Indo à padaria hoje cedo, fiquei esperando a chance de entrar na avenida Amazonas. Estava dando sinal das minhas intenções com a seta e com os faróis acesos. Quando houve uma brecha segura, engatei e acelerei o carro. Uma abestada que vinha em uma moto, ao ver a minha manobra acelerou e começou a buzinar.
É por isso que acontecem centenas de acidentes com motociclistas. Eles usam mais a buzina que o freio ou que o bom senso.
25 de out. de 2013
24 de out. de 2013
BOA IDEIA
Não sei qual agência fez o reclame para o Detran-RO, sobre o uso do celular ao dirigir. Ficou muito bom. Desta vez acertaram na mão. (Reprodução JCarlos)
23 de out. de 2013
IA FICAR ESTRANHO
A maioria dos estádios de futebol são apelidados com o aumentativo do nome daquele que é homenageado dando o nome ao local. São poucas exceções, como Maracanã e Mané Garrincha, por exemplo.
A regra é Castelão, Mineirão (o nome do estádio, Governador Magalhães Pinto, justifica terem optado por Mineirão), Cassolão (Rolim de Moura) Biancão (Ji-Paraná), Tonicão (Rio Branco), entre outros.
Há pouco li que a prefeitura de Cacaulândia, atendendo recomendação do Ministério Público trocou o nome do estádio municipal que era "Adelino Angêlo Follador". Será por causa do apelido que ia ficar "Foladozão", que soa estranho?
A regra é Castelão, Mineirão (o nome do estádio, Governador Magalhães Pinto, justifica terem optado por Mineirão), Cassolão (Rolim de Moura) Biancão (Ji-Paraná), Tonicão (Rio Branco), entre outros.
Há pouco li que a prefeitura de Cacaulândia, atendendo recomendação do Ministério Público trocou o nome do estádio municipal que era "Adelino Angêlo Follador". Será por causa do apelido que ia ficar "Foladozão", que soa estranho?
18 de out. de 2013
ACIDENTE ESQUISITO
Este foi na saída de Fortaleza, rumo a Aracati. Não entendi como o cara conseguiu fazer isso. (Foto JCarlos)
SER JORNALISTA
Quero compartilhar com os seis leitores do blog o texto abaixo, da jornalista Larissa Tezzari. É muito bom e vale a pena ler.
Uso o “tu” e o “você”, gosto de chimarrão, acarajé e de uma boa cuia de tacacá. Gosto de macaxeira, mas posso chamar de mandioca. Dirigindo pela cidade, já parei no sinal, no semáforo, no farol e no sinaleiro. Durante a época de festas juninas adoro comer mungunzá, e descobrir que muitos o chamam de canjica (o que geralmente causa uma confusão!).
Em meio a tantas misturas, sempre gostei de parar, sentar e ouvir a história dessas pessoas. Histórias de vinda e de vida. Tenho certeza que foi aí que o jornalismo começou a fazer parte da minha vida.
Descobri o que gostava, o que amava, o que queria “fazer da vida”. Mas as dúvidas vieram juntas. Será que eu devo? Será que é o melhor?
Dentro de um histórico familiar humilde em sua raiz, com a presença de situações de extremas privações, quem recebe mais e melhor formação, mais e melhores oportunidades de aprendizado, tende a ser mais cobrado. Todas as minhas dúvidas na escolha da carreira existiram principalmente pelo medo de desagradar e de decepcionar àqueles que eu mais queria deixar orgulhosos. Mas foi dentro de casa também que aprendi que deveria viver a minha vida e não a vida que queriam para mim (palavras da minha mãe).
As escolhas foram feitas. Os caminhos foram duros, mas divertidos. E é inexplicável a sensação de ter o “canudo mágico” na mão. Lembro de ter me perguntado: “será que agora tenho super poderes?”, “será que agora posso mudar o mundo?”
O mundo que estava (e ainda está) dentro de Rondônia, passou a ser pequeno. É a hora de descobrir o restante dele. As misturas, culturas e falares, formaram a pessoa que sou hoje. Viajei milhas sem sair do lugar. Agora, estou pronta para uma nova etapa.
De acordo com uma lenda da minha região, quem bebe a água do rio Madeira, rio que banha Porto Velho, sempre volta. E eu voltarei sempre. Mas, mais que isso, levarei comigo toda a sabedoria e as histórias contadas pelos meus companheiros do Norte, os responsáveis por uma das mais lindas tramas do nosso país.
Espero absorver todo o conhecimento e as novas experiências que vêm pela frente, porque, no final das contas, acredito que o que vale mesmo são as viagens que a vida nos proporciona, com tudo que elas podem nos ofertar. As bagagens estão prontas e, por mim, podemos partir imediatamente."
"Sou filha de dois professores. Meus pais são paulistas, mas
migraram para Rondônia na década de 1980, época em que o Estado sofreu seu boom
populacional, recebendo pessoas de diversos locais do Brasil. Por conta disso,
Rondônia é hoje uma mistura de culturas, falares e costumes. Eu faço parte
então, de uma geração de rondonienses, filhos dos pioneiros que ajudaram a
construir esse Estado recente, e assim, sou também um pedaço dessa mistura
brasileira.
Uso o “tu” e o “você”, gosto de chimarrão, acarajé e de uma boa cuia de tacacá. Gosto de macaxeira, mas posso chamar de mandioca. Dirigindo pela cidade, já parei no sinal, no semáforo, no farol e no sinaleiro. Durante a época de festas juninas adoro comer mungunzá, e descobrir que muitos o chamam de canjica (o que geralmente causa uma confusão!).
Em meio a tantas misturas, sempre gostei de parar, sentar e ouvir a história dessas pessoas. Histórias de vinda e de vida. Tenho certeza que foi aí que o jornalismo começou a fazer parte da minha vida.
Penso que o jornalismo é contar histórias. De uma pessoa, de
um lugar, de um acontecimento. E desde que o mundo é mundo, as histórias nos
fazem conhecer o novo, refletir sobre um fato, descobrir o inusitado,
redescobrir algo do passado, se colocar no lugar do outro... O jornalismo, ou o
“contar histórias”, é utilidade pública.
Descobri o que gostava, o que amava, o que queria “fazer da vida”. Mas as dúvidas vieram juntas. Será que eu devo? Será que é o melhor?
Dentro de um histórico familiar humilde em sua raiz, com a presença de situações de extremas privações, quem recebe mais e melhor formação, mais e melhores oportunidades de aprendizado, tende a ser mais cobrado. Todas as minhas dúvidas na escolha da carreira existiram principalmente pelo medo de desagradar e de decepcionar àqueles que eu mais queria deixar orgulhosos. Mas foi dentro de casa também que aprendi que deveria viver a minha vida e não a vida que queriam para mim (palavras da minha mãe).
As escolhas foram feitas. Os caminhos foram duros, mas divertidos. E é inexplicável a sensação de ter o “canudo mágico” na mão. Lembro de ter me perguntado: “será que agora tenho super poderes?”, “será que agora posso mudar o mundo?”
O mundo que estava (e ainda está) dentro de Rondônia, passou a ser pequeno. É a hora de descobrir o restante dele. As misturas, culturas e falares, formaram a pessoa que sou hoje. Viajei milhas sem sair do lugar. Agora, estou pronta para uma nova etapa.
De acordo com uma lenda da minha região, quem bebe a água do rio Madeira, rio que banha Porto Velho, sempre volta. E eu voltarei sempre. Mas, mais que isso, levarei comigo toda a sabedoria e as histórias contadas pelos meus companheiros do Norte, os responsáveis por uma das mais lindas tramas do nosso país.
Espero absorver todo o conhecimento e as novas experiências que vêm pela frente, porque, no final das contas, acredito que o que vale mesmo são as viagens que a vida nos proporciona, com tudo que elas podem nos ofertar. As bagagens estão prontas e, por mim, podemos partir imediatamente."
HOMENAGEM
Hoje, 18 de outubro é Dia do Médico, cumprimento aos profissionais e, especialmente, ao meu amigo Samuel Castiel. Forte abraço.
CATA-VENTO
Encontrei os moinhos de vento narrados por Cervantes, só que mais "mudernos", agora como asuzina de D. Quixote, em Mucuripe, Fortaleza. (foto JCarlos)
11 de out. de 2013
KIT DE SOBREVIVÊNCIA NO ESCURO
A Mar montou este kit® para enfrentar os apagões cerônicos, cada vez mais frequentes em nosso bairro. (Foto JCarlos)
CENAS DA CIDADE
Solução de engenharia original: A calha deságua exatamente em cima do portão...
(Foto JCarlos)
(Foto JCarlos)
Reclames
Aterro não sanitário
Ô povinho sujismundo! (Foto Marcela Ximenes)
FESTA DA PADROEIRA SEM PADROEIRA
Matéria da TV Rondônia, exibida ontem, no Jornal de Rondônia, sobre o conjunto habitacional que está sendo construído para os moradores da Balsa, na cabeceira da ponte, teve uma entrevista estranha.
Foi mostrada a Igreja de N. S. Aparecida, que será demolida. A entrevistada, organizadora da "última" festa a ser realizada na igreja, informa a programação destacando: "No sábado, dia 12, dia das crianças, nós começamos com a missa (...)". Não seria mais catolicamente correto dizer: "No sábado, dia 12, dia de nossa padroeira, Nossa Senhora Aparecida?"
Foi mostrada a Igreja de N. S. Aparecida, que será demolida. A entrevistada, organizadora da "última" festa a ser realizada na igreja, informa a programação destacando: "No sábado, dia 12, dia das crianças, nós começamos com a missa (...)". Não seria mais catolicamente correto dizer: "No sábado, dia 12, dia de nossa padroeira, Nossa Senhora Aparecida?"
À LUZ DO DIA
A rua é tranquila. Por volta das 16 horas, não se via nem cachorro fora de casa, quando um carro de vidros escuros passou lentamente. Chamou atenção pelo barulho do motor. O motorista foi até a extremidade da rua e retornou parando em frente a uma casa. O passageiro desceu, atravessou a rua e começou a mexer no portão, o motorista ficou dentro do veículo com o motor funcionando.
A vizinha viu da janela da cozinha e saiu até o seu próprio portão e perguntou: "Moço, o senhor está procurando alguém?"
Vendo que era uma tentativa de furto, tentou ligar para o dono da casa que não atendeu. Ligou para o marido contando o que acontecia e pediu para ligar para o outro vizinho, que talvez estivesse em casa. Tentou ligar para a polícia e foi atendida tão rápido, que esqueceu o número da própria casa para dar como referência.
O homem que arrombou o portão saiu tranquilamente com alguns objetos de dentro da casa embarcou e o carro partiu lentamente, parando na quadra seguinte. Em seguida, chegou o vizinho e foi informado que o carro dos "supostos suspeitos" estava mais à frente e que a polícia já estava vindo. O furtado entrou em seu carro e foi até a esquina esperar a polícia e seguir os supostos ladrões, se fosse o caso. A viatura entra na rua, passa pelo carro dos bandidos e só vem parar perto do vizinho que fazia sinas apontando para o veículo dos ladrões, que desaparecia na esquina.
Iniciou-se uma caçada nos bairros próximos e, logo, o carro foi localizado, abandonado e ainda com os pertences furtados. Os meliantes já haviam se homiziado. A vizinha que deu o serviço aos hómi, agora está preocupada com uma possível vingança.
História baseada, infelizmente, em fatos reais ocorridos na terça-feira.
A vizinha viu da janela da cozinha e saiu até o seu próprio portão e perguntou: "Moço, o senhor está procurando alguém?"
Vendo que era uma tentativa de furto, tentou ligar para o dono da casa que não atendeu. Ligou para o marido contando o que acontecia e pediu para ligar para o outro vizinho, que talvez estivesse em casa. Tentou ligar para a polícia e foi atendida tão rápido, que esqueceu o número da própria casa para dar como referência.
O homem que arrombou o portão saiu tranquilamente com alguns objetos de dentro da casa embarcou e o carro partiu lentamente, parando na quadra seguinte. Em seguida, chegou o vizinho e foi informado que o carro dos "supostos suspeitos" estava mais à frente e que a polícia já estava vindo. O furtado entrou em seu carro e foi até a esquina esperar a polícia e seguir os supostos ladrões, se fosse o caso. A viatura entra na rua, passa pelo carro dos bandidos e só vem parar perto do vizinho que fazia sinas apontando para o veículo dos ladrões, que desaparecia na esquina.
Iniciou-se uma caçada nos bairros próximos e, logo, o carro foi localizado, abandonado e ainda com os pertences furtados. Os meliantes já haviam se homiziado. A vizinha que deu o serviço aos hómi, agora está preocupada com uma possível vingança.
História baseada, infelizmente, em fatos reais ocorridos na terça-feira.
10 de out. de 2013
9 de out. de 2013
UM SENHOR TÍTULO
Assessoria inova e envia rilisi com título e lead numa coisa só:
Polícia Civil de Rolim de Moura identifica supostos autores de furtos ocorridos no Cartório de Registro Civil e na Secretaria Municipal de Ação Social daquela cidade e recupera computadores
SURPRESAS DIÁRIAS
Nas nossas caminhadas matinais vamos nos surpreendendo com o que encontramos no caminho: arquiteturas variadas, bandos de cães vagando atrás de cadelas, gatos caçando ou preguiçando ao sol e passarinhos de todos os tipos.
Há alguns dias vimos várias galinhas da Angola sobre o muro de uma casa. Ao aproximarmos para fotografar elas sumiram. De outra vez havia quatro galinhas - uma branca - mas estávamos sem câmera...
Hoje a Mar logrou êxito e consegui a fotografia das danadas.
Há alguns dias vimos várias galinhas da Angola sobre o muro de uma casa. Ao aproximarmos para fotografar elas sumiram. De outra vez havia quatro galinhas - uma branca - mas estávamos sem câmera...
Hoje a Mar logrou êxito e consegui a fotografia das danadas.
(Fotos Marcela Ximenes)
8 de out. de 2013
CENAS DA CIDADE
Madeirão. Nunca me canso de olhar e fotografar.
'Praca' poliglota (Foto Marcela Ximenes)
Em toda manifestação sempre tem um picolezeiro. Esta na prefeitura, semana passada
Cortar ou preservar? (Fotos JCarlos)
6 de out. de 2013
5 de out. de 2013
PESAR
Lamento a morte do Sérgio Lemos, irmão do meu amigo Chico Lemos. Não liguei o nome à pessoa e, só agora, no Papo de Redação, fico sabendo quem era.
Que Deus abençoe a família. (Não sei quem fez a foto. Foi no dia da eleição passada)
Que Deus abençoe a família. (Não sei quem fez a foto. Foi no dia da eleição passada)
FORROZEIRO
Vou publicando, aos poucos, as fotos da viagem a Minas. Aqui, o parque Inhotim.
Esta escultura é dos artistas John Ahearn e Rigoberto Torres. O seu Menino chama-se Moreti e é forrozeiro juramentado.
Estas "esculturas" naturais, são de Pequi Vinagre, recolhidos na natureza e que o artista (o nome me fugiu) "assina".
Dona Nilta descansa em uma destas obras da natureza. (Fotos JCarlos)
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