O diretório municipal do PSDB de Porto Velho emitiu nota à Imprensa tentando explicar a implosão do "Frentão", que era formado pelos tucanos, pelo PR, PV e PSD, com vistas à disputa eleitoral de 2012, em todo Estado, mas com ênfase em Porto Velho. Na semana passada o presidente do Partido da República, Miguel de Souza, anunciou que o PSDB e o PV tinham rompido o pacto e, por isso, se sentia no direito de lançar sua própria candidatura a prefeito, de forma independente.
Na tarde de ontem, 2, o presidente local dos tucanos informou que, como estava combinado, o partido lançou vários nomes que seriam avaliados, juntamente com os pré-candidatos dos outros partidos, em uma pesquisa qualitativa que seria realizada em maio e que a frente interpartidária não estava rompida.
Minha memória não é tão podre assim, como pensam alguns. O noticiário da Imprensa caripuna foi claro: o PSDB de Porto Velho lançou candidatos a prefeito (Mariana Carvalho) e a vice-prefeito (Ivo Benitez), em chapa puro sangue. Esta tentativa de explicação deve ter ocorrido com a interferência do presidente estadual do partido e inspirador do "Frentão", Expedito Junior.
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3 de abr. de 2012
29 de mar. de 2012
TRAIRAGEM
Acaba de ser divulgada a primeira e definitiva cisão entre os partidos que fazem (faziam) parte do Frentão. A ideia era reunir partidos cujos pensamentos convergiam para, entre eles, escolher os candidatos majoritários a prefeito e vice-prefeito de Porto Velho. Faziam parte da Frente o PR, PSDB, PSD e PV. Aguardava-se a adesão do DEM, mas sabia-se que isso só aconteceria no apagar das luzes, às vésperas das convenções.
No entanto não deu liga. PV, PSDB e PSD debandaram e deixaram o PR falando sozinho. O presidente regional do Partido da República, Miguel de Souza, considerou o rompimento como uma traição e assume a própria candidatura a prefeito.
Repito: De onde menos se espera, daí é que não sai nada mesmo.
No entanto não deu liga. PV, PSDB e PSD debandaram e deixaram o PR falando sozinho. O presidente regional do Partido da República, Miguel de Souza, considerou o rompimento como uma traição e assume a própria candidatura a prefeito.
Repito: De onde menos se espera, daí é que não sai nada mesmo.
1 de fev. de 2011
O QUE SERÁ QUE SERÁ?
Tomaram posse nas tarde de ontem os novos deputados estaduais de Rondônia. O resultado já era esperado e o deputado Valter Araújo Gonçalves venceu o pleito para presidente do Legislativo, que foi antecipado por muito disse-que-me-disse.
Nada demais neste tipo de eleição. Nenhum tipo das manobras usadas é algo novo. Levar os parlamentares para o “confinamento”, o boato da mala preta, etc., nada há de novidades sob os céus de Rondônia, onde urna foi “emprenhada” dentro do avião ou outra que, antes de chegar ao local da apuração, a eleição estava definida.
Um novo Estado, que todos esperamos, pode estar sendo postergado. Que interesses defendem esta atual mesa da Assembléia Legislativa? Voltam os “cassolistas” que pretendem a prefeitura de Porto Velho? O deputado Valter Araújo, bem votado na capital e que já foi vereador, almeja este cargo? São muitas e inúmeras perguntas.
Outras eleições de presidentes da Assembléia Legislativa de Rondônia foram disputadas antes e nos bastidores, o componente expressivo nessa disputa foi o PT ficar do “outro lado”, já que fez parte da base que elegeu o governador. Este é o principal ponto de interrogação: O PT sem Odair Cordeiro, para que lado vai pender? É estranho perguntar isso ou não?
Nada demais neste tipo de eleição. Nenhum tipo das manobras usadas é algo novo. Levar os parlamentares para o “confinamento”, o boato da mala preta, etc., nada há de novidades sob os céus de Rondônia, onde urna foi “emprenhada” dentro do avião ou outra que, antes de chegar ao local da apuração, a eleição estava definida.
Um novo Estado, que todos esperamos, pode estar sendo postergado. Que interesses defendem esta atual mesa da Assembléia Legislativa? Voltam os “cassolistas” que pretendem a prefeitura de Porto Velho? O deputado Valter Araújo, bem votado na capital e que já foi vereador, almeja este cargo? São muitas e inúmeras perguntas.
Outras eleições de presidentes da Assembléia Legislativa de Rondônia foram disputadas antes e nos bastidores, o componente expressivo nessa disputa foi o PT ficar do “outro lado”, já que fez parte da base que elegeu o governador. Este é o principal ponto de interrogação: O PT sem Odair Cordeiro, para que lado vai pender? É estranho perguntar isso ou não?
26 de jan. de 2011
MAS...
O que mais me impressiona neste período pré-eleitoral da mesa diretora da Assembléia Legislativa de Rondônia é a opinião dos comentarias políticos de "A a Z", como dizem os colunistas sociais. São unânimes em apontar o deputado Valter Araújo como futuro presidente da ALE e completam a frase com a conjunção adversativa "mas...".
Tudo é possível nas terras de Rondon.
Tudo é possível nas terras de Rondon.
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