O jornal Valor Econômico publicou hoje "ampla reportagem" sobre a restauração de dois trechos da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho e Guajará-Mirim. A matéria é assinada pelo jornalista André Adeodato, com fotos do André Pessoa.
Lei matéria via o Portal Amazônia.Org.
Mostrando postagens com marcador Valor Econômico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Valor Econômico. Mostrar todas as postagens
23 de jul. de 2012
10 de abr. de 2012
AGORA EU QUERO
A sociedade brasileira é cheia de contradições. Ao mesmo tempo que condena a construção de hidrelétricas,quer se beneficiar dos recursos das empresas, seja para o coletivo, seja para o particular. De vez enquanto comento este assunto aqui no brog. Hoje leio no jornal Valor Econômico (B10):
"Municípios irão à Justiça cobrar obras de Teles Pires - A situação das obras da hidrelétrica de Teles Pires, paralisadas há 14 dias pela Justiça Federal de Mato Grosso, pode ficar ainda mais crítica. As prefeituras de Paranaíta e Alta Floresta, os dois municípios que são diretamente afetados pela construção da usina no rio Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, querem entrar com uma ação na Justiça para cobrar do consórcio empreendedor a execução de obras de compensação que a empresa assumiu durante a etapa de licenciamento ambiental do projeto. Com custo de R$ 3,6 bilhões, Teles Pires é o quarto maior projeto de hidrelétrica em construção no país, só atrás de Belo Monte, no Pará, e de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. As obras tiveram início em agosto do ano passado e, de lá para cá, foram alvo de pelo menos cinco ações do Ministério Público. A paralisação não tem data para acabar".
E agora, Justiça Federal e ongueiros? Se não há impacto (já que não há obra), não há compensações.
Lembrei daquela piada antiga. O cara entra na bodega do português e pede um copo de laranjada. Ao receber o refresco, pergunta ao taberneiro: - Posso trocar por um pastel? - Pode.
Seu Manuel leva o copo e traz o pastel. O sujeito come o pastel, dá as costas e vai saindo.
- Ora, pá! Não vais pagar o pastel?
- Eu troquei pelo copo de laranjada...
- Então pagues a laranjada!
- Eu não bebi...
"Municípios irão à Justiça cobrar obras de Teles Pires - A situação das obras da hidrelétrica de Teles Pires, paralisadas há 14 dias pela Justiça Federal de Mato Grosso, pode ficar ainda mais crítica. As prefeituras de Paranaíta e Alta Floresta, os dois municípios que são diretamente afetados pela construção da usina no rio Teles Pires, na divisa entre Mato Grosso e Pará, querem entrar com uma ação na Justiça para cobrar do consórcio empreendedor a execução de obras de compensação que a empresa assumiu durante a etapa de licenciamento ambiental do projeto. Com custo de R$ 3,6 bilhões, Teles Pires é o quarto maior projeto de hidrelétrica em construção no país, só atrás de Belo Monte, no Pará, e de Jirau e Santo Antônio, em Rondônia. As obras tiveram início em agosto do ano passado e, de lá para cá, foram alvo de pelo menos cinco ações do Ministério Público. A paralisação não tem data para acabar".
E agora, Justiça Federal e ongueiros? Se não há impacto (já que não há obra), não há compensações.
Lembrei daquela piada antiga. O cara entra na bodega do português e pede um copo de laranjada. Ao receber o refresco, pergunta ao taberneiro: - Posso trocar por um pastel? - Pode.
Seu Manuel leva o copo e traz o pastel. O sujeito come o pastel, dá as costas e vai saindo.
- Ora, pá! Não vais pagar o pastel?
- Eu troquei pelo copo de laranjada...
- Então pagues a laranjada!
- Eu não bebi...
Assinar:
Postagens (Atom)