E não é que o assunto lixo rendeu hoje? A primeira postagem que fiz hoje, às 5h40, tratou do assunto, que se desenrola em uma novela, já que não há outro comparativo que possa reunir em um só local, tantas idas, vindas e ficar tudo como está. Há drama, comédia, traição, emoções, incidentes, transformações, impactos, tudo que pode prender a atenção do espectador.
No decorrer do dia chegou um convite relacionado ao assunto "coleta de lixo". A Câmara Municipal, por iniciativa do vereador Leonardo Moraes, está convocando uma Audiência Pública para debater a coleta de lixo no município de Porto Velho pela empresa Lara, que o secretário da Semusb já disse que foi dispensada...
Ou seja. audiência pública para discutir o miolo do pote.
Mostrando postagens com marcador Semusp. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Semusp. Mostrar todas as postagens
21 de out. de 2014
TRASH - A ESPERANÇA VEM DO LIXO. OU NÃO
Já está em exibição em várias cidades do país (Ainda não chegou a Porto Velho) o filme britânico-brasileiro "Trash - A Esperança vem do lixo". Leia a sinopse aqui. Ao ler sobre o filme, não pude evitar de pensar sobre a nossa realidade nas terras de Rondon e Farquhar.
A Imprensa sempre denunciou, através de insinuações, que havia uma relação promíscua entre dirigentes municipais e concessionários de empresas de coleta de lixo. Isso coisa de muitos e muitos anos.
A questão do aterro sanitário é outra novela que se arrasta. O último capítulo era para ser exibido neste ano da Graça de Deus, de 2014, mas os deputados federais querem enredo para mais 4 anos, na próxima Copa do Mundo (não sei de onde tirei essa relação entre futebol e lixo! Vai saber).
O senhor Mauro Nazif, nas campanhas em que disputou a Prefeitura de Porto Velho, teve no trinômio "cartéis do lixo, transporte coletivo e alagação" seu principal discurso. Empossado como alcaide, viu que o buraco é mais embaixo. Literalmente. Contratos têm cláusulas que engessam - engessam, não, petrificam - de tal forma, que não hã cinzel que as destruam.
O que vemos hoje: A prefeitura diz que rompeu contrato com a Marquise. A Marquise diz que quem rompeu o contato foi ela. A Justiça determina que a coleta de lixo seja feita até o dia 31 de outubro de 2014. A Prefeitura pede dispensa de licitação e anuncia a contratação de um consórcio. O processo de contratação, de imediato, é questionado pela lisura, transparência e etc. Pautado pela Imprensa online, o vereador Everaldo Fogaça, que é oriundo deste segmento, conseguiu aprovar decreto legislativo anulando o ato da Prefeitura. Há pouco fico sabendo que o próprio secretário da Semusb, Ricardo Fávaro, diz ter auto-extinto tudo desde o dia 13/10.
Li, no G1-RO, que a Marquise vai continuar coletando o lixo domiciliar por mais alguns meses, enquanto a Prefeitura tenta consertar as trapalhadas que se sucedem desde o início desta administração.
Ô povinho enrolado, sô. E isso é que não falei especificamente do aterro sanitário. Tem mais trapalhada. (Ilustração: Resol)
A Imprensa sempre denunciou, através de insinuações, que havia uma relação promíscua entre dirigentes municipais e concessionários de empresas de coleta de lixo. Isso coisa de muitos e muitos anos.
A questão do aterro sanitário é outra novela que se arrasta. O último capítulo era para ser exibido neste ano da Graça de Deus, de 2014, mas os deputados federais querem enredo para mais 4 anos, na próxima Copa do Mundo (não sei de onde tirei essa relação entre futebol e lixo! Vai saber).
O senhor Mauro Nazif, nas campanhas em que disputou a Prefeitura de Porto Velho, teve no trinômio "cartéis do lixo, transporte coletivo e alagação" seu principal discurso. Empossado como alcaide, viu que o buraco é mais embaixo. Literalmente. Contratos têm cláusulas que engessam - engessam, não, petrificam - de tal forma, que não hã cinzel que as destruam.
O que vemos hoje: A prefeitura diz que rompeu contrato com a Marquise. A Marquise diz que quem rompeu o contato foi ela. A Justiça determina que a coleta de lixo seja feita até o dia 31 de outubro de 2014. A Prefeitura pede dispensa de licitação e anuncia a contratação de um consórcio. O processo de contratação, de imediato, é questionado pela lisura, transparência e etc. Pautado pela Imprensa online, o vereador Everaldo Fogaça, que é oriundo deste segmento, conseguiu aprovar decreto legislativo anulando o ato da Prefeitura. Há pouco fico sabendo que o próprio secretário da Semusb, Ricardo Fávaro, diz ter auto-extinto tudo desde o dia 13/10.
Li, no G1-RO, que a Marquise vai continuar coletando o lixo domiciliar por mais alguns meses, enquanto a Prefeitura tenta consertar as trapalhadas que se sucedem desde o início desta administração.
Ô povinho enrolado, sô. E isso é que não falei especificamente do aterro sanitário. Tem mais trapalhada. (Ilustração: Resol)
Assinar:
Postagens (Atom)
