPOCA – Por que o senhor, um especialista em malária, resolveu escrever sobre suas opiniões políticas?
Luiz Hildebrando Pereira da Silva – 
Será que um especialista em malária não deve ter opiniões políticas e expressá-las? Não apenas tenho esse direito como devo exercê-lo, como todo cidadão num regime democrático.

15 de mai. de 2011

COINCIDÊNCIA

Encontrei "ligeiras" semelhanças entre as capas da Veja sobre Bin Laden, no início do mês, com essa, da Revista Época, que chegou aqui hoje. As coincidências são no tratamento das fotos e nos assuntos. Né, não? (Foto JCarlos)

30 de mar. de 2010

SEM HOLOFOTES

Quanto à reportagem de capa da revista Época, não poderei comentar, porque não li e nem vou ler. Tenho certeza que o material está muito bom, rendeu 14 páginas bem diagramadas, com tudo que um impresso requer, mas o assunto não me interessa. Na semana do julgamento-show e na que a antecedeu, não vi matéria nenhuma por vontade própria, porque discordo do foco que foi dado ao caso.
Lembrei-me dos tantos casos que cobri sobre violência contra crianças, pais que matam, pais que negligenciam e nada além de alguns dias de manchete, muito raramente a cobertura do julgamento.
A única parte que li da reportagem da Época foi o box 'Uma investigação sem espetáculo'. Ela trata justamente sobre os casos de assassinatos de menores para os quais ninguém "tá nem aí". O personagem é a mãe acusada de ter matado a filhinha de dois meses. A mulher está presa, apesar de nunca ter aparecido nenhuma prova material que comprove o crime. Nunca saiu uma linha ou mesmo uma nota coberta na imprensa de São Paulo, muito menos na nacional. Patrícia é menos importante que Isabella? Diferencia a mãe da bebê ser uma diarista e morar em uma favela de Guarulhos? É possível.

CRIATIVOS

Estava ansiosa para receber a Época desta semana. Desde sábado, quando soube do veredicto sobre o caso Isabella, fiquei imaginando com a semanal iria tratar a capa. O JP se assustou com a minha reação, mas ela representou muito bem a minha opinião: ótima. Criatividade e ousadia são sempre bons parceiros. Fui dar uma olhada na outra, a Veja, e nada demais. Parabéns à equipe de criação da revista Época.

10 de mar. de 2010

"PLUS SIZE"

A Época dessa semana fala do "novo glossário do politicamente correto". Em breve aquele gordo que se destaca na multidão não poderá mais ser apontado como "o gordo ali da frente". Super-ofensa. Vá ensaiando a forma correta desde já: "Aquela pessoa portadora de sobrepeso ali da frente".
Sim, isso é do mesmo autor de afrodescendente, deficiente disso e daquilo... os norte-americanos. Mas logo chegará por aqui, patrulheiro da língua é que não falta. Se vai pegar é outra história.
A Cartilha do politicamente correto de 2006 foi para gaveta.