A UHE Jirau inicia a geração comercial de energia hoje. É mais uma vitória daqueles que sempre acreditaram que era possível gerar energia no rio Madeira.
Há quem não queira usinas hidrelétricas, mas não abrem mão do ar condicionado, do chuveiro elétrico, nem do computador. (Foto Acervo ESBR, obrigado Normando)
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6 de set. de 2013
10 de abr. de 2012
AGORA EU QUERO
A sociedade brasileira é cheia de contradições. Ao mesmo tempo que condena a construção de hidrelétricas,quer se beneficiar dos recursos das empresas, seja para o coletivo, seja para o particular. De vez enquanto comento este assunto aqui no brog. Hoje leio no jornal Valor Econômico (B10):
"Municípios irão à Justiça cobrar obras de Teles Pires - A situação das obras da hidrelétrica de Teles Pires, paralisadas há 14 dias pela Justiça Federal de Mato Grosso, pode ficar ainda mais crítica. As prefeituras de Paranaíta e Alta Floresta, os dois municípios que são diretamente afetados pela construção da usina no rio Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, querem entrar com uma ação na Justiça para cobrar do consórcio empreendedor a execução de obras de compensação que a empresa assumiu durante a etapa de licenciamento ambiental do projeto. Com custo de R$ 3,6 bilhões, Teles Pires é o quarto maior projeto de hidrelétrica em construção no país, só atrás de Belo Monte, no Pará, e de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. As obras tiveram início em agosto do ano passado e, de lá para cá, foram alvo de pelo menos cinco ações do Ministério Público. A paralisação não tem data para acabar".
E agora, Justiça Federal e ongueiros? Se não há impacto (já que não há obra), não há compensações.
Lembrei daquela piada antiga. O cara entra na bodega do português e pede um copo de laranjada. Ao receber o refresco, pergunta ao taberneiro: - Posso trocar por um pastel? - Pode.
Seu Manuel leva o copo e traz o pastel. O sujeito come o pastel, dá as costas e vai saindo.
- Ora, pá! Não vais pagar o pastel?
- Eu troquei pelo copo de laranjada...
- Então pagues a laranjada!
- Eu não bebi...
"Municípios irão à Justiça cobrar obras de Teles Pires - A situação das obras da hidrelétrica de Teles Pires, paralisadas há 14 dias pela Justiça Federal de Mato Grosso, pode ficar ainda mais crítica. As prefeituras de Paranaíta e Alta Floresta, os dois municípios que são diretamente afetados pela construção da usina no rio Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, querem entrar com uma ação na Justiça para cobrar do consórcio empreendedor a execução de obras de compensação que a empresa assumiu durante a etapa de licenciamento ambiental do projeto. Com custo de R$ 3,6 bilhões, Teles Pires é o quarto maior projeto de hidrelétrica em construção no país, só atrás de Belo Monte, no Pará, e de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. As obras tiveram início em agosto do ano passado e, de lá para cá, foram alvo de pelo menos cinco ações do Ministério Público. A paralisação não tem data para acabar".
E agora, Justiça Federal e ongueiros? Se não há impacto (já que não há obra), não há compensações.
Lembrei daquela piada antiga. O cara entra na bodega do português e pede um copo de laranjada. Ao receber o refresco, pergunta ao taberneiro: - Posso trocar por um pastel? - Pode.
Seu Manuel leva o copo e traz o pastel. O sujeito come o pastel, dá as costas e vai saindo.
- Ora, pá! Não vais pagar o pastel?
- Eu troquei pelo copo de laranjada...
- Então pagues a laranjada!
- Eu não bebi...
4 de nov. de 2011
SAÍDA PELO PACÍFICO
As comportas do vertedouro principal da UHE Santo Antônio foram fabricadas pela IMMA, em Porto Velho (Foto Diário da Amazônia)
Uma equipe da empresa IMMA (Indústria Metal Mecânica da Amazônia), sob a coordenação do administrador Gustavo Almeida, está em viagem pela 'rodovia do Pacífico' para verificar a possibilidade de exportação de peças hidro-mecânicas para outros países por esta via.
A IMMA, que é uma sociedade entre a Bardella e a Alstom, já tem encomendas para atender a construção de hidrelétricas. No Brasil, para Belo Monte (PA), Teles Pires (MT) e Santo Antônio do Jari (AP), além de um empreendimento no Canadá e outros que não podem ser divulgados, por estar em fase de negociação.
Uma equipe da empresa IMMA (Indústria Metal Mecânica da Amazônia), sob a coordenação do administrador Gustavo Almeida, está em viagem pela 'rodovia do Pacífico' para verificar a possibilidade de exportação de peças hidro-mecânicas para outros países por esta via.
A IMMA, que é uma sociedade entre a Bardella e a Alstom, já tem encomendas para atender a construção de hidrelétricas. No Brasil, para Belo Monte (PA), Teles Pires (MT) e Santo Antônio do Jari (AP), além de um empreendimento no Canadá e outros que não podem ser divulgados, por estar em fase de negociação.
2 de abr. de 2011
ECOCHATOS
Leio no site Ambiente Brasil que já há uma campanha em andamento contra a energia gerada a partir do vento. As turbinas (cataventos) estariam matando os morcegos que polinizam as plantas. Ora, ora, ora.
Os caras são contra hidrelétricas, são contra térmicas e sobre nucleares nem é bom falar. Vamos voltar ao tempo das cavernas, aí todo mundo fica feliz.
Os caras são contra hidrelétricas, são contra térmicas e sobre nucleares nem é bom falar. Vamos voltar ao tempo das cavernas, aí todo mundo fica feliz.
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