23 de abr. de 2015
DEU NO JORNAL
DESCOBERTA - Quando vi a legenda, imaginei a seguinte cena: Dona Eduarda olhava distraída a galeria de fotos dos ex-comandantes da 17ª BIS, quando se depara com o retrato do marido e diz: "Novais, olha sua foto aqui!" Aí a legenda justifica.
Se não foi assim que aconteceu, ela descerrou o quadro com a fotografia.
HEIN? - Gosto das chamadinhas do G1-RO, como este 'chapéu' "DE CAMINHÃO"...
EU PODERIA estar (...), mas estou aqui trabalhando... Rilisi da Câmara Municipal de Porto Velho exalta aquilo que acredita ser uma exceção...
E O DESCOBRIMENTO, HEIN?
Quase ninguém se lembra mais que ontem se comemorava a chegada da frota do português Pedro Álvares Cabral ao Brasil, que tomou posse da terra em nome de El Rei D. Manuel I, "O Venturoso". O tempo foi passando e de "descoberta" do Brasil, passaram a chamar de "achamento". Para mim, trocaram anágua por combinação.
Essa viagem - entre outras da Era das Grandes Navegações - sempre me fascinou. Não só pela descoberta do nosso país, como pela precaridade daquela empreitada, que fui descobrindo ser maior a cada nova obra que eu lia. Tenho o Pedro Álvares Cabral em um lugar especial no meu panteão de heróis nacionais.
Nas férias do ano passado estivemos em Porto Seguro, local onde se considera ter sido o desembarque da tripulação e aderentes da frota cabralina. Visitamos todas as localidades listadas nos livros de História e a emoção se renovou a toda hora. Reapresento aqui algumas fotos daquela viagem
Essa viagem - entre outras da Era das Grandes Navegações - sempre me fascinou. Não só pela descoberta do nosso país, como pela precaridade daquela empreitada, que fui descobrindo ser maior a cada nova obra que eu lia. Tenho o Pedro Álvares Cabral em um lugar especial no meu panteão de heróis nacionais.
Nas férias do ano passado estivemos em Porto Seguro, local onde se considera ter sido o desembarque da tripulação e aderentes da frota cabralina. Visitamos todas as localidades listadas nos livros de História e a emoção se renovou a toda hora. Reapresento aqui algumas fotos daquela viagem
Índios Pataxó e Marco do local provável da Primeira Missa
Homenagem a Cabral e Monte Pascal, primeiro pedaço do Brasil avistado
pelos marinheiros portugueses
Réplica de uma das caravelas da frota de Cabral; ruas da "Cidade Velha" e
Marco do Descobrimento
(Fotos Marcela Ximenes e JCarlos)
Obs.: Este comentário foi redigido ontem, mas sem tempo de escolher as fotos, só posto agora
DO PASSADO
(Foto Decom/Reprodução Alto Madeira)
Este evento ficou na minha mente por que eu não entendia, na época, a homenagem a uma pessoa que ainda estava viva, no caso a dona Nazaré da Cabeça Branca. Soube, então, a importância dela na história do PMDB, desde a fundação do MDB em Rondônia e como gostam de falar hoje, "na resistência ao regime militar", já que o Território de Rondônia era governado por coronéis do Exercito (Amapá era da Marinha e Roraima, da Aeronáutica).
Na foto, em primeiro plano, o secretário de Obras, Carlos Roberto Duarte, dona Nazaré Cabeça Branca (lá atrás, mais perto do góvi, José, ou João, Albuquerque, secretário de Educação) e o governador Jerônimo Santana
22 de abr. de 2015
UM BOM MOTIVO
Leio que a Defesa Civil municipal recebeu exemplares de duas obras do professor José Dettoni, para serem distribuídas às pessoas que foram flageladas pelas enchentes de 2014. Os títulos são "Lucas, Evangelho da Misericórdia - Paráfrase" e "Pós-Enchente: Educação-Educação-Educação".
Uma boa iniciativa. Mas do que eu gostei mesmo, foram os objetivos que o redator elencou para justificar a doação: "(...) visando ajudá-los a atravessar os dilemas gerados pelo desastre e provê-los de uma melhor preparação para o enfrentamento às vicissitudes."
Alimentos para a alma, pois, enquanto aguardam as casas prometidas.
(Ilustra Sempedec/Divulgação)
Uma boa iniciativa. Mas do que eu gostei mesmo, foram os objetivos que o redator elencou para justificar a doação: "(...) visando ajudá-los a atravessar os dilemas gerados pelo desastre e provê-los de uma melhor preparação para o enfrentamento às vicissitudes."
Alimentos para a alma, pois, enquanto aguardam as casas prometidas.
21 de abr. de 2015
EDITOR-CHEFE
Ganhei um supervisor de conteúdo do brog, o Chico, uma calopsita que tem como humanos a Alessandra e o Danilo Curado.
Supervisão mental
Olhando o que está saindo
Editando
Ctrl + T, Del
(Ideia Danilo Curado / Fotos Marcela Ximenes)
BANHEIROS
Na hora do aperto...
Em cima, Carpe Diem; embaixo, a partir da esquerda: Park Shopping, em Brasília;
Bar Sossega Madalena, no Guará; e Salto do Corumbá de Goiás
(Fotos Marcela Ximenes e JCarlos)
PARABÉNS BRASÍLIAS
Vou me apropriar de dois bordões que os coleguinhas costumam usar nestas ocasiões: "Hoje é aniversário de Brasília, mas quem ganha o presente é você!" e "Hoje é o dia de inauguração de Brasília, mas há muito pouco a comemorar."
Desde a primeira vez que desembarquei em Brasília, tenho duas sensações: a do déjà-vu e a da descoberta. Muito antes de vir a esta cidade (quando era criança pequena em Teófilo Otoni), li muito sobre ela nas coleções de "O Cruzeiro" e "Manchete", que havia na casa das minhas avós.
Vim pela primeira vez, por volta de 1994, quando já trabalhava na Fiero, no esquema de bate-e-volta. Do aeroporto ao hotel, depois CNI e aeroporto, eu via pela janela dos táxis a Brasília das reportagens e dos cartões postais.
Morei aqui durante um ano, não me adaptei por questões de saúde (ou falta de), mas não deixei de gostar da cidade. Hoje, há pouco, li este artigo do jornalista Josias de Souza, mostrando as diferenças entre Brasília e "Brasília". Concordo plenamente.
A cada retorno conheço um cantinho novo e vou redescobrindo as Brasílias. Desta vez pelas mãos e cérebros dos amigos Alessandra e Danilo Curado. Mais uma vez parabéns Brasília, sem aspas. (Fotos Marcela Ximenes e JCarlos)
Desde a primeira vez que desembarquei em Brasília, tenho duas sensações: a do déjà-vu e a da descoberta. Muito antes de vir a esta cidade (quando era criança pequena em Teófilo Otoni), li muito sobre ela nas coleções de "O Cruzeiro" e "Manchete", que havia na casa das minhas avós.
Vim pela primeira vez, por volta de 1994, quando já trabalhava na Fiero, no esquema de bate-e-volta. Do aeroporto ao hotel, depois CNI e aeroporto, eu via pela janela dos táxis a Brasília das reportagens e dos cartões postais.
Morei aqui durante um ano, não me adaptei por questões de saúde (ou falta de), mas não deixei de gostar da cidade. Hoje, há pouco, li este artigo do jornalista Josias de Souza, mostrando as diferenças entre Brasília e "Brasília". Concordo plenamente.
A cada retorno conheço um cantinho novo e vou redescobrindo as Brasílias. Desta vez pelas mãos e cérebros dos amigos Alessandra e Danilo Curado. Mais uma vez parabéns Brasília, sem aspas. (Fotos Marcela Ximenes e JCarlos)
20 de abr. de 2015
CENAS DA CIDADE - EDIÇÃO ESPECIAL
Em homenagem ao 55º aniversário de Brasília:
Tiradentes divide a festa com os brasilienses e com os índios (SQN#)
Santuário Dom Bosco
Ponte JK
Marco Zero de Brasília
(Fotos JCarlos)
DIÁLOGOS INSÓLITOS
Eu descia da torre do "fogo eterno" no "Panteão da Pátria e Liberdade", na praça dos Três Poderes. Lá em cima também estavam três mulheres e uma menina, filha de uma delas; quando eu ia iniciar a descida, uma ave grande fez uma rasante, passando ao lado...
- Mamãe, mamãe, uma águia! Você viu mamãe? Uma águia!
Eu, eterno estraga-prazeres, entrei na conversa:
- Águia, também conhecida como urubu...
- Era uma águia sim, não era mamãe?
A foto eternizando o momento é da Marcela Ximenes, que ouviu tudo lá de baixo, com a outra testemunha, a Alessandra Curado.
Eu, eterno estraga-prazeres, entrei na conversa:
- Águia, também conhecida como urubu...
- Era uma águia sim, não era mamãe?
A foto eternizando o momento é da Marcela Ximenes, que ouviu tudo lá de baixo, com a outra testemunha, a Alessandra Curado.
DEU NO JORNAL
O Diário da Amazônia, em editorial, confunde as datas. Diz que o Dia do Índio (19) é no dia 21 (Tiradentes).
Distração braba ou culpa do estagiário?
Distração braba ou culpa do estagiário?
19 de abr. de 2015
DIA DOS ÍNDIOS
Duas belíssimas fotos feitas na quinta-feira (16) quando representantes de várias etnias estiveram em Brasília protestando contra a PEC que dá ao Legislativo o poder de demarcar as Terras Indígenas.
(Foto Marcelo Camargo/Ag. Brasil)
(Foto Valter Campanato/Ag. Brasil)
18 de abr. de 2015
TOMA, ABESTADO
Estava vendo as novidades do tuíter e deparei com uma receita de pizza para cães. Abri a página para encaminhar o linque para a Mar - quem sabe se o Argus é merecedor?
Dei uma olhada nos comentários e vi lá este quase diálogo:
"Porque não ensinar fazer uma pizza de baixo custo para um ser humano desprovido de recursos?"
"Por que aqui é um espaço para animais. Entendeu?"
Outro: "Você por acaso é cachorro?"
Toma leso, pega abestado!
Dei uma olhada nos comentários e vi lá este quase diálogo:
"Porque não ensinar fazer uma pizza de baixo custo para um ser humano desprovido de recursos?"
"Por que aqui é um espaço para animais. Entendeu?"
Outro: "Você por acaso é cachorro?"
Toma leso, pega abestado!
DISFARCE
Acompanhando o desenrolar da "Operação Lava Jato" - Fase 13 (Lembra a abertura dos cds dos "Aviões do Forró: Volume 22!"), vejo em várias reportagens um policial federal que não quer ser identificado.
A estratégia dele é como o agente da ABIN, que foi a uma audiência pública aqui em Porto Velho, disfarçado, usando uma camiseta da "Associação dos Servidores da Abin"!
A estratégia dele é como o agente da ABIN, que foi a uma audiência pública aqui em Porto Velho, disfarçado, usando uma camiseta da "Associação dos Servidores da Abin"!
(Ilustra reprodução G1)
DICA DE INDIGNAÇÃO
Na edição de hoje do quase centenário Alto Madeira, a constatação do estado de (quase) abandono em que se encontra o Mercado do Peixe, no Cai N'Água. Tanto esse quanto outros locais que foram atingidos pela cheia histórica de 2014, e que não foram reocupados pelos "donos originais", servem de moradia a sem tetos e/ou pequenos traficantes/usuários de drogas. Ficam ali, ninguém os incomoda, e a vida segue.
A Prefeitura abandonou um monte de prédios públicos na mesma situação do Mercado do Peixe. Dizem que é uma Área de Proteção Permanente (APP). Então, se é assim, que façam o trabalho direito. Retirem as pessoas que vivem ali vivem e as leve para um lugar decente; coloquem os prédios abaixo e plantem árvores reconstituindo a mata ciliar, oras! (Ilustra foto do Alto Madeira, via Gente de Opinião)
Né não?
A Prefeitura abandonou um monte de prédios públicos na mesma situação do Mercado do Peixe. Dizem que é uma Área de Proteção Permanente (APP). Então, se é assim, que façam o trabalho direito. Retirem as pessoas que vivem ali vivem e as leve para um lugar decente; coloquem os prédios abaixo e plantem árvores reconstituindo a mata ciliar, oras! (Ilustra foto do Alto Madeira, via Gente de Opinião)
Né não?
16 de abr. de 2015
DIÁLOGOS INSÓLITOS
(Foto Rosinaldo Machado/Decom)
Olhando o mural com fotos do Parque Estadual de Corumbiara:
- Que lugar bonito! Olha essas fotos do [Rosinaldo] Machado... Ele é muito bom nisso...
- Ele é bom...
- Olha essa corujinha... É linda de tão feia...
- Hein?
DO PASSADO
A tentativa de suicídio com água sanitária me fez lembrar:
Era meados de 1992, verão portanto, apareceram casos de cólera em Porto Velho. O ponto vulnerável da cidade era o porto do Cai N'Água, com as barraquinhas de comida construídas nas barrancas do rio, onde se alimentavam os passageiros no embarque e desembarque, os tripulantes dos barcos e os estivadores que ali trabalhavam.
Uma das recomendações repassadas à população pelas autoridades era o uso do hipoclorito de sódio na água de beber e a higienização de locais - barcos, por exemplo - com a água sanitária.
Pouco tempo depois dessa crise, recebi como pauta apurar denúncia que uma determinada marca de água mineral estava contaminada. De posse da cópia do laudo fui à Caerd. Ninguém quis falar comigo, apesar da assinatura no papel era de um biólogo da estatal. Para não perder tempo, perguntei a outro técnico, usando os meus conhecimento de química do colégio: "Só responde para mim sim ou não". Ele balançou afirmativamente a cabeça. "Aqui está dizendo que esta água precisa ser fervida". Outro aceno positivo. "Se tem que ferver, deixa de ser água mineral". Acertei de novo! Agradeci e fui embora.
Fui na Vigilância Estadual, para saber se eram eles quem tinham que fiscalizar aquilo. "É sim, mas somos poucos, não dá para ver tudo. É impossível fiscalizar a água sanitária..." Atalhei, "água mineral". "É a mesma coisa. Teríamos que ver isso da água sanitária..." "Água mineral" "Pois é, água sanitária".
Eu o interrompi e perguntei: "Por que você está repetindo toda hora água sanitária?" "Desculpe. É porque nós acabamos e fechar três fábricas de água sanitária, que estavam com a composição química irregular no produto". Tchan! "Esquece a água mineral e me fala da água sanitária". Furo!
Depois fiquei pensando o perigo pelo qual passamos. A assepsia dos ambientes, que era feita com água sanitária fabricada em Porto Velho (aquelas fechadas pela Vigilância), não limpava nada. Os produtos tinham menos de 25% de cloro, que é a quantidade regulamentada. Lavávamos o chão com a água apenas com a essência de cloro para dar o cheiro. Se o vibrião soubesse...
Era meados de 1992, verão portanto, apareceram casos de cólera em Porto Velho. O ponto vulnerável da cidade era o porto do Cai N'Água, com as barraquinhas de comida construídas nas barrancas do rio, onde se alimentavam os passageiros no embarque e desembarque, os tripulantes dos barcos e os estivadores que ali trabalhavam.
Nesta foto de Neinho Mangeon, muito depois, a coisa estava organizada...
Uma das recomendações repassadas à população pelas autoridades era o uso do hipoclorito de sódio na água de beber e a higienização de locais - barcos, por exemplo - com a água sanitária.
Pouco tempo depois dessa crise, recebi como pauta apurar denúncia que uma determinada marca de água mineral estava contaminada. De posse da cópia do laudo fui à Caerd. Ninguém quis falar comigo, apesar da assinatura no papel era de um biólogo da estatal. Para não perder tempo, perguntei a outro técnico, usando os meus conhecimento de química do colégio: "Só responde para mim sim ou não". Ele balançou afirmativamente a cabeça. "Aqui está dizendo que esta água precisa ser fervida". Outro aceno positivo. "Se tem que ferver, deixa de ser água mineral". Acertei de novo! Agradeci e fui embora.
Fui na Vigilância Estadual, para saber se eram eles quem tinham que fiscalizar aquilo. "É sim, mas somos poucos, não dá para ver tudo. É impossível fiscalizar a água sanitária..." Atalhei, "água mineral". "É a mesma coisa. Teríamos que ver isso da água sanitária..." "Água mineral" "Pois é, água sanitária".
Eu o interrompi e perguntei: "Por que você está repetindo toda hora água sanitária?" "Desculpe. É porque nós acabamos e fechar três fábricas de água sanitária, que estavam com a composição química irregular no produto". Tchan! "Esquece a água mineral e me fala da água sanitária". Furo!
Depois fiquei pensando o perigo pelo qual passamos. A assepsia dos ambientes, que era feita com água sanitária fabricada em Porto Velho (aquelas fechadas pela Vigilância), não limpava nada. Os produtos tinham menos de 25% de cloro, que é a quantidade regulamentada. Lavávamos o chão com a água apenas com a essência de cloro para dar o cheiro. Se o vibrião soubesse...
DEU NO JORNAL
Desculpa para atirar na velha - Essa é internacional, com repercussão local: "Homem atira em tatu e acerta sua sogra". Se ao invés da 9 mm, o cara tivesse usado uma das espingardas mostradas na matéria, a mulher dele estava órfã.
Predestinado - Com esse nome, seria difícil não ter este fim: "Cujubim Urgente - Homicídio é alvejado com tiro na cabeça..."
Merchã até em notícia policial: "Depressão - Homem tenta suicídio ao tomar um litro de Qboa". Que boa, nada! Contra-propaganda...
Predestinado - Com esse nome, seria difícil não ter este fim: "Cujubim Urgente - Homicídio é alvejado com tiro na cabeça..."
Merchã até em notícia policial: "Depressão - Homem tenta suicídio ao tomar um litro de Qboa". Que boa, nada! Contra-propaganda...
DICA DE MATÉRIA
O repórter Phelipe Siani, da TV Globo, usa criatividade para mostrar a nova febre entre os brasileiros: a dublagem através de um aplicativo para celulares. É material para ser exibido nas salas de aula dos cursos de Jornalismo e nas redações também.
De nada. (Ilustra divulgação)
15 de abr. de 2015
ENQUANTO É TEMPO
Em fevereiro deste ano, enquanto os rios Guaporé, Mamoré e Madeira estavam com suas vazões em alta e uma segunda cheia histórica, como a de 2014, era esperada como "quase" certa, um comerciante de Guajará-Mirim fez o que recomenda a prudência: estocou uma quantidade 20% maior de cerveja do que aquele quantitativo que está acostumado a comprar.
Na cheia histórica Guajará-Mirim ficou 60 dias isolada por via terrestre, mas os guajamirenses não pararam de beber. Este ano a cheia não veio no tamanho que estava sendo temida e eu quero saber se é preciso ajuda para evitar que vença o prazo de validade da cerveja...
Na cheia histórica Guajará-Mirim ficou 60 dias isolada por via terrestre, mas os guajamirenses não pararam de beber. Este ano a cheia não veio no tamanho que estava sendo temida e eu quero saber se é preciso ajuda para evitar que vença o prazo de validade da cerveja...
CO-AUTOR
No encerramento do programa, o radialista Marcos Augusto, apresentador do "Forrozão do Marcão", se despediu dos ouvintes dando um conselho:
"Meus amigos, amem a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. Faça isso, meu irmão, que você não vai ter problemas" e repetiu a frase: "Amar a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. Eu assino embaixo!"
Co-autor do Velho Testamento. Tá pensando o quê?
"Meus amigos, amem a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. Faça isso, meu irmão, que você não vai ter problemas" e repetiu a frase: "Amar a Deus sobre todas as coisas e a teu próximo como a ti mesmo. Eu assino embaixo!"
Co-autor do Velho Testamento. Tá pensando o quê?
SUGESTÃO DE LEITURA
Muita gente pensa que só asuzina do Madeira pagam royalties. Esquecem da UHE Samuel e das atividades mineradoras. De Samuel é compreensível se saber muito pouco e das atividades de mineração, aí que o segredo é total.
No rilisi distribuído pelo Decom, o veterano repórter Montezuna Cruz levantou um assunto praticamente inédito para a grande maioria da população: a arrecadação de royalties pela extração da cassiterita, que foi descoberta em Rondônia em 1955, pelo seringalista Joaquim Pereira da Rocha.
Sugiro a leitura, não só pelo estilo do Monte, como pela importância do assunto. Aqui. (Foto Decom)
Cassiterita bruta
No rilisi distribuído pelo Decom, o veterano repórter Montezuna Cruz levantou um assunto praticamente inédito para a grande maioria da população: a arrecadação de royalties pela extração da cassiterita, que foi descoberta em Rondônia em 1955, pelo seringalista Joaquim Pereira da Rocha.
Sugiro a leitura, não só pelo estilo do Monte, como pela importância do assunto. Aqui. (Foto Decom)
EJETANDO O VICE
Ação e reação em Cacoal. Depois de um imbróglio que começou na Secretaria Municipal de Saúde, passou pela chefia de gabinete da Prefeitura e chegou à Câmara Municipal no formato de uma Comissão Processante natimorta, tudo acabou literalmente em pizza. A história seria uma cobrança de obra que o então secretário de Saúde não reconheceu e o prefeito mandou pagar.Fermentado por fatos e versões, o assunto foi tomando corpo e a vereadora Maria Simões (PT) pediu e conseguiu uma CPI para apurar os fatos denunciados pelo ex-secretário, que além do pagamento da obra, ainda fez outras acusações. Ouvidas as testemunhas, quebrados sigilos, o processo foi votado ontem e foi arquivado.
Terminada a sessão da Câmara, a primeira providência do prefeito padre Franco Vialetto foi determinar à chefe de gabinete avisar ao vice prefeito, o seu Acelino Marcon (ex-deputado estadual), para desocupar as dependências da sala no Palácio do Café. O homem, aparentemente, não tinha nada a ver com o bode.
Para quem pegou o filme agora, o problema com o vice tem duas origens: 1 - dois vereadores do PDT, que são do partido dele, votaram pela cassação do prefeito; 2 - o seu Acelino ocupou interinamente a Prefeitura em junho do ano passado, por 15 dias, e exonerou alguns assessores, que foram "renomeados" quando o prefeito voltou. (Ilustra Ciência.HSW.UOL)
Magoou.
QUASE CENTENÁRIO
Um abraço aos colegas que mantêm vivo o querido jornal "Alto Madeira", nessa resistência histórica e inglória. Aos proprietários, seu Euro e seu Luiz Tourinho, o meu reconhecimento por acreditarem no projeto do jornal e na meta de atingir o centenário.
Cá para nós, ô data longe de chegar!
Sempre repito a grande escola que foi para mim ter trabalhado curtos dois anos no Alto Madeira, 1992/93. Nossa equipe era boa e produtiva, sob orientação do Paulinho Correia, do Rodrigo Bonfim e do Ivan Marrocos. Eu era da editoria de Cidade, mas circulava também na Política, quando o Lúcio Albuquerque convidava para fazer "bastidores" de algum evento, como eleição, convenção, ou entrevistas com pioneiros de Porto Velho e Rondônia.
Espero poder, também, comemorar os 100 anos do grande jornal.
Cá para nós, ô data longe de chegar!
Sempre repito a grande escola que foi para mim ter trabalhado curtos dois anos no Alto Madeira, 1992/93. Nossa equipe era boa e produtiva, sob orientação do Paulinho Correia, do Rodrigo Bonfim e do Ivan Marrocos. Eu era da editoria de Cidade, mas circulava também na Política, quando o Lúcio Albuquerque convidava para fazer "bastidores" de algum evento, como eleição, convenção, ou entrevistas com pioneiros de Porto Velho e Rondônia.
Espero poder, também, comemorar os 100 anos do grande jornal.
14 de abr. de 2015
AGORA VAI!
(Fotos JCarlos)
A obra podia ser comparada com a Sky: Choveu em Candeias, aqui para tudo. Moro deste lado da cidade há perto de sete anos e acompanho diariamente as idas e vindas. Desta vez estou animado, pois estou vendo o progresso rápido da obra.
Na semana passada a secretária Amélia Afonso informou ter recebido reclamações. Um comerciante queria um espaço vago no canteiro central na frente do estabelecimento dele, para permitir a manobra de caminhões*. A exemplo de outras obras, o interesse particular quer sobrepor ao coletivo. Neste momento a secretária não cedeu.
Se não houver mais uma desistência, acho que em maio o dr. Mauro inaugura os canteiros centrais, as calçadas e a ciclovia**.
* Neste local, Vieira Caúla com Ananias Ferreira de Andrade, os caminhões atrapalham a vida de todos, especialmente na hora do pico, às sete da manhã. Eles fecham o trânsito e danem-se os outros.
** Depois vou comentar sobre essa ciclovia. Na Mamoré ela quase não é usada, por um motivo simples: os ciclistas não sabem que é para eles...
NÃO PODEM RECLAMAR
Se uma coisa assessor de imprensa não pode se queixar é "mexerem" nos textos deles...
Mais um exemplo aqui, rilisi distribuído pela PC:
Mais um exemplo aqui, rilisi distribuído pela PC:
13 de abr. de 2015
(NÃO) DEU NO JORNAL
O quase centenário Alto Madeira perdeu uma oportunidade de dar um banho na concorrência. Levantou um assunto legal: a presença de um camelô que instala a loja ambulante na vaga destinada a portadores de necessidades especiais, no estacionamento da agência do Banco do Brasil da avenida Presidente Dutra com rua Benjamin Constant. Até aí tudo certo.
Só que o repórter ou o informante do jornal não falou com o camelô folgado, não falou com a Semtran, não falou com a Semfaz e nem com o gerente da agência. Ouviu um outro camelô (eu ouviria os flanelinhas que trabalham ali e que estão no prejuízo) e "clientes não identificados".
Ficou meia boca (e estou quebrando o galho). Ficaram nos devendo esta.
Só que o repórter ou o informante do jornal não falou com o camelô folgado, não falou com a Semtran, não falou com a Semfaz e nem com o gerente da agência. Ouviu um outro camelô (eu ouviria os flanelinhas que trabalham ali e que estão no prejuízo) e "clientes não identificados".
Ficou meia boca (e estou quebrando o galho). Ficaram nos devendo esta.
PESAR
Mais um grande escritor se vai. Desta vez foi o Eduardo Galeano, o uruguaio que bagunçou a cabeça de todos da minha geração com o livro "Veias Abertas da América Latina". Com quinze anos eu li o livro deslumbrado, como tantos outros adolescentes que vivíamos em um país sob tutela militar e sonhando com a "contra-revolução". No ano seguinte uns tantos vieram para a Amazônia preparar o povo para "retomar o poder". E todos sabem no que deu.Mas Galeano - depois li mais artigos dele - revisitava a História e recontava alguns fatos que conhecíamos como a Guerra do Paraguai, por exemplo. O Paraguai que ele nos apresentava era completamente diferente daquele dos livros que líamos na escola e decorávamos as datas. Para mim foi um choque.
Ao saber da notícia da morte pela IstoÉ, vi que o autor renegava o "Veias Abertas", dizendo que não se ligava mais ao texto, com a distância dos anos. Muitos leitores também se distanciaram, mas foi uma obra que me marcou muito e me fez buscar outras fontes que não só as oficiais. Aplico isso até hoje no meu trabalho e no lazer (o brog). (Ilustra Divulgação)
PARA NÃO PAIRAR DÚVIDAS
(Foto Rondônia Vip)
12 de abr. de 2015
SEPARADOS NO PURGATÓRIO
À esquerda, o Viaduto das Almas, na BR-040, entre Itabirito e Ouro Preto (MG). Foi desativado em 2010, com a construção de um outro viaduto. Durante os 53 anos em que foi utilizado, morreram cerca de 200 pessoas em acidentes de trânsito no local.
PONTOS DE VISTA
Posições sobre a "terceirização", o Projeto de Lei 4330, que foi aprovado esta semana na Câmara dos Deputados.
Ponto de vista da CUT-RO
Ponto de vista da FIERO
Quem tem razão? Ainda não apareceu ninguém para explicar.
Ponto de vista da CUT-RO
Ponto de vista da FIERO
Quem tem razão? Ainda não apareceu ninguém para explicar.
O NONO DEPUTADO
A classe política e a população pode não ter percebido, mas a bancada federal de Rondônia ganhou mais um membro. Ex-officio e voluntário por enquanto, a coisa pode mudar no futuro.
Tenho lido rilises encaminhados pela assessoria do Sindicato dos Soldados da Borracha e dos Seringueiros de Rondônia informando, além das atribuições sindicais, a atuação do Sindsbor na solução para os moradores de uma área de Porto Velho chamada "Figura A", defendendo os assentados do P. A. Joana D'Arc e cobrando, em Brasília, a construção de um novo estádio na capital de Rondônia.
Te cuidem Marinha, Mariana, Capixaba, Luiz Carlos, Garçon, Expedito Neto, Mosquini e Marcos Rogério...
Tenho lido rilises encaminhados pela assessoria do Sindicato dos Soldados da Borracha e dos Seringueiros de Rondônia informando, além das atribuições sindicais, a atuação do Sindsbor na solução para os moradores de uma área de Porto Velho chamada "Figura A", defendendo os assentados do P. A. Joana D'Arc e cobrando, em Brasília, a construção de um novo estádio na capital de Rondônia.
Te cuidem Marinha, Mariana, Capixaba, Luiz Carlos, Garçon, Expedito Neto, Mosquini e Marcos Rogério...
CENAS DA CIDADE (E OUTRAS)
Bem-te-vi HD ou analógico?
Rua Esplendor com Sete de Setembro.
Cruzamento sinalizado.
Acabou a paciência. BR-335. ex-RO-399,
entre Vilhena e Colorado (Foto ExtradeRondônia)
Aqui a tolerância é maior
Av. Alexandre Guimarães (Foto Marcela Ximenes)
O sol estava muito forte!
(Foto Marcela Ximenes)
Luzes na Miss Liberty
(Fotos JCarlos)
A FOTO!
Uma boa foto é aquela que o fotógrafo está no lugar certo e na hora certa. Nem sempre ele tem a intenção de fazer aquela fotografia e só vê o resultado mais tarde, na "revelação". Não sei se foi o caso da foto do presidente Barack Obama desembarcando na Jamaica. Sei que a foto do Pete Souza é demais!
A visita à Kingston foi na quarta-feira, mas eu só vi a foto ontem, quando lia sobre a "VII Cumbre de Las Américas - Panamá 2015" . Encontrei em um pôste do jornalista Jorge Pontual no tuíter.
A visita à Kingston foi na quarta-feira, mas eu só vi a foto ontem, quando lia sobre a "VII Cumbre de Las Américas - Panamá 2015" . Encontrei em um pôste do jornalista Jorge Pontual no tuíter.
((@JorgePontual) - 11/04/15 14:49 - Whoa: @WhiteHouse Photographer
@petesouza Takes An Amazing Image Of Obama And A Rainbow)
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