Nas ruas a "Operação Ardina" do Ministério Público com a Polícia Civil, tendo como alvo a massa falida do jornal "O Estadão do Norte". O jornal que já pautou e aterrorizou a Assembleia Legislativa, o Governo do Estado, os demais veículos de comunicação do Estado, políticos, empresários e quem não rezou na mesma cartilha...
Acabou de forma lastimável: devendo salários e direitos trabalhistas aos funcionários e com problemas na Justiça Criminal, Cível e Trabalhista (não sei se na Eleitoral, também). O jornal começou bem, com uma disputa judicial com o ex-deputado Antônio Morimoto por causa do nome do impresso e veio brigando com todos até esse fim lamentável.
O nome do pôste não está errado. Escrevi "ardida" mesmo.
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12 de mai. de 2015
9 de fev. de 2015
FIM DE UMA ERA
Lamento o fechamento do jornal "O Estadão do Norte", após 33 anos de circulação. Os sinais de que as coisas iam mal não são recentes. Na semana passada o diário não circulou e há quem diga que há seis meses os funcionários não recebem os seus salários.
Como necrológio, sugiro a leitura do artigo "Lenta Agonia", do jornalista Osmar Silva, publicado no portal Gente de Opinião neste domingo.
Eu, como jornalista e morador de Rondônia, lamento que mais um veículo de comunicação deixe de circular. A Mar trabalhou lá e guarda muitas recordações - boas e más, claro - e também lastima o fechamento. Ela se manifestou através do tuíter (@marcela_ximenes) assim:
"Uma pena: jornal Estadão do Norte, em Porto Velho, fecha as portas. Deixou de circular semana passada, hoje os jornalistas limpam gavetas"
"O Estadão do Norte é do ex-senador Mário Calixto, que atualmente "mora" na Bolívia #imprensa #jornalismo"
"O jornal Estadão do Norte tem 33 anos e durante muito tempo foi líder entre os impressos em Rondônia. Pautou muita gente #imprensa"
"Colegas contam que o ex-senador Mário Calixto, dono do Estadão, não quer pagar os salários atrasados. Alguns não recebem há 6 meses"
Como necrológio, sugiro a leitura do artigo "Lenta Agonia", do jornalista Osmar Silva, publicado no portal Gente de Opinião neste domingo.
Eu, como jornalista e morador de Rondônia, lamento que mais um veículo de comunicação deixe de circular. A Mar trabalhou lá e guarda muitas recordações - boas e más, claro - e também lastima o fechamento. Ela se manifestou através do tuíter (@marcela_ximenes) assim:
"O Estadão do Norte é do ex-senador Mário Calixto, que atualmente "mora" na Bolívia #imprensa #jornalismo"
"O jornal Estadão do Norte tem 33 anos e durante muito tempo foi líder entre os impressos em Rondônia. Pautou muita gente #imprensa"
"Colegas contam que o ex-senador Mário Calixto, dono do Estadão, não quer pagar os salários atrasados. Alguns não recebem há 6 meses"
18 de jul. de 2014
GENTE QUE CHEGA, GENTE QUE SAI
O jornal "O Estadão do Norte", ao que parece, está em novas mãos. Sai a família Calixto e entra outra família tão poderosa quanto. No comando visual, o ex-deputado estadual e ex-secretário de Saúde (em breve, jornalista) Miguel Sena.
28 de abr. de 2014
CTRL C + CTRL V
29 de abr. de 2013
CALHAU
O Dia da Mulher foi dia 8 de março, mas o anúncio ainda sai na edição de 29 de abril. Um calhauzinho básico (Foto JCarlos, com apuração da Carla Nascentes)
20 de out. de 2012
ÓBVIO ULULANTE
Tem momentos que duvido daquilo que estou lendo: "Hermínio diz que ribeirinhos são os mais interessados na preservação dos rios". Só pode ser coisa do estagiário, que também fez a legenda da foto da manchete d'O Estadão.
Quando os vôos passarem a ser terrestres, não teremos mais problemas.
Quando os vôos passarem a ser terrestres, não teremos mais problemas.
26 de set. de 2012
UM COMMENT QUE MERECE UM POST
O Anônimo escreveu, comentando o "Disfarça e fala diferente", de ontem:
"Essa Globo é foda mesmo. Pouco tempo depois de inaugurar uma rádio (CBN) e o site deles em Rondônia, agora já tem até uma versão impressa. O jornal O Globo não chega aqui, mas um jornal local serve de barriga de aluguel".
Eu não tinha pensado nisso.
"Essa Globo é foda mesmo. Pouco tempo depois de inaugurar uma rádio (CBN) e o site deles em Rondônia, agora já tem até uma versão impressa. O jornal O Globo não chega aqui, mas um jornal local serve de barriga de aluguel".
Eu não tinha pensado nisso.
11 de set. de 2012
ASSIM É FÁCIL
Ontem, 10 de setembro, foi comemorado o Dia Nacional da Imprensa. A data foi escolhida em comemoração ao início da circulação da Gazeta do Rio de Janeiro, em 10 de setembro de 1808.
No programa "Papo de Redação" na Rádio Parecis, o jornalista Sérgio Pires disse que o jornalismo impresso está com os dias contados. Concordo em parte. Muitas pessoas - eu entre elas - ainda gosta de manusear o jornal, ler tudo, comparar a edição de um veículo com outro, ver a abordagem que cada editor deu para o mesmo fato, além de uma garimpagem nos classificados, em busca do exótico.
Mas há dias que toda esta sede compulsiva de informação fica sem ser saciada. Hoje, por exemplo. Na capa do Estadão do Norte, no alto da página, a chamada "Mais de 150 kg de ouro são extraídos por mês". Fiquei interessado, pois havia lido algo semelhante na semana passada e queria mais informações.
Ao ler o texto, na página seis, encontrei muitas "semelhanças" com aquele que eu tinha lido anteriormente.
Assim, os impressos não farão falta. Lamento.
30 de ago. de 2012
26 de abr. de 2012
HEIN?
O que significa "precariedade da falta de higiene"? A frase, usada para abrir a matéria principal da edição de hoje do jornal "Estadão do Norte", deixou-me em dúvida.
27 de jan. de 2011
TOMANDO PARTIDO
Numa atitude elogiável, os dois impressos diários de Porto Velho assumiram publicamente de que lado estão na torcida pelo novo presidente da mesa diretora da Assembléia Legislativa. O Estadão do Norte é "Araujista" e o Diário da AmazÔnia é "Jesualdista".
É melhor que o leitor saiba logo as opções editoriais, do que ser enganado com aquela velha estória de "jogar a pedra e esconder a mão".
Claro que haverá ônus e bônus, mas não há nada que o tempo não cure.
É melhor que o leitor saiba logo as opções editoriais, do que ser enganado com aquela velha estória de "jogar a pedra e esconder a mão".
Claro que haverá ônus e bônus, mas não há nada que o tempo não cure.
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