28 de mar de 2014

UM SALVAMENTO FRACASSADO

O Argus, nosso feroz cão de guarda, tomou gosto pela caça. Quando pega um desavisado calango, daqueles que moram no quintal, ele o morde, sacode, joga para o lado até matar o bichinho.
Nesta sexta-feira, ao mexer no forno, a Mar encontrou um calango homiziado lá dentro. Chamou o JP que (por incrível que pareça) capturou o bicho, com a recomendação de soltar o lagarto fora do quintal, para que o Argus não o matasse.
Ato contínuo, JP então enfiou o braço pela grade do portão e soltou o indigitado. Incontinenti (como dizem os A.I. da Polícia Civil nos rilises), um gato que estava escondido sob o nosso carro capturou o calango, logrando êxito no seu intento maligno.      
(Legenda: Argus em pose especial para o brog - Foto Marcela Ximenes)
(Atualizando: Enquanto este post era redigido, o Argus fez mais uma vítima na família dos teídeos)

O QUE EU ME LEMBRO

No dia 1º de abril de 1964, eu tinha oito anos e já estava com o uniforme do Grupo Escolar, pronto para ir para a aula. Meu padrinho, que era comandante do destacamento da Polícia Militar, chegou para tomar café na casa da minha avó e ao me ver uniformizado disse para eu não sair à rua, pois tinha acontecido alguma coisa e muita gente estava sendo presa.
Mais tarde, do mesmo dia, soube pela babá da minha irmã que ela viu muitos caminhões cheios de soldados e concluiu: "O Brasil está em guerra!" As aulas só recomeçaram algumas semanas depois. No quadro negro, o nome do  novo presidente da República: Humberto de Alencar Castello Branco, mas a professora não soube explicar o que houve. Eu sabia, porque na minha casa meus pais e avós tinham o hábito de escutar rádio.

SUGESTÃO DE LEITURA

Às vésperas dos 50 anos do golpe militar, o assunto volta a ser a revolução de 64. E o tema se desdobra nos contra e a favor do regime militar e tem muita gente falando besteira. Sugiro a leitura do artigo "Não foi bem assim como dizem hoje", do jornalista Carlos Chagas, que reproduzo abaixo:


NÃO FOI BEM ASSIM COMO DIZEM HOJE


Carlos  Chagas
CARLOS CHAGAS
Os militares cometeram erros execráveis. Mas também contribuíram para o milagre que é a preservação da unidade nacional
Hoje, 50 anos depois, prevalece a falsa impressão de que a partir do 31 de março de 1964 o Brasil insurgiu-se por inteiro contra o golpe militar. Agora, todo mundo diz ter sido da resistência, todo mundo lutou contra a ditadura, todos arriscaram suas vidas.
Não foi nada disso. Depois da tomada do poder pelas Forças Armadas, a imensa maioria da população acomodou-se e até aplaudiu. O país continuou vivendo, cada um preocupado com seus problemas, até que com o passar dos anos e os excessos praticados pelo regime, bem como seu esgotamento, a tendência nacional posicionou-se contra.
Nos meses anteriores ao 31 de março de 1964 os ânimos estavam exaltados, dividido o país em dois grupos minoritários, mas em crescimento. De um lado, as esquerdas que imaginavam mudar tudo por meio de reformas, senão adotando as teorias marxistas, ao menos aproximando-se do modelo socialista.
Também havia nesse grupo heterogêneo os partidários da ditadura do proletariado, que sustentavam a ruptura das instituições vigentes e a adoção de um violento sistema de governo, supressor das liberdades.
Do outro lado, situava-se um grupo de empedernidos defensores de seus privilégios, infensos a mudanças, que, sem coragem de opor-se às reformas, levantavam a bandeira do combate ao comunismo, aliás sem o menor lugar na realidade nacional.
Tudo era absorvível pela maioria, que igualmente desprezava os dois extremos, até a hora em que os ânimos se acirraram, possivelmente um com medo do outro, ou ambos buscando aproveitar-se do adversário.
O presidente João Goulart era herdeiro de Getúlio Vargas, promotor das maiores reformas sociais e econômicas verificadas em nossa história, com os direitos trabalhistas e a industrialização, ainda que por muitos anos tivesse sido patrono do retrocesso político, com o Estado Novo, ditadura declarada.
Jango entendia dever avançar na esteira de Vargas, mas acabou, como ele, sufocado pelos que o acusavam de ser candidato a ditador. A ênfase para a distorção era dada pelo empresariado, parte das Forças Armadas, mais da metade do Congresso e a totalidade da igreja. De outro lado, posicionavam-se intelectuais afoitos partidários da transformação radical, mais sindicalistas e camponeses desesperados, presas fáceis de exploradores.
Apesar de conciliador, grande proprietário de terras, o presidente ficou com as reformas, cada vez mais agressivas, despertando seus contrários. Tentou fazê-las todas de uma vez e aí quebrou a cara.
Impossível não referir o papel das elites conservadoras, melhor organizadas. Atuavam junto à maioria situada entre os dois extremos, cooptando-a com ameaças contra sua precária estabilidade. Mobilizavam a maioria da imprensa, cujos barões delas faziam parte, e assustavam os militares e a igreja.
Armava-se o palco para o confronto que apenas retoricamente indicava o equilíbrio de forças. Os favoráveis às reformas faziam espuma e fumaça, mas não dispunham de mecanismos para impor o seu modelo. Como sempre, as classes trabalhadoras permaneciam à margem, carecendo de vontade e meios.
Inoculada pela propaganda contra as reformas, bem como receosa de mudanças, a classe média não se insurgiu contra o golpe militar. Até o apoiou, inicialmente.
Por isso se ousa contradizer o sentimento que hoje grassa na maior parte dos jovens que agora se ufanam de haver lutado contra a ditadura, metade deles que nem havia nascido em 1964: não foi nada disso! A sociedade acomodou-se, pouco lamentou a queda de Goulart e bateu palmas para o general Castello Branco e depois para o general Garrastazu Médici. Só aos poucos, com a truculência, o arbítrio, a tortura e a censura, é que se fez sentir o repúdio ao regime militar.
O mundo não está dividido entre mocinhos e bandidos, mesmo que muitos sejam mais bandidos do que mocinhos. Apesar de tudo, o Brasil continua. Os militares cometeram erros grotescos. Execráveis. Mas também contribuíram para esse verdadeiro milagre que é a preservação da unidade nacional. Eles e quantos existiram antes e quantos vieram e virão depois.

CENAS DA PONTE

O repórter-fotográfico Jota Gomes, o incansável, colaborou com o brog enviando fotos da nossa famosa ponte do Madeira (outra obra encrencada), na cabeceira da margem esquerda, na BR-319.










(Fotos Jota Gomes)

27 de mar de 2014

QUE SITUAÇÃO!

Leptospirose, cólera, dengue e malária. E o rio Madeira ainda nem começou a baixar.

FIM DO MUNDO

Fiquei chocado e comovido com a notícia de que o menino Arthur, que estava desaparecido desde agosto de 2013, foi morto pelo pai, cujo número de telefone aparece no cartaz que informava o desaparecimento do garoto.
Em Porto Velho, houve uma grande mobilização das pessoas, dos meios de comunicação, autoridades e policiais na procura do menino. Agora sei que o choro da mãe, nas matérias do telejornais eram por outro motivo.

HEIN?

Manchete de saite: "Ouro Preto: falta de anestesia em consultório odontológico municipal faz cidadão sofrer com dor de dente por vários dias". Não precisa ler a matéria, o líde está no título.

SENSIBILIZAÇÃO

Empresários e representantes de empresas foram convidados a participar de um café da manhã e, posteriormente, a assistirem duas palestras de sensibilização em prol da construção de mais uma unidade do Hospital de Câncer de Barretos, em Porto Velho. Esta futura nova unidade será para atender pacientes de toda Amazônia, com uma ala especialmente adaptada para pacientes indígenas.
Domingues Junior e Henrique Prata, palestras de sensibilização
O diretor do hospital, Henrique Prata, e o jornalista Domingues Junior falaram também sobre o tratamento humanizado que é dado aos pacientes - diferencial do Hospital de Câncer de Barretos. A instituição recebe muitos rondonienses para tratamento da doença. (Fotos JCarlos)

CENAS DA CIDADE

Caminhonete rebocando carretinha de barco (reboque sem sinalização ou placa) estacionou na ciclovia da Raimundo Cantuária. O motorista desceu do carro e entrou numa loja. Cidade sem lei. (Foto JCarlos)

26 de mar de 2014

O DITADOR E AS LIBÉLULAS

Esta foto irritou o general Costa e Silva, então presidente do Brasil. O fotógrafo, Evandro Teixeira, do Jornal do Brasil, teve que passar a noite no Palácio Laranjeiras, "de castigo". Saiba mais sobre como era ser jornalista na época, no Portal Terra. (Foto Evandro Teixeira)

CENAS DASUZINA

 Vertedouro principal
 Vertedouro complementar (margem direita)
 Comporta totalmente aberta, dá para ver o reservatório de montante
 Rio Madeira, visto do residencial Villas do Madeira II
 Asuzina, do mesmo mirante
Anum observa limite de velocidade (Fotos JCarlos)

CENAS DA ALAGAÇÃO

 Ramal do Bate Estaca
Ramal do Bate Estaca
 Estrada de Santo Antônio, na altura do igarapé Bate Estaca
 Acessos à estação de captação da Caerd, em Santo Antônio
 Biguá, perto dasuzina de Santo Antônio (Fotos JCarlos) 

25 de mar de 2014

SUGESTÕES DE TEXTO E EMOÇÃO

Para pensar. Muito.
Reproduzo o texto, pois o acesso é só para assinantes.
Adeus, esgoto
Hoje moradores da Vila Mariana, casal de ex-usuários de crack que vivia em cano nas margens do rio Tietê tenta se adaptar à nova vida
EMILIO SANT'ANNADE SÃO PAULOADRIANO LIMACOLABORAÇÃO PARA A FOLHA
No dia em que faliu foi para a rua Augusta. Havia mais de dez anos que não usava nada. De bar em bar, acabou no centro. Uma carreira de cocaína, outra... mais algumas. A angústia de perder tudo.
Não demorou, enfim a cracolândia. Só, sem amigos e sem dinheiro. A cabeça a mil.
"Foi questão de horas, parei na rua do inferno', a Guaianases [na cracolândia]", afirma Marcus Vinícius Gonçalves Xavier, 34, olhos fixos no gravador, cabeça erguida e o semblante cerrado.
No início de 2011, ele acabara de abrir uma clínica para dependentes químicos na Grande São Paulo, conta ele. Era isso que sabia fazer, "resgatar viciados". Fizera isso nos últimos anos e, àquela altura, nem três meses após a inauguração, estava falido.
Sem casa, fumando "o quanto de crack parasse na mão", no início de 2011, Marcus passou a traficar para sustentar o vício.
A boca de fumo: um Cingapura na zona norte da cidade.
Arredio --mesmo com os outros traficantes-- recebeu na boca o apelido de Zica'.
"Para todo mundo, quem usa crack é nóia. Ficava puto se alguém me chamasse assim. Batia de frente com quem quer que fosse", diz.
Queria ser livre, por isso havia deixado a família em Salvador, por isso fumava, diz.
Morava na rua. Vendia e usava drogas, sem parar.
Um dia, olhou para o Tietê. Não enxergou a sujeira, o lixo, nem se importou com o fedor. Viu, sim, um refúgio.
"Até hoje me perguntam por que? Sabe quando você tem um sonho, tudo dá errado e tua família vai dizer esse aí nunca vai ter jeito'? Você vê tudo ir por água abaixo."
Sem se importar, o ex-aluno de escola particular, ex-aspirante a frei, filho de um arquiteto e de uma administradora foi morar numa tubulação de esgoto ao lado do rio.
Conseguiu se instalar fechando parcialmente a passagem de água com tijolos e cimento recolhido em obras pela rua. Ele diz que nunca teve problemas de inundações.
No espaço em que não cabia de pé, colocou o colchão sobre um pallet de madeira. Um filete de esgoto escorria pela passagem que deixara na "reforma do buraco" e passava por baixo de onde dormia.
Ali, na altura da ponte do Limão, zona norte, construiu sua casa'. A vida girava em torno do crack e da sujeira que corre à céu aberto bem no meio da maior cidade do país.
Em uma caixa, guardava poucas mudas de roupa e pacotes de vela. Isso e alguns galões de gasolina para vender aos motoristas que tivessem problemas na marginal.
Criou uma horta em pneus que o rio trazia. Couve, tomate...maconha. "Joguei umas sementes que havia fumado e nasceu", lembra e se diverte.
Marcus nunca estava só. O rio e a pedra lhe bastavam. Pelo menos era o que pensava.
FRANCINE
"Cinco de junho de 2012. Lembro também a hora se você quiser saber", diz Marcus. "Nesse dia vi a Francine na frente da favela."
Normalmente sujo e mal vestido, a partir desse dia ele passou a frequentar mais vezes uma bica próxima às margens do rio e começou a andar o mais limpo que pudesse.
Francine de Lima, 30, saíra de casa havia pouco tempo. O crack já lhe roubara dez quilos e a vida em família.
"Olhei para ele e soube que queria esse homem", diz. "Não queria descer lá [no Tietê] por nada, mas na minha loucura fui ver. Fiquei."
O nojo inicial logo se dissipou. "Barata tinha, mas rato nunca vi ali", afirma ela.
Não demorou para Marcus largar o tráfico e perceber que sua vida estava mudando.
A "patricinha" da zona norte, filha de família de classe média, transformou a rotina no buraco do Tietê.
Quando ela "chegava doidona" era ele quem a colocava para dormir. Marcus ia à feira para garantir a salada de frutas da companheira.
Nessa época, não foram poucas as pessoas que tentavam se aproximar. Ele sempre rechaçava.
No final 2012, uma foto do casal levou uma equipe da TV Record até a beira do Tietê. Após a exibição da reportagem "continuamos nossa vida, normal", diz ele.
O Ano Novo chegou e logo no primeiro dia de 2013, um conhecido, diz Marcus, lhe estendeu a mão para sair do esgoto. Ainda que não mantenham mais contato, ele garante que sempre será grato.
Durante 28 dias, o casal se internou para um breve período de desintoxicação.
Quando saíram, a realidade ameaçava engoli-los. As recaídas vieram para ambos. As oportunidades também.
Francine conseguiu um emprego numa clínica ortopédica, na zona sul. Marcus começou a se virar, pintando parede e fazendo bicos.
Ela diz que hoje consegue entender o que viveu. "Não tenho vergonha disso. Cada um tem sua história."
Com uma renda de cerca de R$ 2.000, há um ano o casal aluga um quarto de R$ 600 numa casa na Vila Mariana.
Televisão de tela plana, micro-ondas, iPhone, o casal experimenta agora o que não podia ter no esgoto."O Tietê me ensinou muito, mas não volto mais para lá", diz Marcus.
(Via Marcela Ximenes)


NOVIDADES NO ROQUE

A Semtran está instalando um novo semáforo no trevo do Roque, o que permitirá que os moradores do bairro Floresta possam atravessar a BR-364 e pegar a rua Rio de Janeiro, não precisando mais ir na altura da rua Jatuarana e voltar pelo outro lado. A medida é boa, já que alguns já atravessavam o local na contra mão.
Outra novidade é que foi providenciado um novo desvio para quem vai da Zona Sul para o centro. Da Campos Sales, entra na rua Goiás e segue por ela até a rua Bahia, no bairro  Tucumanzal, pegando, então a rua Brasilia.

24 de mar de 2014

CARTILHA

O Tribunal Regional Eleitoral convida para lançamento do Manual de Orientações ao Eleitor. Solenidade será dia 27 de março, às 17h, no auditório do Tribunal de Justiça, na rua José Camata, com avenida Farquhar.

'PRACAS'

(Foto JCarrlos)
(Foto Edna Samáira/Via Facebook)

21 de mar de 2014

"EXQUENTA"

As eleições 2014 já começam a esquentar. O PMDB anuncia uma pré-convenção dia 29 de março, em Ji-Paraná; Roberto Sobrinho confidenciou à Pipira que se candidatará a deputado federal. Outras "pré-candidaturas" já se anunciam. Minha caixa de emeios vive cheia de rilisis personalistas, de gente que nunca fez nada e de repente começa a dizer que fez isso e aquilo. São vereadores, sindicalistas, secretários de Estado, etc. e tal.
Não se pode deixar fora deste contexto a cassação dos diplomas do prefeito e vice-prefeito de Candeias do Jamari, Dinho e Francisco Sobreira, pois haverá mudança nas correlações de força no município.

MÃO DUPLA

A SEMTRAN adotou mão dupla na avenida Campos Sales, da BR-364 até a rua Rio de Janeiro. É uma medida necessária pois várias ruas estão alagadas pelos igarapés. O trânsito ficou lento, mas flui.


(Foto JCarlos)

NINGUÉM ESCAPA

Vejam esta notícia da Gazeta Central: "Ouro Preto - ladrão furta 12 rodas de cadeiras especiais para basquete"! O que este miserável vai fazer com estas rodas, me digam? (Foto Gazeta Central)

AYRTON SENNA DO BRASIL

O Google homenageia Ayrton Senna, que hoje completaria 54 anos. Ele morreu há 20 anos em um acidente que ainda não tem uma explicação plausível. Depois de sua morte, a Fórmula 1 não foi mais a mesma.

20 de mar de 2014

HEIN?

Legenda: "ATENÇÃO DESVIO de dinheiro" (Foto JCarlos/Dica Maurício Vasconcelos)

PRACAS

E vamos a mais uma edição:
O marido da vaca (Foto JCarlos)
O diretor disse que foi "sabotagem" (Reprodução TV Globo/JCarlos)
Para quem gosta de promossão (Via Twitter/José Simão)

BATE ESTACA NA CHEIA

O igarapé Bate Estaca está passando sobre a estrada de Santo Antônio. Ora com mais, ora com menos volume de água, pois está represado pela cheia do rio Madeira. Ontem, no final da tarde a situação era esta. Algumas fotos estão tremidas, pois fotografei com o telefone e com o carro em movimento.
De longe já se vê o furdunço
 Além do perigo da correnteza ou do carro "morrer", os pescadores ficam zanzando de um lado para o outro, dentro d'água
Os peixes pescados aqui não devem ser sadios (Fotos JCarlos)

DIÁLOGOS FAMILIARES

O cachorrinho queria brincar, mas o menino estava no videogame. O cachorrinho insistia e o menino se irritou:
- Mãe, vende este cachorro chato e compra outro grande (o cachorrinho é da raça Teckel)!
- É mais fácil eu trocar você por dois tambaquis!
- Rrrrrrrrrr...

19 de mar de 2014

PIRATEANDO

Emoldurando a presidente Dilma, políticos locais. A maioria em busca de reeleição no próximo pleito (Reprodução TV Candelária/JCarlos)

18 de mar de 2014

PERDIDO POR UM, PERDIDO POR 100

"O que pode salvar as comemorações dos 100 anos de Porto Velho, neste 2014, será o segundo semestre. Porque o primeiro está perdido." Sérgio Pires, na coluna "Opinião de Primeira".

17 de mar de 2014

FRASE

"Ninguém nasce sabendo, mas antes de sair falando algo que desconhece, melhor se esclarecer e daí mudar de opinião". Dilma Rousseff, sábado, na reunião com autoridades de Porto Velho, sobre quem fala que a culpa das enchentes é dasuzina.

16 de mar de 2014

SOBREVOANDO A ALAGAÇÃO - FINAL

Reclamaram que a presidente não tinha vindo aqui. Ela veio ontem. Reclamam porque veio. Ah! vá se afogar!
Reunião muito interessante, a presidente anunciou várias providências para auxiliar os atingidos pela enchente. Desculpem os profetas do apocalipse, que torcem pelo "pior, melhor".


 (Fotos Welson Correia)

(Fotos Normando Lira)

15 de mar de 2014

SUGESTÃO DE LEITURA

Não concordo com quase tudo que ele escreve neste artigo, mas é obrigatório reconhecer que o Gabeira continua escrevendo muito bem. Fernando Gabeira esteve aqui (quando, não sei) e escreveu este belo artigo "Mad Maria, Mad Madeira, Mad Amazônia". (Foto JCarlos)