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19 de ago. de 2009
E OS OUTROS?
Enquanto os mototaxis fazem corridas atrás de vereadores, a Assembléia Legislativa enche as medidas com a propaganda de que foi autorizado o serviço de motoboy, mediante o cumprimento de algumas condicionantes. Ainda não vi nenhum motoboy com os tais equipamentos. Trabalho perto de um restaurante delivery cujos entregadores, no horário noturno, passam sobre o canteiro central para mudar de pista, com faróis apagados, assustando os motoristas. Cadê o fiscal?
1 X 1
Recebi na noite de ontem o alerta da redação do Rondoniagora dando o resultado da votação sobre o serviço de mototaxi. Agora cedo li a coluna do Léo Ladeia sobre o mesmo tema e falei com os cordões do meu pijama: Era de se esperar, mesmo com os vereadores jogando para a torcida. Hoje as coisas continuam como estavam ontem. Todo mundo que trabalhava no ramo continua na ilegalidade e na impunidade também. Em véspera de eleição, vale tudo. Até beijo na boca de eleitor desdentado.
24 de jul. de 2009
FALANDO NISSO
Está no ar mais uma campanha da Assembléia. Falam da regularização da profissão de motoboy. Até aí tudo bem. O locutor lê a lista de exigências que o motoboy teria que atender para exercer a atividade. Tudo ilusão. Mas ao final do comercial, você fica com a impressão que estão falando do mototaxi, que hoje é quem ocupa as ruas e o imaginário coletivo.
Eu fiquei confuso e perguntei à Mar: Estão falando do motoboy ou do moto táxi?
Eu fiquei confuso e perguntei à Mar: Estão falando do motoboy ou do moto táxi?
SONHO & PESADELO
Assistimos ontem, atentamente, à entrevista concedida pela secretária de Transportes de Porto Velho, Fernanda Moreira ao programa "Jornal da Rede", apresentado por Adão e a Yonnara. Fernanda contou que os taxistas voltaram atrás e acabaram com o taxi lotação; que a regularização da atividade de mototaxi é proibida pela Lei Orgânica do Município e que há R$ 4 milhões "dasuzina" para aplicar no Plano Diretor de Tráfego (tem outro nome, mas só me ocorreu este). Isso tudo é o sonho.
O pesadelo agora: Sonhei que chamava um taxi para a Mar. A operadora perguntou o endereço e eu informei. Ela, então, perguntou em que setor da cidade estava e eu disse que não sabia. A telefonista orientou para que eu olhasse no portão da minha casa, que após o número havia um dígito. Para minha surpresa, estava lá pregado o algarismo 1, em romano. A mulher então disse que eu morava no Setor I, e que à tarifa que fosse apurada no taxímetro, seria somada um percentual em dólar! Acordei.
Pensando bem, eu mesmo levo a Mar no nosso carro.
O pesadelo agora: Sonhei que chamava um taxi para a Mar. A operadora perguntou o endereço e eu informei. Ela, então, perguntou em que setor da cidade estava e eu disse que não sabia. A telefonista orientou para que eu olhasse no portão da minha casa, que após o número havia um dígito. Para minha surpresa, estava lá pregado o algarismo 1, em romano. A mulher então disse que eu morava no Setor I, e que à tarifa que fosse apurada no taxímetro, seria somada um percentual em dólar! Acordei.
Pensando bem, eu mesmo levo a Mar no nosso carro.
20 de jul. de 2009
E ENTÃO?
Os taxistas, ao protestarem contra os moto taxistas, pintaram nos parabrisas de seus carros o dístico "Cidade sem lei", numa provocação às autoridades constituidas. Agora, leio no Gente de Opinião que os mesmos taxistas vão aderir à ilegalidade do taxi-lotação. É o roto falando do mal lavado...
Ou seria o contrário?
Ou seria o contrário?
15 de abr. de 2009
MUDANDO O FOCO
Além das usinas, os mototaxistas estão se tornando os bodes expiatórios da hora. Repara só.
12 de abr. de 2009
NOTÍCIA, MERCADORIA PERECÍVEL
Fiz uma breve viagem ao "exterior" e voltei sedento de notícias e nada. O que deu o caso do estupro/desestupro dos policias contra a vendedora? O que deu o caso do incêndio criminoso do ônibus e o paradeiro dos assassinos confessos do delegado?
9 de abr. de 2009
SE ACHANDO
Com essa história do quebra-pau com o pessoal do mototaxi, lembrei de uma história. O serviço de mototáxi já funciona há um tempinho em várias cidades de Rondônia. Uma amiga, que nunca tinha ido a Ariquemes, ao sair do hotel, a pé, para ir à pizaria, foi ouvindo "psiu" durante todo o trajeto. Na pizzaria ela me contou que foi "cortejada", se achando... Eu quebrei o encanto dizendo a ela que os psius era a forma como os mototaxistas atraiam fregueses.
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