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14 de abr. de 2015

AGORA VAI!

(Fotos JCarlos)

Meu caro Léo Ladeia, já mordi a língua várias vezes, ao comemorar antes da hora a retomada das obras eternas da rua José Vieira Caúla, entre a Rio Madeira e a Mamoré.

A obra podia ser comparada com a Sky: Choveu em Candeias, aqui para tudo. Moro deste lado da cidade há perto de sete anos e acompanho diariamente as idas e vindas. Desta vez estou animado, pois estou vendo o progresso rápido da obra.

Na semana passada a secretária Amélia Afonso informou ter recebido reclamações. Um comerciante queria um espaço vago no canteiro central na frente do estabelecimento dele, para permitir a manobra de caminhões*. A exemplo de outras obras, o interesse particular quer sobrepor ao coletivo. Neste momento a secretária não cedeu.

Se não houver mais uma desistência, acho que em maio o dr. Mauro inaugura os canteiros centrais, as calçadas e a ciclovia**.

* Neste local, Vieira Caúla com Ananias Ferreira de Andrade, os caminhões atrapalham a vida de todos, especialmente na hora do pico, às sete da manhã. Eles fecham o trânsito e danem-se os outros.
** Depois vou comentar sobre essa ciclovia. Na Mamoré ela quase não é usada, por um motivo simples: os ciclistas não sabem que é para eles...

7 de jul. de 2011

AGORA VAI!

Passando pela Rua José Vieira Caúla, entre Mamoré e Guaporé, vi as máquinas trabalhando. A primeira idéia que veio a minha cabeça é de que estavam desenterrando a caveira de burro que existe naquela via.
Mas depois dei um voto de confiança à Prefeitura e repeti o brado: "Parece que agora vai!" (Foto JCarlos, com celular)

3 de jun. de 2011

POR QUE SERÁ?

Tudo pronto para a apresentação às autoridades e convidados da antiga litorina, restaurada pelas mãos do ex-ferroviários da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, e na hora exata, o motor do veículo não "pega".
- Deve ser 'olho gordo'!
Desconfia Carlos "Carlinhos" Bennesby, um dos diretores da Cooperativa dos Ferroviários.
Só pode. Como pode ter tanta carga negativa naquilo que se refere à Madeira-Mamoré? Não é a tôa que o editor colocou o nome de "Ferrovia do Diabo" no livro do Manuel Rodrigues Ferreira, que tinha sugerido outro título. (Fotos JCarlos)