6 de dez de 2012

OSCAR E EU

A morte de Oscar Niemeyer não surpreendeu, pela idade em que se encontrava, mas vale lamentar que mais um grande brasileiro se foi. Conheci as obras dele existentes em Brasília primeiro que aquelas que me cercavam em Belo Horizonte, a não ser o conjunto da Pampulha  Sempre li muito sobre a capital federal. Em 1985 eu era repórter da TV Alterosa (SBT) e fui pautado para cobrir uma exposição de maquetes dos estudantes de Arquitetura enfocando a obra de Oscar Niemeyer. Voltei para a redação com a sugestão de pauta de uma matéria sobre as obras dele em Beagá. Fiz a matéria, que foi para a rede da SBT.
Quando morei em Brasília tive oportunidade de conhecer de perto, e por dentro, outras obras, exceto a Catedral. Foi aí que comprovei o que muita gente dizia: "As obras do Niemeyer são para olhar e não para usar". Exemplos: No Palácio do Planalto, a rampa interna não tem corrimão; o prédio Niemeyer, no Praça da Liberdade, era devassável; o auditório do Colégio Estadual (BH), em forma de mata-borrão, tinha o piso escorregadio, provocando tombos. E a lista é grande. (Ilustração Igreja de São Francisco, na Pampulha, em  chocolate, da segredosdechocolate.com.br)    

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