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11 de nov. de 2014
RETÓRICA
"Disse o ministro Ricardo Lewandoviski: 'Nenhum magistrado é Deus, nenhum magistrado é Deus, nenhum magistrado é Deus, nenhum magistrado é Deus, nenhum magistrado é Deus...' Não sou eu quem estou dizendo, só estou repetindo. Foi o ministro Lewandoviski, presidente da Suprema Corte do país, quem disse". Jornalista Eudes Lustosa, no programa "Falando a Verdade", de hoje, sobre o comentário do presidente do STF, sem entrar no mérito, sobre o nebuloso caso do juiz João Carlos de Souza Corrêa e a agente de Trânsito Luciana Silva Tamburini,
14 de nov. de 2011
FRASE
"Prenderam o Nem por que era o Nem. Se fosse o Enem, vazava". Citado por Alexandre Garcia em um raro momento de bom humor, no programa "Falando a Verdade", na 95 FM, hoje.
29 de ago. de 2011
SÉTIMO DIA
A missa em memória da jornalista Rita Furtado será celebrada quinta-feira, 1 de setembro, na Catedral do Sagrado Coração de Jesus, a partir das 18h15.
26 de ago. de 2011
PESAR
Lamento a morte da jornalista Rita Furtado. Ela estava internada em Brasília há alguns dias, com problemas pulmonares. Foi radialista e por muitos anos apresentou programas na Rádio Nacional, falando especialmente para as mulheres da Amazônia. Deputada Federal em duas legislaturas, tendo sido Deputada Constituinte.
Em Rondônia, junto com o ex-marido Rômulo Furtado, implantou uma rede de rádio e televisão. Ultimamente dividia com Eudes Lustosa os comentários no programa "Falando a Verdade", na Rádio 95. (Foto Nara Vargas 15/11/2010)
14 de jul. de 2011
FEUDO
O jornalista global Alexandre Garcia, em seu comentário no programa "Falando a Verdade", da Rádio 95 FM, disse que o senador Ivo Cassol de Rondônia se licenciou do Senado para tratar assuntos particulares, deixando no lugar dele o Reditário Cassol, que é suplente e pai do senador. "É como nos tempos das Capitanias Hereditárias". Em seguida deu exemplos de outros senadores que se licenciaram e deixarm os suplenetes em seus lugares, citando dois casos em que estes suplentes eram os filhos dos senadores da República.
15 de jun. de 2011
DICA DE CRÔNICA
O texto abaixo, de autor desconhecido, foi lido pelo jornalista Eudes Lustosa no programa "Falando a Verdade" do dia 13, segunda feira. Vale a pena pensar sobre o tema de como as coisas vão mudando:
"Como eram bons aqueles maus tempos!
Na época da 'chamada' ditadura...
Podíamos acelerar nossos Mavericks pelas auto-estradas acima dos 120km/h sem nenhum risco e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos, mas não podíamos falar mal do presidente...
Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista, mas não podíamos falar mal do Presidente...
Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por “assédio sexual”, mas não podíamos falar mal do Presidente...
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (hei! Negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, sendo preso por estar “alcoolizado”, mas não podíamos falar mal do Presidente...
Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente...
Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, seqüestrados ou assassinados, mas não podíamos falar mal do presidente...
.........................................................
Hoje a única coisa que podemos fazer.......é falar mal do presidente!
Ah! Que coisa chata...!"
"Como eram bons aqueles maus tempos!
Na época da 'chamada' ditadura...
Podíamos acelerar nossos Mavericks pelas auto-estradas acima dos 120km/h sem nenhum risco e não éramos multados por radares maliciosamente escondidos, mas não podíamos falar mal do presidente...
Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem era cidadão de bem, quem era bandido e quem era terrorista, mas não podíamos falar mal do Presidente...
Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a recepcionista sem correr o risco de sermos processados por “assédio sexual”, mas não podíamos falar mal do Presidente...
Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (hei! Negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso, mas não podíamos falar mal do presidente.
Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de sermos jogados à vala da delinqüência, sendo preso por estar “alcoolizado”, mas não podíamos falar mal do Presidente...
Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem que isso constituísse crime ambiental, mas não podíamos falar mal do presidente...
Podíamos ir a qualquer bar ou boite, em qualquer bairro da cidade, de carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos assaltados, seqüestrados ou assassinados, mas não podíamos falar mal do presidente...
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Hoje a única coisa que podemos fazer.......é falar mal do presidente!
Ah! Que coisa chata...!"
30 de mar. de 2011
FRASE
"Há um mundo melhor, mas custa caro". Citado pela dona Rita Furtado no programa "Falando a Verdade", hoje.
5 de out. de 2009
FRASE
"Estão comemorando que o Rio de Janeiro será sede das Olimpíadas em 2016, daqui a sete anos. É igual comemorar o pré-sal. Tem é que trabalhar para chegar lá... (...)"Alexandre Garcia, em comentário para o programa "Falando a Verdade", do Eudes Lustosa e da dona Rita Furtado, hoje.
1 de set. de 2009
FRASE
"Tem gente que nasceu só para nos avisar que o sinal abriu". Eudes Lustosa, na abertura do programa "Falando a Verdade", de hoje. O tema da crônica era sobre os apressadinhos. Botei a carapuça, que me vestiu bem.
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