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25 de mai. de 2015

AINDA SOBRE RONDON

Sugiro a leitura do artigo "Estação ou posto telegráfico de Rondon, hoje Museu das Comunicações 'Cândido Mariano da Silva Rondon'", da professora Yêdda Borzacov, sobre o episódio de "salvamento" do atual Museu das Comunicações, em Ji-Paraná, a que me referi no comentário anterior, e que estava condenado à demolição pelo então prefeito de Ji-Paraná, Roberto "Jotão" e foi salvo pela sensibilidade do presidente do Beron, Paulo Saldanha.


A ironia da foto que ilustra o artigo é a presença do prefeito Jotão na inauguração do prédio que ele queria botar abaixo. (Foto reprodução Gente de Opinião)

13 de mai. de 2015

SUGESTÃO DE LEITURA

A Mar me recomendou e eu compartilho com vocês a crônica "A vida é como a dengue", do jornalista e blogueiro Renato Essenfelder.

Leiam e vejam se identificam com a história. (Ilustra Loro Verz)

5 de abr. de 2015

SUGESTÃO DE LEITURA

Sugiro a leitura da edição da crônica "Domingueiras" de hoje, no Blog do Confúcio, em que o governador deposita esperanças no novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, e explica o porquê.

Destaco o trecho da comparação que Janine faz no prefácio do livro dele, citado pelo góvi, com os tipos ensino adotado pelos governantes: "jardineiro", o que cuida; "pastor", o que tange e mata; e o "soberano", que faz e inova.

13 de mar. de 2015

SUGESTÃO DE LEITURA

Trata-se de uma "redação" feita pelo Ciro Pinheiro quando fazia o curso de Letras, na Unir, na década de 1990. O Lúcio Albuquerque se lembrou do texto e publicou na coluna dele no Gente de Opinião. Delicie-se:

A BUNDA

Ciro Pinheiro*


“O que abunda, não prejudica.” - Este é um trocadilho muito usado, principalmente por funcionários públicos, quando querem, com dinheiro do povo (conhecido, também, como erário), comprar coisas que não estão necessitando, além do que precisam. A abundância, entretanto, não é o tema proposto, no momento. É, sim, a Bunda. Simplesmente, a bunda. A nossa, assim como determinou a professora. Aquilo que aparece em inglês com um nome esnobe de “buttock” e que o Mestre Aurélio diz ser “a parte carnosa do corpo formada pelas nádegas”. O nome é, também, usado para definir o indivíduo ordinário, o “bunda suja” ou, então, aquele abestado que não desfilou na banda e ficou com “cara de bundão”.

Bunda não é palavrão. Não considero assim. Palavrão deveria ser calcanhar, cotovelo, omoplata, espinhaço, bochecha, sovaco e outros nomes horrorosos que identificam partes do nosso corpo, ou, então, aquele profissional que cuida dos nossos olhos e adjacências, conhecido como otorrinolaringologista. Um bonito palavrão! Nunca, jamais, aquela parte tão simetricamente dividida, reluzente e rebolativa das mulatas do samba, aquela parte tão perfeitamente desenhada em justa proporção e harmoniosamente separada pelo estético, tão admirado e desejado fio-dental; a nem sempre cheirosa bundinha do bebê novinho e, tantas outras que andam por aí, desejadas, apreciadas e admiradas.

Vagabunda, furibunda, nauseabunda e até moribunda são nomes que poderiam ser classificados, também, como palavrão. Bunda, jamais, até porque ela sempre foi uma peça cantada em prosa e verso por poetas, escritores e compositores, em obras, muitas delas de sucesso. Outros tipos? Existem, sim, podemos identificar e citar bundas menos votadas, mas que têm lá o seu valor. O sisudo, por exemplo, circunspeto e sério traseiro do respeitável senhor, sempre coberto pela famosa e atualmente pouco usada cueca samba-canção, sucessora da antiquíssima e já extinta ceroula; a sempre oculta e pudicamente encoberta por opacos panos branquíssimos, que sustentam e acompanham passos lentos das freiras em corredores de conventos, aquelas que nunca, jamais, viram a luz do sol; a sem-vergonha e pecadora, usado, abusado equipamento das “meninas alegres” que, saltitantes, circulam pelas avenidas e praças da cidade; a volumosa e avantajada da robusta lavadeira Raimunda e tantas outras, grandes pequenas, magras, gordas, redondas, quadradas, triangulares, retangulares, achatadas e machucadas, penduradas.

- E porque somente a dos outros? Perguntarão. Mas a minha? Como mandou a mestra, aqui retrato dela: Coitada... sofrida pelo tempo, desnutrida e amassada, pelo senta-levanta-senta-levanta do dia-a-dia, que começa cedinho na hora do café, continua no assento (mais macio) do carro e assim prossegue, com pouquíssimos minutos de relaxamento, durante todo o dia.

Do carro para os bancos duros, de plástico, do ônibus na viagem diária da Unir, depois para os bancos, também desconfortáveis da escola, terminando o sofrimento nas cadeiras duras de ripa de pau, do jornal, que deixam marcas doloridas e irrecuperáveis, isso quando não aparece alguma reunião noite adentro, sem intervalo, até a boa hora da cama, um prêmio incomparável. Coitada, repito... E para falar a verdade, tão pouco ligo para ela, pois sequer a conheço pessoalmente. Jamais parei para lhe dar um pouco de atenção e nunca tive o menor interesse em dar uma olhadinha através do espelho para ver suas “feições”. É uma pena. Talvez isto aconteça porque ela fica o tempo todo para trás. Não é dada, a ela, a menor importância. Mas ela é quem resiste ao nosso peso e serve de apoio, como um bom travesseiro, para que o nosso corpo se sinta bem acomodado e em repouso no trabalho, na escola, no carro e em outros lugares onde exista um assento para o nosso descanso. E viva o sentinela de quartel e o guarda de banco, que sabe, como ninguém, dar o devido valor que a bunda tem, dando o dia inteiro de descanso às suas nádegas. As nádegas que vulgarmente podem ser chamadas de padaria, poupança, traseiro, bumbum e até de bunda.

*Ciro Pinheiro é Jornalista e Cerimonialista

7 de fev. de 2015

FAMA INSTANTÂNEA

Com o título "Barraqueira se dá bem", o escritor Marcelo Rubens Paiva mostra com que instantaneidade a mídia concede os 15 minutos de fama que cada um tem direito, pelo menos uma vez na vida.

O fato: No final do Miss Amazonas 2015 a candidata que ficou em segundo lugar não se conformou com o resultado e tirou a coroa da vencedora, jogando-a no chão. (Foto LauraG.TV)


A consequência: A barraqueira foi convidada a posar (quase) nua e topou. (Foto Iwl Onodera/Paparazzo)

4 de jan. de 2015

SUGESTÃO DE LEITURA

Quem acompanha o noticiário local e nacional, especialmente em tempos de escândalos e operações policiais, mesmo leigo, vê a enxurrada de documentos que são "vazados" e que abrem novas frentes de denúncias ou de esclarecimento ao público do que realmente está acontecendo.

Escrevo isso tudo para sugerir a leitura do artigo "Quem deve responder pelos vazamentos", de Josias Fernandes Alves, jornalista e agente da Polícia Federal, publicado no "Observatório da Imprensa". O mote para o artigo é a tentativa da Justiça em São José do Rio Preto - SP, em descobrir as fontes do jornalista Allan Abreu, do jornal "Diário da Região", que publicou informações sigilosas da "Operação Tamburutaca", da PF, investigação de mal feitos envolvendo funcionários do Ministério do Trabalho e Emprego.

Pó parar!, como diz o Léo Ladeia, pó parar!

23 de jul. de 2014

SUGESTÃO DE LEITURA

Há alguns dias li um texto da jornalista Natália Cancian, do blog da Folha de S. Paulo. A história já é conhecida de quem mora em Porto Velho. Locomotivas, vagões e outras peças estão se deteriorando, já que o galpão em que estão depositadas tem goteiras, que vão, aos poucos, destruindo os trens centenários.
O personagem é outro, mas qualquer semelhança com a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, é uma mera falta de responsabilidade e respeito com o patrimônio histórico.
Leia a matéria aqui. (Foto reprodução Moacyr Lopes Junior/Folhapress)

25 de mar. de 2014

SUGESTÕES DE TEXTO E EMOÇÃO

Para pensar. Muito.
Reproduzo o texto, pois o acesso é só para assinantes.
Adeus, esgoto
Hoje moradores da Vila Mariana, casal de ex-usuários de crack que vivia em cano nas margens do rio Tietê tenta se adaptar à nova vida
EMILIO SANT'ANNADE SÃO PAULOADRIANO LIMACOLABORAÇÃO PARA A FOLHA
No dia em que faliu foi para a rua Augusta. Havia mais de dez anos que não usava nada. De bar em bar, acabou no centro. Uma carreira de cocaína, outra... mais algumas. A angústia de perder tudo.
Não demorou, enfim a cracolândia. Só, sem amigos e sem dinheiro. A cabeça a mil.
"Foi questão de horas, parei na rua do inferno', a Guaianases [na cracolândia]", afirma Marcus Vinícius Gonçalves Xavier, 34, olhos fixos no gravador, cabeça erguida e o semblante cerrado.
No início de 2011, ele acabara de abrir uma clínica para dependentes químicos na Grande São Paulo, conta ele. Era isso que sabia fazer, "resgatar viciados". Fizera isso nos últimos anos e, àquela altura, nem três meses após a inauguração, estava falido.
Sem casa, fumando "o quanto de crack parasse na mão", no início de 2011, Marcus passou a traficar para sustentar o vício.
A boca de fumo: um Cingapura na zona norte da cidade.
Arredio --mesmo com os outros traficantes-- recebeu na boca o apelido de Zica'.
"Para todo mundo, quem usa crack é nóia. Ficava puto se alguém me chamasse assim. Batia de frente com quem quer que fosse", diz.
Queria ser livre, por isso havia deixado a família em Salvador, por isso fumava, diz.
Morava na rua. Vendia e usava drogas, sem parar.
Um dia, olhou para o Tietê. Não enxergou a sujeira, o lixo, nem se importou com o fedor. Viu, sim, um refúgio.
"Até hoje me perguntam por que? Sabe quando você tem um sonho, tudo dá errado e tua família vai dizer esse aí nunca vai ter jeito'? Você vê tudo ir por água abaixo."
Sem se importar, o ex-aluno de escola particular, ex-aspirante a frei, filho de um arquiteto e de uma administradora foi morar numa tubulação de esgoto ao lado do rio.
Conseguiu se instalar fechando parcialmente a passagem de água com tijolos e cimento recolhido em obras pela rua. Ele diz que nunca teve problemas de inundações.
No espaço em que não cabia de pé, colocou o colchão sobre um pallet de madeira. Um filete de esgoto escorria pela passagem que deixara na "reforma do buraco" e passava por baixo de onde dormia.
Ali, na altura da ponte do Limão, zona norte, construiu sua casa'. A vida girava em torno do crack e da sujeira que corre à céu aberto bem no meio da maior cidade do país.
Em uma caixa, guardava poucas mudas de roupa e pacotes de vela. Isso e alguns galões de gasolina para vender aos motoristas que tivessem problemas na marginal.
Criou uma horta em pneus que o rio trazia. Couve, tomate...maconha. "Joguei umas sementes que havia fumado e nasceu", lembra e se diverte.
Marcus nunca estava só. O rio e a pedra lhe bastavam. Pelo menos era o que pensava.
FRANCINE
"Cinco de junho de 2012. Lembro também a hora se você quiser saber", diz Marcus. "Nesse dia vi a Francine na frente da favela."
Normalmente sujo e mal vestido, a partir desse dia ele passou a frequentar mais vezes uma bica próxima às margens do rio e começou a andar o mais limpo que pudesse.
Francine de Lima, 30, saíra de casa havia pouco tempo. O crack já lhe roubara dez quilos e a vida em família.
"Olhei para ele e soube que queria esse homem", diz. "Não queria descer lá [no Tietê] por nada, mas na minha loucura fui ver. Fiquei."
O nojo inicial logo se dissipou. "Barata tinha, mas rato nunca vi ali", afirma ela.
Não demorou para Marcus largar o tráfico e perceber que sua vida estava mudando.
A "patricinha" da zona norte, filha de família de classe média, transformou a rotina no buraco do Tietê.
Quando ela "chegava doidona" era ele quem a colocava para dormir. Marcus ia à feira para garantir a salada de frutas da companheira.
Nessa época, não foram poucas as pessoas que tentavam se aproximar. Ele sempre rechaçava.
No final 2012, uma foto do casal levou uma equipe da TV Record até a beira do Tietê. Após a exibição da reportagem "continuamos nossa vida, normal", diz ele.
O Ano Novo chegou e logo no primeiro dia de 2013, um conhecido, diz Marcus, lhe estendeu a mão para sair do esgoto. Ainda que não mantenham mais contato, ele garante que sempre será grato.
Durante 28 dias, o casal se internou para um breve período de desintoxicação.
Quando saíram, a realidade ameaçava engoli-los. As recaídas vieram para ambos. As oportunidades também.
Francine conseguiu um emprego numa clínica ortopédica, na zona sul. Marcus começou a se virar, pintando parede e fazendo bicos.
Ela diz que hoje consegue entender o que viveu. "Não tenho vergonha disso. Cada um tem sua história."
Com uma renda de cerca de R$ 2.000, há um ano o casal aluga um quarto de R$ 600 numa casa na Vila Mariana.
Televisão de tela plana, micro-ondas, iPhone, o casal experimenta agora o que não podia ter no esgoto."O Tietê me ensinou muito, mas não volto mais para lá", diz Marcus.
(Via Marcela Ximenes)


15 de mar. de 2014

SUGESTÃO DE LEITURA

Não concordo com quase tudo que ele escreve neste artigo, mas é obrigatório reconhecer que o Gabeira continua escrevendo muito bem. Fernando Gabeira esteve aqui (quando, não sei) e escreveu este belo artigo "Mad Maria, Mad Madeira, Mad Amazônia". (Foto JCarlos)

20 de nov. de 2013

SUGESTÃO DE LEITURA

Sugiro a leitura do artigo "Checagem de informações, o dilema do jornalismo atual",  de Carlos Castilho,especialmente aos coleguinhas da Imprensa (eletrônica) Caripuna.

4 de set. de 2013

SUGESTÃO DE LEITURA

O artigo do Cassio Politi já diz tudo no título "5 Motivos para você preferir textos curtos". É bom relembrar e praticar.

29 de abr. de 2013

SUGESTÃO DE LEITURA

Sugiro a leitura do artigo "Celular com GPS para localizar latrinas", do vice-secretário-geral da ONU, Jan Eliasson. Apesar do títulos apontar para o humor, a realidade é triste.

5 de abr. de 2012

CRÔNICA DOMINGUEIRA

O jornalista Domingues Junior, cronista dos bons, encaminhou texto novinho, tinindo. Banzeiros compartilha com seus leitores e avisa: em breve será lançado o primeiro livro de crônicas do Domingues. Garanto que está um primor. Por enquanto matem a vontade com essa aqui:

Eu sou o samba

Thiaguinho é pagodeiro. Exalta o tipo de samba que escolheu para ganhar a vida. Seu sucesso é incontestável. Milhões de brasileiros sabem quem ele é e muitos desses curtem de verdade a música pra frente, do cotidiano, como o próprio cantor faz questão de enaltecer.
Nada novo, nem digno de manchete ou comentário, não fosse o rapaz dizer que está orgulhoso por ter (ele mesmo) mudado um pouco a história do samba.
Quando li isso, confesso que achei que fosse algum tipo de primeiro de abril, ou alguma nota plantada, daquelas que aparecem nas redes sociais matando alguém ou criando um novo fato. Nada disso! A matéria, no G1, dizia exatamento o que meus olhos duvidaram: o moço acredita mesmo que mudou a história do samba.
Sim, o samba que um dia já foi de Cartola, Nelson Cavaquinho, João Nogueira, Jackson do Pandeiro e Dona Ivone Lara. Virou tipo paulista, com Adoniran e seus Demônios. E tipo exportação, graças aos geniais  Noel Rosa, Braguinha, ou Ary "o Brasil samba que dá" Barroso.
Das safras seguintes, nem mesmo Martinho, nem mesmo Paulinho, nem mesmo o Zeca Pagodinho, se arvoraram em tamanha insanidade: dizer que mudaram, mexeram, imacularam, transformaram o samba. Sabem quem são, num mesmo universo onde estão Beth Carvalho, Alcione, Clara Nunes e outras excepcionais mulheres que não mudaram o samba. Deixaram-no como ele é, gostoso de ouvir, excelente pro pé.
Acredito na bondade do pagodeiro. Ele estava sentando numa espécie de trono, com cetro e tudo. Posava para a foto que viraria capa de um site importante. Por que não dizer algo tão importante quanto? O momento era propício. Uma frase de efeito, contagiante, soaria como mais um pedaço frágil de uma canção, dessas que se ouve hoje e amanhã não mais, em tantas éfeemes do Brasil... E ninguém ligaria.
Só que eu liguei. E quase desliguei. Incrível como está cada dia maior o pacote de bobagens publicadas, com aparência de coisa boa, mas sem conteúdo algum. Não, meu caríssimo Thiaguinho, você não mudou a história do samba. Nem vai mudar. Independetemente do sucesso alcançado. Fruto, tenho certeza, de muito trabalho e dedicação. Só que o samba, o mesmo da Carmen Miranda, sabe quem ela é?, só sofre alterações de tempos em tempos, com a força de uma onda muito poderosa. Somente os gigantes da música popular brasileira podem fazê-lo. E isso naturalmente, sem precisar dizer nada. Afinal, que bobagem, as rosas não falam

26 de dez. de 2011

CENTENÁRIO DA ESTRADA DE FERRO MADEIRA-MAMORÉ

Sugiro a leitura do artigo "2012 Centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré ", do professor Aleks Paliot, publicada no blog Trilhando a História. Uma boa leitura. (Foto Arquivo SAE)

25 de ago. de 2011

SUGESTÃO DE BLOG

A tradicional Águas Kaiary, velha conhecida nossa, está investindo sério nas mídias sociais. Hoje recebi o convite para visitar o recém  criado blog,  pela equipe de comunicação da empresa. Mesmo em início de atividades, as postagens não se concentraram em mensagens corporativas. Falam de queimadas. Algum distraído perguntaria: "O que tem a ver queimadas com água?" Tudo, cara-pálida. Parabéns a todos. (Foto Divulgação)

3 de jan. de 2011

SUGESTÃO DE LEITURA

Recomendo a todos - membros do governo, inclusive - a leitura da entrevista do juiz Sérgio William, da Vara de Execuções Penais. Lúcido e cirúrgico na abordagem do problema penitenciário. No Diário da Amazônia de hoje ou aqui.