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29 de ago. de 2014

TUDO PELO VOTO

Ao ver esta foto na edição impressa do jornal Brasil Econômico, edição de 28 a 31/08, não pude deixar de lembrar do poema "O Matuto e o Coroné", do paraibano Jessier Quirino, onde é narrada a epopeia de um candidato, que entre outros desafios - mais difíceis que aqueles 12 de Hércules, da Mitologia - é "botar no braço, menino novo de fundo *agado". (Foto Ueslei Marcelino/Reuters Reprodução JCarlos)

19 de jul. de 2013

COINCIDÊNCIA?*

Como não vimos até agora, em outra publicação a ligação óbvia entre as postagem no perfil do secretário Marcelo Bessa no Facebook com o aviso nem tão cifrado (**) e a deflagração da "Operação Apocalipse",  poucas horas depois, o comentário destes Banzeiros pode "supostamente" ter contribuído com a gota d'água que entornou o pote "até aqui de mágoas" do Ministério Público Estadual sobre essa 'embuança' político-policial toda, especialmente sobre a parte que cabe ao MP.
A partir da entrevista coletiva concedida na tarde de hoje, uma parte da Imprensa Caripuna torce pela  possibilidade da anulação dos efeitos da Operação, com o retorno ao status quo anterior. Bom proveito.

(*Seguindo uma tendência local, esta postagem é uma self promotion. ** Como a postagem foi apagada, utilizo o print que publiquei)

30 de abr. de 2010

AINDA RESTA ESPERANÇA - 2

Algumas coisas que observei na agência Madeira-Mamoré, da CEF. Equipamento "altamente internacional", como diria o Jessier Quirino. As senhas, que era manuscritas em pedacinhos de papel, foram substituidas por equipamentos modernos. Havia dez box para os caixas e os dez ocupados e funcionando. O funcionário que "cantava" o número da senha da vez ao microfone, foi substituido por um monitor grande, onde a visualização é fácil. Os sinais sonoros quando a senha a chamada são diferentes para o atendimento comum e para o prioritário. Show de bola.
Mas vi também o golpe da criança. A mulher chegou com uma menininha no colo, pegou senha para atendimento prioritário, foi atendida e ainda, na frente do caixa, desceu a menina e a levou pela mão.

3 de mar. de 2010

FAZENDO DIREITO

Meu colega chama os motoristas através do rádio e ninguém responde. Me intrometi e sugeri que ele faça como a história contada pelo Jessier Quirino, em que o matuto analfabeto foi ao cinema assistir filme legendado e depois contou a "versão" que ele imaginou:
- Acunhe, acunhe, acunhe todos os carros... Acunhe, acunhe, que o negócio é sério!