"Estudo mostra que Pará pode receber até R$ 2,2 bi em compensações ambientais
Investimentos em empreendimentos que têm sido vistos por grupos ambientalistas e movimentos sociais como uma ameaça para a Amazônia podem ser, também, uma oportunidade. O Pará tem potencial para gerar recursos entre R$ 720 milhões a R$ 2,2 bilhões e investir na estruturação de suas unidades de conservação barrando o desmatamento e preservando a biodiversidade. Essa estimativa leva em conta a receita da compensação ambiental pelo impacto de obras em seu território. (...)
Quem disse? Está aqui.
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5 de fev. de 2013
21 de dez. de 2012
GENTE QUE CHEGA, GENTE QUE SAI
O Pedro e eu chegamos praticamente na mesma semana a Porto Velho e fomos lotados na Assessoria Especial, espécie de secretariado paralelo que o governador Angelin montou na época, por questões político-partidárias. Nós todos da AE éramos técnicos.
Pedro Beber, em sua fala, destacou algumas ambiguidades que vivemos em Porto Velho. Entre eles, a elevação do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) que, com isso, fez com que reduzisse os repasses de verbas para o município. Outro, a elevação da renda per capta que permite a todos nós comprarmos bicicletas, motos e carros e atravancarmos o trânsito com a nossa falta de educação. (Foto Cléris Muniz/Agência Imagem News)
22 de mar. de 2010
BEM VINDO AO CLUBE, SENADOR
O senador Acir Gurgacz é o mais novo sócio do Clube Dasuzina. Ele, como os deputados Garçon, Valter Araújo, Tiziu Jidalias, o prefeito Dinho de Candeias, os vereadores Jean Oliveira e Jaime Gazola, entre outros, defendem a "rediscussão da aplicação das compensações sociais e ambientais dasuzina"! Isso com o apoio explícito e irrefletido da Imprensa caripuna que a tudo "calangueia".
Todo mundo foi chamado a dar palpite na época certa, não prestaram atenção ao 'timing'. Os vereadores da legislatura passada deixaram os executivos da, na época, Mesa e da CNO, tomando chá de cadeira, enquanto resolviam a cassação de um colega. Às audiências públicas, na fase pré-leilão, só me recordo do vereador Pelézinho, de Candeias, falando sobre impactos na 'Grande Porto Velho', sem ter registrado qualquer documento junto ao Ibama.
Como dizia e diz o FHC, "assim não dá, assim não pode". E não dá mesmo.
Todo mundo foi chamado a dar palpite na época certa, não prestaram atenção ao 'timing'. Os vereadores da legislatura passada deixaram os executivos da, na época, Mesa e da CNO, tomando chá de cadeira, enquanto resolviam a cassação de um colega. Às audiências públicas, na fase pré-leilão, só me recordo do vereador Pelézinho, de Candeias, falando sobre impactos na 'Grande Porto Velho', sem ter registrado qualquer documento junto ao Ibama.
Como dizia e diz o FHC, "assim não dá, assim não pode". E não dá mesmo.
11 de abr. de 2009
A CULPA É DAS USINAS
Todos os órgãos públicos estão tentando resolver os seus miserês com os recursos das compensações pela construção das usinas do Madeira. Até agora as propostas mais eficientes e que já se tornaram realidade foram do Governo do Estado - veículos e equipamentos para a Polícia Ambiental e vem aí o mesmo para os bombeiros -, da Prefeitura de Porto Velho - construção de posto de saúde, equipamentos para a policlínica do JK, campanha de controle da malária, ampliação de escolas, pavimentação de ruas em Jacy-Paraná, etc -; e do Ibama - construção de um Centro de Tratamento para Animais Silvestres, etc. Isso o que estou lembrando agora.
Mas a Prefeitura e o Governo do Estado já conseguiram também recursos federais e do PAC a serem empregados em obras para atender o aumento populacional.
Nos últimos dias o diretor do HB, o médico Amado Rahal tem chorado pitangas, dizendo que o hospital dele foi invadido pelos trabalhadores das usinas. O diretor sabe que já há dinheiro para ampliação do hospital e sabe também que quem lota o HB são os doentes enviados pelas prefeituras do interior. Na segunda-feira, por exemplo, eu vi um ônibus de uma prefeitura (não sei se de Pimenta ou de Espigão), especialmente adaptado para o turismo de enfermos, que infelizmente não pude fotografar.
Ora, ora!
Mas a Prefeitura e o Governo do Estado já conseguiram também recursos federais e do PAC a serem empregados em obras para atender o aumento populacional.
Nos últimos dias o diretor do HB, o médico Amado Rahal tem chorado pitangas, dizendo que o hospital dele foi invadido pelos trabalhadores das usinas. O diretor sabe que já há dinheiro para ampliação do hospital e sabe também que quem lota o HB são os doentes enviados pelas prefeituras do interior. Na segunda-feira, por exemplo, eu vi um ônibus de uma prefeitura (não sei se de Pimenta ou de Espigão), especialmente adaptado para o turismo de enfermos, que infelizmente não pude fotografar.
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