Neste final de semana me dediquei a acompanhar a sucessão presidencial e, também, ao governo de Rondônia, especialmente pelos portais de notícia, tuíter e um pouco de TV.
À noite tive um pressentimento do crescimento da campanha do Aécio, especialmente após o anúncio do apoio da Marina. No tuíter apareceu a hashtag #souaeciodesdecriancinha, na TV os comentaristas tentavam entender se aquela declaração de voto ia influenciar na eleição, etc.
No Estado, a coordenação da campanha do Expedito Júnior trocou, na hora certa, os programas com acusações ao adversário, pela gravação de Aécio pedindo votos para o tucano caripuna. Xeque!
No início da noite, o Gente de Opinião, via tuíter (@OpiniaoTV), informava que Confúcio Moura não vai participar do debate da TV Candelária/Record, que estava programado para sexta-feira, 17. Xeque!
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13 de out. de 2014
4 de jun. de 2014
CUMPRINDO A PROFECIA
Há poucos dias o ex-presidente Lula, em entrevista a blogueios, disse que era "babaquice" chegar de metrô dentro do estádio durante a Copa do Mundo.
Pois é os metroviários entram em greve às zero hora desta quinta-feira - daqui a pouco. No tuíter, é o pau que rola (a greve e não a declaração):
Pois é os metroviários entram em greve às zero hora desta quinta-feira - daqui a pouco. No tuíter, é o pau que rola (a greve e não a declaração):
(Reprodução JCarlos/Twitter)
11 de jul. de 2013
FÉRIAS PÓS-GREVE
Compartilho aqui a revolta da Mar, sobre o "pós-greve" da Educação, que reproduzo a partir de pôstes no Tuíter:
"Após quase 50 dias, greve é encerrada em RO. Alunos vão para a escola, mas são mandados de volta para casa, estão em férias."
"Como assim férias, se não havia aulas? Estavam em greve por melhores condições na #educacao em Rondônia. Mas como é isso, professor?"
"É um absurdo isto. Como alcançar qualidade na #educacao pública deste jeito, sem nenhum comprometimento? E segue a escola na mediocridade."
Acrescento: Como já narrei aqui, o JP só tinha "aulas" de Português e Educação Física durante a greve. No dia em que a paralisação foi encerrada (encerramento foi à tarde), a professora de Geografia apareceu , reuniu os meninos que estavam na escola e aplicou uma avaliação "com consulta". Todo mundo "passou" e foi dispensado para gozar as férias merecidas.
É a empurroterapia ou indústria dos analfabetos funcionais e mentais. (Ilustra via antoniozai.wordpress.com)
"Após quase 50 dias, greve é encerrada em RO. Alunos vão para a escola, mas são mandados de volta para casa, estão em férias."
"Como assim férias, se não havia aulas? Estavam em greve por melhores condições na #educacao em Rondônia. Mas como é isso, professor?"
"É um absurdo isto. Como alcançar qualidade na #educacao pública deste jeito, sem nenhum comprometimento? E segue a escola na mediocridade."
Acrescento: Como já narrei aqui, o JP só tinha "aulas" de Português e Educação Física durante a greve. No dia em que a paralisação foi encerrada (encerramento foi à tarde), a professora de Geografia apareceu , reuniu os meninos que estavam na escola e aplicou uma avaliação "com consulta". Todo mundo "passou" e foi dispensado para gozar as férias merecidas.
É a empurroterapia ou indústria dos analfabetos funcionais e mentais. (Ilustra via antoniozai.wordpress.com)
12 de jan. de 2013
SAÚDE E CARNAVAL
Li hoje duas notícias que fizeram com que eu ligasse o computador (dá preguiça escrever no táblete, só uso para o tuíter). A primeira, via Gente de Opinião, de que uma promotora de Teresina (PI) proibiu a destinação de verbas públicas para o carnaval. O texto, retirado da coluna do jornalista Cláudio Humberto, dá razão à promotora.
A outra notícia, é um assunto que venho acompanhando nos últimos dias. Um hospital público municipal de São Luiz (MA), em que o diretor pediu doações pelo feicebuque, pois não havia alimentos para os doentes.
Em ambas, o retrato do que é prioridade para os administradores, tanto para os que saíram quanto para os que foram eleitos.
Me lembro de uma época - final dos anos 1970, início dos 80 -, em Belo Horizonte, quando houve uma chuvarada, rios cheios e muitas mortes na cidade, a partir do final de dezembro. O prefeito deu entrevista dizendo que usaria o dinheiro que estava destinado ao carnaval para o socorro às vítimas e quase foi deposto.
"É o lema", como disse uma vez (só) o JP: Deixa morrer, mas vamos comemorar.
A outra notícia, é um assunto que venho acompanhando nos últimos dias. Um hospital público municipal de São Luiz (MA), em que o diretor pediu doações pelo feicebuque, pois não havia alimentos para os doentes.
Em ambas, o retrato do que é prioridade para os administradores, tanto para os que saíram quanto para os que foram eleitos.
Me lembro de uma época - final dos anos 1970, início dos 80 -, em Belo Horizonte, quando houve uma chuvarada, rios cheios e muitas mortes na cidade, a partir do final de dezembro. O prefeito deu entrevista dizendo que usaria o dinheiro que estava destinado ao carnaval para o socorro às vítimas e quase foi deposto.
"É o lema", como disse uma vez (só) o JP: Deixa morrer, mas vamos comemorar.
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