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16 de jun. de 2010

NADA DE OI

Hoje bati meu próprio recorde de tempo ao telefone tentando atendimento na Oi. Em quase duas horas anotei sete protocolos e estou aguardando mais três que, disseram, virão por SMS. Falei no número *1414 depois no *144 e por fim no 1053. Neste último fui atendida por seis pessoas, duas muito educadas. Três eu tive certeza de que não faziam a mínima idéia de que estavam falando com alguém que consome o produto que elas vendem. A outra era uma criatura que pode ser classificada como anta (que me perdoem esses simpáticos mamíferos).
Minha primeira operadora foi a Americel (atual Claro), depois a Vivo - da qual desisti há quatro anos por causa da tarifa absurda- e voltei para a Claro, que deixei ano passado para ficar com a Oi, por meio da tal portabilidade. Com todo desgaste que estou tendo desde que adquiri a Oi, vou tentar a Tim.
Para quem é consumidor, paga em dia sua fatura e utiliza o serviço conscientimente não há nada mais revoltante do que ser mal atendido e não ter o que foi contratado funcionando como deve. Ninguém é obrigado a aderir o pacote de uma empresa que não dá a menor atenção quando você precisa que ela faça o que deve, que é atender o cliente com respeito.
Oi? Tô fora!

21 de mai. de 2010

SEM ENGANAÇÃO

Os consumidores de Rondônia ganharam um ponto com a liminar que determina que seis redes de lojas de móveis e eletrodomésticos não propagandeiem mais sem informar o valor total do produto anunciado, o que contraria o Código de Defesa do Consumidor. City Lar, Liberatti, Gazin, Romera, Bemol e Utilar vão ter que indicar no material publicitário o valor total da venda a prazo e os juros embutidos. A ação civil pública foi movida pela Associação Cidade Verde (ACV).
O juiz Jorge Luiz dos Santos Leal considerou que “a finalidade é dar clareza à propaganda, evitando que consumidores sejam induzidos a erro pelas parcelas supostamente baixas”. As lojas têm até cinco dias para retirarem os comerciais, sob pena de multa de R$ 500 por cada publicidade.