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24 de mai. de 2015

PESAR

Lamento profundamente a morte do professor Luiz Gouveia, o Luizão. Lembro dele muito ativo, sempre em busca de apoio para os esportes e para as fanfarras escolares nos colégios em que trabalhava. Aqui entrevista ao Sílvio Santos, no Gente de Opinião.

Ficam na memória dois fatos específicos e diretamente comigo: quando foi baleado em circunstâncias que não vêm ao caso, fui intermediário para conseguir passagens para enviá-lo para tratamento no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília. Lúcio Albuquerque era o chefe do Decom e foi ao governador Osvaldo Piana.

A segunda, mais pessoal, o professor Luizão era vice-diretor da Escola João Bento e eu o encontrei em algum evento e conversamos sobre um dos meus filhos que estava mal em uma escola particular. Ele disse: "Leva ele lá e vamos conversar". A criatura foi para o JB, voltou a estudar e recuperou as notas que eram vermelhas, com um acompanhamento do Luizão.

E por falar em "João Bento", eu acho que a escola se tornou referência na preparação de alunos pobres para o vestibular desde a época dele por lá.

Neste momento quero enviar o meu abraço aos familiares em nome do jornalista Bosco Gouveia, esperando que Deus console a todos.

13 de mar. de 2015

SUGESTÃO DE LEITURA

Trata-se de uma "redação" feita pelo Ciro Pinheiro quando fazia o curso de Letras, na Unir, na década de 1990. O Lúcio Albuquerque se lembrou do texto e publicou na coluna dele no Gente de Opinião. Delicie-se:

A BUNDA

Ciro Pinheiro*


“O que abunda, não prejudica.” - Este é um trocadilho muito usado, principalmente por funcionários públicos, quando querem, com dinheiro do povo (conhecido, também, como erário), comprar coisas que não estão necessitando, além do que precisam. A abundância, entretanto, não é o tema proposto, no momento. É, sim, a Bunda. Simplesmente, a bunda. A nossa, assim como determinou a professora. Aquilo que aparece em inglês com um nome esnobe de “buttock” e que o Mestre Aurélio diz ser “a parte carnosa do corpo formada pelas nádegas”. O nome é, também, usado para definir o indivíduo ordinário, o “bunda suja” ou, então, aquele abestado que não desfilou na banda e ficou com “cara de bundão”.

Bunda não é palavrão. Não considero assim. Palavrão deveria ser calcanhar, cotovelo, omoplata, espinhaço, bochecha, sovaco e outros nomes horrorosos que identificam partes do nosso corpo, ou, então, aquele profissional que cuida dos nossos olhos e adjacências, conhecido como otorrinolaringologista. Um bonito palavrão! Nunca, jamais, aquela parte tão simetricamente dividida, reluzente e rebolativa das mulatas do samba, aquela parte tão perfeitamente desenhada em justa proporção e harmoniosamente separada pelo estético, tão admirado e desejado fio-dental; a nem sempre cheirosa bundinha do bebê novinho e, tantas outras que andam por aí, desejadas, apreciadas e admiradas.

Vagabunda, furibunda, nauseabunda e até moribunda são nomes que poderiam ser classificados, também, como palavrão. Bunda, jamais, até porque ela sempre foi uma peça cantada em prosa e verso por poetas, escritores e compositores, em obras, muitas delas de sucesso. Outros tipos? Existem, sim, podemos identificar e citar bundas menos votadas, mas que têm lá o seu valor. O sisudo, por exemplo, circunspeto e sério traseiro do respeitável senhor, sempre coberto pela famosa e atualmente pouco usada cueca samba-canção, sucessora da antiquíssima e já extinta ceroula; a sempre oculta e pudicamente encoberta por opacos panos branquíssimos, que sustentam e acompanham passos lentos das freiras em corredores de conventos, aquelas que nunca, jamais, viram a luz do sol; a sem-vergonha e pecadora, usado, abusado equipamento das “meninas alegres” que, saltitantes, circulam pelas avenidas e praças da cidade; a volumosa e avantajada da robusta lavadeira Raimunda e tantas outras, grandes pequenas, magras, gordas, redondas, quadradas, triangulares, retangulares, achatadas e machucadas, penduradas.

- E porque somente a dos outros? Perguntarão. Mas a minha? Como mandou a mestra, aqui retrato dela: Coitada... sofrida pelo tempo, desnutrida e amassada, pelo senta-levanta-senta-levanta do dia-a-dia, que começa cedinho na hora do café, continua no assento (mais macio) do carro e assim prossegue, com pouquíssimos minutos de relaxamento, durante todo o dia.

Do carro para os bancos duros, de plástico, do ônibus na viagem diária da Unir, depois para os bancos, também desconfortáveis da escola, terminando o sofrimento nas cadeiras duras de ripa de pau, do jornal, que deixam marcas doloridas e irrecuperáveis, isso quando não aparece alguma reunião noite adentro, sem intervalo, até a boa hora da cama, um prêmio incomparável. Coitada, repito... E para falar a verdade, tão pouco ligo para ela, pois sequer a conheço pessoalmente. Jamais parei para lhe dar um pouco de atenção e nunca tive o menor interesse em dar uma olhadinha através do espelho para ver suas “feições”. É uma pena. Talvez isto aconteça porque ela fica o tempo todo para trás. Não é dada, a ela, a menor importância. Mas ela é quem resiste ao nosso peso e serve de apoio, como um bom travesseiro, para que o nosso corpo se sinta bem acomodado e em repouso no trabalho, na escola, no carro e em outros lugares onde exista um assento para o nosso descanso. E viva o sentinela de quartel e o guarda de banco, que sabe, como ninguém, dar o devido valor que a bunda tem, dando o dia inteiro de descanso às suas nádegas. As nádegas que vulgarmente podem ser chamadas de padaria, poupança, traseiro, bumbum e até de bunda.

*Ciro Pinheiro é Jornalista e Cerimonialista

4 de fev. de 2015

MATANDO SAUDADES

Há muito tempo eu não lia um jornal impresso da primeira à última página. Ontem, a Mar trouxe um exemplar do Alto Madeira e eu o devorei ávidamente, a partir da manchete irônica, que tem impressão digital (indelével) do Lúcio Albuquerque.


Foi um prazer ler artigos, um sobre o pintor Pedro Américo e o possível plágio em sua obra "O Grito do Ipiranga" e outro do Montezuma Cruz, falando do Vale do Guaporé. Uma deliciosa crônica do dr. Paulo Saldanha, outra do Luiz Albuquerque; a coluna "AM na Rua", da qual já fui um dos redatores ou as informações econômicas do Sílvio Persivo, em sua "Teia Digital".

Algumas coisas não mudam e devem chegar à edição comemorativa do centenário, daqui a dois anos: o anúncio do restaurante "Assados na 'Braza' do Gordurinha" ou a fornecedora de acompanhantes "Toca das Tigresas", que atende em motéis, hotéis, residências e outros. Fiquei pensando que "outros" ambientes são estes próprios para assuntos íntimos.

Bom, matei a saudade. Ficou um gostinho de "quero mais"...

9 de jun. de 2014

MONTEZUMA

Passei pela III Oficina de Comunicação, promovida pelo Departamento de Comunicação - Decom, do Governo do Estado. Tive o prazer de rever velhos companheiros de redação e de assessoria. Mas a minha intenção verdadeira era ver e dar um abraço no jornalista Montezuma Cruz, que estava lançando, em Porto Velho, o livro "Do jeito que vi", onde narra as reportagens que fez e muitas personagens. Valeu mesmo.
Com Lúcio Albuquerque e Montezuma Cruz (Foto Zózimo Macedo/Decom BSB)

24 de mai. de 2014

AGRADECIMENTOS

Agradeço à Uniron, na pessoa da professora Maria Ângela de Lima, da Coordenação do Curso de Publicidade e Propaganda, pelo convite para participar da XVIII Semana Acadêmica de Comunicação Social - XVIII SEMACOM. Contei minha trajetória e algumas paredes lisas que tive (e tenho) que escalar, usando como E.P.I. luvas de boxe meladas em óleo lubrificante. Fotinhas abaixo.
 Com Mar e Vinícius Teixeira
 E fala, ...
 ... fala...
 Lúcio Albuquerque na primeira fila #prestigio para mim
Gravando entrevista com a Lorena Sampaio e o seu Rai
(Fotos Emanuel Jadir, Rai, e Marcela Ximenes)

16 de mai. de 2014

XVIII SEMANA ACADÊMICA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL

Começa nesta segunda-feira (19), a 18ª Semana de Comunicação Social da Uniron sob o tema "Comunicação e Política - do Planejamento às Urnas", com a organização da professora Maria Ângela de Lima, coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda.
A programação será aberta, às 19h, com palestra da cientista política e publicitária Flávia Ilíada, que falará sobre "Pesquisa Político Eleitoral"; depois será a vez do jornalista Santiago Roa falar sobre "Planejamento Estratégico de Campanha Eleitoral". Na terça-feira, o evento começa às 8h30, com a oficina "Planejamento de Pesquisa Político Eleitoral, aplicada por Flávia Ilíada. Mais tarde, às 19 horas, este locutor que vos escreve, apresentará suas experiências em "Assessoria de Imprensa e Gestão de Crises para Candidatos a Cargos Públicos".
E a 18ª SEMACON continua na quarta-feira, 21, com Gabriela Cabral (repórter TV Rondônia), Lúcio Albuquerque (jornalista e escritor) e Beni Andrade (comentarista da Rádio Parecis), eles falam sobre "Mídia, Política Editorial e a Pauta Política", a partir das 19h. Logo após, os advogados Manuel Veríssimo Ferreira Neto e Juacy Loura Junior fazem palestra sobre "A Legislação Eleitoral e o Impacto na Campanha e na Cobertura da Mídia". O evento será encerrado na manhã do dia 22, com as oficinas "A Campanha na Prática".
Todos as palestras serão realizadas no auditório da Uniron - Porto Vellho Shopping e as últimas oficinas na Uniron Campus I, na avenida Mamoré, bairro Cascalheira.

28 de fev. de 2014

DICA DE PROGRAMA

Não dá para perder o programa "Papo News" desta semana. Sérgio Mello recebe nos estúdios do Sistema Imagem de Comunicação TV Candelária/Record um dos ícones do jornalismo brasileiro, na minha opinião, o Montezuma Cruz, que quando eu aqui cheguei era o editor do jornal "O Imparcial". Eu trabalhava com a esposa dele, Ana Mejia, mas só fui conhecê-lo pessoalmente em 2005, em Brasília, quando fomos almoçar com a Mara Paraguassu e com o Lúcio Albuquerque. Foram lembradas muitas histórias e rimos muito. Monte agora está em Brasília e sempre colabora com o site Gente de Opinião.
Quem perdeu a edição de hoje, tem uma nova chance amanhã, sábado, às 12h30, na TV Candelária. (Foto divulgação)

10 de set. de 2013

NOSSA EQUIPE NO VELHO ALTO MADEIRA

Redação do Alto Madeira, em um ano entre 1991 e 1993. A partir da esquerda Zézinho, Ivan Marrocos, Ciro Pinheiro, Juliano (motorista), Alice Thomaz, seu Cruz, Áureo, Nilton Salina, Willian Jorge, Carlos Neves e José Carlos Sá
Não estão na foto: João Tavares, Lúcio Albuquerque, Rodrigo Bonfim, Jota Gomes e o Paulo Correia.´Obrigado, Lúcio Albuquerque por esta recordação de uma equipe tão legal. (Foto Juanito/Acervo AM)

5 de set. de 2013

E O 7 DE SETEMBRO, HEIN?

Soube pela coluna "Conta Gotas", do jornalista Lúcio Albuquerque, que o general José Elito, do Gabinete de Segurança Institucional, está recomendando a não participação de menores no desfile do Dia da Pátria, em Brasília. Teme as manifestações que estão sendo convocadas em todo o Brasil.
Já o G1-RO informa que também não haverá desfile dos escolares em Cerejeiras. Mas lá o problema é outro... (Ilustração Temtudo.Com)

3 de jul. de 2013

DO PASSADO

Recebi uma mensagem do Lúcio Albuquerque com o convite para o arraial beneficente para construção da casa de apoio à criança com câncer. Ele encerra com um provérbio chinês: "Fica sempre um pouco de perfume nas mãos que oferecem rosas, nas mãos que sabem ser generosas".
Ao ler, deu um zumbido no meu cérebro, era um neurônio do arquivo morto trazendo uma imagem de um passado (bem) remoto.
Na parede da nossa casa em Teófilo Otoni tinha dependurada uma plaquinha de madeira; colados sobre ela um pedaço de madeira, como se fosse uma tora, com uma pequena escultura de  machado fincada nela. Acima, o dístico: "Sê como o sândalo que perfuma o machado que o fere". A frase é atribuída à Buda, à Ghandi, à Tagore, entre outros pacifistas.
Eu lia e relia esta frase, ficava pensando, pensando... E deixava prá lá. Pensar dói!

13 de fev. de 2013

PESAR

Lamento o falecimento da dona Labibe Bártolo, que nasceu em 1908 e vivia em Porto Velho desde 1912 e faria 105 anos dia 13 de maio.  Ela segue o filho, Walter, que partiu dia 22 de novembro do ano passado. Já contei aqui de uma entrevista que fizemos com d. Labibe, - o Lúcio Albuquerque e eu -, ainda na década de 1990, quando ambos trabalhávamos no Alto Madeira.

22 de nov. de 2012

PESAR

Lamento a morte do Wálter Bártolo. O conheci no governo do Jerônimo Santana, durante a Festa do Divino, lá em Laranjeiras, no Vale do Guaporé. Tive pouco contato com ele, mas o pouco foi sempre cordial. Assisti ao "Papo News", em que o Sérgio Mello o entrevistou e acompanhei ao Lúcio Albuquerque, nos tempos do Alto Madeira, em entrevista à dona Labibe Bártolo, mãe do Walter.
Lamento mesmo.

8 de set. de 2010

DESDIZENDO O DITO

Primeiro foi o jornalista Lúcio Albuquerque, presidente da Academia de Letras de Rondônia, que colocou em dúvida a autoria do hino 'Céus de Rondônia', que é atribuida a Joaquim de Araújo Lima (letra); melodia de José de Mello e Silva. Depois ouvi o também jornalista Alexandre Garcia duvidar que a Independência do Brasil se deu no 7 de setembro de 1822. Ainda hoje, lendo o Alberto Dines, no Observatório da Imprensa, a questão de 7 de setembro é colocada em dúvida.
E agora? Volto aos bancos escolares para aprender de novo?

1 de ago. de 2010

ANIVERSÁRIO DA E.F. MADEIRA-MAMORÉ

O jornalista Lúcio Albuquerque lembra na coluna "Conta Gotas", que há 98 anos era inaugurada a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. A ferrovia foi extinta em 1966 e desativada em 1972.
Hoje há planos de reativar o trecho entre a Estação e Santo Antônio. O projeto é ambicioso e se for implementado, Porto Vellho se redimirá com a extinta ferrovia.

17 de abr. de 2010

JABÁ NEWS

A aula de Realidade Regional na Comunicação de ontem foi sobre assessoria de imprensa em órgãos públicos e privados. Para falar sobre assunto, o professor Júlio Aires convidou o Lúcio Albuquerque e o José Carlos Sá. O primeiro falou, principalmente, sobre a AI no setor público e em campanhas políticas. Sá se deteve, na maior parte do tempo, no trabalho do assessor de imprensa na iniciativa privada. (Fotos Marcela Ximenes)






Esquerda para direita: Lúcio Albuquerque,
Julio Aires e José Carlos Sá



Lúcio contou alguns causos para a turma, uns chocantes e outros engraçados







Minéia Capistrano conversou com José Carlos sobre a incompreensão de muitos jornalistas de redação com os colegas em AI. Ele disse que estamos vivendo um tempo tranquilo, que a situação já foi muito pior






Taísa Marinho entrevista Lúcio Albuquerque para o trabalho que está elaborando











Paulo Wagner está estagiando em AI e iniciou uma pesquisa sobre o meio em Rondônia. José Carlos será ouvido nesse trabalho









Antônio Pessoa, Elaine Santos, Eláine Maia e Minéia Capistrano batem papo com José Carlos após palestra

9 de dez. de 2009

FOTOS HISTÓRICAS

Tive o prazer de participar há pouco da abertura da I Mostra de Fotos de Rondônia e do Tribunal de Contas, numa iniciativa do jornalista Lúcio Albuquerque e do professor Emanuel Silva.
Uma das fotos que me chamou a atenção, e que eu não tinha visto ainda, é a da antiga Vila Erse, que era no local onde se ergue a Casa de Cultura "Ivan Marrocos". Quando aqui cheguei a vila tinha sido demolida para a construção da sede do Beron, o que acabou não acontecendo.
Outro destaque do evento foi a possibilidade de reencontar velhos amigos, como o Sérgio Gonçalves, com quem trabalhei na realização de duas edições do Perfil da Indústria de Rondônia. (A foto é só ilustrativa. É da Vila Erse, mas não aquela a que me referi acima)(Foto Luiz Brito/Gente de Opinião)

30 de nov. de 2009

FOTOS ANTIGAS

O jornalista Lúcio Albuquerque é o curador de uma mostra fotográfica de Rondônia. O evento será aberto dia 3 de dezembro, às 8hs30, no hall do anexo do Tribunal de Contas.
Lúcio chama a atenção para a fotografia do governador Humberto Guedes dirigindo o trator para abrir a primeira rua onde hoje é a cidade de Ariquemes, em 1976; e uma foto aérea do aeroporto de Vilhena em 1959.

21 de jul. de 2009

SUGESTÃO DE AGENDA
















Adendo ao convite: "Espero vocês lá. E, lógico, que comprem o livro. Lúcio"
Atualizando: O lançamento foi adiado para o dia 30.

10 de jul. de 2009

IMPRENSA EM RONDÔNIA

Aguardo, com ansiedade, a sexta-feira dia 24, quando está marcado o lançamento do livro "Da caixa francesa à Internet - 100 anos de Imprensa em Rondônia", do Lúcio Albuquerque, que já é um imortal.
No livro, muita pesquisa sobre a Imprensa caripuna e causos dos coleguinhas. Eu também conto umas lorotas, por bondade do Lúcio.

Sobre a tal caixa francesa, o autor explica: "O que é “Caixa Francesa? perguntarão alguns, mesmo quem tenha se formado em Comunicação e que, pela própria evolução técnica, o termo caixa francesa nem conste mais nos currículos.
Em síntese: Atualmente a composição gráfica é eletrônica, computadorizada. Antes dela o meio mais moderno era a feita por uma linotipo, uma espécie de máquina de escrever que operava compondo textos em peças de chumbo. Sua antecessora foi a tipografia, onde os gráficos de então compunham os textos feitos pelos redatores usando para tal peças de madeira ou metal que nas pontas tinham um dos sinais gráficos. Eram empilhados numa peça chamada “componidor” onde os sinais gráficos formavam o texto.
Os gráficos de então chamavam a esse método de caixa francesa."

20 de jun. de 2009

DICAS: BLOG E LIVROS

O velho repórter Lúcio Albuquerque lança o blog 100 Release. Sim, é possível um informativo sobreviver sem rilises.
A outra dica é do Fred Perillo, para quem gosta de ler. O bibliófilo José Mindlin doou parte da sua gigantesca e completissima biblioteca (38 mil volumes) para a USP, que a escaneou e colocou em formato eletrônico para a população.