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9 de abr. de 2015

CHUPANDO OS DEDOS

Ontem fomos ao shopping resolver trocas de mercadorias e compras avulsas. Tomamos um lanche e ao sair, como sempre faço, passamos na loja da Dullim (Expansão) para tomar um sorvete. Eram 21h45 e a loja ainda estava aberta, porém já tinham recolhido as cadeiras, mesas e tapete que ficam no corredor.


Perguntei se dava tempo de pegar um sorvete, pois vi não daria para ficar lá. A funcionária do caixa, que penteava os cabelos só respondeu: "O caixa tá fechado, ó". E nada mais.

Fui embora frustrado. (Fotos JCarlos)

- : -

De uma outra vez, após o cinema fomos jantar. Escolhemos o restaurante "Bon Grilê" e discutimos os pratos sob as vistas de duas funcionárias, Ao fazer o pedido, a caixa informou:
- A gente não estamos servindo grelhados. Já estão limpando a chapa.
- Mas são "9 e meia"...
- É que a empregada tem que pegar o ônibus...
A vontade foi perguntar: "O que eu tenho com isso?" Mas nos dirigimos ao restaurante do lado, o "Parmeggio", que continuamos frequentando habitualmente, e, sempre que possível, conto esta história.

29 de mai. de 2014

BOM ATENDIMENTO #SQN

Ao contar, aqui no brog, minhas tristes aventuras com vendedores e atendentes sem qualquer noção, sempre recebo 'testemunhos' de um dos seis leitores, que passaram pela mesma experiência. Aí vai:
Um grupo de amigos foi beber o chopinho do happy hour na Lanches 15, da avenida Rio Madeira com Amazonas. Pediram uma torre com 2,5 litros de chopp. Ao provarem a bebida, notaram que estava "choca". Chamaram o garçom e disseram que o chopp estava estragado e, apesar da resistência dele em concordar, pediram para que a torre fosse levada de volta e trouxesse cerveja em garrafa. O garçom se recusou. Disse que não ia servir mais nada, pois se trouxesse a cerveja e tivesse outro problema, teria que pagar do "bolso" dele.
Nisto, os ocupantes da mesa ao lado se juntaram às reclamações. Tinham notado o gosto ruim do chopp, mas só reclamaram ao ver que os amigos, cuja epopeia estou contando, o fizeram.
A gerente foi chamada, mas a resposta foi taxativa (reprodução aproximada do que foi dito): "Se vocês quiserem reclamar, vão a Haus Bier. Não vamos ficar ouvindo queixas sobre chopp que nós não fabricamos!"
Os amigos resolveram ir embora e foram ao caixa pagar a despesa, algo em torno de R$ 15. Um deles apresentou o cartão para pagamento através de débito em conta corrente. Mais uma surpresa: só aceitam pagamentos nesta modalidade se a despesa for superior a R$ 30!
Eu já não gostava desta filial da Lanches 15, agora vou dar a volta para nem passar na porta!

28 de mai. de 2014

AS BALCONISTAS E EU

Sempre tenho um caso para contar sobre o atendimento em lojas e outros estabelecimentos comerciais. Hoje conto mais três, todos ocorridos esta semana, e olhe que estamos na quarta-feira e faltam 15 dias para Copa do Mundo.
1. Na segunda-feira, após assistirmos o filme X-Men, fomos à praça de alimentação do Shopping, em busca de uma comida leve. De comum acordo, optamos por um grelhado com salada. Fomos ao Bongrillê, escolhemos o prato e fomos pedir. A pessoa que atendia no balcão disse que não serviriam, àquela hora, grelhados, pois a funcionária teria que sair às 22 horas. "Ela está limpando a grelha desde às 9 [21] horas". Agradecemos e fomos comer no restaurante ao lado, ostensivamente. Depois de nós, outras oito pessoas também chegaram para se alimentar no "Parmeggio".
2. Em outra padaria, que não foi nesta aqui, perguntei o que estava exposto na vitrine. "Biscoitos de queijo temperados com ervas". Apontei para um montinho de biscoitos (uns 6) e falei que era para ela embalar.
"Quantas 'gramas' o senhor quer?" "Quero estes aqui..." "Mas vendemos por quilo!" "E daí? Você pesa esta quantidade que estou pedindo e eu pago!" "Ah, é. Não tinha pensado nisso..." Em pensamento: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8...
3. Acompanho minha colega ao Bob's da Carlos Gomes. Ela queria tomar um Milk Shake de Ovomaltine. Enquanto ela aguardava, me dirigi aos caixas no interior da loja. Um deles estava ocupado, vendendo um sanduíche ou sei lá o quê; no outro, a funcionária lia um livro aparentado com uma Bíblia. Falei "por favor, qual o preço do ..." Ela interrompeu minha frase dizendo: "Fale com aquele rapaz de branco, ele é que está atendendo" e voltou à leitura, sagrada, imagino. Eu estava zen e não disse nada. Mas não se acostume, sou vice-presidente do Clube do Coice.

8 de mai. de 2014

QUEM NÃO TEM COMPETÊNCIA...

Parei na padaria e pedi pães manuais (recém-saídos do forno). Enquanto esperava, fiquei namorando os pães de queijo, redondinhos, mas pequenos, pouco maiores que uma bola de gude (peteca, no dialeto local). Pedi à balconista, então, 150 gramas do pão de queijo, já salivando...
- Nós só vendemos por unidade...
- Hein? Perguntei sem acreditar no que ouvia.
- Nós só vendemos por unidade...
- Você pode contar os pães até dar 150 gramas e eu pago por unidade.
A criatura ficou pensando nos prós e contras...
Sem paciência (num raro momento que isso me ocorre), disse que não queria mais e pedi para que cobrasse apenas os pães. Ela ficou olhando para mim com a cara de lesa que tem e demorou a pegar o dinheiro da minha mão. Depois reclamam.

9 de set. de 2013

SOLIDARIEDADE (SÓ QUE NÃO)

Voltávamos do cinema na noite de sexta-feira. O nosso carro está com problema eletrônico que, mesmo com o tanque cheio, o computador aponta a necessidade de reabastecimento, com autonomia 0 km. Quando estávamos em um dos trechos não iluminados da avenida Pinheiro Machado, quase chegando na Mamoré, o combustível acabou de verdade (única vez que o marcador de combustível acertou!).
Liguei para Cooptaxi - de quem sou cliente desde a criação, há mais de 15 anos - pedindo um táxi, para ir buscar a gasolina ou para alguém levar gasolina para mim.
A atendente consultou alguém e me respondeu que iria solicitar o táxi mais perto, pediu para que eu ligasse de novo em 5 minutos. Esperei e liguei. Outra pessoa atendeu e disse que já haviam enviado a solicitação e que eu aguardasse.
Foram longos 30 minutos. Liguei de novo para a cooperativa. A primeira telefonista disse que nenhum taxista havia se interessado. Agradeci, trancamos o carro e fomos a pé, sob chuva, em busca de  combustível.
Será que pensaram que ia ser de graça? Sabiam que não era trote, pois o número do meu celular está registrado no sistema da cooperativa.
Vou repensar se continuo chamando os carros da Cooptaxi.

2 de abr. de 2012

ATÉ QUANDO?

Quem já foi mal atendido em Porto Velho levanta as mãos \o/
Também levanta as mãos quem não recebeu bom atendimento em qualquer outra cidade brasileira \o/
Difícil não ter sido vítima de alguém mal educado que deveria atender bem, ser prestativo, no mínimo atencioso. Afinal, o comércio - todo ele - depende do consumidor e, portanto, esse ser (que somos todos nós, inclusive o comerciante, o vendedor) merece ser bem atendido.
Não me lembro qual foi a primeira vez que fui ignorada, quase expulsa de um comércio. Deve ter sido em alguma 'taberna' lá no bairro Pedrinhas onde nasci e vivi até os 12 anos de idade. Apesar de que criança, coitada, é (quase) sempre desprezada.
Por que mesmo que comecei a escrever isso? Ah, sim. De novo ouvi um verdadeiro rosário de reclamações sobre atendimento na minha querida e esburacada Porto Velho. É o vendedor de uma loja de eletrodomésticos que quase bateu no cliente, o rapaz do churrasco que disse para a freguesa: só tem assim, se quiser (já ouvi muito isso). Vou dizer o que diante de tudo isso que sei não é implicância de estrangeiros. É a mais pura e surreal realidade. Posso até comentar: ah, em Fortaleza também é bem ruim, apesar de ser cidade turística. Mas logo penso 'e daí?'. Moro em Porto Velho e me envergonho dessas pessoas mal preparadas, rudes, mal educadas que são jogadas em funções que requer um mínimo de treinamento. Até quando?
Em dezembro minha irmã e sobrinha foram ao shopping - junto com metade da cidade - e entraram em uma loja metida a 'boutique'. Pediram um vestido que estava exposto. "Vai comprar?", questionou a vendedora.
Não acreditei. Notem: isso ocorreu no shopping. Como será o atendimento na mesma loja que fica na avenida Carlos Gomes? Deve ter chicote ao invés de um sorriso de boas vindas.
Isso me incomoda e deve incomodar a todos, certamente. Pior ainda é a generalização. A coisa é tão grave que estigmatizou: "Ih, Porto Velho? Lá o atendimento é péssimo!".
Sugiro que as vítimas dessa praga usem a arma que têm: reclamem! Mas façam a coisa certa, reclamem com o gerente, com o dono. Usem o Foursquare marcando o lugar como de péssimo atendimento, tuíte o descaso. Não deixe por menos. Eu garanto que pode até não resolver a curto prazo, mas dá um alívio...

13 de abr. de 2011

ACORDA, PORTO VELHO

Os novos moradores de Porto Velho, que migraram para cá temporária ou definitivamente, têm um grau diferente de exigência da nossa, que já estamos aqui há mais tempo. Muitos dos antigos já sabem que o atendimento em estabelecimentos públicos e particulares é ruim.
Vou contar o que aconteceu com duas destas novas moradoras, R e F:

"Preciso que isso seja divulgado porque foi muito tragicômico.
Fomos almoçar no Casa Bella da Farquar. F. resolveu comer filé ao molho de gorgonzola e nós duas resolvemos tomar suco de abacaxi com hortelã. Dois dias atrás, tomamos o mesmo suco lá e estava DELICIOSO!
Pra encurtar a história: o filé estava CRU e o suco era só água e hortelã. Pedi para falar com a gerente.
Ela chegou e comecei a dizer o que o suco estava muito aguado. Ela - aparentando falta de paciência - disse "a nossa polpa é que é ruim". Eu querendo explicar disse: "Não, é que tomamos o mesmo suco, há dois dias e estava muito bom." Ela simplesmente não queria ouvir e começou a tomar os copos de nossa mesa e disse que era a polpa que sempre foi assim, etc e tal. Ela já estava irritada e caímos na besteira de reclamar que o filé estava cru se era possível.... fomos novamente interrompidas e ela disse: "Esse é o nosso ao ponto. Se ela [F.] não queria, então não devia ter pego."
Daí, o meu gênio "calmo e tranquilo" falou mais alto e disse: "Peraí! Vc está dizendo que a culpa é dela??" A gerente confirmou!
Ao sair, quando fomos pagar, ela "gentilmente" disse aos berros: "não precisa pagar, não". Eu disse: "Obrigada e não conte mais com a nossa volta aqui." Como é uma moça preparada e inteligente disse-me: "é um direito seu!"
Nossa!! Estou numa alegria! Ela DEIXOU que eu tenha algum direito! IÊBBBBAAAA!!!
É a primeira vez na minha vida (54 anos) que vejo que se o cliente reclamar, manda ele não comer e não pagar!"
Por isso, repito: Acorda, Porto Velho!

6 de jan. de 2011

AI, AI - 2

Na padaria, as balconistas acompanhavam a lesma anestesiada da Ana Maria Braga falar sobre a morte da dona Lilly Marinho. O tom de voz da apresentadora era própria para narrar enterro.

AI, AI

Entro na assistência técnica para buscar a CPU. A recepcionista, de "olho duro" na novela, não olha para mim quando me dirijo a ela e falo o que quero. A única reação da criatura, que continuou atenta à tv, foi apontar para trás e dizer: - Entra aí nessa porta.
A sorte dela é que estou zen neste início do ano...
Falta de respeito.

16 de jun. de 2010

NADA DE OI

Hoje bati meu próprio recorde de tempo ao telefone tentando atendimento na Oi. Em quase duas horas anotei sete protocolos e estou aguardando mais três que, disseram, virão por SMS. Falei no número *1414 depois no *144 e por fim no 1053. Neste último fui atendida por seis pessoas, duas muito educadas. Três eu tive certeza de que não faziam a mínima idéia de que estavam falando com alguém que consome o produto que elas vendem. A outra era uma criatura que pode ser classificada como anta (que me perdoem esses simpáticos mamíferos).
Minha primeira operadora foi a Americel (atual Claro), depois a Vivo - da qual desisti há quatro anos por causa da tarifa absurda- e voltei para a Claro, que deixei ano passado para ficar com a Oi, por meio da tal portabilidade. Com todo desgaste que estou tendo desde que adquiri a Oi, vou tentar a Tim.
Para quem é consumidor, paga em dia sua fatura e utiliza o serviço conscientimente não há nada mais revoltante do que ser mal atendido e não ter o que foi contratado funcionando como deve. Ninguém é obrigado a aderir o pacote de uma empresa que não dá a menor atenção quando você precisa que ela faça o que deve, que é atender o cliente com respeito.
Oi? Tô fora!

16 de mar. de 2010

SEM DIREITO ALGUM

Ontem foi o Dia do Consumidor, todo mundo comentou sobre os direitos adquiridos e bla-blá. Ótimo. Hoje chego em casa após um dia daqueles que teria sido melhor nem ter levantado da cama e me deparo com uns homens desmontando o registro de água que fica na calçada da minha casa.
Questiono, e o "lider" diz que foi feita uma solicitação para o conserto de um vazamento. Respondo que não solicitei nada e que não há vazamento algum em casa, porque se tivesse, eu teria solicitado o serviço imediatamente, sei muito bem o prejuízo que isso provoca.
Que nada, o senhorzinho nem deu atenção para minhas palavras. Insistiu que eu havia pedido o serviço. Liguei para a Caerd e, claro, nada foi resolvido. Pedi para que o funcionário me entregasse a tal ordem de serviço para eu tirar uma cópia, um dos direitos que nós, consumidores, adquirimos. Nada.
Deu as costas e já ia indo embora e eu vi que o cano estava vazando.
-O senhor queria tanto um vazamento, agora tem um e faça o favor de consertar.
(sorriu amarelo e deu ordem para que os moços "dessem um jeito")
Uns 10 minutos depois o registro quebra na mão do rapaz. Esse mesmo rapaz depois me disse que não havia nada, mas o "líder" ordenou a troca do registro. 
Vão embora e o vazamento que eles mesmo provocaram fica. Ligo novamente para a Caerd e a moça diz que eu "posso estar reclamando" amanhã das 8h às 13h30. Minha vontade foi a de rasgar o meu Código de Defesa do Consumidor em 347 pedaços.
Estou felicíssima com isso. A Caerd vem consertar algo que não está estragado e consegue quebrar o que estava bom. Adivinha quem vai pagar a conta excedente no próximo mês? (Foto Marcela Ximenes)

16 de nov. de 2009

NOTA ZERO

Se tem uma coisa me deixa irritada é o mau atendimento. Morando em Porto Velho desde sempre não sei como ainda não tive um AVC, porque trecos eu já tive muitos. Ontem foi mais um dia de irritação e até vergonha. Com vontade de comer galinha caipira rumamos para a BR, um restaurante antigo, cheio de mangueiras, bem agradável, mas que até hoje não aceita cartão. Esse inconviente nem me incomodou tanto assim (mas o Zécarlos não deixou barato, claro). Foram 10 minutos para fazermos o pedido, mas um tanto para o almoço chegar. O "garçon" trazia as bebidas, mas esquecia os copos. Para completar esse exemplo de "como não atender", as caixas de som gritavam as breguices da Roberta Miranda. Tudo a ver: Num ambiente campestre o som no último volume e com aquela qualidade no repertório. O que nos resta fazer? Simples, não voltar mais lá e tentar o concorrente que fica do outro lado da rodovia.