Na próxima sexta-feira, 7, será lançado o livro "Rio de Histórias", de autoria da professora Yêdda Borzacov e dos médicos Samuel Castiel e Viriato Moura. O evento, em homenagem ao centenário de Porto Velho, será realizado pela Academia de Letras de Rondônia e Câmara Municipal, que sediará o lançamento, bem como a exposição fotográfica do museólogo Antônio Ocampo, denominada "Poentes Nativos". No final de setembro, o mesmo trio de escritores inspiradíssimos lançou outra obra coletiva, o "Trem Vivo".
A Câmara de Vereadores fica na Rua Belém, 139, bairro Embratel, no Plenário Bohemundo Álvares Affonso, às 19h30.
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2 de nov. de 2014
6 de mai. de 2014
ALAGAÇÃO
Ganhei hoje o recém-lançado livro "Enchente do rio Madeira", do professor José Dettoni, com quem tive a honra de estudar. O tema do livro, obviamente, é a cheia do rio Madeira e de outros rios, que há mais de sessenta dias alagam cidades, ruas, estradas, distritos e localidades.
Isso tudo é descrito em versos, como num repente, mas com uma profundidade filosófica. Não acho que foi oportunismo, mas a inspiração do que passa ao redor, de forma elegante e clara.
É uma boa leitura.
Isso tudo é descrito em versos, como num repente, mas com uma profundidade filosófica. Não acho que foi oportunismo, mas a inspiração do que passa ao redor, de forma elegante e clara.
É uma boa leitura.
3 de jul. de 2013
DOMINGUEIRAS
O lançamento do livro "Crônicas domingueira para se ler aos sábados" foi na noite de segunda-feira, mas ontem não tive tempo, nem cabeça, para postar quase nada. Meu foco era na Mar. Mostro aqui algumas fotos da festa (quase uma coluna social), ou como disse o Sérgio Mello no Facebook: "(...) Pensando bem, a Livraria Exclusiva reuniu a maior densidade de inteligência por metro quadrado de Porto Velho, no lançamento do livro do Beni Domingues (..)". Quando ele disse isso, eu estava lá fora.
As boas vindas
Entrevista para a jornalista Lílian Campana
Sérgio Basano e esposa. Nas pontas, cinegrafista Tiago Santos e a repórter
Sângela Oliveira (TV Candelária/Record)
O turismólogo e inquieto Darius Vasques
Com o Filipe Jeferson, um dos cinco leitores do Banzeiros (contando com a Mar e comigo)
Grande Ciro Pinheiro
Everton Leoni
Ciro, Sérgio Mello e Filipe Jeferson
Valdemar Camata Jr., com a asa imobilizada e esposa Cláudia
Marcela Ximenes incentivou o Domingues a escrever as crônicas reunidas no Domingueiras
Marcela Ximenes faz pose
Entrevista para Andréia Fortini, da TV Rondônia
"Carlinha" com "Serginho"
Casal altamente internacional, Normando Lira e a Edna Samáira
Contei umas histórias para o Charles, da Rede TV e Shop Tour
Jornalista Maurício Vasconcelos
Jornalista Larissa Tezzari conta a gênese do "Crônicas"
Wilson Dias, da Imprensa Oficial, Beni Andrade e Sérgio Pires
Bolotha, autor da foto da contra-capa do livro (Fotos JCarlos)
Domingues Junior, Edna Okabayashi, Felipe Araújo, Larissa Tezzri, Marcela Ximenes e Emilli Souza
Da esquerda para a direita, conforme as convenções: jornalistas Felipe Araújo, Larissa Tezzari,
Marcela Ximenes e Emilli Sousa (Fotos Marcos Freire/DECOM)
16 de jun. de 2013
BOM DE PROSA
Encontro de águas mais charmoso de Rondônia - Rio Pakaás Novos com o Mamoré (Foto Divulgação)
Vai por mim.
6 de jun. de 2013
UMA RESENHA QUE VIROU CRÔNICA
Conheço Paulo Saldanha desde quando ele era presidente do Beron, na década de 1980, no segundo mandato. Fui cobrir as férias da Mara Paraguassu e, depois, da Jeanne Machado. Fomos apresentados e depois conversamos muito pouco. Sabia da história dele, da missão assumida junto ao governador Jorge Teixeira em criar o Banco do Estado de Rondônia e implantar, logo depois, as novas agências.
Fui reencontrá-lo já empresário do ramo hoteleiro. Sempre que podemos conversamos pessoalmente ou por troca de e-mails. É um papo sempre agradável e a minha admiração pelo dr. Paulo Saldanha continua em alta. É só ver aqui. Agora, me meti a fazer uma resenha do livro "Esperança - 50 anos depois", mas misturei tudo.
Capa de Esperança; Paulo Saldanha e eu, no café da manhã do Pakaás (Fotos JCarlos e Marcela Ximenes/2010)
“Esperança – 50 anos depois” – Uma resenha ou viagem no tempo?
Aproveitei uma viagem, em que ficamos 13 horas em voos ou conexões, para começar e concluir a leitura, que foi feita devagar, saboreando cada passagem. Confesso que alternei estágios de descobertas com outros de lembranças próprias (nem todas vividas). As tramas fictícias se emaranham com fatos históricos, que eu já havia lido em livros de história ou biografias de personalidades da região.
Em algumas passagens, eu sentia estar sentado no final da passarela da trilha, construída sobre palafitas, no Pakaás, na margem do rio Mamoré. Se ouvia os gritos das araras e periquitos e tirava os olhos das páginas do livro, caía na minha realidade. Estava em uma sala de embarque ou em um silencioso avião, voando na madrugada.
Entre experiências sensoriais que Paulo Saldanha transmite em palavras, o livro conta a história de toda uma região, com a miscigenação cultural, os perigos, o trabalho incessante dos seringueiros, o isolamento, as pressões que os homens e mulheres sofriam em uma região inóspita e distante.
A história que permeia todo o drama inicia com o casamento de descendente de imigrante alemão e uma descendente de imigrante italiano com uma nordestina. Depois de muitas aventuras chegam à Amazônia, nas margens do rio Madeira.
Paralelo à vida da família Kaufmann, o leitor viaja pelos fatos que aconteceram na região e no mundo no período de cerca de 200 anos. Você acompanha a exploração da floresta amazônica, com a prospecção dos rios; o primeiro ciclo da borracha; o contrabando de sementes de seringueiras para a Malásia; a Guerra do Acre; o Tratado de Petrópolis; o ‘crack’ (em outro sentido, mas tão devastador quanto o atual) da Bolsa de Nova Iorque; a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, a Revolução Industrial.
Alguns fatos incidentais no livro nos são bastante conhecidos, como a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré; as escaramuças dos seringueiros com os índios; as articulações pela criação do Território Federal do Guaporé; fatos históricos e folclóricos de Guajará-Mirim; o coronel Aluízio Ferreira, Dom Rey e até o Capitão Alípio.
Fui reencontrá-lo já empresário do ramo hoteleiro. Sempre que podemos conversamos pessoalmente ou por troca de e-mails. É um papo sempre agradável e a minha admiração pelo dr. Paulo Saldanha continua em alta. É só ver aqui. Agora, me meti a fazer uma resenha do livro "Esperança - 50 anos depois", mas misturei tudo.
Capa de Esperança; Paulo Saldanha e eu, no café da manhã do Pakaás (Fotos JCarlos e Marcela Ximenes/2010)
“Esperança – 50 anos depois” – Uma resenha ou viagem no tempo?
No início deste ano – durante a estadia no Pakaás Palafitas Lodge –
ganhei do autor, Paulo Saldanha, nosso anfitrião, o livro “Esperança – 50 anos
depois”. Li as ‘orelhas’, a apresentação, o prefácio e guardei o livro para uma
oportunidade em que pudesse ler toda a obra de uma vez, pois nestes tempos de
internet, ficamos meio que escravos de computadores, tabletes e tentações
semelhantes.
Aproveitei uma viagem, em que ficamos 13 horas em voos ou conexões, para começar e concluir a leitura, que foi feita devagar, saboreando cada passagem. Confesso que alternei estágios de descobertas com outros de lembranças próprias (nem todas vividas). As tramas fictícias se emaranham com fatos históricos, que eu já havia lido em livros de história ou biografias de personalidades da região.
Em algumas passagens, eu sentia estar sentado no final da passarela da trilha, construída sobre palafitas, no Pakaás, na margem do rio Mamoré. Se ouvia os gritos das araras e periquitos e tirava os olhos das páginas do livro, caía na minha realidade. Estava em uma sala de embarque ou em um silencioso avião, voando na madrugada.
Entre experiências sensoriais que Paulo Saldanha transmite em palavras, o livro conta a história de toda uma região, com a miscigenação cultural, os perigos, o trabalho incessante dos seringueiros, o isolamento, as pressões que os homens e mulheres sofriam em uma região inóspita e distante.
A história que permeia todo o drama inicia com o casamento de descendente de imigrante alemão e uma descendente de imigrante italiano com uma nordestina. Depois de muitas aventuras chegam à Amazônia, nas margens do rio Madeira.
Paralelo à vida da família Kaufmann, o leitor viaja pelos fatos que aconteceram na região e no mundo no período de cerca de 200 anos. Você acompanha a exploração da floresta amazônica, com a prospecção dos rios; o primeiro ciclo da borracha; o contrabando de sementes de seringueiras para a Malásia; a Guerra do Acre; o Tratado de Petrópolis; o ‘crack’ (em outro sentido, mas tão devastador quanto o atual) da Bolsa de Nova Iorque; a Primeira e a Segunda Guerras Mundiais, a Revolução Industrial.
Alguns fatos incidentais no livro nos são bastante conhecidos, como a construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré; as escaramuças dos seringueiros com os índios; as articulações pela criação do Território Federal do Guaporé; fatos históricos e folclóricos de Guajará-Mirim; o coronel Aluízio Ferreira, Dom Rey e até o Capitão Alípio.
É por isso que não parei de ler até acabar tudo. Na prosa
guaporeana do Paulo Saldanha, a história de uma época e dos fatos – próximos ou
distantes – que se refletem no hoje. Era para ser uma resenha. Virou uma
crônica. Assim seja. Salve, Paulo!
21 de jul. de 2011
MI CAPITÁN
Recebi e agradeço a deferência de um volume do livro, recém-impresso, "Capitão Alípio - Um pouco do verdadeiro e outro tanto do folclórico", que já foi citado aqui no Banzeiros. De autoria do advogado Hugo Evangelista da Silva, que me foi apresentado pelo amigo Hokney França, o livro está nas boas livrarias. Renovo o convite para lerem e conhecer uma pouco mais de uma figura marcante para a História de Rondônia, desde a época anterior à criação do Território do Guaporé.
1 de abr. de 2011
DICA DE EVENTO
Dia 14 de abril, numa quinta-feira, lançamento do aguardado livro "Diaruí" (Editora Schoba), do professor Antônio Cândido. Será às 19 horas na Casa de Cultura Ivan Marrocos. quando da gravação da minissérie "Mad Maria", baseada em romance do amazonense Márcio de Souza. Como em "Mad Maria", o autor de "Diaruí" vai utilizar fatos reais para contar uma ficção.
21 de mar. de 2011
CAPITÃO ALÍPIO
Conclui a leitura do livro, ainda inédito, "Capitão Alípio - Um pouco do verdadeiro e outro tanto do folclórico", de Hugo Evangelista da Silva, que até agora era advogado, mas que tem tudo para se tornar escritor. O livro não se atem apenas a histórias e lendas relacionadas ao Capitão Alípio, que foi delegado de Polícia de Guajará-Mirim por décadas e era temido pelos bandidos. Hugo resgata histórias sobre toda a nossa região, desde a época dos seringais.
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