"Quem gosta muito de dinheiro tem que ser tirado da política", José "Pepe" Mujica, ex-terrorista tupamaro e ex-presidente do Uruguai, em entrevista à BBC Mundo.
No Brasil, e na maioria dos países, a leitura é diferente: vão para a política para enricar, como dizem em Minas.
23 de abr. de 2015
DO PASSADO
(Foto Decom/Reprodução Alto Madeira)
Este evento ficou na minha mente por que eu não entendia, na época, a homenagem a uma pessoa que ainda estava viva, no caso a dona Nazaré da Cabeça Branca. Soube, então, a importância dela na história do PMDB, desde a fundação do MDB em Rondônia e como gostam de falar hoje, "na resistência ao regime militar", já que o Território de Rondônia era governado por coronéis do Exercito (Amapá era da Marinha e Roraima, da Aeronáutica).
Na foto, em primeiro plano, o secretário de Obras, Carlos Roberto Duarte, dona Nazaré Cabeça Branca (lá atrás, mais perto do góvi, José, ou João, Albuquerque, secretário de Educação) e o governador Jerônimo Santana
22 de abr. de 2015
UM BOM MOTIVO
Leio que a Defesa Civil municipal recebeu exemplares de duas obras do professor José Dettoni, para serem distribuídas às pessoas que foram flageladas pelas enchentes de 2014. Os títulos são "Lucas, Evangelho da Misericórdia - Paráfrase" e "Pós-Enchente: Educação-Educação-Educação".
Uma boa iniciativa. Mas do que eu gostei mesmo, foram os objetivos que o redator elencou para justificar a doação: "(...) visando ajudá-los a atravessar os dilemas gerados pelo desastre e provê-los de uma melhor preparação para o enfrentamento às vicissitudes."
Alimentos para a alma, pois, enquanto aguardam as casas prometidas.
(Ilustra Sempedec/Divulgação)
Uma boa iniciativa. Mas do que eu gostei mesmo, foram os objetivos que o redator elencou para justificar a doação: "(...) visando ajudá-los a atravessar os dilemas gerados pelo desastre e provê-los de uma melhor preparação para o enfrentamento às vicissitudes."
Alimentos para a alma, pois, enquanto aguardam as casas prometidas.
21 de abr. de 2015
EDITOR-CHEFE
Ganhei um supervisor de conteúdo do brog, o Chico, uma calopsita que tem como humanos a Alessandra e o Danilo Curado.
Supervisão mental
Olhando o que está saindo
Editando
Ctrl + T, Del
(Ideia Danilo Curado / Fotos Marcela Ximenes)
BANHEIROS
Na hora do aperto...
Em cima, Carpe Diem; embaixo, a partir da esquerda: Park Shopping, em Brasília;
Bar Sossega Madalena, no Guará; e Salto do Corumbá de Goiás
(Fotos Marcela Ximenes e JCarlos)
PARABÉNS BRASÍLIAS
Vou me apropriar de dois bordões que os coleguinhas costumam usar nestas ocasiões: "Hoje é aniversário de Brasília, mas quem ganha o presente é você!" e "Hoje é o dia de inauguração de Brasília, mas há muito pouco a comemorar."
Desde a primeira vez que desembarquei em Brasília, tenho duas sensações: a do déjà-vu e a da descoberta. Muito antes de vir a esta cidade (quando era criança pequena em Teófilo Otoni), li muito sobre ela nas coleções de "O Cruzeiro" e "Manchete", que havia na casa das minhas avós.
Vim pela primeira vez, por volta de 1994, quando já trabalhava na Fiero, no esquema de bate-e-volta. Do aeroporto ao hotel, depois CNI e aeroporto, eu via pela janela dos táxis a Brasília das reportagens e dos cartões postais.
Morei aqui durante um ano, não me adaptei por questões de saúde (ou falta de), mas não deixei de gostar da cidade. Hoje, há pouco, li este artigo do jornalista Josias de Souza, mostrando as diferenças entre Brasília e "Brasília". Concordo plenamente.
A cada retorno conheço um cantinho novo e vou redescobrindo as Brasílias. Desta vez pelas mãos e cérebros dos amigos Alessandra e Danilo Curado. Mais uma vez parabéns Brasília, sem aspas. (Fotos Marcela Ximenes e JCarlos)
Desde a primeira vez que desembarquei em Brasília, tenho duas sensações: a do déjà-vu e a da descoberta. Muito antes de vir a esta cidade (quando era criança pequena em Teófilo Otoni), li muito sobre ela nas coleções de "O Cruzeiro" e "Manchete", que havia na casa das minhas avós.
Vim pela primeira vez, por volta de 1994, quando já trabalhava na Fiero, no esquema de bate-e-volta. Do aeroporto ao hotel, depois CNI e aeroporto, eu via pela janela dos táxis a Brasília das reportagens e dos cartões postais.
Morei aqui durante um ano, não me adaptei por questões de saúde (ou falta de), mas não deixei de gostar da cidade. Hoje, há pouco, li este artigo do jornalista Josias de Souza, mostrando as diferenças entre Brasília e "Brasília". Concordo plenamente.
A cada retorno conheço um cantinho novo e vou redescobrindo as Brasílias. Desta vez pelas mãos e cérebros dos amigos Alessandra e Danilo Curado. Mais uma vez parabéns Brasília, sem aspas. (Fotos Marcela Ximenes e JCarlos)
20 de abr. de 2015
CENAS DA CIDADE - EDIÇÃO ESPECIAL
Em homenagem ao 55º aniversário de Brasília:
Tiradentes divide a festa com os brasilienses e com os índios (SQN#)
Santuário Dom Bosco
Ponte JK
Marco Zero de Brasília
(Fotos JCarlos)
DIÁLOGOS INSÓLITOS
Eu descia da torre do "fogo eterno" no "Panteão da Pátria e Liberdade", na praça dos Três Poderes. Lá em cima também estavam três mulheres e uma menina, filha de uma delas; quando eu ia iniciar a descida, uma ave grande fez uma rasante, passando ao lado...
- Mamãe, mamãe, uma águia! Você viu mamãe? Uma águia!
Eu, eterno estraga-prazeres, entrei na conversa:
- Águia, também conhecida como urubu...
- Era uma águia sim, não era mamãe?
A foto eternizando o momento é da Marcela Ximenes, que ouviu tudo lá de baixo, com a outra testemunha, a Alessandra Curado.
Eu, eterno estraga-prazeres, entrei na conversa:
- Águia, também conhecida como urubu...
- Era uma águia sim, não era mamãe?
A foto eternizando o momento é da Marcela Ximenes, que ouviu tudo lá de baixo, com a outra testemunha, a Alessandra Curado.
DEU NO JORNAL
O Diário da Amazônia, em editorial, confunde as datas. Diz que o Dia do Índio (19) é no dia 21 (Tiradentes).
Distração braba ou culpa do estagiário?
Distração braba ou culpa do estagiário?
19 de abr. de 2015
DIA DOS ÍNDIOS
Duas belíssimas fotos feitas na quinta-feira (16) quando representantes de várias etnias estiveram em Brasília protestando contra a PEC que dá ao Legislativo o poder de demarcar as Terras Indígenas.
(Foto Marcelo Camargo/Ag. Brasil)
(Foto Valter Campanato/Ag. Brasil)
18 de abr. de 2015
TOMA, ABESTADO
Estava vendo as novidades do tuíter e deparei com uma receita de pizza para cães. Abri a página para encaminhar o linque para a Mar - quem sabe se o Argus é merecedor?
Dei uma olhada nos comentários e vi lá este quase diálogo:
"Porque não ensinar fazer uma pizza de baixo custo para um ser humano desprovido de recursos?"
"Por que aqui é um espaço para animais. Entendeu?"
Outro: "Você por acaso é cachorro?"
Toma leso, pega abestado!
Dei uma olhada nos comentários e vi lá este quase diálogo:
"Porque não ensinar fazer uma pizza de baixo custo para um ser humano desprovido de recursos?"
"Por que aqui é um espaço para animais. Entendeu?"
Outro: "Você por acaso é cachorro?"
Toma leso, pega abestado!
DISFARCE
Acompanhando o desenrolar da "Operação Lava Jato" - Fase 13 (Lembra a abertura dos cds dos "Aviões do Forró: Volume 22!"), vejo em várias reportagens um policial federal que não quer ser identificado.
A estratégia dele é como o agente da ABIN, que foi a uma audiência pública aqui em Porto Velho, disfarçado, usando uma camiseta da "Associação dos Servidores da Abin"!
A estratégia dele é como o agente da ABIN, que foi a uma audiência pública aqui em Porto Velho, disfarçado, usando uma camiseta da "Associação dos Servidores da Abin"!
(Ilustra reprodução G1)
DICA DE INDIGNAÇÃO
Na edição de hoje do quase centenário Alto Madeira, a constatação do estado de (quase) abandono em que se encontra o Mercado do Peixe, no Cai N'Água. Tanto esse quanto outros locais que foram atingidos pela cheia histórica de 2014, e que não foram reocupados pelos "donos originais", servem de moradia a sem tetos e/ou pequenos traficantes/usuários de drogas. Ficam ali, ninguém os incomoda, e a vida segue.
A Prefeitura abandonou um monte de prédios públicos na mesma situação do Mercado do Peixe. Dizem que é uma Área de Proteção Permanente (APP). Então, se é assim, que façam o trabalho direito. Retirem as pessoas que vivem ali vivem e as leve para um lugar decente; coloquem os prédios abaixo e plantem árvores reconstituindo a mata ciliar, oras! (Ilustra foto do Alto Madeira, via Gente de Opinião)
Né não?
A Prefeitura abandonou um monte de prédios públicos na mesma situação do Mercado do Peixe. Dizem que é uma Área de Proteção Permanente (APP). Então, se é assim, que façam o trabalho direito. Retirem as pessoas que vivem ali vivem e as leve para um lugar decente; coloquem os prédios abaixo e plantem árvores reconstituindo a mata ciliar, oras! (Ilustra foto do Alto Madeira, via Gente de Opinião)
Né não?
16 de abr. de 2015
DIÁLOGOS INSÓLITOS
(Foto Rosinaldo Machado/Decom)
Olhando o mural com fotos do Parque Estadual de Corumbiara:
- Que lugar bonito! Olha essas fotos do [Rosinaldo] Machado... Ele é muito bom nisso...
- Ele é bom...
- Olha essa corujinha... É linda de tão feia...
- Hein?
DO PASSADO
A tentativa de suicídio com água sanitária me fez lembrar:
Era meados de 1992, verão portanto, apareceram casos de cólera em Porto Velho. O ponto vulnerável da cidade era o porto do Cai N'Água, com as barraquinhas de comida construídas nas barrancas do rio, onde se alimentavam os passageiros no embarque e desembarque, os tripulantes dos barcos e os estivadores que ali trabalhavam.
Uma das recomendações repassadas à população pelas autoridades era o uso do hipoclorito de sódio na água de beber e a higienização de locais - barcos, por exemplo - com a água sanitária.
Pouco tempo depois dessa crise, recebi como pauta apurar denúncia que uma determinada marca de água mineral estava contaminada. De posse da cópia do laudo fui à Caerd. Ninguém quis falar comigo, apesar da assinatura no papel era de um biólogo da estatal. Para não perder tempo, perguntei a outro técnico, usando os meus conhecimento de química do colégio: "Só responde para mim sim ou não". Ele balançou afirmativamente a cabeça. "Aqui está dizendo que esta água precisa ser fervida". Outro aceno positivo. "Se tem que ferver, deixa de ser água mineral". Acertei de novo! Agradeci e fui embora.
Fui na Vigilância Estadual, para saber se eram eles quem tinham que fiscalizar aquilo. "É sim, mas somos poucos, não dá para ver tudo. É impossível fiscalizar a água sanitária..." Atalhei, "água mineral". "É a mesma coisa. Teríamos que ver isso da água sanitária..." "Água mineral" "Pois é, água sanitária".
Eu o interrompi e perguntei: "Por que você está repetindo toda hora água sanitária?" "Desculpe. É porque nós acabamos e fechar três fábricas de água sanitária, que estavam com a composição química irregular no produto". Tchan! "Esquece a água mineral e me fala da água sanitária". Furo!
Depois fiquei pensando o perigo pelo qual passamos. A assepsia dos ambientes, que era feita com água sanitária fabricada em Porto Velho (aquelas fechadas pela Vigilância), não limpava nada. Os produtos tinham menos de 25% de cloro, que é a quantidade regulamentada. Lavávamos o chão com a água apenas com a essência de cloro para dar o cheiro. Se o vibrião soubesse...
Era meados de 1992, verão portanto, apareceram casos de cólera em Porto Velho. O ponto vulnerável da cidade era o porto do Cai N'Água, com as barraquinhas de comida construídas nas barrancas do rio, onde se alimentavam os passageiros no embarque e desembarque, os tripulantes dos barcos e os estivadores que ali trabalhavam.
Nesta foto de Neinho Mangeon, muito depois, a coisa estava organizada...
Uma das recomendações repassadas à população pelas autoridades era o uso do hipoclorito de sódio na água de beber e a higienização de locais - barcos, por exemplo - com a água sanitária.
Pouco tempo depois dessa crise, recebi como pauta apurar denúncia que uma determinada marca de água mineral estava contaminada. De posse da cópia do laudo fui à Caerd. Ninguém quis falar comigo, apesar da assinatura no papel era de um biólogo da estatal. Para não perder tempo, perguntei a outro técnico, usando os meus conhecimento de química do colégio: "Só responde para mim sim ou não". Ele balançou afirmativamente a cabeça. "Aqui está dizendo que esta água precisa ser fervida". Outro aceno positivo. "Se tem que ferver, deixa de ser água mineral". Acertei de novo! Agradeci e fui embora.
Fui na Vigilância Estadual, para saber se eram eles quem tinham que fiscalizar aquilo. "É sim, mas somos poucos, não dá para ver tudo. É impossível fiscalizar a água sanitária..." Atalhei, "água mineral". "É a mesma coisa. Teríamos que ver isso da água sanitária..." "Água mineral" "Pois é, água sanitária".
Eu o interrompi e perguntei: "Por que você está repetindo toda hora água sanitária?" "Desculpe. É porque nós acabamos e fechar três fábricas de água sanitária, que estavam com a composição química irregular no produto". Tchan! "Esquece a água mineral e me fala da água sanitária". Furo!
Depois fiquei pensando o perigo pelo qual passamos. A assepsia dos ambientes, que era feita com água sanitária fabricada em Porto Velho (aquelas fechadas pela Vigilância), não limpava nada. Os produtos tinham menos de 25% de cloro, que é a quantidade regulamentada. Lavávamos o chão com a água apenas com a essência de cloro para dar o cheiro. Se o vibrião soubesse...
DEU NO JORNAL
Desculpa para atirar na velha - Essa é internacional, com repercussão local: "Homem atira em tatu e acerta sua sogra". Se ao invés da 9 mm, o cara tivesse usado uma das espingardas mostradas na matéria, a mulher dele estava órfã.
Predestinado - Com esse nome, seria difícil não ter este fim: "Cujubim Urgente - Homicídio é alvejado com tiro na cabeça..."
Merchã até em notícia policial: "Depressão - Homem tenta suicídio ao tomar um litro de Qboa". Que boa, nada! Contra-propaganda...
Predestinado - Com esse nome, seria difícil não ter este fim: "Cujubim Urgente - Homicídio é alvejado com tiro na cabeça..."
Merchã até em notícia policial: "Depressão - Homem tenta suicídio ao tomar um litro de Qboa". Que boa, nada! Contra-propaganda...
DICA DE MATÉRIA
O repórter Phelipe Siani, da TV Globo, usa criatividade para mostrar a nova febre entre os brasileiros: a dublagem através de um aplicativo para celulares. É material para ser exibido nas salas de aula dos cursos de Jornalismo e nas redações também.
De nada. (Ilustra divulgação)
15 de abr. de 2015
ENQUANTO É TEMPO
Em fevereiro deste ano, enquanto os rios Guaporé, Mamoré e Madeira estavam com suas vazões em alta e uma segunda cheia histórica, como a de 2014, era esperada como "quase" certa, um comerciante de Guajará-Mirim fez o que recomenda a prudência: estocou uma quantidade 20% maior de cerveja do que aquele quantitativo que está acostumado a comprar.
Na cheia histórica Guajará-Mirim ficou 60 dias isolada por via terrestre, mas os guajamirenses não pararam de beber. Este ano a cheia não veio no tamanho que estava sendo temida e eu quero saber se é preciso ajuda para evitar que vença o prazo de validade da cerveja...
Na cheia histórica Guajará-Mirim ficou 60 dias isolada por via terrestre, mas os guajamirenses não pararam de beber. Este ano a cheia não veio no tamanho que estava sendo temida e eu quero saber se é preciso ajuda para evitar que vença o prazo de validade da cerveja...
CO-AUTOR
No encerramento do programa, o radialista Marcos Augusto, apresentador do "Forrozão do Marcão", se despediu dos ouvintes dando um conselho:
"Meus amigos, amem a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. Faça isso, meu irmão, que você não vai ter problemas" e repetiu a frase: "Amar a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. Eu assino embaixo!"
Co-autor do Velho Testamento. Tá pensando o quê?
"Meus amigos, amem a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. Faça isso, meu irmão, que você não vai ter problemas" e repetiu a frase: "Amar a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. Eu assino embaixo!"
Co-autor do Velho Testamento. Tá pensando o quê?
SUGESTÃO DE LEITURA
Muita gente pensa que só asuzina do Madeira pagam royalties. Esquecem da UHE Samuel e das atividades mineradoras. De Samuel é compreensível se saber muito pouco e das atividades de mineração, aí que o segredo é total.
No rilisi distribuído pelo Decom, o veterano repórter Montezuna Cruz levantou um assunto praticamente inédito para a grande maioria da população: a arrecadação de royalties pela extração da cassiterita, que foi descoberta em Rondônia em 1955, pelo seringalista Joaquim Pereira da Rocha.
Sugiro a leitura, não só pelo estilo do Monte, como pela importância do assunto. Aqui. (Foto Decom)
Cassiterita bruta
No rilisi distribuído pelo Decom, o veterano repórter Montezuna Cruz levantou um assunto praticamente inédito para a grande maioria da população: a arrecadação de royalties pela extração da cassiterita, que foi descoberta em Rondônia em 1955, pelo seringalista Joaquim Pereira da Rocha.
Sugiro a leitura, não só pelo estilo do Monte, como pela importância do assunto. Aqui. (Foto Decom)
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