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23 de abr. de 2015

DO PASSADO

(Foto Decom/Reprodução Alto Madeira)

Aproveito esta foto publicada pelo Alto Madeira (edição 19 e 20 de abril), que foi feita em 1989, quando a Escola Estadual "Maria de Nazaré dos Santos" foi inaugurada em Jacy-Paraná. Nesta época eu assessorava a Seduc. Não apareço na foto, mas estava lá.

Este evento ficou na minha mente por que eu não entendia, na época, a homenagem a uma pessoa que ainda estava viva, no caso a dona Nazaré da Cabeça Branca. Soube, então, a importância dela na história do PMDB, desde a fundação do MDB em Rondônia e como gostam de falar hoje, "na resistência ao regime militar", já que o Território de Rondônia era governado por coronéis do Exercito (Amapá era da Marinha e Roraima, da Aeronáutica).

Na foto, em primeiro plano, o secretário de Obras, Carlos Roberto Duarte, dona Nazaré Cabeça Branca (lá atrás, mais perto do góvi, José, ou João,  Albuquerque, secretário de Educação) e o governador Jerônimo Santana

22 de mar. de 2015

PREMEDITANDO 2016

Marcada para esta terça-feira, 24, a solenidade em comemoração aos 49 anos do PMDB. Em Porto Velho o evento será realizado na sede do partido, na rua Elias Gorayeb, no bairro da Liberdade, a partir das 19 horas.

O Partido do Movimento Democrático Brasileiro - PMDB, nasceu como MDB em 1966, quando o então presidente Castelo Branco extinguiu os partidos através do AI-2. O MDB fazia "oposição" ao regime militar que tinha como base parlamentar a Aliança Renovadora Nacional - Arena. O "P" de partido só foi incorporado à antiga sigla em 1980, em consequência de outra extinção, a do bipartidarismo, para dar uma "cara" de democracia ao Brasil, governado por generais.

Na reorganização política de então, o PMDB teve um crescimento muito grande graças às lideranças que se incorporaram à proposta do restabelecimento da democracia, das prerrogativas do Congresso e das eleições diretas para todos os cargos, inclusive presidente da República.

A eleição de Tancredo Neves, como último presidente escolhido pelo Colégio Eleitoral, e a morte dele antes de assumir a Presidência, começou a mudar os objetivos do Partido, que mesmo com a presença, ainda de Ulysses Guimarães, entre outras figuras que comungavam dos antigos ideais, passou a disputar com o PFL o título de partido do casuísmo. E está assim até hoje.

Ah! Já ia me esquecendo de justificar o título deste pôste: Na reunião festiva de terça-feira, um dos assuntos da pauta será o início da mobilização para as eleições municipais de 2016. (Ilustra Jorge Braga/JAgostinho.Com)