Lamento profundamente a morte do professor Luiz Gouveia, o Luizão. Lembro dele muito ativo, sempre em busca de apoio para os esportes e para as fanfarras escolares nos colégios em que trabalhava. Aqui entrevista ao Sílvio Santos, no Gente de Opinião.
Ficam na memória dois fatos específicos e diretamente comigo: quando foi baleado em circunstâncias que não vêm ao caso, fui intermediário para conseguir passagens para enviá-lo para tratamento no Hospital Sarah Kubitschek, em Brasília. Lúcio Albuquerque era o chefe do Decom e foi ao governador Osvaldo Piana.
A segunda, mais pessoal, o professor Luizão era vice-diretor da Escola João Bento e eu o encontrei em algum evento e conversamos sobre um dos meus filhos que estava mal em uma escola particular. Ele disse: "Leva ele lá e vamos conversar". A criatura foi para o JB, voltou a estudar e recuperou as notas que eram vermelhas, com um acompanhamento do Luizão.
E por falar em "João Bento", eu acho que a escola se tornou referência na preparação de alunos pobres para o vestibular desde a época dele por lá.
Neste momento quero enviar o meu abraço aos familiares em nome do jornalista Bosco Gouveia, esperando que Deus console a todos.
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24 de mai. de 2015
9 de jan. de 2015
PÉ FRIO?
Há algum tempo os garimpeiros estão voltando paulatinamente a trabalhar no trecho do rio Madeira, entre a cachoeira de Santo Antônio e a foz do igarapé Cuniã. A garimpagem neste trecho do rio foi proibida quando da promulgação da Lei Estadual nº 5.124, de 06/06/91, quando era governador do Estado o médico Osvaldo Piana e o secretário de Desenvolvimento Ambiental, o ambientalista (até no nome) Chico Natureza.
Com a "Operação Aluvião", realizada na manhã de hoje, já são duas tentativas da retirada dos garimpeiros da área. A operação anterior foi realizada pela Polícia Federal dia 5 de dezembro de 2014.
Esta situação não é novidade. Quem navega pelas águas barrentas do rio Madeira encontra balsas e dragas desde Abunã até Calama. Nos últimos meses a garimpagem aumentou em muito nas proximidades de Porto Velho, com denúncia permanente de órgãos da Imprensa caripuna.
Ontem, dia 8, em outro rilise, do mesmo Decom, representante da Sedam alertava para a ilegalidade da atividade garimpeira no trecho do rio Madeira. E hoje, uma operação foi deflagrada com a apreensão de balsas e dragas e a aplicação de multas.
O "pé frio" do título é do vice-governador Daniel Pereira ou seriam os garimpeiros?
Com a "Operação Aluvião", realizada na manhã de hoje, já são duas tentativas da retirada dos garimpeiros da área. A operação anterior foi realizada pela Polícia Federal dia 5 de dezembro de 2014.
Esta situação não é novidade. Quem navega pelas águas barrentas do rio Madeira encontra balsas e dragas desde Abunã até Calama. Nos últimos meses a garimpagem aumentou em muito nas proximidades de Porto Velho, com denúncia permanente de órgãos da Imprensa caripuna.
(Fotos JCarlos)
No decorrer da semana, em rilise distribuído pelo Decom, soubemos que o vice governador Daniel Pereira recebeu uma comissão de garimpeiros e teria prometido apoio ao pleito de legalização do garimpo entre o Cai N'Água e a localidade de Belmont, no Baixo Madeira. Isso foi no dia 5, segunda-feira.Ontem, dia 8, em outro rilise, do mesmo Decom, representante da Sedam alertava para a ilegalidade da atividade garimpeira no trecho do rio Madeira. E hoje, uma operação foi deflagrada com a apreensão de balsas e dragas e a aplicação de multas.
O "pé frio" do título é do vice-governador Daniel Pereira ou seriam os garimpeiros?
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2 de abr. de 2010
INVASÃO QUE DEU CERTO
Governo Piana, manifestação dos pequenos agricultores. Eu cobria o movimento pelo Alto Madeira e já havia publicado a agenda de manifestações que seriam feitas em Porto Velho: no Basa, na Secretaria de Estado da Agricultura, no Incra (que sempre está incluído em qualquer manisfestaçã, seja dos sem-terras, seja dos com-terra), etc. A sede do governo estava incluida.
No dia aprazado os manifestantes desceram a avenida Lauro Sodré em direção ao centro e chegaram ao Palácio Presidente Vargas onde estavam os funcionários da Casa Civil e apenas a guarda do prédio, quatro ou cinco policiais.
Armados de terçados e foices, os agricultores foram entrando "no peito" e só pararam na ante-sala do governador, porque alguém teve a "inteligência" de trancar a porta. Durante toda a manhã homens, mulheres e meninos se espalharam pelo prédio, alguns ficaram deitados nas confortáveis poltronas da sala de espera, no salão nobre... A PM não os molestou. Sairam quando quiseram, deixando para trás os tetos de gesso todos quebrados e restos de comida para todo lado.
Contei isso na minha matéria, ilustrada com fotos do Damião Cavalcanti e quase provoquei a destituição do pessoal da segurança do góvi.
No dia aprazado os manifestantes desceram a avenida Lauro Sodré em direção ao centro e chegaram ao Palácio Presidente Vargas onde estavam os funcionários da Casa Civil e apenas a guarda do prédio, quatro ou cinco policiais.
Armados de terçados e foices, os agricultores foram entrando "no peito" e só pararam na ante-sala do governador, porque alguém teve a "inteligência" de trancar a porta. Durante toda a manhã homens, mulheres e meninos se espalharam pelo prédio, alguns ficaram deitados nas confortáveis poltronas da sala de espera, no salão nobre... A PM não os molestou. Sairam quando quiseram, deixando para trás os tetos de gesso todos quebrados e restos de comida para todo lado.
Contei isso na minha matéria, ilustrada com fotos do Damião Cavalcanti e quase provoquei a destituição do pessoal da segurança do góvi.
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