15 de fev. de 2010
ESCONDIDINHO
14 de fev. de 2010
FUNGUINHOS QUE NÃO SEI O NOME
Só em saber que essas coisinhas são fungos para mim é uma grande informação. Se não me falassem, ficariam como plantinhas silvestres. (Fotos Marcela Ximenes)
MERENDINHA
Estando na "roça" nada mais adequado do que um lanchinho dentro do padrão. Só não esperava encontrar aqui em Cacaulândia a merenda beradeira: pupunha com café. Tinha "bodó" também, mas da forma mais 'top' e com o nome sulista, bolinho de chuva. Deu água na boca?
FOLIA NO MATAGAL
Guiados pelo senhor Giovani Schmitz, fizemos mais de duas horas de trilha na mata que mistura vegetação natural com o cultivo de Teca. As espécies próximas do caminho são identificadas com os nomes mais conhecidos e pelo científico.
A Mar avistou uma macaquinha com o filhote às costas e um morcego, pendurado numa Samaúma. Além disso, o nosso guia nos mostrou rastros de porco do mato, de capivara e de veado. Em um barreiro também sentimos o cheiro ácido da urina do quati. (Fotos Giovani, Mar e JCarlos)Entramos na trilha com o basset "Neguinho".
"Olhos" para todos os lados,
O 'chalme' do chapéu Santos Dumont...
"Urbícola" e sem jeito.
Procurando o macaco.
Na Figueira, pensando que era uma Samaúma.
Na Samaúma, sabendo que era Samaúma.
Abrindo caminho.
Só soubemos depois. O "Neguinho" sentiu cheiro de onça e nos deixou na mão, voltando para casa.
ADEUS, BORBOLETAS
O Eduardo (dir) já faz parte da terceira geração da família Schmitz, que começou a construir o Rancho Grande em 1981. De lá para cá, a propriedade mudou de função: Era fazenda, passou a ser lugar de apoio para pesquisadores - especialmente entomologistas e ornitologistas. Hoje a atividade principal é a pousada, para quem, igual a nós, só quer sossego.
- Antigamente vinha muita gente aqui pesquisar borboletas, conta Eduardo.
- E por que não vêem mais?
- É que eles queriam levar espécies e o Ibama não permite...
- Se servir de consolo, os índios estão fazendo cocares com penas de galinha de granja, pintadas, senão o Ibama pega eles... (Foto Mar)
- Antigamente vinha muita gente aqui pesquisar borboletas, conta Eduardo.
- E por que não vêem mais?
- É que eles queriam levar espécies e o Ibama não permite...
- Se servir de consolo, os índios estão fazendo cocares com penas de galinha de granja, pintadas, senão o Ibama pega eles... (Foto Mar)
NOSSOS VIZINHOS
A passarada já iniciou a alvorada. O JP, que não conseguiu repetir o feito da pescaria ontem à tarde - só pescou lambarizinhos, que devolveu à água - está aqui agitado.
Esses são nossos vizinhos: (Fotos JCarlos e Mar)
Esses são nossos vizinhos: (Fotos JCarlos e Mar)
Ninho recém abandonado.
A garça se assustou com nossas presenças.
Socó-boi. Muito prazer.
Esses aqui, camuflados nas folhas, comem e fazem barulho...
A senhora Caranguejeira mora no telhado da varanda do chalé que ocupamos. Desúlivre!
13 de fev. de 2010
NA 'COLINHA'
O Fábio me mandou fotinha das nenenzis no primeiro dia de aula. Nena (esq) e Duda são as alunas mais aplicadas da 'colinha' e eu a tia mais apaixonada, claro. (Foto Amanda Michalski)
FOLIA NA FLORESTA
Nosso carnaval está sendo uma "dilícia", como dizia o apresentador do antigo programa "Lendas do Rock", Léo Ladeia. Viemos para a Pousada Ecológica Rancho Grande, em Cacaulândia. Barulho aqui só das araras, papagaios e periquitos.
O JP ganhou o dia pescando um tambaqui de quase dois quilos (não aguento mais a conversa do pescador). A Mar e eu, só sombra (as vezes sol), uma cervejinha e sossego. (Fotos JCarlos, Mar e JP)
12 de fev. de 2010
EFEITO ARRUDA
A Justiça táquitá.
A Pipira bate o bico no vidro da minha janela e diz que a polícia está trabalhando em outros assuntos que não sejam o carnaval. Já tem gente com pulseiras de aço...
A Pipira bate o bico no vidro da minha janela e diz que a polícia está trabalhando em outros assuntos que não sejam o carnaval. Já tem gente com pulseiras de aço...
SOGRA
Ouvi quando passava pela copa:
- Dizem que eu maltrato a minha sogra, mentira. É sou o único aqui que mandou a sogra passar o carnaval na Bahia...
- Puxa!
- Arranjei uma boquinha de carneiro para ela. A velha vai segurar a corda do Chiclete com Banana.
- Dizem que eu maltrato a minha sogra, mentira. É sou o único aqui que mandou a sogra passar o carnaval na Bahia...
- Puxa!
- Arranjei uma boquinha de carneiro para ela. A velha vai segurar a corda do Chiclete com Banana.
BOAS NOVAS
Depois da prisão do quase ex-governador José Arruda, outra boa notícia: O MP estadual vai investigar irregularidades na coleta do lixo em Porto Velho. Já tardava.
Vai feder, nos sentidos literal e figurado.
Vai feder, nos sentidos literal e figurado.
SOLUÇÃO
Enquanto não sai a "ponte da balsa", o Yodon me sugere o carro-anfíbio, para que eu não espere na fila. Ficou a dúvida: para dirigir o carro uso a CNH ou a caderneta de Arrais?
NÃO TEM PREÇO
"Reclame do Mastercard - Panetone Bauduco recheado de frutas cristalizadas e chocolate: R$ 14,65. Par de meias Lupo Social elástica, algodão e poliamida com espaço para encher de grana: R$ 6,80. Voto individual de deputado distrital: R$ 4 milhoes. Tentativa de suborno de jornalista para entregar de vídeos: R$ 3 milhões. Governador José Roberto Arruda preso pela PF, ah! isso não tem preço!!! O resto você já sabe..." Léo Ladeia, na coluna Política & Murupi de hoje.
"NADA A DECLARAR"
A Imprensa tupiniquim noticia a morte do ex-ministro da Justiça Armando Falcão, que ficou célebre pela frase "Nada a declarar", que sempre dizia aos jornalistas.
Uma outra lembrança destacada foi a famosa "Lei Falcão", que proibiu o acesso de candidatos à rádio e à tv nas campanhas eleitorais de 1976 a 85. Eu, particularmente, não via nada de mais nisso, além do tédio que era olhar fotos 3x4 e ouvir uma enfadonha leitura de currículos sem conteúdo.
(Havia escrito "sem comentários", fui traído pela memória, que o "alemão" está atacando)
Uma outra lembrança destacada foi a famosa "Lei Falcão", que proibiu o acesso de candidatos à rádio e à tv nas campanhas eleitorais de 1976 a 85. Eu, particularmente, não via nada de mais nisso, além do tédio que era olhar fotos 3x4 e ouvir uma enfadonha leitura de currículos sem conteúdo.
(Havia escrito "sem comentários", fui traído pela memória, que o "alemão" está atacando)
AI, FUNAI
A Pipira me contou que os índios não estão nem aí para as mudanças que estão sendo implantadas na Funai, como o fechamento do escritório em Porto Velho. O mesmo não pode ser dito dos funcionários da autarquia, estes sim, estão revoltados e pintados para a guerra, que deve ocorrer depois do carnaval, claro.
11 de fev. de 2010
NO SÁBADO, O DESCANSO
A assessoria da senadora Fátima Cleide (garanto que não foi a Mara) enviou à Imprensa caripuna a agenda da parlamentar para o carnaval: Hoje, 11, Galo da Meia-Noite; amanhã, 12, nos blocos Alho, Taperebá, Canto da Coruja e Us dy Phora.
Logo em seguida o rilise informa o seguinte: "No domingo, estima-se que a tradicional banda Vai quem Quer levará para a Avenida Carlos Gomes mais de 80 mil pessoas. A banda completa 30 anos de folia na capital. A senadora Fátima conta que participa da festa desde quando era adolescente. "Há três décadas a banda Vai quem Quer contagia o porto-velhense. É uma festa que continua a encantar as pessoas. Desde adolescente brinco no bloco Vai quem Quer e sempre aproveito para rever os amigos", disse. Mais cedo, a senadora prestigiará o carnaval da igreja Católica Carismática".
O Manelão não deve se manifestar sobre o assunto.
Logo em seguida o rilise informa o seguinte: "No domingo, estima-se que a tradicional banda Vai quem Quer levará para a Avenida Carlos Gomes mais de 80 mil pessoas. A banda completa 30 anos de folia na capital. A senadora Fátima conta que participa da festa desde quando era adolescente. "Há três décadas a banda Vai quem Quer contagia o porto-velhense. É uma festa que continua a encantar as pessoas. Desde adolescente brinco no bloco Vai quem Quer e sempre aproveito para rever os amigos", disse. Mais cedo, a senadora prestigiará o carnaval da igreja Católica Carismática".
O Manelão não deve se manifestar sobre o assunto.
PONTO FACULTATIVO
Nos avisos sobre expediente nas repartições púbicas no carnaval, sempre é dito que na segunda-feira é ponto facultativo. Ora, se é facultativo, teoricamente, quem quiser ir trabalhar pode fazê-lo. O que eu nunca vi é alguém que queira trabalhar num dia considerado "ponto facultativo" conseguir fazê-lo.
É mais um paradoxo brasileiro.
É mais um paradoxo brasileiro.
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